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sexta-feira, 1 de março de 2019
terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
Jogar a Igreja Católica no balaio de adversários não é prudente nem bom negócio
Por Eliane Cantanhêde/No Estadão
Razões para animosidade até há, mas alguém pode explicar por que, raios, o governo Bolsonaro precisava abrir mais um flanco e mirar na secular e poderosa Igreja Católica? Logo quando precisa concentrar energias e ampliar o leque de aliados para aprovar a reforma da Previdência e o pacote anticorrupção?
É verdade que o “clero progressista” – as Comunidades Eclesiais de Base, o Cimi e as comissões pastorais (Carcerária, da Terra, da Criança...) – manteve relações conflituosas com os militares e próximas com as esquerdas. O PT, aliás, foi criado em 1980 com base em sindicatos, universidades e setores da Igreja.
Daí o governo abrir uma guerra com bispos e padres não é prudente, nem um bom negócio. A Igreja Católica pode não estar no seu melhor momento, com suspeitas, denúncias e perda de fiéis para as denominações evangélicas, mas ainda é... a Igreja Católica. Está em toda parte, tem ramificação, tem eco, tem contato direto com as populações mais distantes e mais desamparadas pelo Estado. E canais no exterior.
A investida do Planalto contra a CNBB fica pior ainda porque Bolsonaro se rebatizou, foi eleito com apoio maciço dos evangélicos e até nomeou a pastora Damares Alves para um ministério fortemente social. A sensação é de que, além de optar por uma religião, em detrimento da outra, há uma tentativa de jogar católicos e evangélicos uns contra os outros.
Para piorar, setores de inteligência do governo parecem confundir e embolar bispos progressistas e padres que atuam na ponta com ambientalistas e indigenistas num mesmo saco de esquerda e de oposição.
Pela excelente manchete de Tânia Monteiro, no Estado, o que acendeu a luz amarela do Planalto foram relatórios da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) alertando para a possibilidade de os inimigos do governo aproveitarem o Sínodo da Amazônia, no Vaticano, em outubro, como plataforma para criticar o governo Bolsonaro e ganhar espaço na mídia internacional – que, vale lembrar, tem sido muito refratária a Bolsonaro desde a campanha.
Em nota, o GSI, ao qual a Abin é vinculada, diz que alguns temas do Sínodo “tratam de aspectos que afetam, de certa forma, a soberania nacional” e encerra avisando: “cabe ao Brasil cuidar da Amazônia brasileira”.
Todo cuidado é pouco, porém, para não multiplicar os fantasmas. O governo já trata o Itamaraty, a mídia, o Coaf, as ONGs, as universidades e as escolas, além dos ambientalistas e indigenistas... como inimigos. Aliás, como esquerdistas ávidos para destruir os valores cristãos do Ocidente e, junto com eles, o próprio governo brasileiro.
É assim, criando fantasmas e inimigos comuns, que o bolsonarismo vai alimentando seu “braço armado” na internet, que atira para todo lado, indiscriminadamente. Não viu, não ouviu, não leu ou não entendeu nada, mas já não gostou. Incluir a Igreja Católica nesse balaio para quê?
Por Eliane Cantanhêde/No Estadão
Razões para animosidade até há, mas alguém pode explicar por que, raios, o governo Bolsonaro precisava abrir mais um flanco e mirar na secular e poderosa Igreja Católica? Logo quando precisa concentrar energias e ampliar o leque de aliados para aprovar a reforma da Previdência e o pacote anticorrupção?
É verdade que o “clero progressista” – as Comunidades Eclesiais de Base, o Cimi e as comissões pastorais (Carcerária, da Terra, da Criança...) – manteve relações conflituosas com os militares e próximas com as esquerdas. O PT, aliás, foi criado em 1980 com base em sindicatos, universidades e setores da Igreja.
Daí o governo abrir uma guerra com bispos e padres não é prudente, nem um bom negócio. A Igreja Católica pode não estar no seu melhor momento, com suspeitas, denúncias e perda de fiéis para as denominações evangélicas, mas ainda é... a Igreja Católica. Está em toda parte, tem ramificação, tem eco, tem contato direto com as populações mais distantes e mais desamparadas pelo Estado. E canais no exterior.
