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sábado, 16 de setembro de 2017

Gisele Bündchen canta e chora em abertura do Rock in Rio.


As primeiras atrações do Rock in Rio já foram marcadas por encontros, protestos, surpresas e, claro, música. No Palco Mundo, a baiana Ivete Sangalo fez um show para ninguém colocar defeito, com direito a participação da modelo Gisele Bündchen.

O festival trouxe esse ano o tema Amazônia Livre, projeto socioambiental abraçado pelo festival. Gisele tomou alguns minutos do show de Ivete para fazer um discurso cheio de emoção para uma plateia que em diversos momentos gritou “Fora, Temer!”.

“Estou realizando um sonho. Estar no meu país, no meu primeiro Rock in Rio, mas não se preocupem porque eu não vou cantar”, disse em um dos momentos do show.

No final da apresentação, porém, Gisele deu uma “canja” com a dona do show, formando um dueto com Ivete na canção “Imagine”, de John Lennon. Porém, ainda emocionada, quase não conseguiu cantar juntamente com a parceira, mas nada que tirasse o brilho da apresentação e nem o entusiasmo do público, em êxtase.


 Público grita "Fora, Temer", mas artistas não fazem coro

Em diferentes shows realizados ontem, 15, o grito de "Fora, Temer" ecoou na Cidade do Rock. Ao menos em três deles foi ouvido mais alto: na apresentação de Pablo Vittar, num palco montado pelo banco Itaú, um dos patrocinadores do Rock in Rio, na de Fernanda Abreu, no Palco Sunset, e na homenagem ao samba, também no Sunset. Os artistas não fizeram coro ao clamor do público, que, em parte, já havia gritado contra o presidente Michel Temer (PMDB) na chegada ao evento, à tarde, quando se aglomerava nos portões para esperar a hora da abertura e era filmado por equipes de TV. 
 
A organização do festival sobre o assunto, declarou: não houve recomendação para que os artistas evitem manifestações de cunho político no palco.

Zé Ricardo, curador do Palco Sunset, disse: "O palco é do artista, ele fala o que ele quiser". A vice-presidente do Rock in Rio, Roberta Medina, afirmou: "Não há nada nesse sentido. O Rock in Rio defende a liberdade de expressão".

Ela lembrou que na primeira edição do festival, em 1985, quando o Brasil saía de 21 anos de ditadura militar, os shows foram pontuados por manifestações de caráter político.

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