Em 1961, o “Côro da Catedral de Santarém” completou e festejou o seu Jubileu de Prata. Foi criado por Frei Ambrósio Philipsenburg em janeiro de 1936, com o nome de “Círculo de Cantores” e integrado à Congregação Mariana dos Moços de Santarém. A mudança do nome para Côro da Catedral de Santarém ocorreu no dia 8 de dezembro de 1951, por sugestão do então Bispo-Prelado de Santarém, Dom Floriano Loewenau, tendo Wilson Fonseca (Isoca) como diretor e organista, e Wilde Fonseca como regente. O Côro participava todos os domingos, durante a Santa Missa de 8h, no interior da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição e nos palcos cívicos e artísticos da Pérola do Tapajós.
A foto mostra os componentes do Côro da Catedral, em 1961:
Ala masculina – Wilson Fonseca (Isoca), Guilherme Fonseca de Oliveira, Raimundo Bazílio de Moura, Antônio Lopes Bastos, José Maria dos Reis, Almério Almeida, José Fernando dos Santos, Carlos de Castro Gonçalves, Expedito Toscano, Ítalo Freire Fernandes e Wilde Dias da Fonseca (Dororó).
Ala feminina – Cléa Terezinha Golding Rebelo, Maria do Socorro Dias Bentes, Dulcila Alves Dourado, Adélia Batista Pinheiro, Francisca das Neves Moura, Joana Beatriz Santana Batista, Maria do Rosário Cardoso da Silva, Maria Nélia Vasconcelos Dias, Judith Santos, Rachel Davina dos Santos, Leonídia Mota dos Santos, Maria do Perpétuo Socorro Rocha dos Santos, Esmeraldina dos Santos Braga, Maria Célia Paixão, Ana Nina Paixão, Maria Edila Carmargo, Teresa Conceição Ramos, Maria Célia Sussuarana de Vasconcelos e Maria Adahyl Dias da Fonseca.
(Fonte: Meu Baú Mocorongo - Volume 3)
Ercio, tive a honra de cantar nesse Coral insuperável, a partir de 1963. Era da terceira voz. Missas em latim, ladainhas, solenidades da semana santa, músicas folclóricas etc.
ResponderExcluirÉ um raro privilégio, que muito contribuiu para minha formação moral e religiosa. Destaco as missas solenes das oito horas das manhãs de domingo.
josé wilson malheiros
José Maria dos Reis, o quinto da esquerda para a direita era o famoso ponta esquerda Zé Maria que brilhou por muito tempo no São Francisco.
ResponderExcluirjw
tempo que nao vivi, tempo que queria ter vivido. o coro da catedral ainda é inspiraçao pra muitos cantores de stm, que (ainda) se esforçam pra melhorar a qualidade musical-sacra da cidade e, principalmente, das igrejas. o que fazer para este tempo voltar? quem será o corajoso a (re)fazer um coro pra catedral de stm?
ResponderExcluiresse futuro, eu ainda espero viver...
Felipe Corrêa