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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Para os mocorongos da velha guarda:


Goleada de emoção e saudade
Autor: Ercio Bemerguy, aprendiz de poeta:
No velho estádio, sem grama, sem grade
As tardes de domingo eram só alegria e emoção
O RAI x FRAN agitava a cidade
Pra ver e aplaudir o Pantera e o Leão


Veterano, América e Flamengo
Fluminense, Norte, Naútico e São Cristovão
Também brilhavam no futebol mocorongo
Inspirando amor e paixão


Beleza Preta, Jeremias, Cabecinha, Manoel Maria
Mindó, Cessebuta, Afonso e Balão
Com as suas geniais jogadas o torcedor sorria
Ídolos da galera para sempre serão.

Era um dos melhores do Norte do Brasil

Tropical Hotel de Santarém
Inaugurado em 28/07/1973
121 apartamentos e uma suíte presidencial
Cine Tapajós
Salão de Convenções Curuá Una
Restaurante Túpaiú
Bar Tapajós
Salão de Bailes Igapó

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

'Menino veste azul e menina veste rosa', diz ministra Damares Alves

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos do governo Jair Bolsonaro, afirmando que "menino veste azul e menina veste rosa". Aplaudida por apoiadores, ela diz ainda que o País vive uma "nova era".

Damares reagiu à publicação e disse que seu objetivo foi, de fato, fazer uma declaração contra a “ideologia de gênero”, referindo-se à sexualidade das crianças. “Fiz uma metáfora contra a ideologia de gênero, mas meninos e meninas podem vestir azul, rosa, colorido, enfim, da forma que se sentirem melhores.”

O vídeo, segundo a assessoria de comunicação de Damares Alves, foi gravado logo após o fim de seu discurso de posse, realizado ontem, em Brasília (DF). Damares recebia um grupo de apoiadores em uma sala no ministério. Ela pede atenção do grupo que a acompanha e diz a frase. Após aplausos e gritos de apoio, a ministra repete: "Atenção, atenção. É uma nova era no Brasil. Menino veste azul e menina veste rosa".
Além de ser compartilhado nas redes sociais, o vídeo foi divulgado em uma página do Twitter que se intitula apoiadora da ministra.

Em sua fala durante a posse, Damares reafirmou que pretende acabar com o “abuso da doutrinação ideológica de crianças e adolescentes no Brasil” e que “a revolução está apenas começando”.
A ministra afirmou que seu governo vai se voltar para políticas públicas “que priorizem a vida desde a concepção”, ou seja, desde a fecundação do óvulo, deixando clara a sua posição contra o aborto. “No que depender do governo, sangue inocente não será derramado neste País. Este é o ministério da vida”, disse, em seu discurso.
Ao tomar posse Damares declarou ainda que vai governar com "princípios cristãos", sempre priorizando a família. "O Estado é laico, mas esta ministra é terrivelmente cristã", disse. "Acredito nos desígnios de Deus e propósitos de Deus."
Despetização petista no governo Bolsonaro

O novo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, exonerou cerca de 320 servidores que estavam em cargos de comissão ou função de confiança na pasta. O objetivo do decreto, publicado na edição desta quinta-feira (3) do Diário Oficial da União, é começar um “processo de despetização” na Presidência, segundo o ministro.
Só estão de fora do corte os servidores lotados na Subchefia de Assuntos Jurídicos ou na Imprensa Nacional, responsáveis pela preparação de atos do governo. Onyx afirmou que os servidores dispensados que queiram permanecer serão avaliados ao longo das duas próximas semanas para saber se há alguma compatibilidade com o novo governo.

“Para não sair caçando bruxa, primeiro a gente exonera e depois a gente conversa", afirmou. "O governo é novo e vem aí um novo Brasil: ou afina com a gente ou troca de casa. Simples assim", acrescentou.

O ministro disse que serão retirados “todos aqueles que têm marca ideológica clara”. “Nós todos sabemos do aparelhamento que foi feito principalmente do governo federal nos quase 14 anos que o PT aqui ficou", declarou. “Nós vamos despetizar o Brasil”, emendou.
Na avaliação de Onyx, a medida deveria ter sido tomada em maio de 2016, assim que o ex-presidente Michel Temer assumiu o governo após o impeachment de Dilma Rousseff. O ministro informou que o Poder Executivo tem, ao todo, 120 mil cargos comissionados.
Notícia triste
Faleceu hoje em Santarém, Antonieta Marinho. Trabalhamos juntos nas agências do Banco da Amazônia, em Santarém e Oriximiná.
Aos seus familiares, expresso as minhas condolências.

