O ministro do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto, assumirá a presidência da Alta Corte no ano que vem e está torcendo que a conhecida PEC da Bengala (e muitos de seus amigos trabalham por isso) seja aprovada pelo Congresso e sancionada pela presidente Dilma. Ayres Britto corre o risco de permanecer na presidência do Supremo apenas oito meses porque atingirá a idade-limite de 70 anos. Se a PEC da Bengala, que aumenta a idade-limite para 75 anos, passar, ele poderá cumprir um mandato de dois anos.
E mais...
E mais...
“Pão e água”
“Se eles querem derrubar o Palocci, eu boto o Fernando no lugar dele. Aí, eles serão tratados a pão e água”. A ameaça é de Dilma Rousseff, convencida de que o episódio da empresa de consultoria, do apartamento de R$ 6,6 milhões e do escritório de mais de R$ 800 mil de Antonio Palocci, foi produto de fogo amigo. Para os mais chegados, o recado é dirigido especialmente aos deputados João Paulo Cunha (PT-SP), mensaleiro e Ricardo Berzoini (PT-SP), ex-ministro da Presidência (na época, perseguiu nonagenários aposentados), que comandam a chamada bancada dos insatisfeitos, que não consegue qualquer nomeação no governo. O Fernando citado é Fernando Pimentel, o ex-guerrilheiro Lula, ministro do Desenvolvimento Econômico, que não dá a menor atenção aos petistas, mais ainda depois que Ruy Falcão (ele processa o ministro) virou presidente do partido.
Cartões da Presidência
Nos primeiros quatro meses do governo Dilma, as despesas com cartões corporativos da Presidência da República alcançaram R$ 4,9 milhões, ou seja, uma média mensal de R$ 1,2 milhão. A unidade da Presidência que mais gastou no período foi a Abin - Agência Brasileira de Inteligência com R$ 2,6 milhões, seguida pela própria Secretaria da Presidência, com R$ 2,4 milhões. Desses gastos, 96,8% ostentam o rótulo de "protegidos por sigilo, para segurança da sociedade e do "Estado". No último ano do governo Lula, os gastos com cartões corporativos da Presidência foram de R$ 19 milhões, ou seja, uma média mensal de R$ 1,5 milhão.
Sem suíte
Acusado de avançar numa camareira e arrancado do interior de um avião, o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, acostumado a se hospedar em hotéis cinco estrelas de Nova York, com diárias de US$ 3 mil, está ocupando (pelo menos, até amanhã) uma cela de 12 metros quadrados na prisão de Rikers Island, um dos maiores complexos carcerários do mundo, com 11 mil presos. É conhecida como A Rocha e Dominique não tem contato com outros detentos. Tem direito a três visitas por semana, sem contar seus advogados e uma hora de exercícios por dia. Tem acesso a livros e jornais (TV, não). Ah, os presos reclamam muito da péssima comida.
Faturando alto
O livrinho Ágape, com poucas folhas e impresso em grande tipologia para ocupar mais espaço, de autoria do padre Marcelo Rossi, o mesmo que garante que, quando toca uma pessoa, sabe o que vai lhe acontecer, já ultrapassou a casa dos quatro milhões de exemplares vendidos, significando que o sacerdote já deve ter embolsado perto de R$ 7,5 milhões em direitos autorais, mesmo com citações da Bíblia ocupando 50% do recheio. Já dá para comprar um apartamento maior do que o de Antonio Palocci.
Desmoralizado
Balanço feito em torno da paralisação do Legislativo revela que, mais do que nunca, o Congresso, hoje, é desmoralizado: cálculos indicam que seria necessário um século para conseguir votar mais de 30 mil projetos em tramitação. Na Câmara e no Senado adormecem 975 propostas de emenda à Constituição, algumas com 16 anos de espera; acumulam-se 2.180 vetos presidenciais aguardando decisão dos congressistas; até hoje, já chegaram até lá 1.127 Medidas Provisórias (dessas, 52 tramitam há mais de dez anos); e há contas pendentes de 12 presidentes que já somam mais de duas décadas sem decisão final (a do governo Collor está pendurada há 21 anos, esperando votação).
Cartões da Presidência
Nos primeiros quatro meses do governo Dilma, as despesas com cartões corporativos da Presidência da República alcançaram R$ 4,9 milhões, ou seja, uma média mensal de R$ 1,2 milhão. A unidade da Presidência que mais gastou no período foi a Abin - Agência Brasileira de Inteligência com R$ 2,6 milhões, seguida pela própria Secretaria da Presidência, com R$ 2,4 milhões. Desses gastos, 96,8% ostentam o rótulo de "protegidos por sigilo, para segurança da sociedade e do "Estado". No último ano do governo Lula, os gastos com cartões corporativos da Presidência foram de R$ 19 milhões, ou seja, uma média mensal de R$ 1,5 milhão.
Sem suíte
Acusado de avançar numa camareira e arrancado do interior de um avião, o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, acostumado a se hospedar em hotéis cinco estrelas de Nova York, com diárias de US$ 3 mil, está ocupando (pelo menos, até amanhã) uma cela de 12 metros quadrados na prisão de Rikers Island, um dos maiores complexos carcerários do mundo, com 11 mil presos. É conhecida como A Rocha e Dominique não tem contato com outros detentos. Tem direito a três visitas por semana, sem contar seus advogados e uma hora de exercícios por dia. Tem acesso a livros e jornais (TV, não). Ah, os presos reclamam muito da péssima comida.
Faturando alto
O livrinho Ágape, com poucas folhas e impresso em grande tipologia para ocupar mais espaço, de autoria do padre Marcelo Rossi, o mesmo que garante que, quando toca uma pessoa, sabe o que vai lhe acontecer, já ultrapassou a casa dos quatro milhões de exemplares vendidos, significando que o sacerdote já deve ter embolsado perto de R$ 7,5 milhões em direitos autorais, mesmo com citações da Bíblia ocupando 50% do recheio. Já dá para comprar um apartamento maior do que o de Antonio Palocci.
Desmoralizado
Balanço feito em torno da paralisação do Legislativo revela que, mais do que nunca, o Congresso, hoje, é desmoralizado: cálculos indicam que seria necessário um século para conseguir votar mais de 30 mil projetos em tramitação. Na Câmara e no Senado adormecem 975 propostas de emenda à Constituição, algumas com 16 anos de espera; acumulam-se 2.180 vetos presidenciais aguardando decisão dos congressistas; até hoje, já chegaram até lá 1.127 Medidas Provisórias (dessas, 52 tramitam há mais de dez anos); e há contas pendentes de 12 presidentes que já somam mais de duas décadas sem decisão final (a do governo Collor está pendurada há 21 anos, esperando votação).
Nenhum comentário:
Postar um comentário