A falta de informações sobre os pais, que moram no distrito de São José do Ribeirão, em Bom Jardim, e as notícias de que o número de mortos poderia dobrar de um dia para o outro transformaram a gerente de uma academia em Niterói, Andréia Azevedo, de 37 anos, em chefe de equipe de resgate.
Na manhã de [ontem], ela alugou um helicóptero e enfrentou o mau tempo para buscar os pais, o agrônomo Ivair Azevedo, de 60, e a dona de casa, Maria de Lourdes, de 59. Com umas 500 pessoas, eles estavam ilhados e alojados no Colégio Estadual João Brasil. Apesar do esforço da filha, seu Ivair preferiu ficar em Bom Jardim e ajudar a reconstruir a cidade onde nasceu. "Estava aflita, assustada. Não pensei duas vezes. Endividei-me e aluguei um helicóptero. Só que meu pai não quis vir. Ele morou muito tempo em São Paulo e há uns anos voltou para a cidade onde nasceu. Agora, não quis deixá-la. Ao menos trouxe minha mãe e estou aliviada" - contou Andréia.
Gostaria de saber se a Andréia poderia passar o contato do piloto que a levou para Bom Jardim? Também tenho parentes a serem resgastados.
ResponderExcluirObrigada!
luciana.
Qualquer ser humano fica indignao ao ver esse tipo de "tragedia" acontecendo , se comove, ajuda o proximo, presta solidariedade. Mas o desespero de ter uma familiar passando por essa situação é imensuravel.
ResponderExcluirDigo isso, pois trabalho com a irmã da Andrea, em Guarulos(SP) e ao ver o despero dela em nao ter noticias foi algo muito chocante e desesperador, ao mesmo tempo. A cada hora buscavamos informações na internet, ligações para prefeitura local, telefones, e a frustação noa ter uma unica resposta é imensa. A gente tentava de tudo e nosso nervoso ia aumnentando junto ao dela.
Mas com a Graça de Deus, a cidade nao teve vitimas fatais e os pais da minha AMIGA, estam a salvo com saude para reconstruir o que agua os levou!!!