Fale com este blog

E-mail: ercio.remista@hotmail.com
Celular: (91) 8136-7941
Para ler postagens mais antigas, escolha e clique em um dos marcadores relacionados ao lado direito desta página. Exemplo: clique em Santarém e aparecerão todas as postagens referentes à terra querida. Para fazer comentários, eis o modo mais fácil: no rodapé da postagem clique em "comentários". Na caixinha "Comentar como" escolha uma das opções. Escreva o seu comentário e clique em "Postar comentário".

segunda-feira, 13 de março de 2017

Atoleiros esvaziam BR-163 e encarecem escoamento

ITAITUBA, PA, BRASIL- 09-03-2017 : Caminhoes carregados de soja, trafegam em trecho em obras, onde um atoleiro deixou varias semana motoristas presos na BR 163, proximo a Itaituba, no estado do Para. Os motoristas com medo de atoleiros, abandonaram este trecho que em media, recebeia mais de 600 motoristas e hoje nao chega a 100 caminhoes por dia e hoje, preferem descer para os portos do sul do pais. ( Foto: Joel Silva/Folhapress ) ***MERCADO*** ( ***EXCLUSIVO FOLHA***) 
 Caminhão na BR-163, próximo a Itaituba, no Estado do Pará
Após servir almoço aos últimos 3 dos 12 clientes de seu restaurante em Santa Luzia, interior do Pará, Seloi Primo, 55 anos, recosta-se numa cadeira de balanço na varanda.

É tarde de quinta-feira (9). A comerciante olha para a silenciosa paisagem à sua frente, onde há soldados do Exército de sentinela sob uma barraca montada à frente da rodovia BR-163, que liga o Mato Grosso ao Pará.

Eles estão ali para controlar a circulação de caminhoneiros que levam soja para a exportação. Por 20 minutos, nenhum veículo passa.

Uma semana antes, no mesmo ponto começava uma fila de quase 50 quilômetros. A Folha percorreu o local na semana passada.

"Isso aqui virou um inferno. Era pra mais de cem pessoas aqui a essa hora", diz Seloi, gaúcha que migrou há 26 anos para a região.

A estimativa das autoridades é que quase 5.000 caminhoneiros tenham ficado parados, alguns por até 20 dias, por causa de atoleiros num trecho de 37 quilômetros dessa rodovia, que tem mil quilômetros só no Pará. Algumas cidades ficaram sem comida e água no período. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário