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terça-feira, 30 de junho de 2009
Esqueceram de nós
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Clonando Pensamento
“Se todos fossem no mundo igual a você, que maravilha viver...” (Vinícius de Morais)
sábado, 27 de junho de 2009
Clonando Pensamento
“Virgindade é bom enquanto dura; mas quando se perde fica melhor”. (Carla Perez)
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Mascote - 75 anos

Foi bastante concorrida e alegre a comemoração dos 75 anos do Bar e Restaurante Mascote, dia 24, em Santarém. Carlos Meschede e esposa Nilse, receberam com largo sorriso os amigos e frequentadores desse tradicional ponto de encontro dos santarenos e visitantes da Pérola do Tapajós.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Leitorado
"Sinceramente, se eu fosse juiz da 1ª Entrância da justiça (?) paraense, com clamor ou sem clamor da opinião pública, não agiria de outra forma: ao julgar casos de pedofilia, de roubos, de assaltos, de trafico de drogas e outros crimes, não decretaria prisão preventiva de nenhum acusado para não passar vexame como é o caso do íntegro magistrado Eric Aguiar. Senão vejamos: ele mandou prender o Dote, aquele perigoso e ricaço chefe do tráfico de drogas e, mais que de repente a juíza Edwiges ordenou que ele fosse solto. Mandou colocar na prisão o Luiz Seffer, fato que foi festejado pela população paraense e pelas entidades que cuidam da defesa das crianças e dos adolescentes. Mas, a alegria durou pouco. Desembargadores que atuam nas Câmaras Criminais Reunidas, por unanimidade, decidiram que o Seffer é gente da melhor qualidade, merece ficar solto para fazer novas vítimas. Um detalhe que merece repúdio: o juiz Ronaldo Vale, que integra na condição de convocado as Câmaras Criminais Reunidas, fez contundentes críticas ao seu colega Eric, dizendo que ele mandou prender o Seffer para satisfazer a opinião pública. Será que o doutor Ronaldo não votou pela soltura de Seffer apenas para fazer média e emplacar votos futuros para chegar ao desembargo? Não nos resta outra alternativa a não ser acreditar mesmo que só vai para a cadeia quem é pobre, preto ou puta.”
No blog da Franssinete Florenzano:
O resultado do julgamento do Habeas Corpus de Luiz Afonso Sefer, pelas Câmaras Criminais Reunidas do TJEPA, é o retrato perfeito da realidade "deste País". A vítima - criança abusada, violentada, torturada anos a fio - está presa em um abrigo, com medo, sem qualquer direito respeitado. O acusado - rico, poderoso -, mesmo tendo sido demonstrada à farta a autoria de crime tão hediondo, está livre, leve e solto para responder ao processo em liberdade até o final - se chegar lá.
MASCOTE - 75 ANOS

"Seu" Meschede - o saudoso criador do Mascote
Carlos Meschede, sucessor do seu pai à frente do templo da boemia santarena
Carlos Meschede, sempre cordial, recebe fregueses e amigos (Elair, Eduardo Ribeiro, Wsnand, Haroldo Martins, Ercio - todos da Cosanpa - e Francimar.
O tradicional Bar e Restaurante MascoteClonando Pensamento
“A grande área é o cemitério dos árbitros”. (Arnaldo Cesar Coelho)
Violência sexual: Ex-deputado Luiz Seffer permanecerá em liberdade
Sefer teve prisão preventiva decretada pelo juiz da Vara de Crimes contra a Infância, Erick Aguiar Peixoto, e dois dias depois foi beneficiado com uma liminar concedida por Raimundo Holanda.
O relator - Raimundo Holanda - ressaltou em seu voto que ao conceder a ordem de prisão preventiva do acusado, o juiz Erick Aguiar se concentrou apenas em apontar indícios, mas não mostrou provas concretas da obstrução do processo pelo réu, a fim de configurar o tumulto do trâmite processual. E mais: que as pessoas apontadas pelo juiz como sendo ameaçadas pelo acusado, uma delas seria tia da vítima, sequer foi arrolada como testemunha no processo pelo Ministério Público nem pela defesa. A outra seria a própria vítima, que estaria sob proteção do governo federal em outro Estado, portanto, incomunicável.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
A Estrela Sobe
Cedendo à irresistível tentação, nem vacilei em surrupiar o título do romance de Marques Rebelo e do filme homônimo de Bruno Barreto para registrar um acontecimento da maior importância para mundo cultural do Pará: na noite de 17 de junho de 2009, o hall Benedicto Monteiro, do Centur, em Belém, foi o palco iluminado do lançamento, em meio a um show lítero-musical, do primeiro livro de Wanda Monteiro – “O Beijo da Chuva”.
