O jornalista Gilberto Dimenstein certa vez disse que “O pacto da mediocridade firmado entre alunos e professores na maioria das universidades brasileiras é: eu finjo que ensino e você finge que aprende. E ninguém se esforça”. Há exceções, é claro, e nelas se incluem, por exemplo, os estudantes universitários, jovens ou não, que trabalham e que custeiam os seus próprios estudos, pagando caríssimas mensalidades. Estes, com certeza, se esforçam bastante para cumprir os horários das aulas e tudo fazem para assisti-las com assiduidade, interesse e atenção. Ao contrário, os “mauricinhos”, os filhos do paizão e da mãezona que bancam tudo, não têm tanto empenho, faltam às aulas e, quando comparecem, geralmente bagunçam, perturbam o ambiente. Mas, o que causa perplexidade é que, ao final do ano letivo, todos passam, todos são diplomados numa boa.
Quanto aos professores, no dizer de José Roberto Nalini, educador dos mais talentosos, “O que se quer, o que se espera deles é que tenham paixão pelo processo educacional, pois não se conseguem fazer entender aqueles que encaram a missão de ensinar como algo burocrático, despido de entusiasmo, como mais um emprego, como um ´bico` ou mera forma de subsistência. Os educadores devem tornar cada aula a mais interessante, a mais atraente, a mais apaixonante possível. É preciso que os educadores tenham sempre em mente que à sua responsabilidade é confiado o mais valioso capital brasileiro: o futuro da juventude. Juventude que precisa ser forjada ao exercício da cidadania, com dignidade".
Quanto aos professores, no dizer de José Roberto Nalini, educador dos mais talentosos, “O que se quer, o que se espera deles é que tenham paixão pelo processo educacional, pois não se conseguem fazer entender aqueles que encaram a missão de ensinar como algo burocrático, despido de entusiasmo, como mais um emprego, como um ´bico` ou mera forma de subsistência. Os educadores devem tornar cada aula a mais interessante, a mais atraente, a mais apaixonante possível. É preciso que os educadores tenham sempre em mente que à sua responsabilidade é confiado o mais valioso capital brasileiro: o futuro da juventude. Juventude que precisa ser forjada ao exercício da cidadania, com dignidade".
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