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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Rancho é Patrimônio Cultural do Pará

 
A Escola de Samba “Rancho Não Posso Me Amofiná” foi declarada como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Pará. Os deputados aprovaram por unanimidade o Projeto de Lei 386/2015.

“A trajetória foi de muita luta e busca pelo reconhecimento, chegando até os dias atuais como a mais antiga escola de samba de Belém e a quarta do Brasil. Nós orgulhamos muito disso”, diss Fernando Guga, presidente do Rancho.

O Grêmio Recreativo Jurunense Rancho Não Posso Me Amofiná tem 83 anos e é uma das mais tradicionais escolas de samba da cidade. Atualmente está no Grupo 1, que equivale à primeira divisão do Carnaval de Belém. Totalizando 27 títulos do Carnaval.

“Ao declararmos o evento como patrimônio cultural e imaterial do Pará, estamos valorizando e preservando a história e memória de um povo, que suas raízes, a partir das manifestações culturais”, destacou, o deputado Fernando Coimbra, autor do projeto.

Patrimônio cultural imaterial é uma concepção que abrange as expressões culturais e as tradições que um grupo de indivíduos preserva em homenagem a sua ancestralidade, para as gerações futuras. Isso assegura o reconhecimento das origens e a formação do que se denomina de identidade. (Dol)
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Quem também merece ser declarado Patrimônio Cultural e Imaterial do Pará, é o Bloco da Pulga, de Santarém.

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