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terça-feira, 1 de novembro de 2016

Preço do gás de cozinha sobe hoje

Duas semanas depois de reduzir os preços da gasolina e do diesel nas suas refinarias, a Petrobras comunicou às distribuidoras de gás liquefeito de petróleo (GLP, o gás de cozinha) uma nova política de preços do combustível. A medida representará repasse de até 4% para as distribuidoras. O aumento depende da região e do tipo de contrato com a distribuidora.

O aumento resulta de mudanças nos contratos de venda de GLP da Petrobras para as distribuidoras, que passam a incluir taxas pelo uso da infraestrutura da estatal.

Empresas que usam tanques de armazenagem da Petrobras para estocar o produto pagarão mais caro agora. Os novos preços entram em vigor nesta terça-feira (1º).

Segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o botijão de 13 quilos custa, em média, R$ 53,76 na região Nordeste. Um aumento de 4% representa para o consumidor nordestino custo adicional de R$ 2,15 por botijão.

Em São Paulo, o repasse ficará entre 1% e 4%, dependendo do contrato. O preço médio no Estado é de R$ 52,97. O repasse, portanto, ficaria entre R$ 0,53 e R$ 2,12.

Os preços, porém, são livres e distribuidoras e revendedores adotam suas próprias políticas comerciais. "O novo aumento foi feito de forma irresponsável, pois não há uma nota sequer com as devidas explicações", disse o presidente da Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, Alexandre Borajili.

A última vez que a Petrobras reajustou o preço do GLP foi em dezembro de 2015, quando aumentou o preço para venda em grandes botijões ou a granel entre 2,5% e 5%.

Gasolina - Duas semanas após a redução dos preços da gasolina e do diesel nas refinarias, o consumidor ainda não foi beneficiado, de acordo com levantamento semanal da ANP.

Boletim da sexta-feira (28) mostra que, na média nacional, a gasolina era vendida nos postos por R$ 3,669 por litro, 0,41% acima do cobrado uma semana antes da queda dos preços nas refinarias.

Em São Paulo, o preço médio era de R$ 3,480 por litro na semana passada, alta de 0,63% com relação ao verificado na semana anterior.

Distribuidoras e postos alegam que a alta da cotação do etanol anidro, que é misturado à gasolina, impediu o repasse dos novos preços praticados pelas refinarias.

Já o diesel foi vendido, na média nacional, a R$ 3,008 na semana passada, praticamente o mesmo valor cobrado antes da nova política.

No dia 15, a Petrobras anunciou corte de 3,2% no preço da gasolina e de 2,7% no preço do diesel, as primeiras reduções desde 2009. Em entrevista na semana passada, o presidente da estatal, Pedro Parente, afirmou que a falta de repasse dos novos preços para o consumidor foi "decepcionante".

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Ligações interurbanas ficarão mais baratas em municípios do Pará

As ligações entre 587 municípios municípios brasileiros deixarão de ser consideradas interurbanos e passarão a ter o custo de ligação local a partir do próximo domingo (30).

Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), essa mudança deverá proporcionar uma redução de cerca de 60% no custo da ligação.

Veja abaixo, as cidades do Pará beneficiadas com a medida:
 >> Área local de Belém
Ananindeua
Belém
Benevides
Castanhal
Marituba
Santa Bárbara do Pará
Santa Isabel do Pará
>> Área local de Santarém
Belterra
Mojuí dos Campos
Santarém

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Banco do Brasil nega demissões, mas técnicos admitem que salários e encargos minam a rentabilidade do banco

No Correio Braziliense
O Banco do Brasil (BB) gasta com a folha de pagamento pelo menos R$ 3 bilhões a mais que os concorrentes diretos. No primeiro semestre de 2016, a instituição financeira desembolsou R$ 9,3 bilhões para cobrir a remuneração dos empregados. No mesmo período, os salários dos funcionários, somados aos encargos e benefícios, custaram ao Bradesco R$ 6,5 bilhões, e ao Itaú Unibanco, R$ 5,8 bilhões. Essa diferença tem afetado a rentabilidade da estatal, segundo técnicos que preferiram o anonimato.

