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sábado, 22 de setembro de 2018
BEM-FEITO
Autor: Ercio Bemerguy, aprendiz de poeta.
Eh, mano, chega mais
Encosta a canoa, vem tomar uma
A “mardita” é da boa, te garanto
Senta neste tamborete, deixa de pavulage
Desembucha logo as novidades lá da cidade
Viestes de lá, eu tô sabendo
O quê? Fostes assaltado?
Égua, a coisa tá feia mesmo
Mas, bem-feito, pra tu deixar de ser besta
Cabôco, como nós, tem fama de otário
Não é tratado como gente
É sempre maltratado e enganado
Por que, então, fostes te meter na farra
Te chamegar com vagabunda do tipo “rupinol”
Taí, ela te vez dormir e afanou o teu dinheirinho
Como é que é? Eu não acredito!
Aquele filho duma égua fez isso?
Não te conheceu e nem te recebeu?
Bem que eu te avisei, abestado
Não mata tua galinha e o porquinho
Pra dar “dicomê”, pra agradar político
Não me ouvistes, estás lembrado?
Fizestes no teu barraco um almoção
E ele encheu o bucho, não foi?
Ele prometeu te ajudar, retribuir a gentileza
E, se fosse eleito, podias contar com ele
E tu acreditastes e votastes nele
Agora, não tem mais jeito...
Fizestes a burrada, então aguenta
E, na eleição deste ano, vota nele, vota...
Eh, mano, chega mais
Encosta a canoa, vem tomar uma
A “mardita” é da boa, te garanto
Senta neste tamborete, deixa de pavulage
Desembucha logo as novidades lá da cidade
Viestes de lá, eu tô sabendo
O quê? Fostes assaltado?
Égua, a coisa tá feia mesmo
Mas, bem-feito, pra tu deixar de ser besta
Cabôco, como nós, tem fama de otário
Não é tratado como gente
É sempre maltratado e enganado
Por que, então, fostes te meter na farra
Te chamegar com vagabunda do tipo “rupinol”
Taí, ela te vez dormir e afanou o teu dinheirinho
Como é que é? Eu não acredito!
Aquele filho duma égua fez isso?
Não te conheceu e nem te recebeu?
Bem que eu te avisei, abestado
Não mata tua galinha e o porquinho
Pra dar “dicomê”, pra agradar político
Não me ouvistes, estás lembrado?
Fizestes no teu barraco um almoção
E ele encheu o bucho, não foi?
Ele prometeu te ajudar, retribuir a gentileza
E, se fosse eleito, podias contar com ele
E tu acreditastes e votastes nele
Agora, não tem mais jeito...
Fizestes a burrada, então aguenta
E, na eleição deste ano, vota nele, vota...
Leitorado
De Márcia Nascimento, de Fortaleza/CE
“Alguém sabe informar se a Festa do Sairé está sendo mostrada em algum canal de televisão? Puxa, sou santarena e lamento que nem isto os promotores do evento divulgam.”
“Alguém sabe informar se a Festa do Sairé está sendo mostrada em algum canal de televisão? Puxa, sou santarena e lamento que nem isto os promotores do evento divulgam.”
Bolsonaro diz ser alvo de “ataques covardes”: “Nunca cogitei volta da CPMF”
O candidato do PSL a presidente, Jair Bolsonaro, escreveu ontem em sua conta no Twitter que votou a favor da revogação da CPMF na Câmara e que jamais cogitou a volta do tributo incidente sobre movimentações financeiras. Esse é o terceiro dia seguido em que o presidenciável se manifesta sobre a proposta de criação de um imposto semelhante ao extinto em 2007, atribuída ao seu guru econômico, o economista Paulo Guedes.
A possibilidade de recriação da CPMF gerou atritos dentro da campanha de Bolsonaro, que alega nunca ter tratado do assunto. Mais cedo, o presidenciável chamou de “covardes” os ataques feitos por seus adversários à sua candidatura.
"Enquanto adversários dedicam seus milhões em campanha a ataques covardes contra nós, o Brasil sofre com 60 mil homicídios por ano, 14 milhões de desempregados, 50 mil estupros. Essa é a diferença. A preocupação deles é com o poder a qualquer custo. A nossa é com o futuro do país!", escreveu.
À noite, depois que seus adversários exploraram o assunto, Bolsonaro voltou às redes para negar a proposta de maneira mais incisiva. “Ignorem essas notícias mal-intencionadas dizendo que pretendemos recriar a CPMF. Querem criar pânico pois estão em pânico com nossa chance de vitória. Ninguém aguenta mais impostos, temos consciência disso.”
A possibilidade de recriação da CPMF gerou atritos dentro da campanha de Bolsonaro, que alega nunca ter tratado do assunto. Mais cedo, o presidenciável chamou de “covardes” os ataques feitos por seus adversários à sua candidatura.
"Enquanto adversários dedicam seus milhões em campanha a ataques covardes contra nós, o Brasil sofre com 60 mil homicídios por ano, 14 milhões de desempregados, 50 mil estupros. Essa é a diferença. A preocupação deles é com o poder a qualquer custo. A nossa é com o futuro do país!", escreveu.
