
Por José Wilson Malheiros:
Recentemente, ou seja, no dia 5 deste junho, celebrou-se o chamado Dia Mundial da Ecologia. Governos, estudantes, entidades interessadas, todo mundo procurou chamar a atenção para a conservação deste nosso planetinha, como um todo. Mas será que as festas, os holofotes e os discursos realmente importaram? O cientista alemão Ernst Haeckel sugeriu, em 1866, que fosse criada uma disciplina específica para estudar as relações dos seres vivos com o meio ambiente. A partir de então surgiu o que hoje conhecemos como “Ecologia", palavra formada da língua grega oêkos (casa) e logos (estudo). Até o século XX os estudos ecológicos ficavam restritos ao meio acadêmico. Até que, motivados principalmente pela mídia e pelo clamor dos abnegados, os estudiosos e as organizações começaram a dar mais importância aos assuntos do meio ambiente e dos seres que aí vivem, incluídos aí o ser humano, historicamente o maior destruidor do planeta Terra.
A preservação dos meios naturais como uma condição para a manutenção da vida nossa e de nossos irmãos os animais passou a ser uma das preocupações da ONU, que tem se esforçado para estabelecer e consolidar tratados e políticas ecológicas entre as nações. O que mais tem chamado a atenção da mídia: preservação de mananciais de águas, luta pela diminuição da emissão de poluentes e preservação das matas nativas. Veja-se, por exemplo, a luta dos ambientalistas contra a hidrelétrica de Belo Monte, aqui no Pará.
Em 1992,na II Conferência Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Eco-92, O Brasil, ali no Rio de Janeiro, comprometeu-se formalmente a preservar a natureza, especialmente as suas matas nativas, como a floresta Amazônica, mas apesar dos salamaleques e discursos, nossa floresta continua sendo dilapidada dia a dia, e o tal “desenvolvimento sustentável” parece ser uma expressão um tanto abstrata e muito pouco aplicada, na realidade, já que nossos recursos naturais se esvaem vitimados pela ganância de dilapiladores do meio ambiente, muitas vezes homicidas, como acontece, infelizmente, em nosso Estado. Temos que torcer para que de hoje em diante as ações em prol do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável deixe os salões reluzentes, os brindes com taça de cristal, as poses para a imprensa e passe a ser realmente efetiva, como deve ser, inclusive para que a temida “internacionalização da Amazônia” não aconteça.
Recentemente, ou seja, no dia 5 deste junho, celebrou-se o chamado Dia Mundial da Ecologia. Governos, estudantes, entidades interessadas, todo mundo procurou chamar a atenção para a conservação deste nosso planetinha, como um todo. Mas será que as festas, os holofotes e os discursos realmente importaram? O cientista alemão Ernst Haeckel sugeriu, em 1866, que fosse criada uma disciplina específica para estudar as relações dos seres vivos com o meio ambiente. A partir de então surgiu o que hoje conhecemos como “Ecologia", palavra formada da língua grega oêkos (casa) e logos (estudo). Até o século XX os estudos ecológicos ficavam restritos ao meio acadêmico. Até que, motivados principalmente pela mídia e pelo clamor dos abnegados, os estudiosos e as organizações começaram a dar mais importância aos assuntos do meio ambiente e dos seres que aí vivem, incluídos aí o ser humano, historicamente o maior destruidor do planeta Terra.
A preservação dos meios naturais como uma condição para a manutenção da vida nossa e de nossos irmãos os animais passou a ser uma das preocupações da ONU, que tem se esforçado para estabelecer e consolidar tratados e políticas ecológicas entre as nações. O que mais tem chamado a atenção da mídia: preservação de mananciais de águas, luta pela diminuição da emissão de poluentes e preservação das matas nativas. Veja-se, por exemplo, a luta dos ambientalistas contra a hidrelétrica de Belo Monte, aqui no Pará.
Em 1992,na II Conferência Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Eco-92, O Brasil, ali no Rio de Janeiro, comprometeu-se formalmente a preservar a natureza, especialmente as suas matas nativas, como a floresta Amazônica, mas apesar dos salamaleques e discursos, nossa floresta continua sendo dilapidada dia a dia, e o tal “desenvolvimento sustentável” parece ser uma expressão um tanto abstrata e muito pouco aplicada, na realidade, já que nossos recursos naturais se esvaem vitimados pela ganância de dilapiladores do meio ambiente, muitas vezes homicidas, como acontece, infelizmente, em nosso Estado. Temos que torcer para que de hoje em diante as ações em prol do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável deixe os salões reluzentes, os brindes com taça de cristal, as poses para a imprensa e passe a ser realmente efetiva, como deve ser, inclusive para que a temida “internacionalização da Amazônia” não aconteça.
Brilhante matéria. Todos nós, realmente, devemos lutar pela vida no planeta terra. Parabéns ao articulista.
ResponderExcluirBernadete Soares, Pedreira Belém
A corrupção no Incra, no Ibama, na Sema, no Ideflor e outros órgãos encarregados de fiscalizar e evitar os abusos ecológicos fazem com que os madeireiros, por exemplo, desmatem a floresta amazônica e os abestados habitantes das áreas atingidas fazem protestos quando as serrarias e as carvoarias são fechadas, alegando o desemprego. Não tem jeito, dr. Malheiros!
ResponderExcluirO governo, tanto estadual como federal estão todos preocupados em permanecer no poder, com as roubalheiras e não se preocupam com o meio ambiente, com os animais, florestas e tudo o mais.
ResponderExcluirMas não custa prosseguirmos em nossa luta.
A matéria é um alerta.Gostei.
Paulo, Manaus Floresta amazõnica.
Até que enfim uma voz desinteressada em favor de nós todos e ele não é de nenhum partido político. Parabéns Ercio, e o articulista.
ResponderExcluirDr. Wilson, quantos camponeses deverão ser assassinados para que o governo tome alguma posição séria em favor do meio ambiente?
ResponderExcluirSua voz é a voz do povo.
Marluce, Belém.
Toda a imprensa do país deveria reprisar este alerta do blog.
ResponderExcluirDr. Wilson, em vez de querer dividir o estado deveriam estar preocupados com a liquidação da floresta, dos recursos naturais e com a ameaça de hidrelétrica no Tapajós, isso sim. Seu artigo é cem por cento.
ResponderExcluirJoaquim Silva, from Pedreira Belém (santareno ausente)