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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Se eleito Bolsonaro deverá recriar o Ministério do Interior


Jair Bolsonaro, pretende recriar o antigo Ministério do Interior, com o objetivo de coordenar as iniciativas de desenvolvimento. O Ministério do Interior fazia obras contra as secas, cuidava de índios, habitação popular, saneamento, zona franca de Manaus, enfrentava calamidade pública e chefiava autarquias fortes (Sudene, Sudeco, Sudesul, Sudam etc). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Bolsonaro não dá pistas de quem seria o ministro do Interior em seu eventual governo, mas o escolhido será politicamente muito forte.

Sempre fortes, ministros do Interior chegaram a presidente da República, como os marechais Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.

Ao ser extinto, em 1990, o Ministério do Interior era tão forte que tinha dois bancos de fomento (Basa e BNB) e um de habitação, o BNH.

O ex-governador sergipano João Alves Filho foi o último ministro do Interior, no governo José Sarney. A pasta foi extinta em 1990.

Bolsonaro sugere fechar escolas do MST: 'fábrica de guerrilheiros'

No Estadão:
Jair Bolsonaro, disse em entrevista exibida na noite desta quinta-feira, 25, na TV Aparecida, que é necessário o fechamento de escolas em assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A declaração se deu após Bolsonaro explanar a ideia de propor educação a distância para crianças em áreas rurais.

"Queremos por um ponto final nas escolinhas do MST. A bandeira que eles hasteiam não é a verde e amarela, é a vermelha com uma foice e um martelo. Lá eles não aprendem o Hino Nacional, eles aprendem a Internacional Socialista. Eles estão formando uma fábrica de guerrilheiros no Brasil", afirmou.

O candidato criticou mais uma vez os esquerdistas. "São malandros que nunca trabalharam na vida, sempre viveram às custas dos outros. Isso tem de acabar no Brasil e vai acabar na forma da lei, se eu for presidente da República", afirmou.

Bolsonaro acusou ainda o PT de ser corrupto e que o partido vai ser afastado do poder com notícias verdadeiras. "Não precisa de fake news para derrotar o PT, é só dizer a verdade", disse.

O capitão da reserva disse ainda que lamenta "casos de violência isolados". "Eu tenho dito para a minha militância... Começou uma discussão sobre política numa mesa, vai embora, vai para outro lugar", disse.

Em relação à reforma da Previdência, o candidato revelou que a equipe econômica que o assessora já tem um rascunho. "Se eu for eleito, a gente apresenta no ano que vem", afirmou. O político não deu detalhes sobre as mudanças que pretende apresentar, mas sinalizou que as regras podem ser distintas para cada grupo social. "Não pode colocar todo mundo no mesmo saco. Eu acho, por exemplo, que tem de mexer na idade, mas não de 60 para 65 como quer (o presidente Michel) Temer. Nós vamos cortar privilégios", disse.

Bolsonaro voltou a defender também que membros das Forças Armadas e de segurança pública se mantenham com critérios distintos, a não ser que eles tenham direito a greve, entre outros. "Eu já disse isso à minha equipe econômica. Eu topo (uma reforma da Previdência), mas vamos dar todos os direitos a eles, inclusive de greve. Tem de fazer que eles, ao longo de sua vida laborativa, tenham os mesmos direitos que um trabalhador comum", disse.

O candidato também negou o rótulo de xenófobo, acusando a esquerda de querer o associar a ele. O presidenciável citou que tentam impor nele tal marca porque propõe que "a entrada de venezuelanos seja regularizada".

Especificamente sobre a crise da Venezuela, o candidato do PSL afirmou que o governo tem de procurar a ONU para criar "campos de refugiados". Também houve críticas à Lei de Migração brasileira. "Nós somos um País que não pode ser de fronteiras abertas", afirmou

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Bolsonaro continua na liderança

Pesquisa Datafolha para presidente, votos válidos: Bolsonaro, 56%; Haddad, 44%
Nos votos totais, Jair Bolsonaro, do PSL, tem 48%, e Haddad, 38%. Pesquisa ouviu 9.173 eleitores na quarta-feira (24) e na quinta-feira (25).
Equipe de Jair Bolsonaro pretende tirar todos os indicados do PT

Jair Bolsonaro (PSL), já prepara uma mexida considerável na Esplanada dos Ministérios, caso vença a eleição para presidente da República no próximo domingo (28), cenário mais provável de acordo com as pesquisas de intenção de voto.