Quem me transmitiu a informação foi a minha amiga Socorro Alencar, santarena, residente em Fortaleza/Ce, funcionária aposentada do Basa e que também foi colega de trabalho da Antonieta.
Hélder Barbalho decreta medidas de austeridade no Pará

DECRETO No 1, DE 2 DE JANEIRO DE 2019
Estabelece medidas de austeridade para o reequilíbrio fiscal e financeiro do Poder Executivo Estadual e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ, no uso das atribuições que lhe confere o art. 135, incisos III e VII, alínea “a”, da Cons- tituição Estadual, e
Considerando a necessidade de planejar, monitorar e avaliar os programas e ações da Administração Pública Estadual com vistas ao cumprimento dos seus objetivos e resultados;
Considerando a necessidade de implantação de medidas de aus- teridade para o reequilíbrio f scal e f nanceiro das contas públi- cas do Poder Executivo Estadual, dando cumprimento a todos os limites f xados pela Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Comple- mentar Federal no 101, de 4 de maio de 2000);
Considerando as metas e compromissos assumidos no Programa de Reestruturação e Ajuste do Estado do Pará, f rmado com a Secretaria do Tesouro Nacional;
Considerando a necessidade da adoção de medidas de contenção de despesas com pessoal e que a redução racional não implica na perda de qualidade do serviço público;
Considerando a urgência na adoção de medidas de racionaliza- ção de despesas para o equilíbrio das contas públicas, com o intuito de otimizar os recursos existentes e qualif car o gasto público, primando pela ef ciência na gestão governamental,
D E C R E T A:
Art. 1o Ficam estabelecidas diretrizes para o contingenciamento de despesas de custeio e de pessoal, que deverão ser observa- das pelos Órgãos e Entidades da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista dependentes do Orçamento Fiscal e da Seguri- dade Social do Poder Executivo Estadual.
Art. 2o Ficam suspensas as práticas dos seguintes atos:
I - todas as licitações para a contratação de obras e serviços de engenharia e de parcerias público-privadas, pelo prazo de 30 (trinta) dias, para que sejam reavaliadas pelos respectivos órgãos e entidades;
II - celebração de novos contratos, inclusive aqueles relaciona- dos a processos em andamento, de:
a) prestação de serviços de consultoria;
b) aquisição, locação e reforma de imóveis;
c) aquisição, locação de veículos e terceirização de serviços de transporte; e
d) locação de máquinas e equipamentos.
III - realização de aditivos contratuais que importem em aumen- to quantitativo e/ou qualitativo nos contratos de:
a) obras e serviços de engenharia;
b) aquisição de bens; e
c) prestação de serviços, inclusive de locação de imóveis, de veículos e de máquinas e equipamentos.
IV - aquisição de materiais de consumo, excetuando-se aque- les destinados ao desenvolvimento das atividades essenciais das unidades, os quais serão def nidos por meio de atos comple- mentares;
V - aquisição de móveis, equipamentos e outros materiais per- manentes, ressalvados aqueles destinados à instalação e à ma- nutenção de serviços essenciais e inadiáveis;
VI - realização, pela Administração Pública, de eventos e inau- gurações que demandem a contratação de alimentação para sua efetivação, incluindo a contratação de serviços de coffee break; VII - concessão de horas extras aos servidores públicos esta- duais;
VIII - reestruturação ou qualquer revisão dos planos de cargos e salários dos servidores públicos da Administração Direta, Autár- quica e Fundacional do Poder Executivo Estadual e dos emprega- dos públicos das Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista dependentes.
IX - autorizações para novos concursos públicos, devendo ser reavaliadas todas as autorizações de concursos que ainda não se encontrem em andamento na data de publicação deste Decreto, por iniciativa conjunta do Grupo Técnico referido no art. 6o.
§ 1o Não se aplica a suspensão prevista no inciso II quando se tratar de prorrogação do prazo de vigência do contrato.
§ 2o A promoção e a progressão concedidas em virtude de impe- rativos legais não são albergadas pela vedação contida no inciso VIII.
Art. 3o Os Órgãos e Entidades da Administração Pública Dire- ta, Autárquica e Fundacional do Poder Executivo Estadual, bem como as Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista
dependentes, deverão reavaliar e renegociar os contratos e os instrumentos congêneres relativos à aquisição de bens e à pres- tação de serviços, com o objetivo de reduzir o gasto público, observado o disposto nos arts. 58, 65, 78, caput, inciso XII e art. 79, caput, inciso I, todos da Lei Federal no 8.666, de 21 de junho de 1993.