Para a mídia em geral e mesmo para os espíritos mais atilados, é tentador associar (ou comparar) a obra da nova estrela, que veio refulgir no céu da literatura paraense, com a do seu famoso pai – o advogado, político, contista, historiador, poeta e romancista Benedicto Monteiro.
De fato, “filho de peixe, peixinho é” – diz a milenar sabedoria do caboclo destas plagas.
Mas convém não restringir a abordagem da produção literária de Wanda Monteiro unicamente ao liame genético inquebrantável que a prende ao autor de “Verde Vagomundo”, “O Minossauro”, “A Terceira Margem”, “Aquele Um”, “O Homem Rio” – e tantas outras obras que se tornaram clássicos da literatura amazônica.
Creio ter sido um dos primeiros, se não o primeiro, a ressaltar publicamente (perante os imortais confrades de seu pai na Academia Paraense de Letras, em palestra que lá proferi em 4 de novembro de 2008, a convite dos acadêmicos Edson Franco e Júlio Victor Moura, a propósito do meu ainda inédito “Memorial Poético de Alenquer”) – que, muito embora ela tenha herdado do pai a veia literária, é inquestionável que Wanda Monteiro “ostenta farol próprio a iluminar seus passos.”
Naturalmente, não terá sido nada fácil para Wanda, a filha, superar (não no sentido de destruir, mas de exceder, de acrescentar) a grandiosa, imponente e abrangente influência paterna, para, a partir dela, erguer a catedral do seu próprio e inconfundível estilo na arte poética, e, assim, brindar os seus leitores com peças inegavelmente antológicas como os poemas de “O Beijo da Chuva”.
É claro que o filho ou a filha não tem, obrigatoriamente, de se “distanciar”, de se “livrar” ou de se “libertar” da ascendência paterna para desbravar o seu mundo “independente”, mas, quando alguém decide realmente assumir o compromisso da entrega total e incondicional à arte, por qualquer de suas formas, tende, de modo natural e irresistível, a buscar a sua própria marca, a perseguir uma identidade ímpar, a construir, pedra por pedra, seu estilo pessoal, pois a verdade é que – “Le style est l'homme même”, como ensinou Buffon.
Alguns certamente estranharão essa estréia literária um tanto quanto tardia. Mas Wanda Monteiro não se fez de repente: sua obra é fruto de paciente, minucioso e irreversível amadurecimento intelectual e artístico.
Como a frágil lagarta, Wanda teve primeiro que se transformar em crisálida, tornando-se, assim, um autêntico lepidóptero, mas, para isso, precisou vencer a prova de resistência mais difícil de todas: romper o casulo no seio do qual se operou o milagre da transformação, para, então, e só então, voar livre e graciosa como borboleta.
O lento e prolongado processo evolutivo não pode ser alterado sem que se rompa a ordem natural das coisas. E Wanda não podia, logicamente, ceder, como deveras não cedeu, ao ímpeto, à pressa, à sofreguidão, à ligeireza no trato da palavra.
Sem a santa paciência e a resoluta persistência, Wanda Monteiro, a pequena lagarta, não se transformaria em borboleta, pois não conseguiria arregimentar as forças necessárias para sair do cárcere sedoso do casulo e ganhar as alturas das nuvens.
É com cândida franqueza, aliás, que Wanda Monteiro confessa, num de seus poemas, a delicada angústia, o terno embaraço, a criativa hesitação que a dominaram quando quis expressar sua peculiar inquietação diante do mundo – seja o real, seja o sonhado.
Pois foi exatamente assim que aconteceu quando a jovem adolescente, “com medo que as palavras cumprissem, sem o seu consentimento, sua sina de engendrar sonhos no Papel, engoliu as palavras e cravou os dentes, enclausurando-as”, ainda tão frágil como a crisálida, impotente diante do pergaminho imaculado:
O papel ficou olhando pra ela.
Luzindo.
Pobre do Papel.
Branco
Ávido.
À espera do primeiro verbo.
É, pois, com absoluta procedência e pontaria certeira que Carlos Correia Santos mira e atira na contra-capa de “O Beijo da Chuva”:
– “Ser herdeira das páginas escritas por um Monteiro tão Benedicto pode não ser genética das mais simples. Traz em si toda a placenta do desafio. Mas Wanda... ah, Wanda inventou de ir namorar a lua, foi se desnudar para o vento, beijou a chuva e o inevitável veio. Ficou grávida de pura arte. Fez-se mãe. Mãe de suas próprias páginas (...) Wanda nos apresenta o primeiro rebento. O nome? Justamente uma homenagem à poeticidade que a fecundou: “O Beijo da Chuva” (...) que já vem dizendo muito do belo e do denso.”
Ao decidir “construir seu próprio caminho no emaranhado matagal da poesia”, escreveu o poeta Juracy Siqueira, “a preocupação maior, a cuíra poética” de Wanda Monteiro em o “Beijo da Chuva”, é com “o ser humano e as multifaces da vida real”.
