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sábado, 14 de abril de 2018

Hoje é dia de todos nós sermos Marielle


Por Hildegard Angel - Jornal do Brasil
Hoje é o dia. No 14 de abril, um mês de morte de Marielle, todas nós, mulheres, seremos Marielle Franco. Abraçaremos a mesma causa, vestiremos a mesma luta. Sairemos às ruas, empunharemos bandeiras, vestidas de Marielle. Um turbante, um xale, um colar ou brincos que a evoquem. Símbolo pelas suas propostas, a vereadora da Maré soube seduzir também pela forma. E produziu imagens ricas de beleza, através de uma iconografia expressiva, que reforçou seu conteúdo mítico. Marielle, com inteligência, instrumentalizou os símbolos étnicos da moda afro, o turbante, os panos de cabeça, as cores intensas e estampas, e listras, xales, colares, em prol de seu discurso. Amanhã será dia de lembrá-la. "Se pensaram que arrancariam as flores, semearam ainda mais a primavera!”.

domingo, 8 de abril de 2018

Manifestações na chegada de Lula a Curitiba deixam oito pessoas feridas

Ontem (7) à noite, oito pessoas ficaram feridas durante as manifestações ocorridas durante a chegada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Curitiba para cumprir a pena de 12 anos e um mês à qual foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

Três dos oito feridos são crianças, um é policial militar e os demais são manifestantes favoráveis ao ex-presidente. Segundo o comando da Polícia Militar (PM), todos sofreram ferimentos leves e foram atendidos no local, mas três tiveram de ser encaminhados ao Hospital Evangélico. Entre os que foram para o hospital está uma criança que bateu a cabeça.

Após as mobilizações favoráveis e contrárias ao ex-presidente, o comandante do 20° Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Mário Henrique do Carmo, que coordenou a operação, considerou bem-sucedida a ação policial.

Questionado sobre o uso de bombas contra manifestantes, Carmo disse que houve duas explosões no meio dos manifestantes. “Eles explodiram duas bombas no chão. E, pelo efeito das explosões, eles avançaram contra o portão da Polícia Federal (PF), e esta, por sua vez, os repeliu”, disse o tenente-coronel.

De acordo com Carmo, após a explosão das bombas da PF, os manifestantes correram para todos os lados, e a PM usou balas de borracha para evitar a aproximação entre os grupos com ideologias diferentes.

Perguntado sobre rojões lançados por grupos contra o ex-presidente, que caíram no estacionamento do prédio da Polícia Federal, o comandante respondeu que não poderia se posicionar, já não viu o material.

"Os policiais agiram de forma criminosa", diz o deputado Marco Maia (PT-RS)

segunda-feira, 26 de março de 2018

Caravana de Lula é alvo de pedras e ovos na estrada e no palanque

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a ser alvo de ovos em ato realizado ontem (25) em São Miguel do Oeste (SC). O petista tem circulado pela região Sul com sua caravana desde o último dia 19.

Os manifestantes contrários à presença da caravana na cidade receberam os ônibus com ovos e pedras —a janela da frente do ônibus em que estava Lula acabou quebrada. Mais tarde, enquanto o petista falava ao público, o palanque voltou a ser alvo de ovos.

Assessores chegaram a segurar guarda-chuvas ao redor de Lula para evitar que ele fosse atingido.

"Esse cidadão está esperando que a gente fique nervoso, suba lá e dê uma surra nele. A gente não vai fazer isso", disse o ex-presidente. "Eu espero que a PM tenha a responsabilidade de entrar naquela casa, pegar esse canalha e dar um corretivo nele, que ele precisa ter para não atacar ovo nas pessoas."

Lula chamou os manifestantes que atiravam ovos de canalhas e completou: "Haverá um dia em que esse filho da mãe vai cair numa desgraça tão grande que ele vai implorar para ter um ovo para comer, e vai ter só a casca para comer".