À noite, depois que seus adversários exploraram o assunto, Bolsonaro voltou às redes para negar a proposta de maneira mais incisiva. “Ignorem essas notícias mal-intencionadas dizendo que pretendemos recriar a CPMF. Querem criar pânico pois estão em pânico com nossa chance de vitória. Ninguém aguenta mais impostos, temos consciência disso.”
Ciro boca suja
Ciro Gomes voltou a exercer todo seu vocabulário com os adversários. Desta vez após fazer uma caminhada pelo centro de Goiânia (GO), o pedetista foi surpreendido por um apoiador de Jair Bolsonaro que tentou subir num caminhão de som do partido com uma camisa com o número 17 (referente ao PSL). E não poupou xingamentos.
“Tenham paciência com ele, ele não é culpado de nada. Ele só é vítima desse nazista, f**** da p***”, disse, em referência a Bolsonaro.
“Tenham paciência com ele, ele não é culpado de nada. Ele só é vítima desse nazista, f**** da p***”, disse, em referência a Bolsonaro.
XUXA ROMPE SILÊNCIO SOBRE MARLENE MATTOS E TRAIÇÕES DE PELÉ: ‘ME FEZ COISAS MUITO FEIAS’
Uma Xuxa como raramente se vê. A apresentadora deu uma entrevista a “Caras” argentina na qual, sem papas na língua, fala sobre amores, a decepção com o namorado Pelé e até o rompimento com a ex-empresária Marlene Mattos, assunto quase proibido em sua biografia.
Ela foi enganada
“Me roubaram, fui abusada, mas recuperei minha liberdade”.
Eu nunca soube o que ganhei ou quanto meu show gerou. Eu fui tão inocente que fui muito roubada. Eu nunca soube o quanto ganhei na Argentina. Eu nunca soube o que o canal me pagou e nunca perguntei. Deixei tudo nas mãos de outras pessoas. Eu nunca fiz nada para ganhar mais dinheiro porque nunca me interessei. Me senti usada, abusada”.
Marlene Mattos, desafeto
“Eu amava muito a Marlene, eu a amava e colocava meu amor e meu respeito por ela na frente de qualquer coisa. Não tive com ela uma conexão que não fosse profissional. Se eu tivesse, eu não seria capaz de aguentar (...) Tudo o que ela queria era que eu focasse 100% no meu trabalho. Se eu tivesse me apaixonado por Marlene ou por outra mulher, eu teria dito isso. Uma vez, disseram que eu abusei das paquitas. Tudo mentira! Eu acho que essas coisas foram ditas porque naquela época, nos anos 90, eu não estava com nenhum homem. E se eu não estava com nenhum homem era porque Marlene não deixava”.
Pelé a traiu
“Pelé me fez coisas muito feias. Ele me enganou demais! A ponto de as mulheres com quem ele me traiu estarem no mesmo lugar que eu. E todos sabiam disso. Exceto eu, claro. Ele escreveu um livro e detalhou as mulheres com as quais estava ao mesmo tempo em que estávamos juntos. Pelé também disse que eu era uma ‘amizade colorida’, como se tivéssemos um relacionamento aberto, e juro que nunca soube”.
“Eu lembro que quando Pelé me conheceu, me perguntou se era virgem. Eu disse sim, e ele respondeu que preferia não estar com mulheres virgens. Então, eu que tinha namorado na época, disse a ele que queria deixar de ser virgem e ele não queria. Ele me disse que era amigo do meu irmão, e não era certo. Embora eu tenha perdido a virgindade num carro com um garoto da minha idade, o primeiro relacionamento, o primeiro real e concreto foi com Pelé. Eu nunca tinha visto nenhum homem antes”.
Szafir, o pai de Sasha
“Eu o conheci e tivemos uma história quando eu tinha 24 anos e ele, 19. Eu não poderia continuar o relacionamento, porque não estava confortável com seis anos de diferença. Então, nos encontramos novamente e o convidei para jantar no meu hotel. Ele foi e nos encontramos novamente. Pedi a ele para fazer os testes de AIDS. Quando ele voltou ao Rio, com as análises, confessei que gostaria de estar com ele, mas de vez em quando. Ele aceitou”.
“Amo o Luciano até hoje. Quero o melhor para ele. Eu o amei, mas diferentemente de outros amores. Ele era a pessoa do momento, mas não do futuro. Eu não queria morrer do lado dele. E eu sempre soube disso. Eu sempre rezo para o bem dele, dos filhos dele. O quero muito bem, mas não como um homem. Mas como a pessoa que me deu a coisa mais linda que eu tenho, minha filha. E ela tem um pai que a ama”.
Cantadas de mulheres
“Nunca fiquei com uma mulher. Mas eu era muito procuradas por mulheres. Você sabe, quase todos os namorados que eu tinha perguntaram se eu havia dormido com mulheres. Como há homens que eu não gosto da maneira como se aproximam, também há mulheres que têm um certo grau de agressividade que não me faz me sentir confortável. Agora, se você se aproxima com respeito, eu correspondo da mesma maneira”.