Ao lermos o livro da estreante Wanda Monteiro, somos forçados a concordar com a criteriosa avaliação desse artífice da poesia que é Juracy Siqueira, ele próprio astro de primeira grandeza no cenário cultural da Amazônia:
– “O Beijo da Chuva” é um livro “úmido de emoções e grávido de significados para ser lido e absorvido sem pressa, como requer toda obra verdadeiramente artística.”
Na apresentação de “O Beijo da Chuva”, Wanda Monteiro pinta, com pinceladas e cores precisas, o seu auto-retrato:
– “Sou Amazônica, fruto do encontro de Amantes (...) Fui banhada e batizada nas águas amazônicas. Aprendi a respirar Água, a ouvir a voz do Vento, a sentir o cheiro da Chuva, a nadar na malha dos Mururés. Me encantei com a voz da Mata. Fui seduzida pelo olhar da Restinga. Me vesti de Terra, bebi o Rio, cresci e verdejei (...) Escrever! Esta é minha sina. Costurar películas de vida sofrida e sonhada. Deixando um rastro de poesia como testemunho de Mim.”
O livro de estréia da poetisa (ou simplesmente poeta, como ela se assume) Wanda Monteiro não tem páginas numeradas e nem índice remissivo. Creio que isso não é falha de editoração. Deve ser caso pensado, porque a lírica nascente de Wanda Monteiro não pode ser catalogada de modo burocrático, mas, sim, agrupada, como ela fez, em temas poéticos definidos, numa ordem que podemos subverter à vontade, sem prejuízo da boa leitura: o humano, a lavra, a criança, a mulher, o delírio, o desejo, o pecado, a ausência e a natureza.
Seus versos, tão ousados e libertos de amarras, fluem com a limpidez da prosa mais leve, e a sua prosa, em contrapartida, apresenta-se revestida de uma admirável densidade poética. O leitor pode ler o livro de Wanda do começo para o fim, de traz para a frente ou abrir o volume ao acaso, que, de qualquer modo, encontrará o fácies, risonho ou sofrido, mas claramente perceptível, do belo e do singelo.
De fato, em qualquer página sobre a qual pousarmos a vista em “O Beijo da Chuva”, lá acharemos a espuma da poesia, a nata da beleza, o supra-sumo da imaginação criadora e transformadora que espelha a realidade no momento mesmo em que a realidade espelha o poema imaginado, como no flagrante de sua volta a Belém (depois de longos anos radicada no Rio de Janeiro): no instante exato em que passava (passeava) pela Praça da República, “o vento fez a festa e a chuva caiu dançando ao seu sabor (...) A chuva escorria e com ela, corria sua memória (...) Tudo era tanto que ela foi inundada de tudo. E o fio do tempo laçou a Jovem Senhora para o seu tempo de Menina.”
Ou como, abrindo-se outra vez o livro ao acaso, nos deparamos com a comovedora síntese da vida do pai famoso, já octogenário e “combalido de querências”, a contemplar o verde e vago mundo que ele (re)criou e (re)viveu com a intensidade do mais acendrado amor:
Ode ao Pai – Verde Querência
Padeço dessa Querência
Vontade!
Da Água – verdejante – movente
Da Água brotando de Várzea à Várzea
Da Água vertendo em Veias
De Veias de muitas Águas
Vontade!
Da Terra costurada por Raízes
De Ilhas – raízes sob a pele d’água
De céu-destampado-lavado-de-chuva
De Cores que voam em Púrpuras Guarás
De Cores que nadam Régias e Mururés
Vontade!
Do Verde-molhado-fecundo
Do Olhar de suas Águas
Do Escuro de suas Margens
Da Poesia de seus Peixes
Do Canto de sua Restinga
Combalido de Querências
Sinto-Me Vago
Vago dessa Terra
Vago desse Líquido
Vago desse Verde
Vago
No verdevagodemim
Wanda Benedicta Marques Monteiro nasceu em Alenquer em 21 de março de 1958, às margens do rio Surubiú. É a terceira filha de Benedicto Wilfredo Monteiro e de Wanda Marques Monteiro.
Advogada no Rio de Janeiro, com pós-graduação em MBA de Análises de Políticas Públicas, Wanda tem trabalhado, no Brasil, em projetos de ONGs internacionais, como a Save the Children, da Suécia, e a Fundação Ford, dos EEUU, e colabora com vários jornais e revistas, produzindo ensaios e crítica literária. Com seus irmãos, trabalha atualmente na criação e instalação da Fundação Escritor Benedicto Monteiro.
