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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Estupro, congelamento de óvulos e homoafetividade

Dra. Albertina Duarte
Em 40 anos de profissão, a ginecologista Albertina Duarte Takiuti (foto), 64, coordenadora do Programa de Saúde do Adolescente do Estado de São Paulo, foi muito além da investigação minuciosa da fisiologia feminina. Ela se dedica incansavelmente ao atendimento de mulheres sequeladas por conta de preconceito, machismo e violência.

Em entrevista publicada na Revista J.P, ela abordou assuntos como as diferenças entre a maneira de pensar do homem e da mulher. “Hoje concordo plenamente com a tese de que o homem trai para ficar no casamento, e a mulher, para sair. Ele busca um aditivo, mas preserva a relação estável que tem com a família. Então, quando ela o confronta, diz que o viu com outra, grita, joga na cara, ele nega sempre. Já a mulher costuma se envolver na relação extraconjugal e logo pergunta: “Será que eu deixo o meu casamento?”, disse ela.

 “Até hoje as mulheres têm medo de não agradar, de não agradar o marido, os filhos… e ainda hoje um homem destrói uma mulher se a chamar de ‘feia’ ou de ‘gorda’. Ela simplesmente desaba sem se dar conta de que é bem sucedida profissionalmente, que sustenta a casa e a família”.

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