A investida do Planalto contra a CNBB fica pior ainda porque Bolsonaro se rebatizou, foi eleito com apoio maciço dos evangélicos e até nomeou a pastora Damares Alves para um ministério fortemente social. A sensação é de que, além de optar por uma religião, em detrimento da outra, há uma tentativa de jogar católicos e evangélicos uns contra os outros.
Para piorar, setores de inteligência do governo parecem confundir e embolar bispos progressistas e padres que atuam na ponta com ambientalistas e indigenistas num mesmo saco de esquerda e de oposição.
Pela excelente manchete de Tânia Monteiro, no Estado, o que acendeu a luz amarela do Planalto foram relatórios da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) alertando para a possibilidade de os inimigos do governo aproveitarem o Sínodo da Amazônia, no Vaticano, em outubro, como plataforma para criticar o governo Bolsonaro e ganhar espaço na mídia internacional – que, vale lembrar, tem sido muito refratária a Bolsonaro desde a campanha.
Em nota, o GSI, ao qual a Abin é vinculada, diz que alguns temas do Sínodo “tratam de aspectos que afetam, de certa forma, a soberania nacional” e encerra avisando: “cabe ao Brasil cuidar da Amazônia brasileira”.
Todo cuidado é pouco, porém, para não multiplicar os fantasmas. O governo já trata o Itamaraty, a mídia, o Coaf, as ONGs, as universidades e as escolas, além dos ambientalistas e indigenistas... como inimigos. Aliás, como esquerdistas ávidos para destruir os valores cristãos do Ocidente e, junto com eles, o próprio governo brasileiro.
É assim, criando fantasmas e inimigos comuns, que o bolsonarismo vai alimentando seu “braço armado” na internet, que atira para todo lado, indiscriminadamente. Não viu, não ouviu, não leu ou não entendeu nada, mas já não gostou. Incluir a Igreja Católica nesse balaio para quê?
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
Papa reconhece abusos sexuais de padres e bispos contra freiras
O papa Francisco, cujo pontificado tem sido marcado por esforços para pôr fim a uma crise global de abuso sexual de crianças por clérigos católicos, disse ontem, 5, estar comprometido a acabar com o abuso de freiras por parte de bispos, alguns dos quais têm usado as mulheres como escravas sexuais.
Francisco fez os comentários a bordo do avião papal, retornando de Abu Dhabi, em resposta à pergunta de um repórter sobre um artigo publicado na semana passada em uma revista mensal do jornal L’Osservatore Romano. O assunto era justamente o abuso de freiras na Igreja Católica.
Recentemente, cada vez mais freiras, encorajadas pelo movimento Me Too, têm denunciado abusos que sofreram nas mãos de padres e bispos. No ano passado, a União Internacional de Superioras Gerais, que representa mais de 500 mil freiras católicas, pediu que suas integrantes denunciassem casos de abuso. “É verdade… há padres e até bispos que fizeram isso. Eu acho que ainda está acontecendo, porque uma coisa não acaba simplesmente porque nos tornamos cientes dela”, disse Francisco.
“Nós temos trabalhado nisso há bastante tempo. Nós temos suspendido alguns padres por isso”, disse, acrescentando que o Vaticano está no processo de fechar uma ordem religiosa feminina por casos de abuso sexual e corrupção. Francisco não identificou a ordem. “Eu não posso dizer ‘Isso não acontece na minha casa’. É verdade. Nós precisamos fazer mais? Sim. Estamos dispostos? Sim”, disse.
O pontífice lamentou os ataques a mulheres e disse que a humanidade não amadureceu e ainda considera a mulher como “um ser de segunda classe”. “É uma coisa que vem de muito tempo.”
Francisco disse que o papa emérito Bento XVI acabou com uma ordem religiosa de mulheres pouco depois de ser eleito papa em 2005 “porque a escravidão havia se tornado parte (da ordem), até a escravidão sexual por parte de padres e do fundador”. O papa não identificou o grupo, mas o porta-voz do Vaticano, Alessandro Gisotti, disse que era uma ordem francesa.
Antes de se tornar papa, o cardeal Joseph Ratzinger comandava a Congregação para a Doutrina da Fé, o departamento do Vaticano que passou a investigar casos de abuso sexual, durante o pontificado de João Paulo II. “O então cardeal Ratzinger queria investigar a ordem religiosa onde mulheres estavam sendo abusadas, mas foi impedido.” Francisco evitou dizer quem interrompeu o inquérito. “Após se tornar papa, ele reabriu a investigação e fechou a ordem.”