O primeiro alvo são os cargos de primeiro e segundo escalão. A ideia é remover dessas posições todas as pessoas que foram indicadas nas gestões petistas de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff - e isso não deve se limitar a filiados ao PT, e que vieram para Brasília apenas para ocupar cargos no governo.

TSE troca empresa responsável pela divulgação da apuração


A poucos dias do segundo turno eleitoral, o TSE resolveu substituir a empresa que fará a divulgação da apuração dos votos. 

No primeiro turno, o serviço foi prestado pela BRCloud, vencedora de uma licitação de mais de R$ 1 milhão.

Segundo o Tribunal, a empresa “não prestou adequadamente o serviço” e causou “contratempos” na distribuição de dados.

Um novo contrato foi assinado com a CPD – Consultoria, Planejamento e Desenvolvimento de Sistemas, segunda colocada, que receberá R$ 532 mil.
Fonte: Site O Antagonista

.A nova estratégia petista


A quatro dias das eleições, petistas iniciaram na tarde de ontem (24) uma nova ofensiva nas redes sociais. Estão disparando incansavelmente vídeos de falas antigas do candidato Jair Bolsonaro.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Mentira torpe

Chapa Lula/Haddad, do PT, perdeu completamente a razão e a moral de exigir ação policial e judiciária contra fake news desde que acusou de forma infame e irresponsável o candidato a vice na chapa do adversário, Bolsonaro, general Mourão, de ter torturado o cantor Geraldinho Azevedo, em 1969, quando o oficial, com 16 anos, estudava na Escola Militar de Porto Alegre.

Sobre o assunto, confira o que disse o general Mourão:
“O Haddad tem que aprender a checar o que é falso e o que é verdadeiro. O camarada que não consegue distinguir isso não pode presidir o Brasil, não pode nem ser síndico de prédio. Basta olhar a minha idade e ver que em 1969 eu tinha 16 anos.  Eu tenho filho e tenho neto, vou processá-lo. Ele repercutiu (a declaração do Geraldo Azevedo) sem observar a realidade dos fatos”, disse o militar ao Globo.
“Eu entrei na Aman (Academia Militar das Agulas Negras) em 1972, era cadete. Em 1969 eu era interno do Colégio Militar em Porto Alegre, com 16 anos. O tal do Geraldo Azevedo soltou uma nota dizendo que foi um equívoco. Não foi um equívoco, foi má-fé”, acrescentou.
"Asneira"
Mourão também divulgou um vídeo nas redes sociais em que classifica a declaração de Geraldo Azevedo, reproduzida por Haddad, de “asneira”. Ele chamou o adversário de mentiroso.
“Hoje em entrevista ao jornal O Globo o candidato do Partido dos Trabalhadores repetiu essa mesma asneira. Vejam o grau de estupidez, o grau de mentira, o grau de incoerência dessas pessoas. Como pode o senhor Fernando Haddad querer governar o Brasil se não consegue discernir a verdade da mentira? Ele não consegue discernir porque a mentira faz parte da vida dele”, afirmou.

Bandeira branca.

Ontem (23) em reunião no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), coordenadores das campanhas de Bolsonaro e Haddad concordaram em não entrar com novas representações na Corte e fazer ligeiros ajustes nas propagandas. O grupo se reunirá diariamente nesta reta final.

Hélder Barbalho lidera com 60% dos votos válidos


O candidato ao governo do Pará, Helder Barbalho (MDB), lidera o segundo turno das eleições em nova pesquisa realizada pela Real Time Big Data e divulgada na manhã de ontem (23).
A pesquisa ouviu 1.500 pessoas no dia 22 de outubro e possui margem de erro de 3% para mais ou para menos e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Confira os resultados:
Helder Barbalho (MDB) 60%
Márcio Miranda (DEM) 40%

Bolsonaro diz que defesa de minoria é ‘coitadismo’

Jair Bolsonaro classificou como "coitadismo" os movimentos sociais que defendem as causas de grupos minoritários. Em entrevista à TV Cidade Verde, do Piauí, o presidenciável afirmou que "tudo é coitadismo no Brasil" e que vai "acabar com isso".

