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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Falta bambu

Por Vera Magalhães - Estadão
Depois de um dia de périplo por seis gabinetes nos diferentes lados da Praça dos Três Poderes e prédios adjacentes, é possível dizer que é unanimidade em Brasília a constatação de que, uma vez enterrada a denúncia contra Michel Temer por corrupção passiva, Rodrigo Janot não terá elementos nem ímpeto para disparar novas flechas na direção do presidente. Acabou o bambu, reconhecem até aqueles de alguma maneira próximos ao procurador-geral.

“Esqueça isso. Não vem mais nada dali, para haver novas denúncias teria de haver novo conjunto probatório, e não há. E se, para marcar posição, ele apresentar novas denúncias, passa a correr sério risco de uma queixa-crime”, aposta um ministro. O mesmo raciocínio, sem o rancor em relação a Janot, foi ouvido pela coluna no Supremo Tribunal Federal e no Ministério Público Federal. Uma denúncia contra o presidente é medida extrema e não desejável, raciocina um procurador. Por isso mesmo, a Constituição estabeleceu dificuldades para que seja acolhida e não vire algo trivial. Para ser apresentada, tem de ser consistente, aponta. Ou seja, mesmo na vizinhança de Janot já se admite que o gato subiu ao telhado.

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