Parágrafo único. A avaliação de que trata o caput deste artigo tem como meta a redução de 20% (vinte por cento) sobre o valor total dos contratos e instrumentos congêneres.
Art. 4o As licenças para tratar de interesse particular somente poderão ser autorizadas em situações que não gerem a necessi- dade de substituição do servidor, observados os demais requisi- tos exigidos para a concessão desse afastamento.
Art. 5o Fica estabelecida a meta de redução, pelos Órgãos e Enti- dades da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional do Poder Executivo Estadual e pelas Empresas Públicas e Socie- dades de Economia Mista dependentes de, no mínimo:
I - 20% (vinte por cento) do total despendido pelo Poder Execu- tivo Estadual com o pagamento de servidores públicos ocupantes de cargos em comissão;
II - 20% (vinte por cento) do número de contratados em regime de designação temporária.
Parágrafo único. Estas determinações se aplicam, inclusive, às Secretaria de Estado de Educação (SEDUC), Secretaria de Es- tado de Saúde Pública (SESPA), Secretaria de Estado de Segu- rança Pública e de Defesa Social (SEGUP), Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (SUSIPE) e à Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (FASEPA), desde que não comprometam o exercício da atividade f m do respectivo ór- gão, entidade, empresa pública ou sociedade de economia mista dependentes, conforme apuração e aprovação do Grupo Técnico de Ajuste Fiscal (GTAF).
Art. 6o Fica criado o Grupo Técnico de Ajuste Fiscal (GTAF), que visa adotar e analisar medidas destinadas a reduzir as despesas da Administração Pública Estadual.
§ 1o O GTAF terá a seguinte composição:
I - Secretária de Estado de Planejamento;
II - Secretário de Estado da Fazenda;
III - Chefe da Casa Civil da Governadoria do Estado; e
IV - Auditor-Geral do Estado.
§ 2o Compete ao GTAF:
I - acompanhar e f scalizar a implantação das medidas previstas neste Decreto;
II - acompanhar e avaliar a evolução na redução dos gastos pú- blicos em decorrência das medidas estabelecidas neste Decreto;
eIII - avaliar e propor outras ações para controle e qualidade dos gastos públicos.
Art. 7o O GTAF apreciará e autorizará, quando for o caso, as exceções às normas constantes neste Decreto, à vista de solici- tações dos dirigentes dos Órgãos e Entidades da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional do Poder Executivo Es- tadual, bem como das Empresas Públicas e Sociedades de Eco- nomia Mista dependentes, devidamente fundamentadas à luz do interesse público.
Art. 8o As Unidades Gestoras deverão, no prazo de 30 (trinta) dias, efetuar o levantamento das despesas realizadas sem emis- são de empenho/com insuf ciência de dotação orçamentária nos exercícios anteriores.
§ 1o Caberá à Auditoria-Geral do Estado coordenar o levanta- mento a ser realizado no âmbito das Unidades Gestoras e orien- tar os gestores na adoção das providências cabíveis para a apu- ração dos valores e indicação dos responsáveis.
§ 2o As despesas de exercícios anteriores não empenhadas no exercício de 2018 somente serão processadas no exercício de 2019 após a conclusão da apuração de responsabilidade no âm- bito do Poder Executivo Estadual.
§ 3o O disposto no § 2o não se aplica às despesas de exercícios anteriores relativas a pessoal, encargos sociais, juros e encargos e amortização da dívida pública.
Art. 9o Os Órgãos e Entidades da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional do Poder Executivo Estadual e as Em- presas Públicas e Sociedades de Economia Mista dependentes encaminharão ao GTAF relatório de despesas e de redução de gastos, por Unidade Administrativa, dentro do prazo máximo de 30 (trinta) dias, nos termos estabelecidos neste Decreto.
Art. 10. As medidas estabelecidas neste Decreto, sem prejuízo de outras que se façam necessárias, deverão ser observadas e cumpridas em sua íntegra e de forma imediata, pelos Secretários de Estado e os Dirigentes máximos dos Órgãos e Entidades da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional do Poder Executivo Estadual Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista dependentes.
Parágrafo único. As unidades orçamentárias e administrativas competentes adotarão as medidas e os procedimentos neces- sários à redução das despesas de custeio administrativo e à sua adequação aos limites f xados neste Decreto, inclusive com rela- ção à descentralização de créditos, aos contratos e às licitações. Art. 11. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 12. Ficam revogados os Decretos noS 1.347, de 25 de agosto de 2015, e 1.739, de 7 de abril de 2017.
PALÁCIO DO GOVERNO, 2 de janeiro de 2019.
HELDER BARBALHO
Governador do Estado