Apesar dos custos elevados, a instituição financeira afirmou que as mudanças em sua estrutura não preveem demissão de funcionários. Há rumores dentro do banco de que um programa de demissão voluntária (PDV) terá como objetivo reduzir o quadro de empregados em 18 mil pessoas. Segundo o BB, isso não está contemplado por ora.

Uma das opções para reduzir os gastos com a folha de 109,6 mil funcionários seria não preencher vagas daqueles que se aposentarem nos próximos anos. Também poderia haver incentivos à aposentadoria. Mas mesmo essas alternativas ainda estão em estudo. Essa medida, no entanto, tem que ser debatida também com a Previ, o fundo de pensão dos empregados do BB. O aumento do número de inativos afetaria o fluxo de desembolsos da entidade fechada de previdência complementar.

Falta trabalho para 22,7 milhões de pessoas no País, mostra IBGE

Após meses consecutivos de redução no emprego e aumento na busca por uma vaga, o País chegou a um grave cenário no segundo trimestre de 2016: está faltando trabalho para 22,7 milhões de brasileiros. Esse é o total de pessoas desempregadas, subocupadas ou inativas com potencial para trabalhar, segundo os dados da Pesquisa por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

“Os dados confirmam o cenário de um mercado de trabalho deteriorado. Com a piora na atividade econômica, é normal que alguns dos que permanecem empregados fiquem em condições de subocupação mesmo”, avaliou Tiago Barreira, pesquisador em Economia do Trabalho no Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).

Essa população com apetite por maior quantidade e melhor qualidade de trabalho é formada por 11,6 milhões que estão à procura de emprego, mais 4,8 milhões que trabalham menos horas do que gostariam (menos de 40 horas semanais) e outros 6,2 milhões que procuraram emprego e gostariam de trabalhar, mas não poderiam assumir uma vaga, e aqueles que gostariam de trabalhar e estavam disponíveis, mas que não procuraram trabalho.

“Inclui grávidas, gente que está cuidando da mãe, que está estudando para concurso”, explicou Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE. “As pessoas querem trabalhar.”

Esse montante alcança 13,6% dos 166,3 milhões de brasileiros em idade de trabalhar (com 14 anos ou mais), como a administradora Andreia Grillo, de 38 anos. Ela parou de trabalhar após o nascimento do primeiro filho, Pietro, hoje com cinco anos. Gerente do setor de almoxarifado de uma loja de moda feminina carioca, ela foi demitida no retorno da licença maternidade e acabou ficando em casa de vez quando engravidou novamente.

Hoje, Andreia ajuda o marido no estabelecimento comercial da família, onde trabalha em torno de 12 horas por semana. Segundo ela, voltar a trabalhar em tempo integral é um objetivo, mas só valeria a pena se encontrasse um emprego com salário de pelo menos R$ 4 mil. “Com menos do que isso vou pagar para trabalhar, porque teria que bancar escola integral para os dois (filhos). Sempre tive vontade de voltar, mas com a crise está mais difícil.”

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Pará assume a dianteira de maior produtor de cacau do País.

Por Ana Paula Boni - Estadão
O Pará dispara e passa na frente da Bahia como maior produtor de cacau do País
A Bahia dominou por tantos séculos o cenário nacional do cacau que pouca gente sabe que a primeira muda plantada em território baiano com fins de cultivo, no século 18, veio do Pará. Ainda assim, o Pará passou décadas engatinhando na produção nacional – menos de cinco anos atrás, ainda respondia por apenas 26% do total. Neste ano, porém, por causa da seca que detonou a safra na Bahia, o úmido Pará deve assumir a dianteira pela primeira vez. A safra deve ser de 116 mil toneladas de cacau, ou cerca de 48% da produção brasileira (que ainda inclui Espírito Santo e outros Estados), sendo que a área cultivada na Bahia é o triplo da do Pará. Pode ser que no ano que vem a Bahia volte ao topo, mas não dá mais para ignorar a produção paraense.

Pois cacau não é tudo a mesma coisa; chocolate muito menos. O terroir – que pode ser notado em chocolates de origem, sem misturas com amêndoas de outras terras – qualifica cada região e até microrregiões dentro dos Estados. De modo geral e simplificado, o Pará produz cacau com mais gordura e notas frutadas, enquanto a Bahia, um fruto de toques mais cítricos, explica o empresário Marco Lessa, organizador do Festival do Chocolate e Cacau, que chegou à quarta edição em Belém há duas semanas e é realizado em Ilhéus, na Bahia, desde 2009.

