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domingo, 9 de julho de 2017

Clonando Pensamento

"Nosso capital humano é muito importante. O Banco tem empregados dedicados, competentes, e que ajudam a construir uma linda história nesses 75 anos. Aproveito para reconhecer aqui o esforço de todos, inclusive aqueles que nos deixaram e se aposentaram. São verdadeiros defensores da Amazônia." (Marivaldo Melo, presidente do Banco da Amazônia, em entrevista sobre os 75 anos da instituição, completados neste domingo)

2 comentários:

  1. Belíssimas palavras.
    Realmente, aqueles que, como eu, estão hoje aposentados, são exatamente aqueles que fizeram o que outros fazem nos dias de hoje.
    E os de hoje são aqueles que no dia de amanhã estarão fazendo exatamente o que nós, aposentados, fazemos hoje.
    O que não entendemos é por que o nobre dirigente não passa das palavras à ação.
    Fora do campo das palavras, para ele ainda constituimos, na realidade, um "mundo estranho".

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  2. A importância do capital humano só é enfatizada no discurso. Na realidade, segundo se comenta alhures, a turma está "vendendo o almoço para comprar o jantar", como se diz na gíria. Cadê o novo Plano de Cargos e Salários, prometido por presidentes anteriores e confirmado mais uma vez pelo presente, mas nunca se tornou um fato. E o impasse com os técnicos já acabou? Como é que se pode alicerçar o fundamento do crédito de desenvolvimento, se a atual instituição Banco da Amazônia, se nega a pagá-los condignamente. De minha parte como empregado, gozando a aposentadoria, dispenso as referências. Adianta exibir um estabelecimento de crédito exuberante com os empregados queixando-se dos baixos salários?

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