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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

No claudiohumberto.com

Dilma encara desafio e demite aliado de Alves
Ao desafiar a presidenta Dilma a contrariar “o maior partido do Brasil”, demitindo o diretor-geral do Dnocs, o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), falou na primeira pessoa e, pior, em defesa de um acusado pela Controladoria-Geral da União de desvios de R$ 192 milhões. Desafiada, Dilma telefonou ao vice Michel Temer e comunicou que era irreversível: Elias Fernandes estava demitido. *** Ninguém da cúpula do partido – do vice Michel Temer ao presidente do Senado, José Sarney – abriu a boca para apoiar Henrique Alves. *** O PMDB fez gestões para o diretor-geral do Dnocs deixar o cargo “a pedido”, evitando a humilhação do pé na bunda sumário. *** No twitter, o líder Henrique Alves tentou fazer da demissão uma limonada, insinuando que havia sido voluntária. Não foi.
Pizza no CNJ
Foto
REUNIÃO SECRETA DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA

Em reunião “secreta” na tarde de ontem (26), o Conselho Nacional de Justiça rejeitou o parecer do promotor Gilberto Valente Martins, integrante do CNJ, determinando o cancelamento de licitação que gerou contrato de R$ 68,6 milhões com o consórcio de empresas de informática CDS/NTC, ligadas à multinacional Oracle. Segundo nota divulgada pelo CNJ, os membros do Conselho “declaram não ter dúvidas em relação à legalidade e/ou regularidade do processo licitatório”, que foi colocado sob suspeita desde que o diretor de Informática do CNJ, Declieux Dantas, foi demitido por discordar da compra, que considerou desnecessária. A licitação foi realizada e concluída em apenas nove dias, um recorde. O CNJ só não explicou por que, se tudo foi correto, os vencedores da licitação tentaram subornar jornalistas da rádio BandNews FM para cessarem as críticas ao negócio. A diretora-geral Helena Azuma também teria sido afastada do CNJ pelo mesmo motivo. Um projeto da diretoria de Dantas para ampliar a base de dados do CNJ foi estimado em R$ 5 milhões, mas, com a licitação, acabou custando R$ 68,6 milhões. Quando esta coluna e a rádio BandNews FM começaram a divulgar informações questionando a licitação, um "consultor" procurou um repórter da emissora com proposta de suborno para calar as críticas, inclusive desta coluna. Após ser denunciado publicamente, Geraldo Tavares Jr, o "consultor", foi desautorizado pelo escritório de advocacia e pela empresa NTC, vencedora da licitação. Mas é pouco provável que a proposta obscena fosse apresentada sem que o portador estivesse autorizado.

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