“Isso não pode continuar existindo. Tudo é coitadismo. Coitado do negro, coitada da mulher, coitado do gay, coitado do nordestino, coitado do piauiense", disse Bolsonaro, para quem a melhor forma de combater o racismo é não tocar no assunto.

"Quando eu era garoto, não tinha essa história de bullying. O gordinho dava pancada em todo mundo. Agora o gordinho chora. Acontecem as brincadeiras entre crianças. Elas estão ali se moldando, moldando o caráter. Não tem que ter política pra isso", afirmou.

Segundo o candidato, líder nas pesquisas de intenção de votos, as políticas afirmativas defendidas pelos movimentos sociais "reforçam o preconceito". Como exemplo, citou a política de cotas que garante o ingresso nas universidades públicas a um grupo de pessoas consideradas menos favorecidas, como os negros. Em sua opinião, essa política é "completamente equivocada".

"Setenta por cento dos afrodescendentes que entram pela política de cota (na universidade) são bem de vida. Tem que ter uma cota social para inverter isso aí", disse Bolsonaro.

Para o presidenciável, as políticas afirmativas são uma "maneira de dividir a sociedade". Ele nega também que haja desigualdade no Brasil, já que, segundo Bolsonaro, "somos um só povo embaixo de uma só bandeira, um só coração verde e amarelo."

terça-feira, 23 de outubro de 2018

IBOPE: BOLSONARO LIDERA COM 57%

Na reta final para o segundo turno das eleições 2018, o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, tem 57% das intenções de voto, ante 43% de Fernando Haddad (PT), segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada nesta terça-feira, 23. Em relação à sondagem do dia 15 passado, Bolsonaro oscilou dois pontos porcentuais para baixo (tinha 59%), enquanto Haddad oscilou dois para cima (tinha 41%). As duas variações estão dentro da margem de erro. A vantagem do candidato do PSL passou de 18 para 14 pontos porcentuais. Apenas no Estado de São Paulo, Bolsonaro tem 64% contra 36% de Haddad.

Os números consideram apenas os votos válidos, ou seja, excluem os nulos, brancos e indecisos. Levando em conta o eleitorado total, a taxa de Bolsonaro caiu de 52% para 50%, enquanto a preferência por Haddad se manteve estável em 37%. Há ainda 10% dispostos a anular ou votar em branco, e 3% que não souberam responder.
Previsão: Lula morrerá e Haddad será eleito presidente

A vidente Mãe Dináh ficou bastante conhecida nacionalmente após acertar que a ex-presidente Dilma Houseff conseguiria se reeleger e depois sofreria impeachment.

Ela também conta que viu uma "nuvem de fumaça preta" ao redor dos integrantes da banda Mamonas Assassinas, mortos em um acidente de avião em 1996.

Ela também acertou que o jogador Ronaldo se envolveria em grande polêmica, onde seria pego com uma 'trans' e que Aécio Neves só conseguiria se eleger deputado depois de 2014.

Morta em maio de 2014, Mãe Dináh deixou diversas previsões que vão até o ano de 2070. Uma delas voltou a chamar a atenção nas redes sociais, pois envolve a política brasileira deste ano. A história só cresceu com a proximidade do segundo turno das eleições para presidente.

A vidente afirmou que a morte do ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva às vésperas da eleição iria eleger a pessoa que o petista estaria apoiando, ou seja, o candidato Fernando Haddad.

"Em 2018, a política brasileira chegará ao seu limite do racional, Lula não será candidato e apoiará um nome, esse nome irá vencer a eleição após a morte de Lula que vai acontecer as vésperas da votação. O radicalismo contra a democracia terá uma figura forte."

A previsão de Mãe Dináh foi feita no dia 30 de abril de 2014, cerca de dois dias antes de sua morte.