Encontro
Entre os dias 21 e 24, acontece no Vaticano um encontro do papa com os presidentes das conferências episcopais – incluindo a brasileira CNBB –, para abordar o abuso sexual. “Se rezará, haverá alguns testemunhos e alguma liturgia penitencial para pedir perdão por toda a Igreja”, adiantou, na semana passada, destacando a necessidade de uma “catequese” sobre o tema aos bispos. “Recebo regularmente pessoas vítimas de abuso. Recordo de uma pessoa: 40 anos sem poder rezar. É terrível.”
O papa Francisco, cujo pontificado tem sido marcado por esforços para pôr fim a uma crise global de abuso sexual de crianças por clérigos católicos, disse ontem, 5, estar comprometido a acabar com o abuso de freiras por parte de bispos, alguns dos quais têm usado as mulheres como escravas sexuais.
Francisco fez os comentários a bordo do avião papal, retornando de Abu Dhabi, em resposta à pergunta de um repórter sobre um artigo publicado na semana passada em uma revista mensal do jornal L’Osservatore Romano. O assunto era justamente o abuso de freiras na Igreja Católica.
Recentemente, cada vez mais freiras, encorajadas pelo movimento Me Too, têm denunciado abusos que sofreram nas mãos de padres e bispos. No ano passado, a União Internacional de Superioras Gerais, que representa mais de 500 mil freiras católicas, pediu que suas integrantes denunciassem casos de abuso. “É verdade… há padres e até bispos que fizeram isso. Eu acho que ainda está acontecendo, porque uma coisa não acaba simplesmente porque nos tornamos cientes dela”, disse Francisco.
“Nós temos trabalhado nisso há bastante tempo. Nós temos suspendido alguns padres por isso”, disse, acrescentando que o Vaticano está no processo de fechar uma ordem religiosa feminina por casos de abuso sexual e corrupção. Francisco não identificou a ordem. “Eu não posso dizer ‘Isso não acontece na minha casa’. É verdade. Nós precisamos fazer mais? Sim. Estamos dispostos? Sim”, disse.
O pontífice lamentou os ataques a mulheres e disse que a humanidade não amadureceu e ainda considera a mulher como “um ser de segunda classe”. “É uma coisa que vem de muito tempo.”
Francisco disse que o papa emérito Bento XVI acabou com uma ordem religiosa de mulheres pouco depois de ser eleito papa em 2005 “porque a escravidão havia se tornado parte (da ordem), até a escravidão sexual por parte de padres e do fundador”. O papa não identificou o grupo, mas o porta-voz do Vaticano, Alessandro Gisotti, disse que era uma ordem francesa.
Antes de se tornar papa, o cardeal Joseph Ratzinger comandava a Congregação para a Doutrina da Fé, o departamento do Vaticano que passou a investigar casos de abuso sexual, durante o pontificado de João Paulo II. “O então cardeal Ratzinger queria investigar a ordem religiosa onde mulheres estavam sendo abusadas, mas foi impedido.” Francisco evitou dizer quem interrompeu o inquérito. “Após se tornar papa, ele reabriu a investigação e fechou a ordem.”
Encontro
Entre os dias 21 e 24, acontece no Vaticano um encontro do papa com os presidentes das conferências episcopais – incluindo a brasileira CNBB –, para abordar o abuso sexual. “Se rezará, haverá alguns testemunhos e alguma liturgia penitencial para pedir perdão por toda a Igreja”, adiantou, na semana passada, destacando a necessidade de uma “catequese” sobre o tema aos bispos. “Recebo regularmente pessoas vítimas de abuso. Recordo de uma pessoa: 40 anos sem poder rezar. É terrível.”
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
O beijo do Papa bomba na internet
Era apenas para ser uma viagem (importante, diga-se) do papa Francisco aos Emirados Árabes Unidos, de ampla maioria muçulmana, em busca de paz no Oriente Médio. É a primeira vez na história que um líder máximo do catolicismo visita a região. Mas o que chamou mais a atenção na visita até o momento foi uma foto pouco abonadora para ele.