Na véspera, o hotel onde Lula estava hospedado em Chapecó foi cercado por aproximadamente cem pessoas, que tentavam bloquear seu acesso ao palco instalado numa praça a 200 metros dali.
O ex-presidente deixou o hotel pelos fundos.

Coordenador da caravana, o ex-deputado Paulo Frateschi levou uma pedrada na orelha esquerda na tentativa de proteger o ex-presidente.

Já na praça, manifestantes lançaram ovos e pedras contra seguranças e apoiadores de Lula. Um professor de educação física foi atingido na cabeça.

Lula acha que deveriam lhe beijar os pés

De Lula no Twitter, ainda inconformado com os protestos com que foi recebido no Sul:
“Essa gente, moleques que nunca precisaram trabalhar na vida. Com certeza não passaram no Enem e estão com raiva por isso. Se tivessem o mínimo de dignidade estariam beijando meus pés. Porque ninguém nunca investiu tanto em Chapecó como eu”.

É pau, é pedra, é o fim do caminho

A caravana de Lula pelo Sul, que começou com protestos de produtores rurais em Bagé, foi esquentando até chegar a Santa Catarina onde, cada vez mais acuado, o petista despiu o figurino da vítima de perseguição política para convocar seus militantes a partirem para a porrada.

O resultado foi que grupos rivais chegaram a trocar pedradas em Chapecó. Para quem vê os caminhos políticos e jurídicos se estreitarem, o contato com a realidade hostil deve mostrar a Lula que ele não tem mais o condão de inflamar o país apenas a seu favor. (Por Vera Magalhães - Estadão)

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

“Lula estava furando a greve de fome, recebendo barras de chocolate e comendo às escondidas”

No site O Antagonista
Os petistas espalharam que Lula poderia fazer uma greve de fome na cadeia.

Merval Pereira, em O Globo, debochou: “Os que tiveram essa ideia não sabem que essa questão sempre foi problemática para Lula. Quando foi preso em 1980 durante a ditadura militar, devido à greve dos metalúrgicos, os sindicalistas resolveram fazer uma greve de fome.

O líder Zé Maria, um dos fundadores do PT e hoje candidato permanente à presidência da República pelo PSTU, conta, em relato publicado no blog do sociólogo Ricarte Almeida Santos nunca desmentido, que houve ‘uma grande decepção’ quando descobriram que ‘Lula estava furando a greve de fome, recebendo barras de chocolate e comendo às escondidas’.

Ainda presidente, Lula fez uma visita oficial a Cuba em meio a uma greve de fome de um preso político conhecido por Zapata. Lula deu declarações dizendo: ‘Temos de respeitar a determinação da Justiça e do governo cubanos. A greve de fome não pode ser um pretexto de direitos humanos para liberar as pessoas. Imagine se todos os bandidos presos em São Paulo entrarem em greve de fome e pedirem liberdade’.

Zapata morreu com Lula ainda em solo cubano, e a comparação de presos políticos com presos comuns levou a críticas severas contra ele.”

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Forças Armadas estão a postos para emergências durante julgamento de Lula

Em meio à tensão nas ruas de Porto Alegre para o julgamento do ex-presidente Lula, o ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS), afirmou ontem, 22, que as Forças Armadas estão a postos. Em entrevista à Rádio Pernambucana, Jungmann assegurou que existe "pessoal de pronto emprego para qualquer emergência"."Estamos prontos e atentos", disse o ministro ressaltando, entretanto, que o esquema montado pelo governo do Estado Rio Grande do Sul e os acordos firmados com os movimentos permitirá a tranquilidade no dia do julgamento. 
 
Durante entrevista, Jungmann também defendeu o direito de mobilização dos manifestantes pró e contra o ex-presidente, mas de forma ordeira. “Há lugar para protesto, manifestar opinião, mas dentro da ordem, com respeito às pessoas e à propriedade”, disse.
 