A vidente também afirmou que em o apresentador e dono da emissora SBT, Silvio Santos, irá morrer em 2019. Ela também afirmou que a cura da aids seria finalmente confirmada em 2020, nesse mesmo ano um cantor que forjou sua morte iria surgir e em 2025 a Madonna seria assassinada pelo seu namorado.

OUTRAS PREVISÕES

Mãe Dináh afirmou ter previsto a morte da cantora Elis Regina, em 1982. Ela também disse que alertou Ayrton Senna sobre a corrida que matou o piloto em 1994. "Eu tinha previsto, quando ele foi fazer a última corrida, que seria uma corrida que ele deveria tomar bastante cuidado."

Em seu site, a vidente também disse ter previsto o tsunami no Japão em 2011 e que o casamento de William com Kate Middleton daria certo porque eles se gostam muito. "Eles vão ter um filho logo, e vai ser um menino".
(Com informações do Portal Mixturando)

Haddad quer varrer Bolsonaro da face da terra

No site O Antagonista:

Fernando Haddad, o moderado, disse no Roda Viva que Jair Bolsonaro tem de ser varrido da face da terra: “Quero dizer para o Bolsonaro, esse soldadinho de araque, que o projeto que ele representa já perdeu, não tem chance de prosperar. A humanidade jamais vai concordar com o arbítrio. Ele é o anti ser humano, tudo o que precisa ser varrido da face da terra”.

O poste humano não esclareceu se o anti ser humano Jair Bolsonaro precisa ser varrido sozinho ou com seus 49 milhões de eleitores.

O rei da fossa
Fernando Haddad, também no programa Roda Viva, implorou por um telefonema de Ciro Gomes: “Espero que o Ciro dê um alô de onde estiver, aguardo ansiosamente”.

Bolsonaro: “Eu pretendo, sim, ligar para o Sergio Moro”

O SBT perguntou a Jair Bolsonaro se ele vai convidar Sergio Moro para o STF. Ele respondeu: “Eu sempre disse que gostaria de ter no Supremo Tribunal Federal um ministro com o perfil dele.”

E depois: “Eu nunca conversei com ele. Se eu falar que vou convidá-lo agora, não sei qual é a resposta do outro lado da linha. Eu pretendo, sim, depois da eleições, ligar para o Sergio Moro.”

Em carta a Celso de Mello, Bolsonaro diz que Supremo é 'o guardião da Constituição

O candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro, enviou nesta segunda-feira, 22, uma carta ao ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello após o magistrado classificar como 'inconsequente e golpista' as declarações do filho do candidato, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que disse que bastam "um soldado e um cabo" para fechar o Supremo. No texto enviado ao decano, o presidenciável afirma que o STF é o "guardião da Constituição" e que "todos temos de prestigiar a Corte".

Na carta, Bolsonaro fala ainda em "angústias" e "ameaças" sofridas durante a campanha das eleições 2018 - o candidato sofreu um atentado no dia 6 de setembro em Juiz de Fora (MG). "Quero, por escrito, deixar claro que manifestações mais emocionais, ocorridas nestes últimos tempos, se mostram fruto da angústia e das ameaças sofridas neste processo eleitoral."

Ontem (22), Bolsonaro já havia se pronunciado sobre as declarações do filho. "Eu já adverti o garoto", afirmou o candidato sobre o filho de 34 anos. “É meu filho. A responsabilidade é dele. Ele já se desculpou. Isso aconteceu há quatro meses. Ele aceitou responder a uma pergunta sem pé nem cabeça, e resolveu levar para o lado desse absurdo aí. Temos todo o respeito e consideração com os demais poderes, e o Judiciário obviamente é importante."
Leia a carta de Jair Bolsonaro na íntegra:

"Exmo. Sr. Dr.
Ministro Celso de Mello
Tomo a liberdade de encaminhar esta carta à Vossa Excelência, diante do noticiário recente.
É meu dever, como cidadão, manifestar meu apreço por Vossa Execelência, seja pela conduta impecável no exercício de jurisdição, seja pela forma ponderada como sempre se manifesta ao público.
Quero, por escrito, deixar claro que manifestações mais emocionais, ocorridas nestes últimos tempos, se mostram fruto da angústia e das ameaças sofridas neste processo eleitoral.
O Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição e todos temos de prestigiar a Corte.
Cordialmente,
Jair Messias Bolsonaro."

