De acordo com o presidente do Sindicato, Paulo Solér, o aumento leva em consideração o novo Preço Médio Ponderado Final (PMPF), índice que serve de parâmetro para o cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Também são levados em consideração na alta do preço do botijão a inflação do ano de 2010, a convenção trabalhista da categoria - realizada em maio - e ainda uma taxa de R$ 1,50 repassada pelas distribuidoras aos revendedores, relativa a custeios de manutenção.
Segundo o presidente do sindicato, esses custos somados chegam ao patamar máximo de R$ 46,77, mas o preço que será praticado nas revendedoras deve ficar em torno de R$ 45,00. "Nós sugerimos que o gás não passe de R$ 45,00, porque quem sai prejudicado é o consumidor. Hoje, podemos afirmar que o gás de cozinha possui um custo de R$ 46,77, mas não significa que esse preço será cobrado em todos os pontos de venda", ressalta. Hoje, no Pará, são consumidos cerca de 925 mil botijões de 13 quilos por mês, segundo estatísticas do Sergap. Ontem, em vários pontos de revenda da capital, o gás de cozinha ainda era comercializado por valores entre R$ 38,00 e R$ 41,00.(No Amazônia)
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