Na segunda (4), em um dos compromissos em Abu Dhabi, uma das principais cidades dos Emirados Árabes, o papa se encontrou com o imã egípcio Ahmed al-Tayeb. Os dois líderes religiosos assinaram uma declaração a favor da paz mundial, pedindo o fim das guerras no Oriente Médio.
Após a assinatura do documento, os dois se cumprimentaram. Uma foto tirada do momento sugere um beijo na boca.
Na verdade, os líderes religiosos não se beijaram na boca, e sim no rosto.
Era apenas para ser uma viagem (importante, diga-se) do papa Francisco aos Emirados Árabes Unidos, de ampla maioria muçulmana, em busca de paz no Oriente Médio. É a primeira vez na história que um líder máximo do catolicismo visita a região. Mas o que chamou mais a atenção na visita até o momento foi uma foto pouco abonadora para ele.
Na segunda (4), em um dos compromissos em Abu Dhabi, uma das principais cidades dos Emirados Árabes, o papa se encontrou com o imã egípcio Ahmed al-Tayeb. Os dois líderes religiosos assinaram uma declaração a favor da paz mundial, pedindo o fim das guerras no Oriente Médio.
Após a assinatura do documento, os dois se cumprimentaram. Uma foto tirada do momento sugere um beijo na boca.
Na verdade, os líderes religiosos não se beijaram na boca, e sim no rosto.
sábado, 2 de fevereiro de 2019
O Dia de Iemanjá é comemorado hoje (2)
Iemanjá, também conhecida como "Rainha do Mar" é um orixá africano feminino, e faz parte da religião do candomblé e de outras religiões afro-brasileiras.
É considerada padroeira dos pescadores, jangadeiros e marinheiros.
Igualmente, protetora dos lares, das crianças, gestantes e invocada na hora do parto e por todos que desejam ser felizes no casamento.
O Dia de Iemanjá é a maior festa em honra a este orixá, quando milhares de pessoas se vestem de branco e vão às praias depositar oferendas, como espelhos, joias, comidas, perfumes e outros objetos.
Iemanjá, também conhecida como "Rainha do Mar" é um orixá africano feminino, e faz parte da religião do candomblé e de outras religiões afro-brasileiras.
É considerada padroeira dos pescadores, jangadeiros e marinheiros.
Igualmente, protetora dos lares, das crianças, gestantes e invocada na hora do parto e por todos que desejam ser felizes no casamento.
O Dia de Iemanjá é a maior festa em honra a este orixá, quando milhares de pessoas se vestem de branco e vão às praias depositar oferendas, como espelhos, joias, comidas, perfumes e outros objetos.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
Pense nisto
Muita gente, só quando estiver prestando contas de sua vida lá em cima, "Vai lembrar que um dia existiu/ alguém que só carinho pediu/ e você fez questão de não dar/ fez questão de negar...", como diz a modinha cantada pela saudosa Maysa. Aí, já será tarde demais para se arrepender do seu desamor pelo próximo aqui na terra.
Muita gente, só quando estiver prestando contas de sua vida lá em cima, "Vai lembrar que um dia existiu/ alguém que só carinho pediu/ e você fez questão de não dar/ fez questão de negar...", como diz a modinha cantada pela saudosa Maysa. Aí, já será tarde demais para se arrepender do seu desamor pelo próximo aqui na terra.
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
Papa defende educação sexual nas escolas
Questionado sobre a importância da educação sexual para crianças e jovens nas escolas, o papa Francisco não se esquivou e surpreendeu a muitos com sua resposta, durante coletiva de imprensa realizada domingo (28), logo após retornar do Panamá, onde participou da Jornada Mundial da Juventude.
Francisco defendeu que as escolas realizem a educação sexual objetiva dos alunos, ao responder um questionamento de um dos 70 jornalistas sobre a gravidez precoce em alguns países do continente americano e a ausência dessa disciplina nos colégios do Panamá.
"Creio que nas escolas é preciso dar educação sexual. Sexo é um dom de Deus. Não é um monstro. É o dom de Deus para amar e se alguém o usa para ganhar dinheiro ou explorar o outro, é um problema diferente. Precisamos oferecer uma educação sexual objetiva, como é, sem colonização ideológica", explicou.
