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domingo, 4 de junho de 2017

A responsabilidade histórica

Por Fernando Henrique Cardoso (FHC) - Ex-presidente da República
Há quem pense que a política é como as nuvens, move-se depressa e refaz incessantemente suas configurações. Talvez. Contudo nas democracias, a despeito de o jogo político ser variável, existem regras na Constituição que só se mudam seguindo os preceitos nela definidos. Quanto mais haja agitação e incertezas, menos se devem buscar atalhos e mais seguir a Constituição.

Escrevo este artigo antes de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidir sobre a nulidade da eleição da chapa Dilma-Temer. Qualquer que seja o resultado, provavelmente haverá recursos. Com eles, o tempo de decisão se alongará e também a inquietação da sociedade.

Os políticos responsáveis sabem que qualquer arranjo político deve considerar suas consequências para os 14 milhões de desempregados e, portanto, para o crescimento da economia. Tampouco devem esquecer-se de que a população está indignada com a corrupção sistêmica que atingiu os partidos, o governo e parte das empresas. Portanto, chegou a hora de buscar o mínimo denominador comum que fortaleça a democracia e represente um desafogo para o povo, aflito com a falta de emprego e de renda. E indignado com a roubalheira. 

Um comentário:

  1. Em primeiro lugar, os comentários sobre as tais reformas da Previdência e da CLT são vazios, próprios de quem não entende patavina do riscado. Aliás, nem na matéria em que se intitula doutor, ele não consegue entusiasmar e convencer algum circunstante. Tampouco não tem moral para arguir, neste momento, uma postura de conciliação e desprendimento com o objetivo de contribuir para o soerguimento das condições econômicas do país. Um cidadão que apoiou o linchamento de uma pessoa eleita legitimamente e dá aval para um pseudo governo, constituído de notórios irresponsáveis (para não tachá-los dos apelidos que merecem), não tem o direito de se colocar como defensor das coisas públicas. Logo ele que comprou os votos para um segundo mandato!

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