Gleisi Hoffman, nova chefe da Casa Civil, é amarrada em novas tecnologias. Em seu discurso, usou um tablet e atualiza, todos os dias, seu blog. É adepta do Facebook, com cinco mil amigos. Também tem perfil oficial no Twitter que, nas primeiras 24 horas após ter sido confirmada no cargo, contava com perto de 15 mil seguidores. E, de quebra, acaba de ganhar três novos perfis não autorizados, se bem que todos a favor: Informativo Gleisi, Amigos de Gleisi e Elas na Política.
E mais...Gigolô guloso
No domingo, Dia dos Namorados, quem ganha gordo presente é mesmo é o Leão, transformado na data num verdadeiro rufião por conta do alto percentual de tributos incluso no valor dos mimos mais habituais. Para quem não tem idéia: num buquê de flores, 17,71% do total são impostos; jóias, 50,44%; vinhos, 54,73%; aparelhos de mp3 ou Ipod, 49,45%; perfume nacional, 69,13%; se for importado, 78,43%; par de sapatos, 37,61%, caixa de bombons, 43,81% e par de tênis, 59,59%. Até mesmo na compra de um cartão, para não deixar passar a data em branco, o romantismo se depara com o gigolô guloso, que fica com 37,48%.
Lei é lei
Malgrado o criminoso italiano Cesare Battisti tenha sido solto por determinação do Supremo Tribunal Federal, ainda poderá ser deportado para a Itália quando tentar obter documentos no Brasil. O ministro da Justiça – e o porquinho que restou da campanha de Dilma – José Eduardo Cardozo, garante que ele será tratado “de acordo com a lei”. E a lei para estrangeiros é clara: qualquer um deles que usar documentos falsos para entrar ou permanecer no Brasil, será expulso. Battisti responde a processo-crime por ter entrado no país com passaporte falso.
PMDB engorda
Para quem ainda não notou: com a ida da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) para a Chefia da Casa Civil, assume o suplente e empresário Sérgio de Souza ( PMDB-PR). Ou seja: o partido do vice-presidente Michel Temer passa a ter 20 senadores contra 14 do PT.
Ninguém é perfeito
A nova ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, também atuou no ramo de consultoria nos últimos anos: entre 2007 e 2009, era dona de 90% da GH Consultoria e Assessoria Empresarial, em sociedade com a irmã Francis Mari. A empresa foi aberta um ano depois de Gleisi deixar a diretoria da Itaipu Binacional, quando se aproximou de Dilma, então ministra de Minas e Energia. Na Itaipu, ela comandava um orçamento anual de US$ 3 bilhões.
No domingo, Dia dos Namorados, quem ganha gordo presente é mesmo é o Leão, transformado na data num verdadeiro rufião por conta do alto percentual de tributos incluso no valor dos mimos mais habituais. Para quem não tem idéia: num buquê de flores, 17,71% do total são impostos; jóias, 50,44%; vinhos, 54,73%; aparelhos de mp3 ou Ipod, 49,45%; perfume nacional, 69,13%; se for importado, 78,43%; par de sapatos, 37,61%, caixa de bombons, 43,81% e par de tênis, 59,59%. Até mesmo na compra de um cartão, para não deixar passar a data em branco, o romantismo se depara com o gigolô guloso, que fica com 37,48%.
Lei é lei
Malgrado o criminoso italiano Cesare Battisti tenha sido solto por determinação do Supremo Tribunal Federal, ainda poderá ser deportado para a Itália quando tentar obter documentos no Brasil. O ministro da Justiça – e o porquinho que restou da campanha de Dilma – José Eduardo Cardozo, garante que ele será tratado “de acordo com a lei”. E a lei para estrangeiros é clara: qualquer um deles que usar documentos falsos para entrar ou permanecer no Brasil, será expulso. Battisti responde a processo-crime por ter entrado no país com passaporte falso.
PMDB engorda
Para quem ainda não notou: com a ida da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) para a Chefia da Casa Civil, assume o suplente e empresário Sérgio de Souza ( PMDB-PR). Ou seja: o partido do vice-presidente Michel Temer passa a ter 20 senadores contra 14 do PT.
Ninguém é perfeito
A nova ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, também atuou no ramo de consultoria nos últimos anos: entre 2007 e 2009, era dona de 90% da GH Consultoria e Assessoria Empresarial, em sociedade com a irmã Francis Mari. A empresa foi aberta um ano depois de Gleisi deixar a diretoria da Itaipu Binacional, quando se aproximou de Dilma, então ministra de Minas e Energia. Na Itaipu, ela comandava um orçamento anual de US$ 3 bilhões.
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