O pontífice também afirmou que é importante escolher bem os professores que abordarão o assunto e que o ideal seria o debate começar em casa, entre as crianças e os pais, embora tenha lembrado que, devido ao contexto mundial, isso nem sempre é possível.
"Nem sempre é possível por causa de muitas situações familiares, ou porque não sabem como fazê-lo. A escola compensa isso e deve fazê-lo, caso contrário, resta um vazio que é preenchido por qualquer ideologia", disse.
Francisco também falou sobre o aborto ao ser indagado sobre a sua mensagem de misericórdia para o sofrimento das mulheres nesta situação. Segundo ele, "a mensagem da misericórdia é para todos".
Questionado sobre a importância da educação sexual para crianças e jovens nas escolas, o papa Francisco não se esquivou e surpreendeu a muitos com sua resposta, durante coletiva de imprensa realizada domingo (28), logo após retornar do Panamá, onde participou da Jornada Mundial da Juventude.
Francisco defendeu que as escolas realizem a educação sexual objetiva dos alunos, ao responder um questionamento de um dos 70 jornalistas sobre a gravidez precoce em alguns países do continente americano e a ausência dessa disciplina nos colégios do Panamá.
"Creio que nas escolas é preciso dar educação sexual. Sexo é um dom de Deus. Não é um monstro. É o dom de Deus para amar e se alguém o usa para ganhar dinheiro ou explorar o outro, é um problema diferente. Precisamos oferecer uma educação sexual objetiva, como é, sem colonização ideológica", explicou.
O pontífice também afirmou que é importante escolher bem os professores que abordarão o assunto e que o ideal seria o debate começar em casa, entre as crianças e os pais, embora tenha lembrado que, devido ao contexto mundial, isso nem sempre é possível.
"Nem sempre é possível por causa de muitas situações familiares, ou porque não sabem como fazê-lo. A escola compensa isso e deve fazê-lo, caso contrário, resta um vazio que é preenchido por qualquer ideologia", disse.
Francisco também falou sobre o aborto ao ser indagado sobre a sua mensagem de misericórdia para o sofrimento das mulheres nesta situação. Segundo ele, "a mensagem da misericórdia é para todos".
domingo, 20 de janeiro de 2019
quarta-feira, 2 de janeiro de 2019
O Papa e a política
O papa Francisco afirmou ontem que "a política não é reservada apenas aos governantes" durante a primeira bênção do Angelus de 2019 no Vaticano.
"Nós não achamos que a política é reservada apenas para os governantes", afirmou o papa no primeiro dia do ano, que também celebra o 52º Dia Mundial da Paz.
"Somos todos responsáveis pela vida da cidade, pelo bem comum e a política é boa na medida em que cada u contribui com sua parte para o serviço da paz", acrescentou o pontífice argentio no balcão do Palácio do Vaticano que dá para a praça de São Pedro.
O tema escolhido este ano para a 52ª edição do Dia Mundial da Paz é "a boa política deve estar a serviço da paz".
Neste dia, promovido pelo Papa Paulo VI, o pontífice aproveita e oportunidade para enviar uma mensagem sobre a paz aos líderes mundiais.
"Nós não achamos que a política é reservada apenas para os governantes", afirmou o papa no primeiro dia do ano, que também celebra o 52º Dia Mundial da Paz.
"Somos todos responsáveis pela vida da cidade, pelo bem comum e a política é boa na medida em que cada u contribui com sua parte para o serviço da paz", acrescentou o pontífice argentio no balcão do Palácio do Vaticano que dá para a praça de São Pedro.
O tema escolhido este ano para a 52ª edição do Dia Mundial da Paz é "a boa política deve estar a serviço da paz".
Neste dia, promovido pelo Papa Paulo VI, o pontífice aproveita e oportunidade para enviar uma mensagem sobre a paz aos líderes mundiais.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2018
Papa Francisco condena a ganância do ser humano e o acúmulo de bens
Ao rezar a Missa do Galo, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, o papa Francisco condenou a ganância e o acúmulo de bens. Ele ressaltou que o nascimento de Jesus Cristo leva à reflexão sobre um novo modelo de vida baseado no compartilhamento, na doação e, sobretudo, no fim da ganância.
Segundo o pontífice, o homem “se tornou ganancioso e voraz”. De acordo com ele, muitos acreditam que o sentido da vida se sustenta em acumular bens. “É o momento decisivo para mudar o curso da história”, advertiu o papa.
