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sábado, 11 de março de 2017

Michel Temer diz que "quem não quer as reformas é contra o país"

Às vésperas do bombardeio da Lava-Jato sobre o sistema político nacional, algo que promete tirar o sono de muitos integrantes da base de seu governo, o presidente Michel Temer demonstra otimismo sobre as realizações dos nove meses de gestão e avisa que, em relação à sua equipe, a situação está “regrada”, ou seja: denunciados estarão sujeitos ao afastamento temporário e, quem, por ventura, virar réu terá que sair definitivamente, conforme já havia estabelecido. Ele acredita que não precisará demitir ninguém, porque crê que quem estiver citado pedirá para sair. Porém, não esconde uma torcida pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha: “Ele faz muita falta ao governo, espero que volte logo”.

Enquanto a Lava-Jato e as ações no Tribunal Superior Eleitoral seguem seus cursos, o presidente traça o que chama de metas para o período de dois anos e meio e faz questão de manter um diálogo constante com parlamentares e jornalistas para explicar o que já foi feito e os projetos. “A expectativa era a de que as coisas só começassem a melhorar no segundo semestre. Mas, felizmente, já vemos bons resultados agora. Algumas áreas começam a respirar. O que significa que, ainda neste semestre, vamos começar a retomar o crescimento.”
 
Ontem, ele recebeu o Correio Braziliense durante um almoço. Numa conversa sem gravadores nem celulares, apenas caneta e bloquinhos, como nos velhos tempos, Temer começou falando de seu discurso sobre o Dia Internacional da Mulher. Considerou o barulho nas redes sociais contra o pronunciamento de improviso como “coisa da oposição e uso de frases fora do contexto”. 

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