Ela foi enganada
“Me roubaram, fui abusada, mas recuperei minha liberdade”.
Eu nunca soube o que ganhei ou quanto meu show gerou. Eu fui tão inocente que fui muito roubada. Eu nunca soube o quanto ganhei na Argentina. Eu nunca soube o que o canal me pagou e nunca perguntei. Deixei tudo nas mãos de outras pessoas. Eu nunca fiz nada para ganhar mais dinheiro porque nunca me interessei. Me senti usada, abusada”.
Marlene Mattos, desafeto
“Eu amava muito a Marlene, eu a amava e colocava meu amor e meu respeito por ela na frente de qualquer coisa. Não tive com ela uma conexão que não fosse profissional. Se eu tivesse, eu não seria capaz de aguentar (...) Tudo o que ela queria era que eu focasse 100% no meu trabalho. Se eu tivesse me apaixonado por Marlene ou por outra mulher, eu teria dito isso. Uma vez, disseram que eu abusei das paquitas. Tudo mentira! Eu acho que essas coisas foram ditas porque naquela época, nos anos 90, eu não estava com nenhum homem. E se eu não estava com nenhum homem era porque Marlene não deixava”.
Pelé a traiu
“Pelé me fez coisas muito feias. Ele me enganou demais! A ponto de as mulheres com quem ele me traiu estarem no mesmo lugar que eu. E todos sabiam disso. Exceto eu, claro. Ele escreveu um livro e detalhou as mulheres com as quais estava ao mesmo tempo em que estávamos juntos. Pelé também disse que eu era uma ‘amizade colorida’, como se tivéssemos um relacionamento aberto, e juro que nunca soube”.
“Eu lembro que quando Pelé me conheceu, me perguntou se era virgem. Eu disse sim, e ele respondeu que preferia não estar com mulheres virgens. Então, eu que tinha namorado na época, disse a ele que queria deixar de ser virgem e ele não queria. Ele me disse que era amigo do meu irmão, e não era certo. Embora eu tenha perdido a virgindade num carro com um garoto da minha idade, o primeiro relacionamento, o primeiro real e concreto foi com Pelé. Eu nunca tinha visto nenhum homem antes”.
Szafir, o pai de Sasha
“Eu o conheci e tivemos uma história quando eu tinha 24 anos e ele, 19. Eu não poderia continuar o relacionamento, porque não estava confortável com seis anos de diferença. Então, nos encontramos novamente e o convidei para jantar no meu hotel. Ele foi e nos encontramos novamente. Pedi a ele para fazer os testes de AIDS. Quando ele voltou ao Rio, com as análises, confessei que gostaria de estar com ele, mas de vez em quando. Ele aceitou”.
“Amo o Luciano até hoje. Quero o melhor para ele. Eu o amei, mas diferentemente de outros amores. Ele era a pessoa do momento, mas não do futuro. Eu não queria morrer do lado dele. E eu sempre soube disso. Eu sempre rezo para o bem dele, dos filhos dele. O quero muito bem, mas não como um homem. Mas como a pessoa que me deu a coisa mais linda que eu tenho, minha filha. E ela tem um pai que a ama”.
Cantadas de mulheres
“Nunca fiquei com uma mulher. Mas eu era muito procuradas por mulheres. Você sabe, quase todos os namorados que eu tinha perguntaram se eu havia dormido com mulheres. Como há homens que eu não gosto da maneira como se aproximam, também há mulheres que têm um certo grau de agressividade que não me faz me sentir confortável. Agora, se você se aproxima com respeito, eu correspondo da mesma maneira”.
sexta-feira, 21 de setembro de 2018
Radialistas, PARABÉNS!
Nas pessoas de Osmar Simões e João Silvio Gonçalves (in memoriam), Edmar Rosas, Bena Lago, Sinval Ferreira e Edinaldo Mota parabenizo
todos os meus ex-colegas radialistas que atuaram ou atuam nas emissoras
de rádio de Santarém. E, aos de Belém, transmito o meu abraço
homenageando os radialistas, meus amigos, Rui e Claudio Guimarães (Rádio
Clube do Pará) e João Silvio Júnior (Rádio Nazaré)
Corrida eleitoral para a Câmara Federal: Segunda pesquisa da DOXA, empresa paraense
A pesquisa foi realizada entre os dias 12 a 15 de setembro/2018 com uma amostra de 1.939 entrevistas, tendo como margem de erro 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos do resultado final. E está registrada no T.R.E sob o Nº PA-05803/2018.
A pesquisa foi de forma espontânea, isto é, não foi apresentado ao entrevistado nenhum nome de candidato. O pesquisador apenas registrou o que foi dito pelo eleitor que participou da pesquisa. A pesquisa mostra que 66,5% dos eleitores paraenses ainda não tem candidato a deputado federal. Doxa esclarece que a pesquisa é feita pelas seis mesorregiões do Estado (Metropolitana, Nordeste, Sudeste, Sudoeste, Baixo Amazonas e Marajó), contemplando 40 municípios.
