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quarta-feira, 21 de junho de 2017

É bom saber: 7 razões para o divórcio ser amigável

Especialista em Direito de Família, o advogado Danilo Montemurro é taxativo. Há boas razões para o divórcio ser resolvido consensualmente. “A resolução consensual é mais simples e menos sofrível em qualquer dissolução – desde o término de uma amizade, de uma sociedade ou de um casamento. No divórcio não é diferente e há boas razões para isso”, afirma Montemurro, autor do blog “Direito de Família para as famílias”.

Segundo o advogado, em tempos de crise econômica é comum um aumento no número de divórcios. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam 257.791 processos de divórcios encerrados em 1ª instância divórcios em 2015. Do total, 168.781 mil foram consensuais e 88.838 não consensuais – 36.983 requeridos pelo marido e 51.855 pela mulher. Em 172 casos não houve declaração.
Veja as 7 razões para o divórcio consensual:
1) Inevitável sentimento de perda financeira: Primeiro, não propriamente uma razão, mas um fato importante é apontar que o sentimento de perda que sofre ambos os cônjuges, presentes em praticamente todos os divórcios é uma realidade. Quase invariavelmente, marido e esposa saem do divorcio sentindo-se prejudicado em relação ao outro. A experiência mostra um sem número de razões, desde fatos ocorridos no passado distante que justificaria uma forma na partilha até uma traição. Cada um tem sua verdade e o sentimento de perda é quase impossível de ser evitado. De toda forma, mesmo diante do sentimento de perda, mesmo parecendo injusta a partilha amigável, mesmo diante de aparente vantagem ao outro, se litigiosa a partilha a perda financeira será tão expressiva que deixará de ser um sentimento passando a ser uma certeza de que perdeu muito dinheiro.

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