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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Apelidos de gente santarena

O saudoso maestro Isoca, em seu livro "Meu Baú Mocorongo", volume 2, página 645, cita centenas de apelidos de pessoas que, em Santarém, "só eram identificadas se lhes invocassem seus apelidos".
Os listados abaixo, os conheci todos. E você, leitor santarenense, lembra deles?
Alarga rua
Boião
Burra cega
Maria sem calça
Beleza preta
Caixa d'água
Chico vira porca
Contra pino
Foguete
Passa bala
Pixirito
Queroba
Quicé
Sabá bode
Saca de pirão
Sulanca
Titica
Xeleco
Xixito
Ximico
Zé buraco
Zé Gatinho

7 comentários:

  1. É Chico Vira Porca (e não Porco), irmão do Pedro Machado.

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  2. lembro Dr alguns (alarga rua, boião, beleza preta, passa bala, pixirito, sulanca, xeleco. Muitos outros apelidos mas que agora nao me recordo. amei! amigo Ercio, sempre nos surpreendendo. Lembro bem "do cara", o famoso e cortejado PIMPÃO. Abrs. Regina Silva, Santarena.

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  3. Babico, Mindó, Coruja, Pojó...
    Tantas figuras assomam ao pensamento!
    Obrigada, Ercio

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  4. Faltou o Burracho, que era o parceiro do Ximico, que funcionavam como um despertador. Os dois eram carregadores e trabalhavam no camisinho, no início da travessa 15 de Novembro e andavam de tamanco e faziam questão de fazer o maior barulho possível com os mesmos. Deves te lembrar disso pois moravas no mesmo caisinho onde eles trabalhavam.

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  5. Certa vez me contaram que. há alguns anos, um caixeiro-viajante deveria ir até Santarém para comercializar seus produtos, sendo que alguém, sabedor do detalhe. perguntou se ele tinha apelido, sendo-lhe respondido que não. Então foi advertido sobre o costume de lá, porque costumavam pôr apelido em quem não tinha.
    Hospedou-se o caixeiro-viajante em uma pensão, nos altos.
    Pela advertência que lhe fizeram, ele abria a janela de vez em quando, metia a cabeça para fora, mas logo retirava a cabeça e fechava a janela.
    Ficou apelidado de CUCO !.

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  6. De outra feita, ouvi dizer que uma senhora moradora do local (chamada Maria) tinha um defeito no dedo polegar do pé direito, pois o mesmo não ficava como na direção dos outros, mas sim levantado para cima, tanto que ela só podia calçar chinelo aberto, e quando tinha necessidade de calçar sapato fechado, havia de ser feito um buraco na ponta, para o dedão poder sair.
    Apelidaram-na de MARIA LEGAL !

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