Mãe de Aline, André e Marcello – de seu casamento com Lino Brito Teixeira, de tradicional família alenquerense –, a novel escritora Wanda Monteiro comove até os espíritos mais empedernidos quando descreve o seu personalíssimo processo criativo:
Cavo a Vida e
O sentido dela
Na abstração do mundo que sonho
Componho
Recomponho
Sentidos
Todos
Com eles
Perco-me da Realidade
Factível
Absurda!
Me liberto
Desse Tempo
Que demarca a Vida
Represa o Pensamento
Roubando-lhe as cores
Os sons
Desse tempo
que emudece
Que desbota
Fazendo pálida a memória
Minha existência
Não cabe na impassividade da Razão
Que me confina
que me objeta
Minha existência
Só cabe no Sonho
Esculpido
Na crueza de minha Inconsciência
Sou
O que sonho Ser
A Jovem Senhora, que um dia “fechou os olhos, levantou a cabeça e ofereceu os seus lábios pra chuva” – como bem sugere a capa do livro, verdadeira obra-prima, fruto do talento de seu filho Marcello, expert em computação gráfica e arte visual –, fez questão de entregar aos conterrâneos de Alenquer que prestigiaram o lançamento da obra, exemplares que, com a dedicatória de “um beijo molhado de Chuva com gosto e cheiro de Surubiú”, com certeza logo se transformarão em relíquias guardadas com avidez e carinho.
Não há dúvida: Wanda Monteiro, com o seu livro de poemas “O Beijo da Chuva”, da Editora Amazônia, é a “estrela que sobe”.
Deliciemo-nos com a sua leitura, enquanto aguardamos o próximo que, prolífera e inquieta como ela é, certamente virá em breve tempo, quiçá sob a chuva ou debaixo o sol, posto que a autora deixou entrever em
Ambivalência
(...)
Por quê?
Não me plantas em teu solo
Fértil de desejo
Denso de possibilidades
Quem sabe,
Ainda possa nascer
O
Resto
De
Mim
Livro de Miguel Elias é sucesso
Leitorado
Na coluna do Ancelmo Gois:
PARABÉNS, Santarém!
Hoje, ao completares 348 anos de existência, procurei compor um acróstico como se eu estivesse pintando uma tela de cores vivas e cintilantes, que revelassem o teu perfil, mostrando os teus atributos, tuas belezas e os teus sentimentos. É possível que eu não tenha conseguido atingir o meu objetivo, afinal, não sou jornalista, não sou poeta e nem pintor. Por conseguinte, talvez tenha surgido apenas uma fotografia desfocada da tua verdadeira imagem. Mas fica certa de que o esboço obedeceu integralmente aos impulsos mais sinceros vindos do fundo do meu coração que, bem sabes, te ama muito, muito mesmo. Eis o que eu escrevi:
Simbolizas:
Amor
Natureza
Amazônia
Romantismo
Encanto
Majestade.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Clonando Pensamento
Clonando Pensamento
Leitorado
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Clonando Pensamento
Leitorado
Na coluna de Guilherme Augusto (Diário do Pará:
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Foro íntimo
Exoneração
Clonando Pensamento
terça-feira, 16 de junho de 2009
PF PRENDE DIRETOR DO BASA
Em trabalho conjunto, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal em Rondônia deflagraram, na manhã desta terça-feira, a Operação Abate. O trabalho é resultado de mais de ano de investigações realizadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal. Segundo a polícia, as apurações apontaram a prática de diversos crimes cometidos para favorecer empresas frigoríficas, laticínios e curtumes fiscalizados pela Superintendência Federal da Agricultura em Rondônia. Em troca, os servidores públicos envolvidos recebiam vantagens indevidas das empresas favorecidas. Além de frigoríficos, laticínios e curtumes, foi identificado um importante grupo econômico com sede em Mato Grosso, responsável por pagamento de propinas a servidores públicos da Superintendência Federal da Agricultura em Rondônia, Banco da Amazônia, Ministério da Integração Nacional, Agência Nacional da Energia Elétrica e Secretaria do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso.Estão sendo cumpridos 15 mandados judiciais de prisão preventiva, sete mandados judiciais de prisão temporária, além do cumprimento de 43 mandados de busca e apreensão na sede da Superintendência Federal da Agricultura em Rondônia, na residência de vários investigados e na sede de diversas empresas envolvidas no esquema.
As execuções das ordens judiciais estão sendo cumpridas em oito Estados (Rondônia, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Pará e Rio Grande do Norte) e no Distrito Federal, envolvendo um efetivo total de 250 policiais federais, além de 65 viaturas.
No Pará, o encarcerado foi simplesmente o Diretor de Infra-Estrutura de Negócios do Banco da Amazônia (BASA), Augusto Afonso Monteiro de Barros. A coisa se arrastava há algum tempo. Augusto foi gerente do banco em Rondonia, e foi no PT de lá que conseguiu o aval para ser nomeado diretor do BASA. Na Agência Belém-Centro do banco, a perplexidade é total.