O ministro também criticou as recentes declarações da presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann. Na semana passada, a líder petista afirmou que "para prender Lula, vai ter que prender muita gente, mas, mais do que isso, vai ter que matar gente". Segundo Jungmann, as declarações incitam a desordem e devem ser combatidas pelos órgãos de Justiça. "Quem faz isso evidentemente está incitando a desordem e aí o Ministério Público e Justiça têm que agir. Só entramos em ação quando há colapso", explicou.

sábado, 20 de janeiro de 2018

Outdoors em Porto Alegre pedem ‘Lula na cadeia’

Cerca de 30 outdoors com dizeres pedindo “Lula na cadeia” foram instalados em avenidas de grande circulação de Porto Alegre e outras cidades da região metropolitana. Os cartazes são assinados pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e pelo Vem Pra Rua. 

Iria Cabreira, uma das coordenadoras do Vem Pra Rua no Rio Grande do Sul, explica que a campanha é um ato de apoio ao Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), “que tem cumprido o seu papel”. Lula será julgado pelo TRF-4 no caso do triplex do Guarujá na próxima quarta-feira, 24

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Grupo atira tomates em protesto contra Gilmar Mendes

Fachada do Instituto de Direito de São Paulo após ser atingida por tomates
Um grupo de cerca de dez pessoas protestou contra o ministro do STF Gilmar Mendes na manhã desta segunda-feira (9) em São Paulo.

O grupo jogou tomates na portaria do Instituto de Direito de São Paulo (IDP), onde o ministro fará palestra nesta segunda. Vários carros também foram atingidos. Os manifestantes reclamavam que Gilmar Mendes concedeu liberdade a condenados pela Lava Jato.

"Ei Gilmar, me diz por que você sempre solta seus amigos e os amigos do poder", entoavam os manifestantes.

Os manifestantes também apresentaram uma lista de reivindicações: fim do fundo partidário, fim do financiamento público de campanha, fim da reeleição. Defendiam a impressão do voto na urna eletrônica e a adoção do voto distrital.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Após depor em Curitiba, Lula diz que 'eles não têm vergonha'

Ontem (13), após prestar seu segundo depoimento ao juiz Sérgio Moro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou desafios aos responsáveis pela operação Lava Jato. Sem explicitar a quem se referia, disse que eles "não têm vergonha na cara".

"Sou um cidadão comum. Tenho quatro anos de escolaridade. Tenho curso de Senai. Mas tenho uma coisa que eles não aprenderam a respeitar. Tenho vergonha na cara, vergonha na cara que eles nunca tiveram", discursou.

Sobre um carro de som instalado na praça Generoso Marques, Lula mencionou, por duas vezes, "desafios" aos agentes responsáveis pela Lava Jato. "Agora só quero que a operação Lava Jato, aqui de Curitiba, e o MPF, que é uma instituição que respeito, tenham a coragem de dizer: 'Não temos provas contra Lula, mentimos'", afirmou Lula.

Para, logo depois, lançar um segundo desafio. "Neste momento em que todo mundo denuncia todo mundo, desafio eles a terem coragem de ir às ruas e abraçar cada mulher, cada homem e cada criança". Mais uma vez, Lula disse que "prefere a morte a passar para a História como um mentiroso".

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Desrespeito: Stédile chama Moro de 'merdinha' e 'bundão'

João Pedro Stédile
O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), João Pedro Stédile (foto), chamou juiz da 13ª vara de Curitiba, Sérgio Moro, de “merdinha” e “bundão”. A ofensa foi feita na noite desta terça-feira, 5, durante discurso em São Luís (MA), no ato de encerramento da caravana do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Nordeste.

Stédile xingou o juiz quando falava do novo depoimento que Lula terá prestar a Moro na próxima quarta-feira, 13, no âmbito da ação penal que investiga se o petista recebeu propinas da construtora Odebrecht. “Agora, no dia 13 de setembro, quando aquele merdinha do juiz de Curitiba...”, disse Stédile, sendo aplaudido em seguida. “Não é merdinha, é bundão, do Moro, que não tem moral nenhuma para criminalizar o Lula. Nós dos movimentos populares estaremos em Curitiba para dizer não mexa com Lula que mexe nós.”