O papa Francisco fez um chamamento para cada um mude a história por meio de si mesmo. “Mude a história a partir de cada um de nós”, disse. “O centro da vida não é mais o meu eu faminto e egoísta, mas aquele que nasce e vive por amor.”
De acordo com o pontífice, todos devem se perguntar sobre seu modo de vida e o que transformar para melhor. “[Será que] eu realmente preciso de muitas coisas, receitas complicadas para viver? “Posso fazer sem muitos contornos supérfluos, para escolher uma vida mais simples?”, sugeriu.
O papa Francisco ressaltou ainda que Cristo “não gosta” de preguiçosos nem sedentários. “O Senhor ama ser esperado e não pode ser esperado no sofá, dormindo. De fato, os pastores se movem: eles foram sem demora.”
O pontífice falou ainda sobre respeito às diferenças. Francisco pediu “fraternidade entre pessoas com idéias diferentes, mas capazes de respeitar e ouvir umas às outras”.
“Amor, aceitação, respeito por esta pobre humanidade nossa, que todos nós compartilhamos em uma grande variedade de raças, línguas e culturas. Nossas diferenças, então, não são um prejuízo ou um perigo; são uma fonte de riqueza”, afirmou o papa.
O papa Francisco pediu a retomada do diálogo entre israelenses e palestinos para “empreender uma jornada de paz que ponha fim a um conflito que por mais de 70 anos dilacerou a terra escolhida pelo Senhor para mostrar sua face de amor”. Ele pediu à comunidade internacional que trabalhe por uma solução política na Síria e disse esperar que uma trégua negociada na guerra civil do Iêmen traga alívio para uma população exaurida pela violência e pela fome.
Durante a missa, Francisco pediu a harmonia social na Nicarágua e na Venezuela, que sofrem com conflitos políticos internos. A crise econômica na Venezuela levou milhares de venezuelanos a buscarem abrigo no Brasil, em busca de condições melhores, o que levou a uma nova crise em Roraima, porta de entrada dos imigrantes.
O pontífice lembrou ainda dos africanos que migram de seus países em busca de condições melhores e do conflito entre Ucrânia e Rússia. (Com informações da Agência Brasil e da FolhaPress)
Segundo o pontífice, o homem “se tornou ganancioso e voraz”. De acordo com ele, muitos acreditam que o sentido da vida se sustenta em acumular bens. “É o momento decisivo para mudar o curso da história”, advertiu o papa.
O papa Francisco fez um chamamento para cada um mude a história por meio de si mesmo. “Mude a história a partir de cada um de nós”, disse. “O centro da vida não é mais o meu eu faminto e egoísta, mas aquele que nasce e vive por amor.”
De acordo com o pontífice, todos devem se perguntar sobre seu modo de vida e o que transformar para melhor. “[Será que] eu realmente preciso de muitas coisas, receitas complicadas para viver? “Posso fazer sem muitos contornos supérfluos, para escolher uma vida mais simples?”, sugeriu.
O papa Francisco ressaltou ainda que Cristo “não gosta” de preguiçosos nem sedentários. “O Senhor ama ser esperado e não pode ser esperado no sofá, dormindo. De fato, os pastores se movem: eles foram sem demora.”
O pontífice falou ainda sobre respeito às diferenças. Francisco pediu “fraternidade entre pessoas com idéias diferentes, mas capazes de respeitar e ouvir umas às outras”.
“Amor, aceitação, respeito por esta pobre humanidade nossa, que todos nós compartilhamos em uma grande variedade de raças, línguas e culturas. Nossas diferenças, então, não são um prejuízo ou um perigo; são uma fonte de riqueza”, afirmou o papa.
O papa Francisco pediu a retomada do diálogo entre israelenses e palestinos para “empreender uma jornada de paz que ponha fim a um conflito que por mais de 70 anos dilacerou a terra escolhida pelo Senhor para mostrar sua face de amor”. Ele pediu à comunidade internacional que trabalhe por uma solução política na Síria e disse esperar que uma trégua negociada na guerra civil do Iêmen traga alívio para uma população exaurida pela violência e pela fome.
