A juiza Melissa Jackson, de Manhattan, decidiu hoje (16) manter o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, em prisão preventiva, negando pagamento de fiança no valor de 1 milhão de dólares por parte de sua defesa. Ele é acusado de ter assediado sexualmente uma camareira de um hotel de Nova York.
Durante a audiência, os promotores pediram que ele continuasse preso porque temem que Strauss-Kahn fuja para a França, se for solto. Ele deve voltar ao tribunal na próxima sexta-feira. Segundo as agências internacionais, a defesa do diretor do FMI diz que ele será declarado inocente, negando as acusações de agressão sexual, cárcere privado e tentativa de estupro. Strauss-Kahn foi detido no sábado passado no aeroporto John F. Kennedy de Nova York.
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