Com informações do portal RomaNews
Com informações do portal RomaNews
Só pra lembrar
Confira a lista dos eleitos em 2014 para as 17 vagas da bancada do Pará na Câmara Federal
- Eder Mauro (PSD) - 265.983 votos
- Nilson Pinto (PSDB) - 193.573 votos
- Edmilson Rodrigues (PSOL) - 170.604 votos
- Lúcio Vale (PR) - 148.163 votos
- Beto Faro (PT) - 142.970 votos
- Wlad (SD) - 141.213 votos
- Josué Bengtson (PTB) - 122.995 votos
- Priante (PMDB) - 122.348 votos
- Zé Geraldo (PT) - 105.151
- Beto Salame (PROS) - 93.524 votos
- Elcione (PMDB) - 87.632 votos
- Júlia Marinho (PSC) - 86.949 votos
- Hélio Leite (DEM) - 85.194 votos
- Simone Morgado (PMDB) - 76.510 voto
- Joaquim Passarinho (PSD) - 76.148 votos
- Arnaldo Jordy (PPS) - 70.950 votos
- Chapadinha (PSD) - 63.671 votos
- Eder Mauro (PSD) - 265.983 votos
- Nilson Pinto (PSDB) - 193.573 votos
- Edmilson Rodrigues (PSOL) - 170.604 votos
- Lúcio Vale (PR) - 148.163 votos
- Beto Faro (PT) - 142.970 votos
- Wlad (SD) - 141.213 votos
- Josué Bengtson (PTB) - 122.995 votos
- Priante (PMDB) - 122.348 votos
- Zé Geraldo (PT) - 105.151
- Beto Salame (PROS) - 93.524 votos
- Elcione (PMDB) - 87.632 votos
- Júlia Marinho (PSC) - 86.949 votos
- Hélio Leite (DEM) - 85.194 votos
- Simone Morgado (PMDB) - 76.510 voto
- Joaquim Passarinho (PSD) - 76.148 votos
- Arnaldo Jordy (PPS) - 70.950 votos
- Chapadinha (PSD) - 63.671 votos
Só pra lembrar
Confira a composição da Assembleia Legislativa do Estado do Pará
Eleitos em 2014 para 41 vagas
Eleitos em 2014 para 41 vagas
- Cilene Couto (PSDB) - 72.750 votos
- Júnior Ferrari (PSD) - 63.752 votos
- Luth Rebelo (PSDB) - 51.345 votos
- Coronel Neil (PSD) - 50.990 votos
- Ana Cunha (PSDB) - 50.491 votos
- Fernando Coimbra (PSD) - 44.943 votos
- Eduardo Costa (PTB) - 43.783 votos
- Eliane Lima (PSDB) - 42.724 votos
- Tião Miranda (PTB) - 41.147 votos
- Celso Sabino (PSDB) - 39.929 votos
- Milton Campos (PSDB) - 34.370 votos
- Sefer (PSDB) - 33.651 votos
- Martinho Carmona (PMDB) - 45.736 votos
- Bordalo (PT) - 40.163 votos
- Chamon (PMDB) - 35.413 votos
- Dr. Wanderlan (PMDB) - 34.738 votos
- Ozorio Juvenil (PMDB) - 34.005 votos
- Scaff (PMDB) - 33.646 votos
- Dirceu Ten Caten (PT) - 32.930 votos
- Airton Faleiro (PT) - 32.827 votos
- Chicão (PMDB) - 31.296 votos
- Iran Lima (PMDB) - 30.534 votos
- Eraldo Pimenta (PMDB) - 30.089 votos
- Raimundo Santos (PEN) - 44.452 votos
- Hilton Aguiar (SD) - 40.435 votos
- Divino (PRB) - 36.628 votos
- Eliel Faustino (SD) - 30.024 votos
- Junior Hage (PR) - 45.483 votos
- Renato Ogawa (PR) - 37.701 votos
- Soldado Tercio (PROS) - 32.016 votos
- Rui Begot (PR) - 25.330 votos
- Marcio Miranda (DEM) - 82.738 votos
- Dr. Haroldo Martins (DEM) - 31.004 votos
- Olival Marques (PSC) - 32.936 votos
- Dr. Jaques Neves (PSC) - 12.952 votos
- Sidney Rosa (PSB) - 39.614 votos
- Cassio Andrade (PSB) - 38.362 votos
- Antonio Tonheiro (PPL) - 34.191 votos
- Miro Sanova (PDT) - 24.374 votos
- Lélio Costa (PC DO - 16.043 votos
- Thiago Araujo (PPS) - 38.346 votos
- Júnior Ferrari (PSD) - 63.752 votos
- Luth Rebelo (PSDB) - 51.345 votos
- Coronel Neil (PSD) - 50.990 votos
- Ana Cunha (PSDB) - 50.491 votos
- Fernando Coimbra (PSD) - 44.943 votos
- Eduardo Costa (PTB) - 43.783 votos
- Eliane Lima (PSDB) - 42.724 votos
- Tião Miranda (PTB) - 41.147 votos
- Celso Sabino (PSDB) - 39.929 votos
- Milton Campos (PSDB) - 34.370 votos
- Sefer (PSDB) - 33.651 votos
- Martinho Carmona (PMDB) - 45.736 votos
- Bordalo (PT) - 40.163 votos
- Chamon (PMDB) - 35.413 votos
- Dr. Wanderlan (PMDB) - 34.738 votos
- Ozorio Juvenil (PMDB) - 34.005 votos
- Scaff (PMDB) - 33.646 votos
- Dirceu Ten Caten (PT) - 32.930 votos
- Airton Faleiro (PT) - 32.827 votos
- Chicão (PMDB) - 31.296 votos
- Iran Lima (PMDB) - 30.534 votos
- Eraldo Pimenta (PMDB) - 30.089 votos
- Raimundo Santos (PEN) - 44.452 votos