Lula cumprimentava algumas pessoas no palanque quando Stédile deu a declaração. Além do ex-presidente, estavam presentes no palanque o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), o senador Humberto Costas (PT-PE) e o deputado Waldir Maranhão (PT do B-MA) e políticos locais.

Responsável pelos casos em primeira instância ligados à Operação Lava Jato, Sérgio Moro é o juiz titular das ações das quais o ex-presidente Lula é alvo. O depoimento da próxima quarta será a segunda vez que Lula e Moro ficam frente a frente. A primeira foi em maio. Na ocasião, movimentos populares, entre eles o MST, fizeram atos nas ruas de Curitiba em apoio ao ex-presidente.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Povo chama Lula de ladrão em caravana fracassada pelo Nordeste

 
 
Ojeriza ao PT - Está feia a coisa para petistas: além do fiasco da caravana de Lula no Nordeste, levantamento da Paraná Pesquisas mostra os brasileiros preferem Michel Temer (19,6%) na presidência que o PT (19,5%).

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

domingo, 16 de julho de 2017

Protesto durante casamento de filha de ministro da Saúde



Ontem (15), cerca de 200 manifestantes fizeram um protesto em frente à Igreja do Rosário, no Centro de Curitiba, onde acontecia o casamento da deputada estadual Maria Victoria (PP), filha da vice-governadora do Paraná, Cida Borghetti e do ministro da saúde Ricardo Barros.

Os manifestantes gritavam palavras de ordem, como "Golpista", "Fora, Temer" e "Fora, Richa", e também atiraram ovos na noiva. Ao todo, foram cerca de quatro horas de mobilização contrária às reformas trabalhista e da Previdência e ao governo Beto Richa. Os convidados do casamento também foram vaiados. Os seguranças particulares do evento usaram guarda-chuvas para evitar que ovos e outros objetos jogados pelos manifestantes atingissem os convidados.

A notícia do casamento ganhou repercussão por causa dos preparativos da festa, marcada para o Palácio Garibaldi. O local teria recebido uma estrutura metálica que teria começado a ser feita sem autorização dos órgãos de controle, já que o prédio é tombado pelo Patrimônio Histórico do Paraná.

A Polícia Militar estava presente, com 14 viaturas, acompanhando o protesto. A assessoria da PM informou que a presença dos policiais foi ocasional, devido à Operação Hermes, que visa aumentar a segurança em ruas do centro de Curitiba.
 Alvo de ovos e objetos, deputada Maria Victória foi escoltada por policiais do Governo do Paraná, do qual sua mãe é vice-governadora.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Vida boa!

Brasileiro é pai d'égua, mesmo! Geralmente, só programa e faz greve nas sextas-feiras, para ter um final de semana prolongado. É como diz José Simão: "nóis sofre, mas nóis goza".

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Protesto por eleições diretas e contra Temer reúne multidão em Copacabana

 
Manifestantes fizeram um protesto ontem (28) contra o presidente da República, Michel Temer (PMDB), e que o substituto para o eventual mandato tampão seja escolhido por eleições diretas. A concentração começou por volta de 11h em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro e o ato durou até cerca de 19h.

Em meio a intensa neblina, manifestantes ocuparam quase uma quadra, fechando as duas pistas da Avenida Atlântica. Muitos ficaram na areia. Artistas, políticos e militantes defenderam a mudança da constituição para permitir eleições presidenciais antes de 2018. A constituição determina que se Michel Temer sair ou for destituído, o congresso tem 30 dias para escolher o substituto por meio de eleição indireta.

Os organizadores não chegaram a um consenso sobre o número de participantes, mas, até a noite, a estimativa de público dos organizadores variou entre 15 mil e 50 mil pessoas. No Rio, a PM não divulga cálculos sobre a quantidade de pessoas que reúnem os protestos.