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Clonando Pensamento
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Maria do Carmo - mulher motivada e forte
"Voltei pra governar Santarém porque vocês quiseram que eu fosse prefeita de novo, porque a tese defendida pelos advogados que trabalharam conosco foi vitoriosa no STF e porque Deus quis que fosse esse o desfecho. Tenham a certeza de que a Maria que está aqui hoje, é muito diferente daquela Maria que não pode tomar posse em 1º de janeiro deste ano. Se os adversários achavam que eu ia me tornar uma mulher fraca, covarde e desmotivada, eles caíram do cavalo. Eu voltei ainda mais forte, mais determinada e com mais vontade de promover justiça social e trabalhar pelo meu povo. E vamos ao trabalho!" (Maria do Carmo Martins ao tomar posse no cargo de prefeita de Santarém, dia 12)Violência, ousadia e impunidade
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Clonando Pensamento
Leitorado
1) Cadê o julgamento do hábeas corpus concedido pelo desembargador Holanda e que resultou na soltura do Luiz Sefer? O Tribunal de Justiça do Pará resolveu engavetar tudo e deixar o pedófilo soltinho, soltinho, para fazer novas vítimas ou interferir junto às testemunhas para fazê-las calar ou falar a seu favor mediante pagamento de uma boa “ponta”? Não será motivo para os defensores dos direitos das crianças e adolescentes forçarem uma tomada de atitude por parte do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para que o TJE resolva logo essa questão, ou seja, se prende ou solta de vez esse demônio?
2) Os jornais de hoje em seus cadernos policiais dão destaque para a greve de fome de presos da Seccional de Marituba porque foram proibidas visitas e recebimento de alimentos e bilhetes. Eles dizem que não irão receber a comida fornecida pela Superintendência do Sistema Penitenciário até que um promotor de Justiça fosse visitá-los para ouvir suas queixas e reivindicações. Não seria o caso das autoridades policiais deixarem esses bandidos continuarem em jejum até quando quiserem? E se morrerem? Melhor para nós – contribuintes – que sofremos com a ação desses facínoras que matam, que seqüestram, que roubam sem dó, sem piedade de ninguém. Que morram!!! De preferência com fome, com sede, sofrendo muito...
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Maria é diplomada
quarta-feira, 10 de junho de 2009
No blog do Juvêncio Arruda:
O blog concorda com os votos dos senadores José Nery (PSOL) e Flexa Ribeiro (PSDB) favoráveis ao plebiscito sobre o estado do Carajás. Certamente não pelos mesmos motivos de Suas Excelências - de natureza eminentemente eleitoral - mas concorda, mesmo sendo contrário ao esquartejamento do estado.Protestando contra o voto dos senadores, a Associação Comercial do Pará não percebe que lógicas e sentimentos completamente distintos marcam o sentimento divisionista no Pará ao compará-lo com casos em outros estados.
Clonando Pensamento
“O prostíbulo é onde acontecem as relações mais honestas entre homens e mulheres: por prazer, eles dão dinheiro; por dinheiro, elas dão prazer”. (Macedo Rodrigues)
terça-feira, 9 de junho de 2009
Carta aberta à Maria do Carmo Martins Lima
O primeiro passo a ser dado para início desse novo mandato é, sem dúvida, a constituição da sua equipe de trabalho. Compor um novo time - aproveitando os bons que estão em seus postos, é claro - para entrar em campo e jogar para enfrentar e vencer todos os desafios. É tarefa difícil, pois todos sabem que, como fatores de negociação em política e em governos são necessárias concessões para conciliar interesses dos mais diversos. Porém, mesmo com tantas dificuldades para contentar a todos, espera-se que seja escolhida gente capaz, gente responsável, integra, valorizando-se o talento, a competência, e não apenas a cor partidária. Gente que alie à formação técnica o espírito de gerir com austeridade e com honestidade os recursos públicos que são do povo.
Fazer e refazer obras, implantar e melhorar serviços essenciais, principalmente nas áreas de saúde e de educação, são promessas suas, são compromissos seus. Não se esqueça disso!
Certa vez ouvi um analista político dizer que governo e política se fazem assim: “Divididos por pontos de vista, divididos por convicções, divididos por princípios ideológicos, mas irmanados e unidos firmemente quando se trata de defender os interesses coletivos”. É dessa forma, minha querida amiga, que queremos vê-la governando. Pedindo e aceitando apoio de todos - do governo Federal e do Estado, das entidades de classes, das associações comunitárias e de bairros, de adversários políticos, de partidos aliados ou não, enfim, de todos quantos vivem na Pérola do Tapajós, sem distinção de classes, de credos ou de berços, capazes de juntar seus esforços, sua solidariedade de sentimentos de amor por nossa cidade que é merecedora de melhores cuidados para que seja mais bela, mais humana, mais fraterna, pois tem um povo amigo, hospitaleiro, que trabalha de sol a sol para ter o direito de viver com dignidade.
