O ministro da Saúde disse estar em busca de uma aliança que envolva as três esferas de poder (federal, estadual e municipal) e que espera contar com apoio da população para ajudar no combate incisivo à dengue no País e no Pará, que recentemente teve um caso confirmado de dengue tipo 4. Ele disse que todos os Estados e municípios brasileiros estão em situação de risco de alerta quanto à dengue e o governo busca antecipar as ações no combate à doença. "Peço que o governo do Estado mostre sua liderança e nos ajude a sensibilizar a população. O ministério vai reunir com todas as lideranças religiosas do País, para que também nos ajudem a mobilizar a sociedade".
Ele afirmou que o Ministério da Saúde implementou ação multisetorial, desde o início do governo da presidente Dilma Rousseff, envolvendo 13 ministérios para avaliar as ações feitas em todos os Estados. Outra decisão do ministério foi acompanhar todos os casos da doença que levaram pessoas à morte, entre eles estão os que ocorreram em Belém. "Mas isso não quer dizer que os outros municípios possam tirar o pé do acelerador e não ajudar a combater a dengue", diz Padilha.
Além disso, o Ministério da Saúde quer reforçar as ações de vigilância nos municípios. "As prefeituras que não têm atividades da Vigilância em Saúde vão ter que disponibilizar o serviço à população. Para isso, o Ministério das Cidades vai repassar recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para implementar as ações", disse o ministro. Os profissionais de saúde serão sensibilizados na iniciativa. Nessa etapa, a finalidade é atender de forma prioritária as pessoas que apresentam sintomas da doença - dos mais simples aos mais graves - nas redes de saúde pública e privada. O governador Simão Jatene lembrou que esse desafio será vencido somente se o pacto for mantido e lembrou que a luta do Pará é também pela diminuição da pobreza e das desigualdades sociais. "Temos um inimigo comum (a dengue), que será vencido somente com união de todos nós. Hoje, às 10 horas, Padilha conhece as instalações do Hospital Universitário João de Barros Barreto, da UFPA. (No Amazônia)
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