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domingo, 30 de abril de 2017

Caso José Mayer: uma ‘reviravolta’ que não muda nada

“Quantas vezes tivemos e teremos que nos sentir despidas pelo olhar de um homem, e ainda assim — ou por isso mesmo — sentir medo de gritar e parecer loucas? Quantas vezes teremos que ouvir, inclusive de outras mulheres: ‘ai que exagero! Foi só uma piada’. Quantas vezes vamos deixar passar, constrangidas e enojadas, essas ações machistas, elitistas, sexistas e maldosas?” (Susllem Tonani, figurinista da Rede Globo que acusou o ator José Mayer de assédio)

O colunista Leo Dias publicou em sua coluna no jornal O Dia, na última sexta-feira (28), uma informação que seria uma “reviravolta” no caso da denúncia de assédio da figurinista Su Tonani contra o ator José Mayer.

Segundo o texto, ambos já tiveram um relacionamento em tempos passados, nos quais ele era comprometido, mas ela não. Relata que chegavam juntos ao Projac no mesmo carro e ela guardava a chave do automóvel. E emenda: “Eles terminaram a relação e Su Tonani já estava envolvida com outra pessoa quando ocorreram as novas investidas do ator.” E que este seria o motivo de Tonani não ter prestado depoimento à polícia.

A assessoria de imprensa de José Mayer foi procurada por VEJA, mas não respondeu até a publicação desta nota. Su Tonani não foi encontrada e a TV Globo afirmou que não vai comentar as novas informações.

Nas redes sociais, Tonani vem sendo criticada depois da publicação – na maioria desses posts, internautas desmerecem sua denúncia.

Não faz sentido. Um caso do passado, extraconjugal ou monogâmico, não enfraquece em qualquer grau acusações sobre crimes previstos na Lei Maria da Penha. Ninguém está livre para tocar ou fazer insinuações a qualquer mulher por já ter tido, no passado, qualquer envolvimento com ela. Para a cacofonia da internet, porém, esta não parece uma obviedade. (Fonte: Site da revista Veja)

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