Ainda é muito pequena a parte da produção processada no País como chocolate de origem – cerca de 2% no Pará e 6% na Bahia. Mas é esse o novo grito do ramo, mesmo com o cacau custando quase quatro vezes o valor do cacau comum. O movimento se iniciou em fazendas da Bahia há alguns anos, com produtores dedicados a fermentações mais longas e controladas – como João Tavares, que já ganhou prêmios no Salão do Chocolate em Paris.

No Pará, onde produtores também passaram a dar atenção a isso, marcas como De Mendes, Nayah, Amazônia Cacau e CacauWay fazem chocolate de origem. E ainda tem dona Nena (conheça a sua história e o processo de produção do seu chocolate), que vende seu chocolate para restaurantes como D.O.M. e Remanso do Bosque e é uma verdadeira chocolateira bean-to-bar: controla todas as etapas desde o plantio do cacau no seu quintal até a barra de chocolate.

Em São Paulo, é possível comprar barras como essas que chegam da Bahia, como Amma e Mendoá, e do Pará, como De Mendes, mas também tem gente daqui que traz amêndoas desses Estados para processar o chocolate em terras paulistanas, como Luisa Abram e Chocolat du Jour. A qualidade do cacau nacional melhorou tanto que até a indústria passou a investir em chocolate de origem, caso da belga Barry Callebaut, que lançou em 2015 a linha Brasil com cacau da Bahia. Cerca de cinco anos atrás, a brasileira Harald já havia lançado a linha Unique com duas barras da Bahia (de produtores identificados no rótulo, como João Tavares) e uma do Pará.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Elite estatal ocupa 6 das 10 profissões mais bem pagas

(Clique na imagem para aumentá-la)
Entre as dez categorias profissionais mais bem remuneradas do País, seis fazem parte da chamada elite do funcionalismo público – como promotores, procuradores e juízes – e uma tem concessão pública, o dono de cartório. Em outras palavras, sete das atividades profissionais mais rentáveis do Brasil estão associadas à estrutura estatal.

O ranking foi elaborado pelo pesquisador José Roberto Afonso, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). A sua base de dados é oficial: o relatório “Grandes Números”, divulgado recentemente pela própria Receita Federal a partir de declarações de imposto de renda pessoa física de 2015, com valores de 2014.

A categoria recordista em ganhos é o titular de cartório, atividade híbrida entre o público e o privado. Na média, o rendimento anual apresentado na declaração do imposto de renda do dono de cartório fica em R$ 1,1 milhão. Um detalhe que impressiona é o nível de concentração de riqueza nessa camada. Os ganhos dos 9.409 donos de cartórios somam quase R$ 11 bilhões. A cifra é equivalente ao resultado de grandes conglomerados empresariais, como a cervejaria Ambev, que tem lucro anual R$ 12 bilhões.

Na sequência, em segundo, terceiro e quarto lugares, bem como sexto, sétimo e oitavo, entre os recordistas de ganhos estão carreiras típicas do Estado.

Promotores e procuradores do Ministério Público ganham anualmente, em média, quase R$ 530 mil. Juízes e integrantes dos tribunais de contas, mais de R$ 512 mil. Diplomatas, R$ 332 mil, na média, por ano.

Aqui cabe uma ressalva. Como lembra o economista Bernard Appy, diretor do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF), as declarações de imposto de renda reúnem informações sobre a camada mais privilegiada da população que não se encontram em outras fontes. “A declaração dá uma radiografia das pessoas de renda mais elevada e vários trabalhos recentes só foram possíveis após a divulgação e o cruzamento de dados da Receita Federal”, diz Appy.

O relatório atual traz informações de 27 milhões de pessoas, distribuídas em 133 categorias profissionais. O rendimento do conjunto, no agregado, soma R$ 1,4 trilhão por ano. Ao fazer uma divisão simples do bolo, o pesquisador Afonso chegou à conclusão de que a fatia da população brasileira que declara imposto de renda ganha, na média, por ano, R$ 87 mil. Detalhe: 58 categorias recebem acima desse valor e 77, abaixo disso.

Nessa ótica, promotores, procuradores, juízes e integrantes de tribunais de contas recebem cerca de seis vezes mais que a média dos declarantes de imposto de renda no País.