Evaporou


Desde o surpreendente resultado da votação para o Senado, quando Dilma Rousseff amargou um quarto lugar, a ex-presidente literalmente evaporou. Quem esteve com ela, garante que ela sentiu mais o baque do que quando sofreu o impeachment.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Bolsonaro lidera com 57% dos votos válidos

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, segue com larga vantagem sobre Fernando Haddad (PT) em intenções de voto, segundo os resultados da pesquisa do instituto MDA, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). Divulgado nesta segunda-feira, 22, o levantamento estimulado aponta Bolsonaro com 57% da preferência enquanto o petista tem 43%. O cálculo leva em consideração apenas os votos válidos, ou seja, exclui os brancos, nulos e indecisos

Quando considerados os votos totais, o candidato do PSL registra 48,8% da pesquisa estimulada, já Haddad possui 36,7%. Neste caso, a parcela disposta a votar nulo ou em branco é de 11% dos entrevistados, os indecisos representam 3,5%.

Pesquisa Doxa: Hélder lidera com 45,9%

Uma pesquisa de opinião realizada pelo Instituto Doxa e divulgada na manhã de ontem (21), aponta que no levantamento realizado entre os dias 17 e 20 deste mês, com 1.896 eleitores entrevistados nas seis mesorregiões do Estado, Hélder Barbalho obteve 45,9% das intenções de votos e Márcio Miranda ficou com 40,4%. Indecisos somam 4,7% e os que pretendem votar branco ou anular o voto são 9%.

Ação na Justiça pode deixar sem mandato até quem já comemorou vitória


Os resultados das eleições para a Câmara e Assembleias Legislativas, já divulgados, sofrerão mudanças importantes. Eles consideram o cálculo da minirreforma eleitoral de 2015, que distribui vagas a todos os partidos que não atingiram o quociente partidário, mas o resultado oficial, ainda não divulgado pelos Tribunais Regionais Eleitorais, deve fazer a divisão apenas entre os que atingiram o quociente partidário. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O trecho da minirreforma que liberava as vagas aos partidos que não atingiram o mínimo de votos foi considerado inconstitucional pelo STF.

Só no DF, há cinco distritais e três federais sob risco. “O caso deve ser resolvido até o fim da semana que vem”, diz o advogado Paulo Goyaz.

Para Goyaz, que move ação no TRE-DF, a situação se reproduz em vários Estados e “um TRE não pode descumprir decisão do Supremo”.

Os resultados divulgados na imprensa também não levam em conta as candidaturas sub judice. “Isso pode mudar muitas vagas”, diz Goyaz.

Roqueiro recebeu cachê milionário para falar mal de Bolsonaro nos shows

Em sua conta no Twitter, ontem (21), o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, acusou o cantor britânico Roger Waters de haver recebido cerca de R$90 milhões para fazer campanha eleitoral disfarçada, em seus shows pelo Brasil. “Isso sim é caixa 2 e campanha ilegal!”, declarou ou ministro.

Sá Leitão acusou frontalmente o ex-vocalista do Pink Floyd: “Roger Waters recebeu cerca de R$ 90 milhões para fazer campanha eleitoral disfarçada de show ao longo do 2º turno.” Waters disse aos fãs que não voltará ao Brasil caso Jair Bolsonaro (PSL) ganhe a eleição para presidente, domingo (28).


Em outro post, o ministro rebateu críticas e disse que está sendo atacado por ter mostrado a hipocrisia do ex-vocalista do Pink Floyd:

“Compartilhei fatos sobre Roger Waters e mostrei a hipocrisia dos que, com base em matéria sem provas da Folha, acusam um candidato de caixa 2 e campanha ilegal. Estou sendo atacado de modo grosseiro e vil por quem vive na distopia do Fla x Flu eleitoral. A verdade dói. Em frente!”