Durante a missa, Francisco pediu a harmonia social na Nicarágua e na Venezuela, que sofrem com conflitos políticos internos. A crise econômica na Venezuela levou milhares de venezuelanos a buscarem abrigo no Brasil, em busca de condições melhores, o que levou a uma nova crise em Roraima, porta de entrada dos imigrantes.
O pontífice lembrou ainda dos africanos que migram de seus países em busca de condições melhores e do conflito entre Ucrânia e Rússia. (Com informações da Agência Brasil e da FolhaPress)
sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
Papa pede para que padres pedófilos se entreguem à Justiça
Em sua tradicional mensagem de Natal à Cúria realizada nesta sexta-feira, 21, o papa Francisco pediu para os padres que abusaram sexualmente de menores se entreguem à Justiça.
"Àqueles que abusam de menores, eu diria isto: convertam-se e se entreguem à Justiça humana, e se preparem para a justiça divina", disse Francisco.
Em discurso, o pontífice reconheceu que a Igreja cometeu erros graves no passado e que tratou muitos casos de abusos sexuais sem a devida seriedade e rapidez.
" A Igreja nunca mais vai esconder ou subestimar os casos de abusos sexuais de menores cometidos pelos padres". Ele prometeu fazer dos "erros passados oportunidades para eliminar este flagelo" tanto da instituição quanto da sociedade em geral.
"Que fique claro que, diante destas abominações, a Igreja não poupará esforços para fazer todo o necessário para levar à Justiça todo aquele que tiver cometido tais crimes. A Igreja jamais tentará silenciar ou não encarar seriamente nenhum caso", afirmou.
Francisco convocou para uma reunião extraordinária, entre os dias 21 e 24 de fevereiro, os chefes de cerca de 110 conferências nacionais de bispos católicos e dezenas de especialistas e líderes de ordens religiosas ao Vaticano para tratar de abusos sexuais./ EFE e REUTERS
Em sua tradicional mensagem de Natal à Cúria realizada nesta sexta-feira, 21, o papa Francisco pediu para os padres que abusaram sexualmente de menores se entreguem à Justiça.
"Àqueles que abusam de menores, eu diria isto: convertam-se e se entreguem à Justiça humana, e se preparem para a justiça divina", disse Francisco.
Em discurso, o pontífice reconheceu que a Igreja cometeu erros graves no passado e que tratou muitos casos de abusos sexuais sem a devida seriedade e rapidez.
" A Igreja nunca mais vai esconder ou subestimar os casos de abusos sexuais de menores cometidos pelos padres". Ele prometeu fazer dos "erros passados oportunidades para eliminar este flagelo" tanto da instituição quanto da sociedade em geral.
"Que fique claro que, diante destas abominações, a Igreja não poupará esforços para fazer todo o necessário para levar à Justiça todo aquele que tiver cometido tais crimes. A Igreja jamais tentará silenciar ou não encarar seriamente nenhum caso", afirmou.
Francisco convocou para uma reunião extraordinária, entre os dias 21 e 24 de fevereiro, os chefes de cerca de 110 conferências nacionais de bispos católicos e dezenas de especialistas e líderes de ordens religiosas ao Vaticano para tratar de abusos sexuais./ EFE e REUTERS
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
É bom saber...
Na Igreja Matriz de Santarém estão sepultados três bispos: Dom Amando
Bahlmann que morreu em 1939 na Itália e teve seus restos mortais
trazidos para a catedral em 1952; Dom Tiago Ryan, falecido em 2002; e
Dom Lino Vombömmel.
Círio de Nossa Senhora da Conceição
De acordo com o Corpo de Bombeiros, 143 mil pessoas participaram do Círio este ano, em Santarém. A imagem da santa foi trasladada da igreja Matriz para a igreja de São
Sebastião na noite de sábado (24). E como de costume, ontem (25) a romaria
saiu da igreja às 7h, depois da missa de abertura presidida pelo bispo
Dom Flávio Giovenale.
domingo, 25 de novembro de 2018
sábado, 24 de novembro de 2018
Nossa Senhora da Conceição:
Amanhã, domingo (25), conduzida nos ombros do Teu povo, contemplarás, mais uma vez, os recantos dessa Santarém que te ama. Verás, também, no semblante de cada católico, de cada romeiro, a ansiedade, a Fé inabalável em Ti, Virgem Santa, implorando a Tua proteção, a Tua ajuda.