- Hilton Aguiar (SD) - 40.435 votos
- Divino (PRB) - 36.628 votos
- Eliel Faustino (SD) - 30.024 votos
- Junior Hage (PR) - 45.483 votos
- Renato Ogawa (PR) - 37.701 votos
- Soldado Tercio (PROS) - 32.016 votos
- Rui Begot (PR) - 25.330 votos
- Marcio Miranda (DEM) - 82.738 votos
- Dr. Haroldo Martins (DEM) - 31.004 votos
- Olival Marques (PSC) - 32.936 votos
- Dr. Jaques Neves (PSC) - 12.952 votos
- Sidney Rosa (PSB) - 39.614 votos
- Cassio Andrade (PSB) - 38.362 votos
- Antonio Tonheiro (PPL) - 34.191 votos
- Miro Sanova (PDT) - 24.374 votos
- Lélio Costa (PC DO - 16.043 votos
- Thiago Araujo (PPS) - 38.346 votos
Galvão Bueno detona Neymar:
O Neymar não é o menino Neymar nem o garoto Neymar, ele está com 26 anos. Com 26, eu já trabalhava desde os 16 e tinha dois filhos. Menino acabou, não tem nada de menino Neymar não”, lembrou. Para Galvão, o fato do craque ser o camisa 10 da seleção brasileira obriga-o a ter uma postura diferente dentro e fora de campo.
Antes disso, ele já havia falado sobre as companhias do craque. Galvão Bueno revelou que teve uma rixa com os 'parças' do atacante durante o Mundial, já que criticou a atuação do craque da Seleção durante uma partida do torneio.
"No jogo contra a Costa Rica eu disse que ele (Neymar) teve uma atuação artística, digna de um Oscar. Os parceiros dele começaram a me xingar, me ofender, usar todos os tipos de nomes na Internet. Mas eu estou pouco me lixando para eles", desabafou o veterano jornalista.
Durante o programa 'Bem, Amigos' desta segunda-feira o coordenador de seleções da CBF Edu Gaspar afirmou que era duro ser Neymar, mas Galvão retrucou: "Duro é acordar 4 horas da manhã e pegar três ônibus para trabalhar, não ter dinheiro para botar em casa, não poder dar ensino direito para o seu filho, isso que é duro", encerrou.
Antes disso, ele já havia falado sobre as companhias do craque. Galvão Bueno revelou que teve uma rixa com os 'parças' do atacante durante o Mundial, já que criticou a atuação do craque da Seleção durante uma partida do torneio.
"No jogo contra a Costa Rica eu disse que ele (Neymar) teve uma atuação artística, digna de um Oscar. Os parceiros dele começaram a me xingar, me ofender, usar todos os tipos de nomes na Internet. Mas eu estou pouco me lixando para eles", desabafou o veterano jornalista.
Durante o programa 'Bem, Amigos' desta segunda-feira o coordenador de seleções da CBF Edu Gaspar afirmou que era duro ser Neymar, mas Galvão retrucou: "Duro é acordar 4 horas da manhã e pegar três ônibus para trabalhar, não ter dinheiro para botar em casa, não poder dar ensino direito para o seu filho, isso que é duro", encerrou.
“Ainda há tempo de deter marcha da insensatez”, diz FHC em carta a eleitores
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) publicou nesta quinta-feira (20) em suas redes sociais um texto que, intitulado "Carta aos eleitores e eleitoras", faz um exame, em tom de advertência, sobre a corrida presidencial e o atual contexto político do Brasil. Em tom grave, o tucano não cita qualquer candidato, mas dá pistas sobre a quem se dirige em alguns pontos do texto e alerta para o perigo do radicalismo eleitoral.
Leia a íntegra da carta:
Carta aos eleitores e eleitoras
Em poucas semanas escolheremos os candidatos que passarão ao segundo turno. Em minha já longa vida recordo-me de poucos momentos tão decisivos para o futuro do Brasil em que as soluções dos grandes desafios dependeram do povo. Que hoje dependam, é mérito do próprio povo e de dirigentes políticos que lutaram contra o autoritarismo nas ruas e no Congresso e criaram as condições para a promulgação, há trinta anos, da Constituição que nos rege.
Em plena vigência do estado de direito nosso primeiro compromisso há de ser com a continuidade da democracia. Ganhe quem ganhar, o povo terá decidido soberanamente o vencedor e ponto final.