Afonso atribui a disparidade, entre outras razões, à dinâmica do orçamento e dos gastos entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário: “A crise fiscal atual revela que o debate das dificuldades está concentrado no poder Executivo, enquanto os demais poderes seguem gerindo as suas folhas salariais e os seus orçamentos como se nenhuma crise estivesse ocorrendo no País”, afirma. “Reajustes fortes têm sido dados para essa elite do setor público, enquanto a imensa maioria dos servidores públicos não é tão beneficiada.”

Empresários e altos executivos têm rendimento isento
Três categorias do setor privado estão entre as dez com maior rendimento, segundo dados de declarações do imposto de renda: médico, com R$ 305 mil por ano, em média (5º lugar), piloto de avião, com R$ 253 mil (9º) e atleta, com R$ 219 mil (10º). Segundo o pesquisador José Roberto Afonso, autor do levantamento, há uma razão para explicar a ausência de uma categoria que, todos intuem, está entre as campeãs de ganhos, donos e altos executivos de empresas.

Parte dos ganhos dessa categoria enquadra-se como rendimento não tributável, como lucros e dividendos. Cerca de 707 mil dirigentes e executivos ganham R$ 214 bilhões que são isentos. Outra parcela recebe como pessoa jurídica.

Por causa disso, na lista de ganhos sujeitos a tributação na pessoa física, o dirigente de empresa aparece em 30º lugar, com ganho médio anual de R$ 138 mil. Afonso reforça que essa categoria é ampla e diversa. Inclui o presidente de uma multinacional, o dono de uma loja de ferragens e o profissional “contratado” como empresa, porque cresce a chamada “pejotização”. Segundo Afonso, altos executivos devem, sim, estar entre os dez mais bem pagos do País, mas mesmo que fosse possível definir em que posição, não alteraria a predominância das funções públicas na lista das mais rentáveis.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Bancários aceitam proposta e greve chega ao fim

Servidores do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banpará, Banco da Amazônia e demais bancos privados aceitaram a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), em assembleia realizada na noite de ontem (06), na sede do Sindicatos dos Bancário (Sindiban) do Pará, em Belém, colocando fim a greve que durou 30 dias.

Diante disso, os bancos devem abrir normalmente nesta sexta-feira (07), de acordo com o Sindiban. A proposta aceita pela categoria foi o reajuste salarial de 8%, abono salarial de R$ 3,5 mil e, a partir da data-base de 2017, reajuste salarial de acordo com o índice da inflação mais 1% de ganho real.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Bancos propõem reajuste de 8% nos salários e 15% no vale alimentação

A Federação Nacional do Bancos (Fenaban) informou nesta quinta-feira (6) que ofereceu aos bancários em greve há um mês reajuste de 8% em 2016 e abono de R$ 3.500. A proposta também inclui aumento de 10% no vale refeição e no auxílio-creche-babá e de 15%, no vale alimentação.
Os bancos também se comprometeram a garantir aumento real de 1% em todos os salários e demais verbas.

De acordo com a federação, os bancários farão assembleia nesta quinta-feira, às 17h, para decidir se aprovam a proposta e encerram a greve. A Fenaban também garantiu que não haverá compensação dos 30 dias parados durante a paralisação.

Os bancários pedem a reposição da inflação do período mais 5% de aumento real (totalizando 14,78% de reajuste), valorização do piso salarial - no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho) e PLR de três salários mais R$ 8.317,90.

Governo anuncia linha de crédito especial para micro e pequenas empresas

O presidente Michel Temer anunciou ontem (5) a abertura de uma linha de crédito de R$ 30 milhões com taxa de juros reduzida exclusivamente voltada para o fomento do empreendedorismo e atividades das micro e pequenas empresas. A iniciativa foi comunicada durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, por ocasião do Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa.

“Meu pai era um microempresário no interior de São Paulo. E conseguiu criar oito filhos e permitiu que eu chegasse até aqui”, lembrou Temer.

Nessa linha de crédito especial, a taxa de juros serão até 30% menor do que as oferecidas no mercado. Os recursos disponibilizados devem ser utilizados em investimentos, capital de giro e modernização de equipamentos, aquisição de matérias primas e o pagamento de fornecedores e impostos.

