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terça-feira, 4 de julho de 2017

AABA promove reunião

Há pouco, recebi telefonema da AABA, convidando-me para uma reunião que será realizada dia 6,  para discussão dos problemas ora enfrentados pela CASF. Sugiro que o convite seja inserido nos sites e páginas no Fecebook, das referidas entidades.

4 comentários:

  1. Uma coisa é certa: A Casfinha não tem força suficiente para superar as irregularidades perfeitamente detectadas até agora, em relação às dificuldades que perseguem os planos de saúde de auto gestão. Seria, talvez, muito mais fácil pra ela seguir as “diretrizes” da “normalidade” que norteia as ações do sistema, mas felizmente para nós, os nossos dirigentes, como se diz popularmente, são “contra tudo isso”e, depois, não temos recursos para custear esse “acompanhamento”.
    Admitamos: A roubalheira é muito grande; extrapola, em muito, o tamanho da área cuja ação da nossa querida Casf poderia ser considerada decisiva.
    Mas, a Casf pode, dentro da sua micro área de atuação, materializar procedimentos que podem bloquear, dentro desse seu limitado campo de atuação, a ação dos agentes da corrupção e da roubalheira.
    Uma coisa é certa, em princípio: A grande fonte de roubalheira está contida no internamento em hospitais. Aquilo que os experts concordam em admitir que se trata do manuseio de um “cheque em branco”.
    Então, há duas alternativas: Primeiro, os atendidos pelo plano Casf, ao se consultarem, não poderão fazê-lo no interior de hospitais, e sim em consultórios médicos singulares, com os especialistas que componham a rede de atendimento da CASF e que não integrem as redes hospitalares.
    A consulta em hospitais é um convite ao internamento, porque, segundo está comprovado, há um conluio entre os hospitais e o seu corpo de médicos, que são premiados pelo número de “ações” de alta especialidade e de alto custo, recomendadas àqueles que os procuram.
    A outra alternativa: Pelo tempo decorrido desde que a CASF se entende como CASF, já deve ser do conhecimento de seus técnicos e de seus dirigentes, aqueles estabelecimentos hospitalares que, aparentemente ou não, não participariam desse esquema fraudulento.
    Se observarmos o quanto foi divulgado em relação, por exemplo, à ocorrência ocorrida com Hospital Belém, a direção da CASF se diz ávida em fazer restabelecer a normalidade em relação ao referido hospital.
    Isso nos conduz a uma ilação: A de que o tal hospital mereceria a confiança da CASF, e certamente essa confiança seria determinada pela justeza com que se comportam os dirigentes e o corpo técnico do referido hospital. Pensar diferente seria desdizer o argumento salientado no primeiro parágrafo desta argumentação.
    Então, as internações poderiam ser permitidas ou autorizadas em relação a um número mínimo de hospitais, evitando-se a “pletora” e dando-se preferência àquelas casas de saúde que a CASF estaria desejando manter, obedecido aquele “mínimo” desejável, em termos da técnica colocada à disposição.
    Qualquer coisa diferente disso, seria muito parecida com o famoso “bla, bla, bla”.

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  2. Há mais de 10 anos, minha folha de pagamento lançava intermitentes S.O.S, por não suportar os pesados descontos da CAPAF e CASF...
    Com o líquido mensal ficando cada vez mais " desmilingüido", radicalizei, mas não por ato impensado, muito menos açodado.
    Ouvindo o clamor do bolso, pedi desligamento da CASF e entrei com ação trabalhista contra a CAPAF, para suspensão da salgada contribuição mensal. Afinal, a Portaria 375 me concedia esse direito, por ter atingindo o limite de contribuição.
    Pois bem, o assunto é CASF, do qual não devo me afastar. Fiz várias ponderações junto à família e orações a Deus, para ninguém adoecer. Afinal, até o momento do desligamento, nunca tinha utilizado meu plano de saúde, nem para extrair um dente.
    O destino mostrou que minhas decisões tinham sido acertadas. Sem as contribuições CASF/CAPAF, pude até fazer poupança, para eventuais despesas médicas-hospitalares, que, de fato, ocorreram em pequenas e médias escalas. Todas pagas à vista, sem sobressaltos..
    MORAL DA HISTÓRIA: Seguro e plano de saúde foram criados para o custear despesas advindas da fatalidade, do inesperado. São aplicações sem retorno financeiro. Ou seja, não os utilizando, significa que foi uma poupança perdida, paga com muito sacrifício.
    Peço, de antemão, que não façam o que eu fiz, mesmo porque estamos todos com passagem comprada, só esperando a hora do embarque rumo ao segundo andar...

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  3. Ércio, você pode noticiar o que aconteceu nessa reunião com os aposentados ? Nós que não moramos em Belém vamos buscar em seu conceituado Blog as notícias sobre os aposentados, Aaba e Casf, de vez que nada encontramos nos sites dessas entidades sobre essa reunião e sobretudo sobre seus resultados. deveriam ter postado matéria logo no dia seguinte, com fotos, inclusive.

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  4. A CASF tá anunciando na sua página que tá tudo azul com o Hospital Adventista de Belém. Uff ! Ainda bem.
    Faltam, agora, as providências que ela deverá tomar para escapar dessa corja que todos os envolvidos com planos de saúde de auto gestão estão denunciando mas que, por incrivel que pareça, não movem uma palha para dela escapar.
    Não vale se queixar depois.

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