Finalmente, expresso o meu sincero desejo de que, da união do seu governo e o povo, na comunhão de confiança recíproca, se forje a mais perfeita sintonia do sentir, do pensar, do sonhar e do querer a concretização dos anseios comuns de todos os “mocorongos”. Sucesso, Maria!
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Clonando Pensamento
(Fonte: Diário do Pará)
Clonando Pensamento
“Não se preocupe em evitar as tentações. À medida que você envelhece, elas o evitarão”. (Laurence J. Peter)
Leitorado
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sábado, 6 de junho de 2009
Vitória de Maria do Carmo é festejada em Belém
Clonando Pensamento
“Quando a bajulação não atinge seu objetivo, você pode estar certo de que não é por falta de vaidade do bajulado - é por incompetência do puxa-saco". (Anônimo)
No blog Espaço Aberto (jornalista Paulo Bemerguy):
Gente que brillha: RAIMUNDO VASCONCELOS
O negócio deu certo e, não demorou muito, ganhou novos e amplos espaços. Hoje, também com entrada pela avenida Rui Barbosa, dispõe de 150 mesas para acomodar com conforto a grande freguesia.
Apesar do sucesso do seu empreendimento e da colaboração de sua esposa, Dona Ana, e filhos, Raimundo sempre simpático, atencioso e humilde, é quem comanda tudo, inclusive ele mesmo faz diariamente a compra de peixes no Mercadão e na Vila Arigó. Recebe seus fregueses com um largo sorriso. É um vencedor!
sexta-feira, 5 de junho de 2009
No blog da Franssinete Florenzano:
No dia 01.06.2009, o Juiz Eric Aguiar Peixoto, da Vara de Crimes Contra Crianças e Adolescentes, prestou informações a respeito da sua ordem de prisão preventiva de Luiz Afonso de Proença Sefer, através do Ofício 12/2009. No dia 03, os autos foram encaminhados ao Ministério Público, para manifestação.
Espera-se que na próxima segunda-feira o processo 200930049265 seja incluído na pauta de julgamento das Câmaras Criminais Reunidas do TJEPA e o colegiado dos desembargadores casse o Habeas Corpus concedido a Sefer. A decisão do juiz Eric Peixoto descreve os fatos ensejadores da prisão com detalhes e seus fundamentos jurídicos são irretocáveis. Salta aos olhos o perigo que a liberdade do acusado representa para a vítima e testemunhas.
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Deste blog:
Leitorado
Clonando Pensamento
"Quem sabe faz a hora, não espera acontecer". (Geraldo Vandré)
No blog Espaço Aberto (jornalista Paulo Bemerguy):
Advogados que atuaram na defesa da prefeita Maria do Carmo, vitoriosa no Supremo Tribunal Federal, comemoram a prevalência das teses que sempre defenderam, desde que começaram as tentativas de impugnar a candidatura da petista junto ao Juízo Eleitoral de Santarém até as etapas posteriores, quando o caso foi submetido à apreciação do TRE, do TSE - que chegou a cassar o registro da candidata reeleita - e por fim no STF.“Estou felicíssimo. Você nem imagina como estou feliz”, festejou, em contato com o blog por telefone, o advogado Egydio Sales Filho. “Isso demonstrou que nós estávamos certos. Primeiro, quando fomos vitoriosos em Santarém e depois, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em Belém. Posteriormente, quando ingressamos com um embargo de declaração e expusemos teses que, ao final, acabariam acolhidas”, disse o advogado.
Foi Egydio quem fez, no TRE, a sustentação oral (vitoriosa) em defesa de Maria do Carmo. E posteriormente, quando o processo chegou a Brasília, participou ativamente da elaboração das teses que acabaram por empurrar o processo para a decisão do Supremo.
Walmir Brelaz é outro que integrou o time de advogados da prefeita e que, não raro, precisou amanhecer e anoitecer em tribunais, para acompanhar a cada momento a tramitação dos recursos impetrados por Maria do Carmo e contra ela. Ele também comemorava, ontem à noite, o reconhecimento do Supremo de que ela tem o direito de exercer legitimamente o mandato que alcançou nas urnas.
Além dos dois paraenses, atuaram ainda na defesa de Maria do Carmo os advogados José Eduardo Alckmin (que fez a sustentação ontem, no Supremo), Mauro César Santos e Antonio César Bueno Marra.Esse foi o time de advogados da prefeita Maria do Carmo.Se algum mais houver, faz parte do terceiro time.Ou do quarto, sabe-se lá.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Maria do Carmo venceu!