“Os microempreendedores são verdadeiros gigantes”, disse Michel Temer em seu discurso. “O empresário é uma única figura que gera muitos empregos”, acrescentou o peemedebista.

O presidente destacou que os micro e pequenos negócios representam atualmente 52% do PIB brasileiro. O ministro-chefe da Secretaria de Governo,Geddel Vieira Lima, também discursou e disse que as “micro e pequenas empresas correspondem a 95% do total de empregos do país”.

O ministro da Educação, Mendonça Filho, também participou do evento e falou sobre a capacitação de micro e pequenos empreendedores por meio de parceria com universidades, no projeto Instituição Amiga do Empreendedor.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Bancários: Greve deve chegar a 28 dias

Após rejeitarem novamente a proposta dos bancos, na noite de ontem (29/9), bancários só se reunirão em assembleia na próxima segunda-feira (3/10). A decisão pode fazer com que a categoria fique parada por 28 dias - dois a menos da maior greve da história da categoria, em 2004.

Os bancos apresentaram uma proposta válida por dois anos, que pede manutenção do reajuste de 7% para 2016, abono de R$ 3.500 e aumento de 0,5% acima da inflação para 2017.

A categoria pede reajuste de 14,78%, sendo 5% de aumento real, considerando inflação de 9,31%; participação nos lucros e resultados (PLR) de três salários acrescidos de R$ 8.317,90; piso no valor do salário mínimo do Dieese (R$ 3.940,24), e vales alimentação, refeição, e auxílio-creche no valor do salário mínimo nacional (R$ 880). Também é pedido décimo quarto salário, fim das metas abusivas e do assédio moral.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Venda da Big Bem

Estadão
Segundo fontes de mercado, um dos objetivos de curto prazo da Brasil Pharma seria a venda da Big Ben, considerado o melhor ativo de seu portfólio, com 258 lojas próprias e uma posição forte no Estado do Pará. O principal candidato à aquisição seria o Grupo Ultra, dono dos postos de combustíveis Ipiranga, que comprou a principal rival da Big Ben, a Extrafarma, há três anos. A meta de arrecadação com a Big Ben seria de R$ 1 bilhão, mas o Estado apurou que o valor pode acabar sendo mais baixo. “Uma das coisas a se pensar é que, por causa da concentração de mercado no Pará, o negócio pode ter dificuldades para ser aprovado pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica)”, diz uma fonte.

Restaurante do Pará na lista dos "50 Melhores da América Latina"

Pela terceira vez consecutiva, o peruano Central é eleito o melhor restaurante da América Latina. A lista dos 50 melhores restaurantes da região foi anunciada ontem (26), em uma cerimônia na Cidade do México.

Comandado pelo casal de chefs Virgilio Martinez e Pía León, o Central é uma casa de celebração aos produtos andinos. Das quatro edições do 50 Best latino-americano, o restaurante de Lima venceu três.

Na famosa lista, o Remanso do Bosque, de Thiago Castanho, de Belém, apareceu em 44º.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Com crise e alta do dólar, sacoleiro 'evapora' na fronteira paraguaia

Os áureos tempos em que era muito vantajoso viajar até 25 horas dentro de um ônibus para fazer compras no Paraguai e depois revender as mercadorias ficaram para trás. A rotina dos sacoleiros que persistem na atividade se transformou em uma batalha diária de "gato e rato".

Os sacoleiros quase desapareceram do cenário de Foz do Iguaçu e da vizinha paraguaia Ciudad del Este, em comparação a décadas atrás.

Apesar de afetados por fatores como a alta do dólar nos últimos anos, a crise econômica no país, a concorrência do contrabando profissional, o risco de roubos nas estradas e o acirramento das fiscalizações, eles não foram extintos.

Se, até dez anos atrás, a fronteira entre os países chegava a receber mil ônibus num dia, com sacoleiros principalmente do Sudeste e Sul do país, esse número hoje não passa de cem, segundo a Receita Federal em Foz, responsável pela fiscalização na ponte da Amizade e no entorno da cidade paranaense.

"Ainda existem, mas temos recebido cada vez menos esse tipo de público", disse Carlos Silva, presidente do Sindhotéis (sindicato de hotéis, restaurantes e bares) de Foz.