Artistas também participavam do ato, como Daniel de Oliveira, Sophie Charlotte e Renato Góes.

Às 13h, começou a tocar o Cordão do Bola Preta, tradicional bloco de carnaval do Rio. Algumas versões eram parodiadas, incluindo na letra "Fora Temer" ou "Diretas Já".

"A gente pensou esse ato durante a última manifestação na Cinelândia. Aquela repressão, aquele cenário, fez com que a gente pensasse num ato diferente, que dialogasse com a população. E o 'Diretas Já' é um 'Fora Temer'. A gente espera que isso ecoe pro resto do país", afirmou Ana.

Vários artistas contrários ao presidente tinham shows previstos durante o ato, como Mano Brown, Cordão da Bola Preta, Otto, Maria Gadu, Martn'ália, Pretinho da Serrinha, Teresa Cristina, Digitaldubs e Bnegão, e Pedro Luis. Por volta das 17h, Caetano estava no palco. Ele levantou o público com músicas como "Podres poderes". Ele foi sucedido por Milton Nascimento. Pouco antes, Criolo já tinha se apresentado.
Aqui > Veja a galeria de fotos

sexta-feira, 26 de maio de 2017

PT ajudou no badernaço, diz Claudio Humberto

 
Paulo Rocha, Lindbergh e Humberto
Na véspera do protesto que virou badernaço em Brasília, um grupo de senadores do PT foi ao Palácio do Buriti, sede do governo do Distrito Federal, pedir ao governador Rodrigo Rollemberg para que a Polícia Militar não vistoriasse ônibus chegando a Brasília com manifestantes. Rollemberg respondeu aos senadores Paulo Rocha (PA), Lindbergh Farias (PE) e Humberto Costa (PE) que não poderia atender o pedido. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Após a destruição em Brasília, a suspeita agora é que a cúpula do PT sabia que haveria o badernaço, marcado para o dia seguinte.

Apesar da decisão do governador de manter a vistoria, porretes, armas brancas, bombas, escudos etc. passaram pela “peneira” da PM.
A firma é rica
Cerca de 900 ônibus levaram 40 mil a Brasília. De Brasília mesmo, apenas 5 mil. “Mortadela” ferido pelos próprios manifestantes contou no Hospital de Base de Brasília haver embolsado cachê de R$360.
Leia também> Esplanada tem prejuízo milionário com depredação 

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Zé Dirceu chega a Brasília e é chamado de ‘ladrão’

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu chegou na noite de ontem, 4, ao prédio onde mora, em Brasília, e foi hostilizado por cerca de 50 manifestantes do movimento #NasRuas e por moradores da vizinhança. Alguns deles invadiram a garagem do prédio e deram socos no carro que transportava o petista.

Quinze policiais militares contiveram com spray de pimenta os manifestantes, que gritavam “Fora, Dirceu!”, “Dirceu ladrão, seu lugar é na prisão!” e “Supremo Tribunal, vergonha nacional”.Um boneco inflável de 13 metros do ministro do Supremo Ricardo Lewandowski foi estrategicamente posicionado na entrada da garagem do prédio, no bairro Sudoeste. Lewandowski foi um dos que votaram pela revogação da prisão preventiva de Dirceu, ao lado dos colegas de Corte Dias Toffoli e Gilmar Mendes.Moradores bateram panelas e motoristas simpáticos ao protesto fizeram um “buzinaço”.
“O Supremo tem uma série de processos parados. Por que soltar justamente um bandido reincidente?”, afirmou Carla Zambelli, porta-voz do movimento #NasRuas.

Condenado a 32 anos e um mês de prisão, em duas ações da Lava Jato, Dirceu ganhou habeas corpus do STF na quarta-feira. Antes de seguir para Brasília, com parada em São Paulo, passou na casa do advogado Daniel Godoy, em Curitiba. Estava com tornozeleira eletrônica, mas disse já ter se acostumado com ela.