Clonando Pensamento
"A melhor maneira de formar crianças boas é fazê-las felizes". (Oscar Wilde)
Cultura nordestina
Em homenagem à laboriosa e simpática colônia nordestina radicada em Santarém e Mojuí dos Campos, transcrevo um pouquinho do que consta no “Orélio Cearense”, dicionário romanceado e ilustrado de termos e expressões do palavreado cearense - o “cearensês”, o “nordestinês”, cuja autora é a Andréa Saraiva que, na apresentação da obra, indaga: “O que é ser um cearense?” E, responde: “Já houve comparações com os judeus, já que nunca se viu um povo com tanta vontade e disposição de correr o mundo. Diz-se também que é aventureiro, prevenido e se sai bem das situações. Fala-se da inteligência, senso de humor desconcertante e da criatividade moleca dos ´cabeças chatas`, gente simples e bem humorada, sem o menor medo de mangar dos outros ou de si próprio”. Eis algumas das expressões citadas:
-Eita que a Chica tá com o cão nos couro. Ela tá com a mulesta... Num tem quem agüente!!!
-Baixe o facho, se aquiete!
-A disgramada já descobriu tudo e me jurou de peia. To com medo, pois eu sei que a bicha é pior que cobra parida.
-Eu só sei que a Jabiraca lavou a égua: passou a noite toda chamegando mais o Zé.
-Eu tenho muita pena do Zé. Atura duas cobras: a mulher e a sogra. Vai direitinho pro céu!
-Tú não tem uma camisa melhor do que essa aí que tu ta vestido, não?!? A bicha tá toda escangotada!... Égua do macho desleixado!
Termos usados pelos cearenses, e seus significados:
Arengar – insultar, implicar
Baba-ovo – puxa-saco
Bater a caçuleta – morrer
Bestar – andar sem rumo
Bruguelo – filho pequeno, criança
Cagado e cuspido – igual, do mesmo jeito
Comigo você se rela – comigo você se lasca, se dá mal
Indagorinha – neste instante, agora mesmo
Macho véi – forma usual de tratamento, o mesmo que “cara”, “mano”.
Pepetinha – menina jovem, ninfeta
Pinicando – dançando forró com passos pequenos e rápidos
Tenha jura – tenha palavra, cumpra o que prometeu
Tinhosa – teimosa, geniosa
Na pessoa dos meus prezados amigos José Olivar Azevedo e Francimar, saúdo todos os nordestinos que vivem com dignidade em terras santarenas, trabalhando muito e contribuindo para o progresso e desenvolvimento da Pérola do Tapajós. Peço e almejo que São Francisco de Canindé e o padim Ciço abençoem toda essa gente boa e amiga.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
A música e o tempo
Na semana do Dia das Mães estive no programa Café Cultura, da jornalista MichelleValente, na TV Cultura, com o maestro Jonas Arraes, para entrevista sobre o Recital Cidadão, apresentado pela contralto Gabriella Florenzano e o pianista HumbertoAzulay, na Igreja de Santo Alexandre, com o propósito beneficente de incentivar doações para o Projeto Cururu (Belém) e para a Escola de Música Maestro WilsonFonseca (Santarém), que promovem educação musical para jovens, pois também participei do concerto no acompanhamento, ao piano, na execução da música Lenda doBoto (Wilson Fonseca). Foi durante aquele Programa de TV que conheci o poeta Edgar Macêdo (Operário das Palavras), que declamou o seu poema Lição de Amor, em homenagem às mães.
Na mesma noite, compus uma canção para este belo texto poético. E aí nasceu mais uma parceriamusical. Em menos de 15 dias, escrevi, sobre poemas de Edgar, outras quatro músicas:Na pele da raça, essa dor que não passa (samba); Planeta Coração (maxixe); Voz de Índio (sairé); e Declaração de Amor (canção).
Entusiasmado com a nova parceria, o poeta enviou-me mensagens como estas: "Meu parceiro, você me faz acreditar novamente que existem milagres. Que a generosidade e a sensibilidade humanas, ainda estão nas entrelinhas da vida. Acho que já ouvi a execução da sua música umas trinta, quarenta vezes nesta manhã. Sei o quanto as notas musicais valorizam letras, realçam imaginações, e dão o tom da emoção do poeta. Muitas das vezes como neste caso, até a elevam, em decibéis que embalam nossas almas. Ainda faremos muitos trabalhos juntos, por isso me permiti, resguardadas as proporções de dizer no título que somos, como diria Monteiro Lobato, 'Raízes da mesma Fábula'. A voz do nosso ÍNDIO, ecoará bem mais longe. Tradições como a dança do Sairé, a dança do Aruanã, uniram o Xingu e o Tapajós, e esse nosso grito amazônico dramático, poético e lúdico, ainda há de ser executado na Quinta Avenida, em Tóquio... em qualquer lugar deste planeta, onde a sensibilidade humana prevaleça sobre as leis de mercado. Acho que enquanto houver papel, caneta e piano, seguiremos criando ambientes que nos façam lembrar que ainda somos INDIOS, e temos VOZES, cantos lamentos e talentos a serviço da harmonia do planeta. Amém!"
O mês de maio começava e terminava com música. Compus o hino 1º de Maio, em homenagem ao Dia do Trabalho; e a pedido da Drª Maria do Carmo Martins Lima, ex-prefeita de Santarém, a valsa Ana Victória, para os 15 anos de sua filha. Em junho, o Quarteto Maestoso participa do XXII Festival Internacional de Música(Fundação Carlos Gomes), com músicas do francês Maurice Ravel, do paulista Osvaldo Lacerda, além do meu chorinho Irurá, peça premiada no Concurso Internacional de Composição 2006, promovido pelo Quinteto Amizade, de Brasília. Em breve, o quarteto fará um concerto com músicas de três gerações da família Fonseca (José Agostinho da Fonseca, Wilson Fonseca e Vicente Fonseca), como ocorreu em janeiro deste ano, no Theatro da Paz, durante o 5º Fórum Mundial de Juízes.
Clonando Pensamento
"O maior recurso natural que qualquer país pode ter são suas crianças". (Danny Kaye)
terça-feira, 2 de junho de 2009
Sefer se apresenta no TJE
Segundo o advogado do ex-parlamentar, Oswaldo Serrão, Sefer foi cumprir o protocolo se apresentando ao magistrado que lhe concedeu o habeas corpus. A visita, marcada anteriormente para hoje, ocorreu no final da manhã de ontem. Segundo Serrão, o ex-deputado estava adoentado e foi para o Rio de Janeiro se tratar. O advogado, entretanto, disse que não sabia do que sofre seu cliente e que acredita que possa ser algum mal relacionado ao estresse.
Para Serrão, não houve desrespeito à Justiça com a viagem de Sefer para Rio, uma vez que o cliente dele tem residência fixa na capital carioca e partiu de Belém antes de ser decretada a prisão preventiva, cumprida no último dia 26 de maio, no Rio. Segundo Serrão, a apresentação de ontem se tratava de uma medida formal para que Sefer fosse informado das condições de sua liberdade. Agora cabe às Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça do Estado (TJE) julgar o mérito do pedido, que pode ou não confirmar a liminar. Segundo informações da assessoria de imprensa do TJE, o julgamento do habeas corpus ainda não entrou na pauta de sessões.
Serrão afirmou que distribuirá memorial a todos os membros das Câmaras, explicando os motivos pelos quais seu cliente deve permanecer livre. 'A decisão do TJE foi técnica, baseada no que determina a lei. As pessoas confundiram prisão preventiva, que pode ser revogada, com prisão condenatória. Estão tentando antecipar uma pena'.
O promotor de Justiça que pediu prisão de Sefer, Fabiano Amiraldo, reafirmou que acredita que os fatos revelam a 'alta periculosidade do acusado'. Quanto ao julgamento do habeas corpus, Amiraldo diz que os 'desembargadores podem ter dificuldades de refutar tanto os argumentos do MP, quanto aqueles usados pelo juiz para expedir o mandado'. 'Ele (Sefer) estava influenciando sim o processo e poderá fazê-lo agora solto', afirma.
Integrantes de movimentos sociais emitiram desaprovação à atitude do TJE. Questionado sobre a manifestação, Serrão disse que é 'programado mentalmente para ignorar os movimentos sociais e a decisão foi extremamente legal'. (Fonte: Amazônia)
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Senadinho azulino
Clonando Pensamento
No blog do Juvêncio Arruda:
Foram inúmeras as manifestações de indignação com a decisão do Des. Raimundo Holanda Reis, que mandou soltar o ex deputado Luis Afonso Proença Sefer. Por conta disso, a OAB e demais entidades de direitos humanos, resolveram externar esse sentimento numa faixa que será levada amanhã ao TJE por ocasião do depoimento de Sefer.
Clonando Pensamento
"A má informação é mais desesperadora que a falta de informação". (Charles Caleb Colton)
"A diferença entre o sexo pago e o sexo grátis é que o sexo pago costuma sair mais barato". (H.L. Mencken)
Caso Sefer
Por outro lado, não consta da pauta da sessão de hoje das Câmaras Criminais Reunidas o caso Sefer, ou seja, não decidirão se acatam ou se tornam sem efeito a decisão do desembargador Raimundo Holanda Reis que concedeu habeas corpus em favor de Sefer.



