Amanhã, domingo (25), conduzida nos ombros do Teu povo, contemplarás, mais uma vez, os recantos dessa Santarém que te ama. Verás, também, no semblante de cada católico, de cada romeiro, a ansiedade, a Fé inabalável em Ti, Virgem Santa, implorando a Tua proteção, a Tua ajuda.
Há necessidade, sim, Mãe
imaculada, da Tua intercessão para que acabem os sofrimentos de milhares
de pessoas que não dispõem das mínimas condições para viver com
dignidade, que enfrentam problemas de toda ordem, sem emprego, sem renda, enfim, pobres até de esperanças de dias melhores.
Abençoa, Senhora da Conceição, as autoridades, as instituições e o povo
desta "Santarém do meu coração/ terra mimosa, de paz e sonhos de amor/
do meu Tapajós azul/ azul como o céu".
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
Ajuda-nos, Mãe Santissima
Como aprendiz de poeta, escrevi estes versinhos para demonstrar que
Santarém e o seu povo amam a sua padroeira. O círio será domingo (25).
“Em fervorosa oração
Gente rica, gente pobre
Com fé e devoção
À Virgem Santa recorre
Gente rica, gente pobre
Com fé e devoção
À Virgem Santa recorre
Pede benção, pede graças
Chora, reza, canta, implora
Mãe querida, livra-nos das desgraças
Queremos paz, todo dia, toda hora
Nossa Senhora da Conceição
Este povo Te ama, Te quer bem
Ajuda-nos, ouve a nossa oração
Abençoa todos nós e a nossa Santarém”
Chora, reza, canta, implora
Mãe querida, livra-nos das desgraças
Queremos paz, todo dia, toda hora
Nossa Senhora da Conceição
Este povo Te ama, Te quer bem
Ajuda-nos, ouve a nossa oração
Abençoa todos nós e a nossa Santarém”
domingo, 18 de novembro de 2018
Papa Francisco defende mais espaços para mulheres na igreja
O papa Francisco pediu que a presença das mulheres seja ampliada "nos diferentes campos de responsabilidade da vida da Igreja em particular, e não só no campo cultural". Ele fez a declaração, durante a cerimônia de entrega do prêmio de pesquisa e ensino da teologia Joseph Ratzinger à teóloga Marianne Schlosser, na manhã de ontem, 17.
“Estou muito contente que o prêmio para a pesquisa e ensino da teologia foi atribuído a uma mulher", ressaltou o papa Francisco.
O líder católico também disse, que "é muito importante que a contribuição das mulheres no campo da pesquisa teológica científica e do ensino da teologia, por muito tempo considerados como territórios quase exclusivos do clero, seja reconhecida cada vez mais".
Para o pontíficie, é necessário "encontrar um espaço mais amplo, coerente com o crescimento da presença feminina nos vários campos de responsabilidade da vida da igreja em particular, e não apenas no campo cultural".
E também explicou, que desde que o papa Paulo VI proclamou Teresa de Ávila e Catarina de Siena doutoras da Igreja, "não há mais dúvidas de que as mulheres podem alcançar os mais altos picos na inteligência da fé",
Fonte: Portal Terra
“Estou muito contente que o prêmio para a pesquisa e ensino da teologia foi atribuído a uma mulher", ressaltou o papa Francisco.
O líder católico também disse, que "é muito importante que a contribuição das mulheres no campo da pesquisa teológica científica e do ensino da teologia, por muito tempo considerados como territórios quase exclusivos do clero, seja reconhecida cada vez mais".
Para o pontíficie, é necessário "encontrar um espaço mais amplo, coerente com o crescimento da presença feminina nos vários campos de responsabilidade da vida da igreja em particular, e não apenas no campo cultural".
E também explicou, que desde que o papa Paulo VI proclamou Teresa de Ávila e Catarina de Siena doutoras da Igreja, "não há mais dúvidas de que as mulheres podem alcançar os mais altos picos na inteligência da fé",
Fonte: Portal Terra
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Círio 2018: Próximas romarias
No domingo (21) vai acontecer a tradicional Romaria das Crianças que deverá percorrer 2,900 km. com a previsão de saída da Praça Santuário às 08h00 da manhã logo após a Santa Missa. Foto: Fernando Sette
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