O limite de US$ 300 (R$ 974) para compras, isento de impostos, e exigências embutidas nele são vistos por sacoleiros como obstáculos, que tentam driblá-los das mais variadas formas.

Os consumidores podem trazer mercadorias originais de qualquer valor, desde que paguem o imposto de 50% sobre o que exceder US$ 300. Só que a declaração tem de ser feita no setor primário, que é a aduana na ponte da Amizade"

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Senadores aprovam MP que beneficia agricultores

Os senadores aprovaram nesta terça-feira (20) duas Medidas Provisórias que tratam da renegociação de crédito rural e de taxas de ocupação de terrenos de marinha. As medidas agora seguem para sanção do presidente Michel Temer. A MP 733/2015 beneficia agricultores das áreas de atuação das Superintendências de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e da Amazônia (Sudam), com a renegociação de crédito rural. Já a MP 732/2015 limita a 10,54% o reajuste do foro e da taxa de ocupação de imóveis da União para o exercício de 2016.

A MP 732/2015 venceria no próximo dia 7. A matéria trata dos chamados terrenos de marinha e limita a 10,54% a taxa de reajuste – valor que equivale ao IGP-M, índice de inflação medido pela Fundação Getúlio Vargas, acumulado em 2015.

Já a MP 733/2015 concede descontos nas renegociações de contratos de crédito rural com recursos do Fundo Constitucional do Nordeste e com recursos mistos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Agroindústria do Nordeste (FNE) e de outras fontes. Os descontos valerão para agricultores que contraíram dívidas até dezembro de 2011 com o Banco da Amazônia (Basa) e com o Banco do Nordeste (BNB). No caso do Basa, os descontos variam de 10% a 85% de acordo com a data de contração da dívida. Já com relação ao BNB, os descontos variam de 15% a 95%. (Com informações da Agência Senado)

eSocial já calcula valor de rescisão do empregado doméstico

O empregador doméstico podem usar o site do eSocial para calcular o valor da rescisão de contrato da empregada. No portal, é possível verificar o valor das principais verbas rescisórias. Segundo a Receita Federal, basta o patrão informar a data e o motivo da rescisão e se é devido aviso prévio indenizado.

De acordo com o Fisco, o sistema faz o cálculo das verbas, como aviso prévio indenizado, 13º salário, férias proporcionais, terço constitucional de férias e salário família, todos baseados no valor do salário contratual do empregado.

Em situações específicas, o empregador deve alterar os valores e informar qual é para outras rubricas, tais como horas extras, adicional noturno, desconto de faltas e multa por atraso no pagamento da rescisão.

Nos casos em que a doméstica não tem direito a férias indenizadas e recebe apenas salário fixo, não precisa fazer cálculos.

Amazônia precisa de projeto nacional

O ex-senador fluminense Roberto Saturnino Braga, 85 
A missão da Amazônia não é mercadista, é de Estado e precisa de um projeto. Nele, é fundamental o papel das Forças Armadas. A visão é de Roberto Saturnino Braga (foto), 85, que coordenou o 3º Congresso Internacional do Centro Celso Furtado, em Manaus na quinta (15) e sexta (16), com o tema da Amazônia. 

Engenheiro, político desde a década de 1960 e hoje presidente do centro, Saturnino criticou o governo Michel Temer. Deputado federal à época do golpe militar, senador por duas vezes e prefeito do Rio, ele compara a situação política atual e a vivida pelo país em 1964 e em 1954. Como no passado, avalia que os EUA quiseram interromper projetos de autonomia do Brasil.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Projeto de desenvolvimento conjunto e soberano é caminho para Amazônia

Por Eleonora de Lucena - Folha de SP
Construir um projeto conjunto de desenvolvimento soberano para a Amazônia é essencial para o futuro da região e do país. O caminho passa por integrar economias, regularizar a posse da terra, fazer inclusão social, criar conhecimento, defender as riquezas, a biodiversidade e os direitos tradicionais.
Em torno dessas ideias, especialistas de diversas áreas se reuniram na semana passada em Manaus. Economistas, diplomatas, advogados, militares, ecologistas debateram propostas para a região no 3º Congresso Internacional do Centro Celso Furtado, com o tema Amazônia Brasileira e Pan-Amazônia: Riqueza, Diversidade e Desenvolvimento Humano.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Greve dos bancários continua

Em reunião na tarde de ontem (13), a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não apresentou proposta, e o Comando Nacional dos Bancários decidiu manter a greve da categoria. Segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, na quinta-feira, haverá nova reunião a partir das 16h.