A democracia para mim é um valor pétreo. Mas ela não opera no vazio. Em poucas ocasiões vi condições políticas e sociais tão desafiadoras quanto as atuais. Fui ministro de um governo fruto de outro impeachment, processo sempre traumático. Na época, a inflação beirava 1000 por cento ao ano. O presidente Itamar Franco percebeu que a coesão política era essencial para enfrentar os problemas. Formou um ministério com políticos de vários partidos, incluída a oposição ao seu governo, tal era sua angústia com o possível despedaçamento do país. Com meu apoio e de muitas outras pessoas, lançou-se a estabilizar a economia. Criara as bases políticas para tanto.
Agora, a fragmentação social e política é maior ainda. Tanto porque as economias contemporâneas criam novas ocupações, mas destroem muitas outras, gerando angústia e medo do futuro, como porque as conexões entre as pessoas se multiplicaram. Ao lado das mídias tradicionais, as “mídias sociais” permitem a cada pessoa participar diretamente da rede de informações (verdadeiras e falsas) que formam a opinião pública. Sem mídia livre não há democracia.
Mudanças bruscas de escolhas eleitorais são possíveis, para o bem ou para o mal, a depender da ação de cada um de nós.
Nas escolhas que faremos o pano de fundo é sombrio. Desatinos de política econômica, herdados pelo atual governo, levaram a uma situação na qual há cerca de treze milhões de desempregados e um déficit público acumulado, sem contar os juros, de quase R$ 400 bilhões só nos últimos quatro anos, aos quais se somarão mais de R$ 100 bilhões em 2018. Essa sequência de déficits primários levou a dívida pública do governo federal a quase R$ 4 trilhões e a dívida pública total a mais de R$ 5 trilhões, cerca de 80% do PIB este ano, a despeito da redução da taxa de juros básica nos últimos dois anos. A situação fiscal da União é precária e a de vários Estados, dramática.
Como o novo governo terá gastos obrigatórios (principalmente salários do funcionalismo e benefícios da previdência) que já consomem cerca de 80% das receitas da União, além de uma conta de juros estimada em R$ 380 bilhões em 2019, o quadro fiscal da União tende a se agravar. O agravamento colocará em perigo o controle da inflação e forçará a elevação da taxa de juros. Sem a reversão desse círculo vicioso o país, mais cedo que tarde, mergulhará em uma crise econômica ainda mais profunda.
Diante de tão dramática situação, os candidatos à Presidência deveriam se recordar do que prometeu Churchill aos ingleses na guerra: sangue, suor e lágrimas.
Poucos têm coragem e condição política para isso. No geral, acenam com promessas que não se realizarão com soluções simplistas, que não resolvem as questões desafiadoras. É necessária uma clara definição de rumo, a começar pelo compromisso com o ajuste inadiável das contas públicas. São medidas que exigem explicação ao povo e tempo para que seus benefícios sejam sentidos. A primeira dessas medidas é uma lei da Previdência que elimine privilégios e assegure o equilíbrio do sistema em face do envelhecimento da população brasileira. A fixação de idades mínimas para a aposentadoria é inadiável. Ou os homens públicos em geral e os candidatos em particular dizem a verdade e mostram a insensatez das promessas enganadoras ou, ganhe quem ganhar, o pião continuará a girar sem sair do lugar, sobre um terreno que está afundando.
Ante a dramaticidade do quadro atual, ou se busca a coesão política, com coragem para falar o que já se sabe e a sensatez para juntar os mais capazes para evitar que o barco naufrague, ou o remendo eleitoral da escolha de um salvador da Pátria ou de um demagogo, mesmo que bem intencionado, nos levará ao aprofundamento da crise econômica, social e política.
Os partidos têm responsabilidade nessa crise. Nos últimos anos, lançaram-se com voracidade crescente ao butim do Estado, enredando-se na corrupção, não apenas individual, mas institucional: nomeando agentes políticos para, em conivência com chefes de empresas, privadas e públicas, desviarem recursos para os cofres partidários e suas campanhas. É um fato a desmoralização do sistema político inteiro, mesmo que nem todos hajam participado da sanha devastadora de recursos públicos.
A proliferação dos partidos (mais de 20 na Câmara Federal e muitos outros na fila para serem registrados) acelerou o “dá-cá, toma-lá” e levou de roldão o sistema eleitoral-partidário que montamos na Constituição de 1988. Ou se restabelece a confiança nos partidos e na política ou nada de duradouro será feito.
É neste quadro preocupante que se vê a radicalização dos sentimentos políticos. A gravidade de uma facada com intenções assassinas haver ferido o candidato que está à frente nas pesquisas eleitorais deveria servir como um grito de alerta: basta de pregar o ódio, tantas vezes estimulado pela própria vítima do atentado. O fato de ser este o candidato à frente das pesquisas e ter ele como principal opositor quem representa um líder preso por acusações de corrupção mostra o ponto a que chegamos.