Na capital paulista, tomou café da manhã com os filhos Joana e Zeca Dirceu, deputado, e com o amigo Breno Altman. Ali, revelou o medo de não ficar muito tempo em liberdade.

As seis exigências de Moro para Dirceu recorrer em liberdade
Clique na imagem para aumentá-la

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Protestos contra e a favor de Dirceu

Em meio a protestos contra e a favor, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu deixou na tarde de ontem o Complexo Médico Penal, na Região Metropolitana de Curitiba (foto), e foi direto ao prédio da Justiça Federal, no centro, para colocar a tornozeleira eletrônica. O petista chegou ao local a bordo de uma viatura da Polícia Federal e foi recebido aos gritos de “ladrão” e “guerreiro do povo brasileiro” por manifestantes que se dividiam entre os favoráveis e os contrários à sua libertação. Depois, retirou-se no carro do advogado. 

terça-feira, 2 de maio de 2017

Centrais sindicais ameaçam greve de 2 dias e ‘invasão’ de Brasília

Ato político na Avenida Paulista em comemoração ao dia do Trabalhador, em São Paulo
As principais centrais sindicais do país divulgaram ontem Dia do Trabalhador, uma nota conjunta sinalizando com uma nova greve geral, desta vez de dois dias, e uma “invasão de trabalhadores” a Brasília para pressionar o Congresso a não aprovar as reformas trabalhista e da Previdência.

“O dia 28 de abril de 2017 entrará para a história do povo brasileiro como o dia em que a maioria esmagadora dos trabalhadores disse não à PEC [proposta de emenda constitucional] 287 [da reforma da Previdência], que destrói o direito à aposentadoria, não ao projeto de lei 6.787 [da reforma trabalhista], que rasga a CLT [Consolidação das Leis do Trabalho], e não à lei 4.302, que permite a terceirização de todas as atividades de uma empresa”, dizem as centrais no documento.

O documento, assinado pela CUT, CTB, CSB, UGT, Força Sindical e Nova Central, foi intitulado “A greve do 28 de abril continua” e foi lida em todos os eventos deste 1º de Maio. As centrais sindicais voltarão a se reunir nesta semana para discutir as próximas ações.

No dia da greve geral, Temer, em vídeo, disse que as manifestações “ocorreram livremente em todo o país”, mas que isso não o faria desistir das reformas e que a discussão deveria ser tratada na “arena adequada, que é o Congresso Nacional”.

“Não aceitamos a reforma trabalhista como está. E vamos para a Câmara. E vamos para o governo. Se o governo Temer quiser negociar a partir de amanhã, nós estamos dispostos a negociar. Agora, se não abrir negociação, se não discutir com centrais, se não mudar essa proposta, vamos parar o Brasil novamente”, disse Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical e deputado federal pelo Solidariedade-SP – ele integra a base do governo. “Quem sabe a gente consiga fazer com que Brasília ouça as vozes das ruas”, disse.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Cadê o povo? Cadê os trabalhadores? É só bagunça promovida pela CUT.

A greve dos pneus está em toda a imprensa.-, diz o site "O Antagonista"
No G1:


Na Veja:


No Estadão:

Manifestação contra Grupo Y. Yamada

Trabalhadores das lojas Yamada interditaram na tarde desta quinta-feira (27) uma parte da pista da avenida Governador José Malcher no bairro de São Brás, em Belém, durante um protesto contra a empresa. 

Os funcionários alegam que a empresa está atrasando o pagamentos de salários e de depósitos do FGTS. Os manifestantes alegam ainda irregularidades no cumprimento e nos pagamentos relativos às férias.(Ormnews)

Deste blog:
No ano passado, quando surgiram as primeiras notícias sobre a decadência do Grupo Y. Yamada, inclusive a venda de suas lojas, a empresa publicou nas redes sociais e em jornais, rádios e televisões de Belém, o seguinte: