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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Vale a pena ler: O pior dos ateus

Dia 23 deste mês corrente, postei neste blog esta matéria >Papa sugere que é melhor ser ateu do que católico hipócrita.
Pois bem, sobre esta questão de ser ou não ser ateu, meu saudoso irmão Emir, escreveu em 1975, o seguinte artigo:
O PIOR DOS ATEUS
“Por que me dizeis ‘Senhor! Senhor!’ e não fazeis o que vos mando?” - Lucas 6,46 
É uma afirmativa que sempre escandaliza certos católicos rotulados de “praticantes”: pode-se ir à igreja diariamente, conhecer de cor a Bíblia inteira e, na vida... ser ateu! Sim. Ateu prático - aquele que muito fala em Deus, mas O exclui cuidadosamente de sua rotina cotidiana.

O ateu teórico promove publicamente sua descrença, fazendo alarde de um circunstancial e pedante ceticismo, que dura enquanto persistem as calmas da existência, as situações normais, sem sobressaltos e medrosas incertezas. Mas na hora do desastre, no pavoroso momento da catástrofe, seu pretensioso esquema racionalista se desmonta num passe de mágica... E ele, feito para Deus como qualquer homem, reza, suplica e pede ajuda ao Senhor que negara. “Se o Pai do céu me der vida e saúde, ainda hei de provar que Ele não existe!” - sentenciou o humorista Millôr Fernandes, definindo genialmente o ridículo ateísmo de identificadas elites.

O ateu prático - o pior de todos! - tem-se, ao contrário do outro, como o dono da Fé, o modelo do crente. Quanta piedade... domingueira e de sacristia! Nos negócios e diversões, nas leituras e na criação dos filhos, age, porém, exatamente como se Deus não existisse! É adúltero, hipócrita, desonesto e mau, re­petindo as mesmas iniquidades dos réprobos sem nenhum código moral a lhes reger o comportamento!

É à gente fingida assim que Se dirige Cristo na contundente indagação citada no início desta página. Se vivo a bater no peito, proclamando minha convicção religiosa, tenho de fazer o que determina o meu suposto Divino Mestre, sendo luz na comunidade, dando diários testemunhos de coerência com o Evangelho e de fi­delidade à Igreja a que juro pertencer.

Só desta forma - vivendo a doutrina - não se correrá o risco supremo e irremediável de ouvir, quando já não houver tempo pa­ra mais nada: - “Ide, malditos, para o fogo eterno, pois nunca vos conheci!”
Ensina-nos, ó Jesus Salvador, a fazer de nossas vidas um cristalino espelho de Ti!

Um comentário:

  1. Conhecemos a estória contada no artigo "O pior dos ateus", na prática da vida, no azafama do dia dia, que foi, de maneira didática, explicitada pelo autor do artigo, com base nos versículos 6,46 e 25,41, de Lucas e Mateus, respectivamente. Porém, para ter atitudes dignas de um cidadão de respeito, basta ser uma pessoa que cumpra as leis vigentes e trate os seus concidadãos com muita urbanidade. As doutrinas, não importa suas origens, sempre levam a humanidade a praticar atos de exceção. Como aconteceu na idade média, estamos vendo no Oriente Médio, e aqui, na América Central (Nicarágua), uma jovem (Vilma Trujillo) foi queimada por viva por militantes de uma religião numa fogueira, supostamente para ser curada de algum mal.

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