Ainda há tempo para deter a marcha da insensatez. Como nas Diretas-já, não é o partidarismo, nem muito menos o personalismo, que devolverá rumo ao desenvolvimento social e econômico. É preciso revalorizar a virtude da tolerância à política, requisito para que a democracia funcione. Qualquer dos polos da radicalização atual que seja vencedor terá enormes dificuldades para obter a coesão nacional suficiente e necessária para adoção das medidas que levem à superação da crise. As promessas que têm sido feitas são irrealizáveis. As demandas do povo se transformarão em insatisfação ainda maior, num quadro de violência crescente e expansão do crime organizado.
Sem que haja escolha de uma liderança serena que saiba ouvir, que seja honesto, que tenha experiência e capacidade política para pacificar e governar o país; sem que a sociedade civil volte a atuar como tal e não como massa de manobra de partidos; sem que os candidatos que não apostam em soluções extremas se reúnam e decidam apoiar quem melhores condições de êxito eleitoral tiver, a crise tenderá certamente a se agravar. Os maiores interessados nesse encontro e nessa convergência devem ser os próprios candidatos que não se aliam às visões radicais que opõem “eles” contra ”nós”.
Não é de estagnação econômica, regressão política e social que o Brasil precisa. Somos todos responsáveis para evitar esse descaminho. É hora de juntar forças e escolher bem, antes que os acontecimentos nos levem para uma perigosa radicalização. Pensemos no país e não apenas nos partidos, neste ou naquele candidato. Caso contrário, será impossível mudar para melhor a vida do povo.
É isto o que está em jogo: o povo e o país. A Nação é o que importa neste momento decisivo.
Leia a íntegra da carta:
Carta aos eleitores e eleitoras
Em poucas semanas escolheremos os candidatos que passarão ao segundo turno. Em minha já longa vida recordo-me de poucos momentos tão decisivos para o futuro do Brasil em que as soluções dos grandes desafios dependeram do povo. Que hoje dependam, é mérito do próprio povo e de dirigentes políticos que lutaram contra o autoritarismo nas ruas e no Congresso e criaram as condições para a promulgação, há trinta anos, da Constituição que nos rege.
Em plena vigência do estado de direito nosso primeiro compromisso há de ser com a continuidade da democracia. Ganhe quem ganhar, o povo terá decidido soberanamente o vencedor e ponto final.
A democracia para mim é um valor pétreo. Mas ela não opera no vazio. Em poucas ocasiões vi condições políticas e sociais tão desafiadoras quanto as atuais. Fui ministro de um governo fruto de outro impeachment, processo sempre traumático. Na época, a inflação beirava 1000 por cento ao ano. O presidente Itamar Franco percebeu que a coesão política era essencial para enfrentar os problemas. Formou um ministério com políticos de vários partidos, incluída a oposição ao seu governo, tal era sua angústia com o possível despedaçamento do país. Com meu apoio e de muitas outras pessoas, lançou-se a estabilizar a economia. Criara as bases políticas para tanto.
Agora, a fragmentação social e política é maior ainda. Tanto porque as economias contemporâneas criam novas ocupações, mas destroem muitas outras, gerando angústia e medo do futuro, como porque as conexões entre as pessoas se multiplicaram. Ao lado das mídias tradicionais, as “mídias sociais” permitem a cada pessoa participar diretamente da rede de informações (verdadeiras e falsas) que formam a opinião pública. Sem mídia livre não há democracia.
Mudanças bruscas de escolhas eleitorais são possíveis, para o bem ou para o mal, a depender da ação de cada um de nós.
Nas escolhas que faremos o pano de fundo é sombrio. Desatinos de política econômica, herdados pelo atual governo, levaram a uma situação na qual há cerca de treze milhões de desempregados e um déficit público acumulado, sem contar os juros, de quase R$ 400 bilhões só nos últimos quatro anos, aos quais se somarão mais de R$ 100 bilhões em 2018. Essa sequência de déficits primários levou a dívida pública do governo federal a quase R$ 4 trilhões e a dívida pública total a mais de R$ 5 trilhões, cerca de 80% do PIB este ano, a despeito da redução da taxa de juros básica nos últimos dois anos. A situação fiscal da União é precária e a de vários Estados, dramática.
Como o novo governo terá gastos obrigatórios (principalmente salários do funcionalismo e benefícios da previdência) que já consomem cerca de 80% das receitas da União, além de uma conta de juros estimada em R$ 380 bilhões em 2019, o quadro fiscal da União tende a se agravar. O agravamento colocará em perigo o controle da inflação e forçará a elevação da taxa de juros. Sem a reversão desse círculo vicioso o país, mais cedo que tarde, mergulhará em uma crise econômica ainda mais profunda.
Diante de tão dramática situação, os candidatos à Presidência deveriam se recordar do que prometeu Churchill aos ingleses na guerra: sangue, suor e lágrimas.
