Condenada a 58 anos, assassina cumprirá apenas 7
Está prestes a sair da cadeia, menos de 7 anos após o crime, em 2004, Adriana de Jesus dos Santos, condenada pelo assassinato de Maria Cláudia Del’Isola, 19, e por ocultar o corpo da vítima sob a escada da casa da família, em Brasília. Ajudou o namorado e caseiro Bernardino Espírito Santo a estuprar, torturar e matar Maria Claudia. Em 2007 foi condenada a 58 anos. Agora, terá o benefício de “progressão de pena”. Assassina fria e cruel, Adriana de Jesus dos Santos terá pena reduzida porque trabalhou de faxineira no presídio, com “bom comportamento”. Após cumprir apenas 7 dos 58 anos de prisão, Adriana poderia arrumar emprego na casa de quem criou ou defende a tal “progressão de pena”.
Meu mundo caiu
O pastor americano que profetizou o fim do mundo em 21 de maio, ignorava o AVC que sofreu há dias, quando o mundo acabou para ele.
Clima ruim
É ruim o clima entre a OAB e o Superior Tribunal de Justiça presidido pelo ministro Ari Pargendler. Na posse de três ministros indicados pela entidade, segunda-feira (13), o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, nem sequer foi convidado a compor a mesa principal.
Está prestes a sair da cadeia, menos de 7 anos após o crime, em 2004, Adriana de Jesus dos Santos, condenada pelo assassinato de Maria Cláudia Del’Isola, 19, e por ocultar o corpo da vítima sob a escada da casa da família, em Brasília. Ajudou o namorado e caseiro Bernardino Espírito Santo a estuprar, torturar e matar Maria Claudia. Em 2007 foi condenada a 58 anos. Agora, terá o benefício de “progressão de pena”. Assassina fria e cruel, Adriana de Jesus dos Santos terá pena reduzida porque trabalhou de faxineira no presídio, com “bom comportamento”. Após cumprir apenas 7 dos 58 anos de prisão, Adriana poderia arrumar emprego na casa de quem criou ou defende a tal “progressão de pena”.
Meu mundo caiu
O pastor americano que profetizou o fim do mundo em 21 de maio, ignorava o AVC que sofreu há dias, quando o mundo acabou para ele.
Clima ruim
É ruim o clima entre a OAB e o Superior Tribunal de Justiça presidido pelo ministro Ari Pargendler. Na posse de três ministros indicados pela entidade, segunda-feira (13), o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, nem sequer foi convidado a compor a mesa principal.
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