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segunda-feira, 5 de junho de 2017

O porquê das eleições diretas já

Por Leonardo Boff , teólogo e filósofo
Todos reconhecem que estamos mergulhados numa profunda crise, das mais graves de nossa história, porque recobre todos os âmbitos da vida social e particular. O fato da crise significa que perdemos as estrelas-guia e nos encontramos num voo cego, sem saber para onde vamos. Ninguém hoje pode dizer o que será o Brasil nos próximos meses. Por isso não é verdadeira a afirmação de que as instituições estão funcionando. Se funcionassem não haveria crise. Elas funcionam para alguns e para outros são completamente disfuncionais, especialmente, para a grande maioria do povo, vítima de reformas sociais que vão contra seus anseios mais profundos e, pior, que implicam a retirada de direitos e de conquistas históricas, como previstas nas reformas trabalhista e previdenciária.

Um comentário:

  1. Quase completamente disfuncional o Boff.
    As instituições estão funcionando sim. A crise não tem nada a ver com as instituições. É um problema paralelo que, exatamente por ser paralelo, ainda não conseguiu fazer desorganizar o Estado.
    Dizer que a crise funciona apenas para alguns e para outros é completamente disfuncional,
    “especialmente, para a grande maioria do povo, vítima de reformas sociais que vão contra seus anseios mais profundos e, pior, que implicam a retirada de direitos e de conquistas históricas, como previstas nas reformas trabalhista e previdenciária”
    é outro erro do lendário Boff.
    Quem gosta de passado é arqueólogo.
    Trabalhei durante 30 anos, pagando o INSS. Mas, estou aposentado há 40 anos, com os filiados do INSS pagando parte do meu salário. Alguma coisa está errada. O sistema não foi feito pra isso.
    Se estamos vivendo muito mais do que antigamente, o nosso período de atividade tem de ser paulatinamente aumentado na razão direta do aumento do numero de anos que vivemos. Pensar de outra forma é “bofismo”.
    A minha única dúvida em todo esse imbróglio reside no aspecto da reforma que retira a presença do Estado na mediação dos problemas entre empregados e empregadores. Aí , será como entregar a fiscalização do galinheiro à raposa ou à mucura.
    Quanto ao Presidente, deixemos o Temer em páz. Afinal, ele está interessado nas reformas e não será presidente por muito tempo.
    É uma solução melhor do que entregar a Presidência pro “ajeita pescoço” ou fazer uma eleição direta pra entregar o país a um aventureiro qualquer.
    Não é justo culpar Temer pela situação que estamos vivendo. Lembremo-nos da carta que ele escreveu à Dilma em dezembro de 2015, onde ressaltou: “Passei os quatro primeiros anos de governo como vice decorativo. A Senhora sabe disso. Perdi todo protagonismo político que tivera no passado e que poderia ter sido usado pelo governo. Jamais eu ou o PMDB fomos chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do país; éramos meros acessórios, secundários, subsidiários”.
    A “fofocalhada” é que está deixando o país nervoso.

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