Poucos têm coragem e condição política para isso. No geral, acenam com promessas que não se realizarão com soluções simplistas, que não resolvem as questões desafiadoras. É necessária uma clara definição de rumo, a começar pelo compromisso com o ajuste inadiável das contas públicas. São medidas que exigem explicação ao povo e tempo para que seus benefícios sejam sentidos. A primeira dessas medidas é uma lei da Previdência que elimine privilégios e assegure o equilíbrio do sistema em face do envelhecimento da população brasileira. A fixação de idades mínimas para a aposentadoria é inadiável. Ou os homens públicos em geral e os candidatos em particular dizem a verdade e mostram a insensatez das promessas enganadoras ou, ganhe quem ganhar, o pião continuará a girar sem sair do lugar, sobre um terreno que está afundando.
Ante a dramaticidade do quadro atual, ou se busca a coesão política, com coragem para falar o que já se sabe e a sensatez para juntar os mais capazes para evitar que o barco naufrague, ou o remendo eleitoral da escolha de um salvador da Pátria ou de um demagogo, mesmo que bem intencionado, nos levará ao aprofundamento da crise econômica, social e política.
Os partidos têm responsabilidade nessa crise. Nos últimos anos, lançaram-se com voracidade crescente ao butim do Estado, enredando-se na corrupção, não apenas individual, mas institucional: nomeando agentes políticos para, em conivência com chefes de empresas, privadas e públicas, desviarem recursos para os cofres partidários e suas campanhas. É um fato a desmoralização do sistema político inteiro, mesmo que nem todos hajam participado da sanha devastadora de recursos públicos.
A proliferação dos partidos (mais de 20 na Câmara Federal e muitos outros na fila para serem registrados) acelerou o “dá-cá, toma-lá” e levou de roldão o sistema eleitoral-partidário que montamos na Constituição de 1988. Ou se restabelece a confiança nos partidos e na política ou nada de duradouro será feito.
É neste quadro preocupante que se vê a radicalização dos sentimentos políticos. A gravidade de uma facada com intenções assassinas haver ferido o candidato que está à frente nas pesquisas eleitorais deveria servir como um grito de alerta: basta de pregar o ódio, tantas vezes estimulado pela própria vítima do atentado. O fato de ser este o candidato à frente das pesquisas e ter ele como principal opositor quem representa um líder preso por acusações de corrupção mostra o ponto a que chegamos.
Ainda há tempo para deter a marcha da insensatez. Como nas Diretas-já, não é o partidarismo, nem muito menos o personalismo, que devolverá rumo ao desenvolvimento social e econômico. É preciso revalorizar a virtude da tolerância à política, requisito para que a democracia funcione. Qualquer dos polos da radicalização atual que seja vencedor terá enormes dificuldades para obter a coesão nacional suficiente e necessária para adoção das medidas que levem à superação da crise. As promessas que têm sido feitas são irrealizáveis. As demandas do povo se transformarão em insatisfação ainda maior, num quadro de violência crescente e expansão do crime organizado.
Sem que haja escolha de uma liderança serena que saiba ouvir, que seja honesto, que tenha experiência e capacidade política para pacificar e governar o país; sem que a sociedade civil volte a atuar como tal e não como massa de manobra de partidos; sem que os candidatos que não apostam em soluções extremas se reúnam e decidam apoiar quem melhores condições de êxito eleitoral tiver, a crise tenderá certamente a se agravar. Os maiores interessados nesse encontro e nessa convergência devem ser os próprios candidatos que não se aliam às visões radicais que opõem “eles” contra ”nós”.
Não é de estagnação econômica, regressão política e social que o Brasil precisa. Somos todos responsáveis para evitar esse descaminho. É hora de juntar forças e escolher bem, antes que os acontecimentos nos levem para uma perigosa radicalização. Pensemos no país e não apenas nos partidos, neste ou naquele candidato. Caso contrário, será impossível mudar para melhor a vida do povo.
É isto o que está em jogo: o povo e o país. A Nação é o que importa neste momento decisivo.
Rua Belém é liberada para o trânsito
A obra faz parte do projeto Belém Porto Futuro e foi entregue pelo ministro da Integração Nacional, Pádua Andrade, que fez uma visita técnica para acompanhar o andamento dos serviços.
As obras do Belém Porto Futuro iniciaram em março deste ano. No projeto, ainda conta com a construção de um parque urbano com serviços de entretenimento.
“Belém foi agraciada com uma obra importante, de mais de 30 mil metros quadrados, numa região portuária um pouco esquecida”, ressaltou o ministro Pádua Andrade.
“Uma obra na qual o ex-ministro Helder Barbalho iniciou toda mobilização e articulação política para garantir os recursos e hoje estamos dando continuidade e vendo que está tudo dentro do seu cronograma normal”, completou. A previsão é que esteja concluída já em 2019.
Fonte: Dol
Tá sumida, quer aparecer...
A veterana Rita Lee está afirmando ter tido um affair com Jair
Bolsonaro no passado, mas acaba questionando a sexualidade dele. “Ele
não é muito chegado na coisa, se é que me entendem”. Terminaram porque
“Bolsinho estava de olho em uma colega de classe”. Mais adiante, emenda:
“Hoje, ele vira a cara para mim. Deve temer que eu conte seus segredos
mais íntimos. Se continuar com esse nhen-nhen-nhen, eu conto mesmo”.
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