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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Lula, o mais caro do paíshttp://www.blogger.com/img/blank.gif

Quem conta é Giba Um:
O ex-presidente Lula acaba de aumentar para US$ 300 mil o cachê de suas palestras no Exterior. No Brasil, permanece em R$ 200 mil. O que significa que, hoje, ele é o palestrante mais caro do país. Seu antecessor FHC continua cobrando US$ 150 mil lá fora. Quem faz as tratativas com os contratantes é Paulo Okamoto, ex-Sebrae e sócio da empresa de eventos de Lula (também foi seu sócio no passado, numa empresa de vendas que durou seis meses). Em 21 viagens ao Exterior e outras 14 pelo Brasil, o ex-presidente fez nove palestras pelo mundo e sete no país, ultrapassando a casa dos R$ 2 milhões. Em todos os contratos são exigidos passagens, estadia em hotéis cinco estrelas (assessores ficam no mesmo andar), carro blindado e refeições em restaurantes sofisticados.
E mais...
Comparação

Não é de hoje: quando dá mostras de que acredita poder governar sem o Congresso, Dilma Rousseff faz lembrar para muitos Fernando Collor quando estava na Presidência e também acreditava que governaria virando as costas para Câmara e Senado. Segundo PC Farias, na época, essa foi a única razão para sua queda do poder.
Olho em Vaccarezza
O núcleo duro (não tão duro assim, até por inexperiência em dureza, exceção feita a Dilma) detectou, nos corredores da Câmara Federal, que o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), que chegou a cobiçar o cargo de ministro das Relações Institucionais, distribui comentários sobre Ideli Salvatti não muito diferentes dos cometidos por Nelson Jobim. E por conta disso, Dilma Rousseff já estaria estudando nomes para substituí-lo na liderança.
Futuro tucano
O ex-ministro Nelson Jobim conversou com o Michel Temer que, mesmo licenciado da presidência do PMDB, continua exercendo essas funções, que gostaria de ter maior atividade partidária. Temer, sempre polido, ouviu e com jeito, tratou de contar a Jobim que ele não é exatamente uma unanimidade no PMDB. Resumo da ópera: ele já iniciou tratativas e poderá se bandear para o PSDB. No ano que vem, quando sua mulher Adrienne Sena se aposentar da procuradoria da Fazenda Nacional, Jobim quer morar em São Paulo, mais perto de José Serra. Por enquanto, voltou aos rascunhos de um livro sobre lógica matemática.
Antigo estilo
Cansada de tantos solavancos, descontente com a maioria dos ministros que não cumprem prazos e sempre de olho na saúde, a presidente Dilma Rousseff já voltou a seu antigo estilo: é ríspida e explode por qualquer motivo. Seu antigo colaborador e secretário particular Anderson Dornelles já pediu demissão três vezes. Outros que sofreram situações desconfortáveis com ela: Paulo César de Oliveira Campos, chefe do Cerimonial, o ministro José Eduardo Cardozo, da Justiça, general José Elito Carvalho Siqueira, do Gabinete de Segurança Institucional e, recentemente, Ideli Salvatti, das Relações Institucionais. Guido Mantega, da Fazenda, já levou tantas que está acostumado.
Esquerda domestica
Se o novo ministro Celso Amorim, da Defesa, historicamente não suporta militares (e a recíproca é mais do que verdadeira), a vida doméstica do titular da Defesa tem um posto avançado no esquerdismo ortodoxo. Sua mulher, Ana Maria, de família de antigos militantes comunistas, é avessa ao verde-oliva. E já foi condecorada pelo maridão quando ele era ministro das Relações Exteriores: ganhou a Ordem do Cruzeiro do Sul, concedida pelo Itamaraty, ao lado de Marisa Letícia, mulher de Lula. As duas “por relevantes serviços prestados ao Brasil no Exterior”.
Troca de sinais
Chico Buarque foi ao show de lançamento do CD de sua namorada, a cantora Thaís Gulin, 31 anos, no Teatro Rival, no Rio. Para ela, Chico compôs a música Essa pequena: “Meu tempo é curto/ O tempo dela sobra/ Meu cabelo é cinza/ O dela é cor de abóbora”. No show, ela cantou com toques de tango, História de Fogo, de Otto e Alessandra Negrini: “Esse amor me derreteu/ Ajoelha-te e esquece/ Me chupa e agradece”. Depois, Cinema Americano, de Rodrigo Bittencourt: “Pra ser bom de cama/ é preciso muito mais do que pau grande/ É preciso ser macho/ Ser fêmea/ Ser elegante”.

1 comentários:

  1. Quem te mandou essas matérias sobre o Governo, Ércio?
    Tô achando que foi ou o Álvaro Dias - aquele que contratou o velhinho da bengalada no Zé Dorceu - ou o voz de taquara rachada, o Agripado Maia.

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