“Os bancos chamaram para uma negociação e não apresentaram nenhuma nova proposta para a categoria nesta terça-feira, um desrespeito com os trabalhadores e a população. Eles insistem em impor reajuste abaixo da inflação, com perda real. Cobramos também que parem com as demissões. Nossa greve vai crescer, a cada dia, porque sabemos que nossas reivindicações podem ser atendidas pelo setor mais lucrativo do país”, disse a presidenta do sindicato, Juvandia Moreira.

Em nota, a Fenaban confirmou não ter apresentado nova proposta aos bancários. Segundo a federação, a rodada de negociação de hoje discutiu possibilidades a serem avaliadas para um acordo.

Na última sexta-feira, a Fenaban ofereceu aos bancários reajuste de 7% nos salários e benefícios e abono de R$ 3,3 mil, a ser pago 10 dias após a assinatura do acordo. “A nova proposta resulta numa remuneração superior à inflação prevista para os próximos 12 meses, com ganho expressivo para a maioria dos bancários.”

Os bancários, no entanto, pedem reajuste de 14,78% (5% de aumento real, mais a correção da inflação), 14º salário e participação nos lucros e resultados de R$ 8.297,61, entre outras demandas.

A greve dos bancários começou terça-feira passada. Segundo o sindicato, 1.048 locais de trabalho mantiveram-se fechados nesta terça-feira em São Paulo e Osasco, e houve adesão de 39 mil trabalhadores ao movimento. A Fenaban não divulgou balanço da greve.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Cosanpa lança campanha de renegociação de débito

Começou ontem (12), a ‘Campanha Conta em Dia’ da Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), onde os clientes inadimplentes têm várias chances de ficar em dia com a companhia. A campanha segue até o dia 4 de novembro e os clientes podem negociar o débito e ganhar descontos de até 90% no valor principal da conta.

Para o diretor de mercado da Cosanpa, João Barral, a campanha vai conceder 100% de desconto nos juros e atualização monetária para clientes em débito com a companhia. 'Podemos dizer que o valor sofre uma redução de 70% no valor inicial do débito e as pessoas que, por ventura, não vierem nesse período será adotado o procedimento de cobrança com a negativação do nome do cliente e o corte do fornecimento', destacou.

Ainda de acordo com Barral, o alto número de devedores prejudica diretamente na qualidade no serviço que é prestado pela Cosanpa. 'Quando se tem o alto grau de inadimplência como se está acontecendo agora, você acaba comprometendo não só as despesas normais que a companhia tem, como também acaba prejudicando a manutenção do sistema e outros fatores', ponderou.

Para participar da campanha, o cliente pode procurar uma das lojas de atendimento ao cliente da Cosanpa em Belém e nos outros 54 municípios atendidos pela companhia. Em São Brás, foi montada uma super estrutura de atendimento com 11 atendentes exclusivos com o sistema da negociação.

Como participar- O cliente precisa levar um documento oficial com foto, CPF e uma conta com o número de matrícula visível. Para as pessoas que moram de aluguel, será necessário levar o contrato do imóvel. Mais informações pelo Call Center da Cosanpa: 0800 70 71 195
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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Receita abre consulta ao 4º lote do IR 2016 nesta quinta


A Receita Federal libera, a partir das 9h desta quinta-feira (8), a consulta ao quarto lote de restituições do Imposto de Renda 2016 e a lotes residuais, de quem caiu na malha fina, de 2008 a 2015.

Estão incluídos nesse 4º lote de restituição do IR deste ano 2.106.171 contribuintes, totalizando R$ 2,5 bilhões em restituições. O pagamento será feito no dia 15 de setembro. Os valores serão corrigidos em 5,60%. Considerando também os lotes residuais (para quem havia caído na malha fina, mas regularizou a situação com o Fisco), o pagamento será feito para 2,17 milhão de pessoas neste mês, no valor de R$ 2,7 bilhões.
A consulta pode ser feita pelo site:
http://www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/Atrjo/ConsRest/Atual.app/paginas/index.asp