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domingo, 9 de abril de 2017

'O Brasil é desafinado, tem as sílabas tônicas fora dos tempos fortes', afirma Caetano Veloso

Dilma não tinha talento. Gosto dela, mas seu governo foi ruim. O plano Dilmantega não ajudou o país em nada.
Aos 74 anos, os compositores Caetano Veloso e Gilberto Gil refletem sobre cultura e política nos 50 anos do tropicalismo, o movimento que, em sua vertente musical, aglutinou Tom Zé, Gal Costa, Nara Leão, Os Mutantes, Torquato Neto, Rogério Duarte, Capinan, Júlio Medaglia e Rogério Duprat.

Em entrevistas concedidas de forma independente ao jornal Folha de São Paulo, Caetano e Gil discutem o legado vanguardista do movimento, o avanço do conservadorismo no mundo e os equívocos da esquerda.

Caetano respondeu às perguntas por e-mail, em meio a agenda de shows com a cantora Teresa Cristina. Distante do ânimo celebratório, afirma que seus "projetos e sonhos [para o Brasil] são de grandeza", o que motiva desconfiança em relação ao governo Temer: "Esses ajustes dos golpistas que prometem pouco a poucos e a prazo longuíssimo não sugerem nada disso. Principalmente quando parecem prometer somente aos poucos que já têm relativamente muito".

O compositor comenta ainda o desejo de voltar a fazer cinema e a dessintonia entre velhice e liberdade.

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