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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Família Rural

Dom Tiago plantou a semente e, em 5 de julho de 1964, o sonho virou realidade: foi inaugurada, com muita festa, a Rádio Educadora de Santarém (hoje, Rádio Emissora de Educação Rural).

Quem nela trabalhou ou trabalha
Tem valor, é respeitado.
A sua fama se espalha
Seu nome é sempre lembrado

Francisca Carvalho, Antônio Pereira e Manoel Dutra
Frei Juvenal, Haroldo Sena, padres Waldir e Edilberto
Comandantes seguros, competentes
Dinâmicos, exemplos de dignidade

Anadir Brito, Getúlio Sarmento e Conceição Castro
Na linha de frente, no escritório comercial
Atendimento cortês e de qualidade
Arranjar a grana era a sua especialidade

Frei Nestor, Frei Roberto, Fernando Guarany e Djalma Serique
Técnicos zelosos e competentes
Mantinham a emissora no ar
Todo dia, toda hora, sem parar
Mais aqui >Família Rural

4 comentários:

  1. RÁDIO RURAL DE SANTARÉM
    (Hino-marcha)
    Letra: Renato Aurélio Carvalho Sussuarana (Santarém-PA, 05.07.2014) *
    Música: Vicente José Malheiros da Fonseca (Belém-PA, 14.07.2014) **

    I
    Com as bênçãos da Santa Madre Igreja
    Foste criada isenta do mal
    Dom Thiago, o teu grande criador
    Minha querida Rádio Rural.

    Refrão
    “Rádio Rural de Santarém”!
    “Rádio Rural de Santarém”!
    Patrimônio cultural
    Que existe para o bem!

    II
    Para o bem de todos vieste!
    Uma obra de grande valor!
    Protegida por José, o carpinteiro
    Transmites a paz, a alegria e o amor.

    Refrão
    “Rádio Rural de Santarém”!
    “Rádio Rural de Santarém”!
    Patrimônio cultural
    Que existe para o bem!

    III
    Tu és íntegra na comunicação
    Defensora da justiça e da verdade
    Evangelizando, informando e educando
    Na Amazônia, com a maior honestidade.

    IV
    Santarém se orgulha de ti!
    És uma dádiva, que veio dos céus.
    És mensageira da fé e da palavra
    Palavra santa do Divino Deus!

    Refrão
    “Rádio Rural de Santarém”!
    “Rádio Rural de Santarém”!
    Patrimônio cultural
    Que existe para o bem!

    _____________________________________________________


    * Membro da Academia de Letras e Artes de Santarém. Homenagem aos 50 anos de inauguração da Rádio Rural de Santarém, em 05 de julho de 1964.

    ** Membro da Academia de Academia Paraense de Música, da Academia de Letras e Artes de Santarém, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós. Ligeiras adaptações no texto poético foram introduzidas pelo compositor da música.

    Histórico da Rádio Rural de Santarém, no seu Portal na Internet:

    http://www.radioruraldesantarem.com.br/historia2014.asp

    Ouça a música:

    https://soundcloud.com/vicente-malheiros-da-fonseca/r-dio-rural-de-santar-m

    Arranjo: Canto, Deceto de Sopros, Percussão e Piano.
    Deceto de Sopros: Flautim, Sax-Alto, 2 Trompetes, 3 Trompas, Eufônio, Trombone e Tuba.

    Abraços,

    Vicente Malheiros da Fonseca

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  2. Amigo Ércio Bemerguy
    É sempre bom de vez em quando nos lembrarmos do passado e graças a você isto acontece sempre, especialmente agora lembrando a “Família Rural”, da qual com muito orgulho e prazer eu fiz parte entre o mês de julho do ano de 1966 a maio do ano de 1969. Dentre os participantes lembrados eu lembro ainda de alguns nomes da época em que fiz parte da família como:
    Técnicos: Frei Benjamim e o Rostand Malheiros, na ausência do Frei Nestor e do Frei Benjamim e em outra época o José Maria Lima e o José Osmundo Andrade.
    Locutores: Portilho Bentes, Raimundo Alfaia, Sebastião Torres, Eduardo Castro, Fernando Assunção, Sebastião Ferreira, Ferreira Pires, José Nogueira, Ranulfo, Fernando Bemerguy, Max do Amaral, Raimundo Benjamim, José Azevedo, Jubal Cabral e do Olegário Mariano.
    Controlistas: Afonso, Aluísio Melo, Paulo Dourado e o Éric Colares.
    Zeladores do estúdio central, onde tomavam conta dos dois grupos motores geradores de emergência, sendo um de fabricação SCANIA e outro de fabricação MWM: Elpídio, Pedro e o Francisco Alves.
    Lembro ainda que no período em que fiz parte da família eu trabalhei tanto como controlista e locutor na ausência de um locutor e como apresentador juntamente com o Wilton Dolzanes de um programa com o título de “Eu, você e o Sucesso” e mais tarde já trabalhando na Embratel como técnico em telecomunicações, eu colaborei na então Rádio Rural a pedido da professora Francisca Carvalho. Efetuava vês por outra uma manutenção técnica corretiva, entre os anos de 1971 a 1974, quando Frei Nestor já residia em Belém, na ausência do Fernando Guarany que além de também já estar na Embratel colaborava, nos equipamentos tanto no estúdio localizado na Travessa dos Mártires como nos transmissores ainda instalados no Bairro Caranazal.
    Revendo as minhas anotações referentes ao ano de 1964, ano da inauguração da Rádio Educadora e também o ano em que entrei no Seminário São Pio X para cursar a terceira série do curso ginasial, lembrei que estava acomodada na sala de aula na parte de trás, a mesa de som que seria instalada no estúdio da Rádio Educadora localizado no Bairro Caranazal poucos meses depois. Ela estava desembalada e apenas coberta por um plástico transparente e de vês em quando nós alunos acionávamos o gongo, sem saber que um dia tanto eu como o Jubal Cabral iríamos operá-la. Num certo dia, pela parte da tarde por ocasião de uma aula de matemática que estava sendo ministrada pelo Frei Rainério, o Getúlio Sarmento que se sentava próximo à mesa descuidadamente acionou o gongo quando Frei Rainério que estava na lousa de costa virou-se o repreendendo sem falar, apenas ficando vermelho.
    Eu espero ter me lembrado de mais alguns nomes, certo de que outros ainda serão lembrados, afinal a “Família Rural” é grande e bemquista.
    Cezário Torres

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  3. Meu caro Cezário, este seu comentário é valioso. Irei inserir os nomes que você citou, nesta mesma matéria. Grato, é um forte abraço.

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  4. Felicidades à Família Rural, muito sucesso, prosperidade e vida longa no convívio com as Famílias Santarenas e de até onde as suas ondas alcançam. MA. Helena Cadete, Cidade Velha, Belém, Pará.

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