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terça-feira, 7 de março de 2017

Latam cobrará por lanche e assento marcado

A cobrança na bagagem despachada é só o primeiro passo de uma mudança no serviço da Latam. A empresa decidiu que vai implementar ao longo deste ano um serviço segmentado de transporte aéreo. Isso significa que, em vez de comprar uma passagem que lhe dá o direito de despachar uma mala e comer o lanche de bordo, sem custos adicionais, o cliente vai escolher o que quer e pagar por isso separadamente.

"Hoje todos pagam e isso tem um custo. Mas para muitos passageiros, não faz diferença ter lanche de bordo ou marcar assento. Para ele é melhor pagar menos e voar com um serviço básico", disse a presidente da Latam, Claudia Sender, em entrevista ao G1. "Precisamos de um modelo de transporte aéreo que o passageiro só pague o que utiliza."

A Latam divulgou ontem (6) uma tabela com os preços que serão cobrados pela bagagem despachada em voos nacionais e internacionais. A cobrança se tornou possível depois que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou uma resolução que libera as empresas a taxar a mala despachada - a medida entra em vigor no próximo dia 14.

As próximas medidas - como venda de passagens que não permitem alteração de horário e cobrança para marcar assentos e venda de lanche a bordo - deverão ser implementadas ao longo deste ano. "Já tomamos essa decisão", disse.

Ao contrário da cobrança pela bagagem, que era proibida pela Anac até então, as empresas aéreas têm hoje liberdade para cobrar por lanche a bordo. A Gol, por exemplo, já vende comida a bordo desde 2009.

Quando todas as medidas forem implementadas, a empresa estima que conseguirá reduzir em 20% os preços das passagens dos bilhetes promocionais. "Quando você desregula um setor, o preço cai. Foi o que aconteceu na aviação brasileira no passado. Quando adotamos a liberdade tarifária no Brasil em 2002 todo mundo achou que o preço ia subir, mas ele caiu 50% em 10 anos", disse Sender.

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