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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Maduro, o ídolo falido do PT

Por Pedro Luiz Rodrigues, jornalista - Diário do Poder
Ao se manter inflexivelmente atrelado a posições dogmáticas em política externa, o comando do Partido dos Trabalhadores só faz avançar o processo de sua deterioração moral e perda de prestígio político.

A mais recente incursão do PT na área – feita por sua presidente e a secretária de relações internacionais – foi a emissão de um estapafúrdio manifesto sobre a situação na Venezuela.

Tendo ultrapassado todos os limites do bom-senso e do sentido de realidade, Gleisi Hoffmann e Monica Valente não economizaram elogios ao Presidente Nicolás Maduro, em quem parecem ver o modelo de dirigente que apreciariam ter para o Brasil.

Nenhuma palavra dedicaram as duas ao sofrimento do povo venezuelano, diante da contração de 30% da economia nos último quatro anos; nenhuma menção sobre a inflação de 700%, que corrói aceleradamente o poder de compra dos trabalhadores.

O país não consegue mais importar, com uma taxa de câmbio que passou de 630 bolívares por dólar, em 2013, para 200 mil por dólar, agora.

O que é mais chocante nas loas tecidas pelas dirigentes petistas – nas quais  elas parecem acreditar piamente – é que que Maduro é de certa maneira comparado a Dilma Rousseff. Ele (como nossa ex-presidente no caso do Brasil) seria um injustiçado,  não tendo qualquer responsabilidade pela catástrofe política, econômica e social que se abateu sobre a Venezuela e seu povo.

Na visão do PT, o aumento das tensões no país vizinho e as escalada da violência (já são mais de 120 as vítimas fatais) não decorreriam de uma reação da sociedade ao desastre da administração de Nicolás Maduro, mas um movimento produzido pela “direita venezuelana”.

A choramingação do PT é a de sempre. Os pobres-coitados “progressistas” (na verdade deveriam ser chamados de “regressistas”) nunca têm culpa de coisa alguma’. A responsabilidade pelos fracassos é sempre dos outros. O desastre da economia venezuelana não deveria ser imputada a Maduro e a seus incompetentes assessores, mas  “a uma ação internacional para promover o cerco de fato da economia venezuelano, que tem por objetivo liquidar o processo de recuperação moderada que vem experimentando” (....)

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