Saudosamente...

Colecionadora de fotos publicadas neste meu blog e na minha página no Facebook, a Laura Mendonça, santarena, residindo há 30 anos em Manaus, manda-me esta mensagem, anexando as imagens mostradas abaixo: “Ercio, eu gostava, eu não esqueço, eu tenho lembranças maravilhosas da nossa Santarém de outrora, com o seu povo vivendo em paz e muito feliz”.

 
 
 
 
 
 

Carga tributária ideal é 20%, diz Paulo Guedes


Ontem, o ministro da Economia, Paulo Guedes, prometeu uma “enxurrada” de medidas nos próximos dias. “Não faltará notícia”, avisou. Segundo ele, nos primeiros 30 dias de governo serão tomadas medidas que não precisam mexer na Constituição.

As reformas estruturantes serão enviadas após o novo Congresso Nacional tomar posse, em 1.º de fevereiro. “Vamos na direção da liberal democracia, vamos abrir a economia, simplificar impostos, privatizar, descentralizar recursos para Estados e municípios.” Confira os principais pontos do discurso.

Reforma tributária
Guedes defendeu a criação de um imposto único, que simplificará o pagamento de tributos. O ministro disse que a carga tributária ideal para o Brasil é de 20%, bem abaixo dos atuais 36%. “Acima de 20% é o quinto dos infernos. Tiradentes morreu por isso.” Segundo o secretário da Receita, Marcos Cintra, há uma série de alternativas para a criação do imposto único – ele disse preferir a tributação sobre as movimentações financeiras, mas ressaltou que é possível também criar um imposto sobre valor agregado (IVA) ou sobre o faturamento das empresas. Antes do envio da proposta de reforma, porém, haverá medidas de simplificação – uma das avaliadas será o projeto de simplificação do PIS/Cofins que o governo Michel Temer deixou pronto. No Imposto de Renda, o secretário defendeu poucas alíquotas e uma alíquota adicional, maior, para altas rendas.

Privatizações
Guedes disse que as privatizações serão o segundo pilar do governo, depois da reforma da Previdência. Ele lembrou que corrupção e venda de favores em empresas públicas estiveram no centro de escândalos nos últimos anos. “Mensalão, petrolão, ocorreram em empresas públicas”, disse o ministro. Na cerimônia de transmissão de cargo, o novo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, disse também que o banco começará a abrir o capital de suas subsidiárias e que pelo menos duas ofertas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês) serão feitas ainda este ano. Na sua gestão, segundo Guimarães, serão ofertadas ao mercado as áreas de seguros, cartões e loterias.

Bancos públicos
Guedes mudará a atuação dos bancos públicos e afirmou querer desestatizar o mercado de crédito. No discurso, disse que quer de volta os R$ 200 bilhões que faltam de recursos que foram emprestados pela União ao BNDES. “Queremos despedalar, o BNDES não vai ser o samba do crioulo doido, será mais importante qualitativamente.” O ministro afirmou que há hoje dois mercados de crédito no Brasil, o de crédito livre “com juro lá em cima” e o “dos amigos”, com juro baixo (ele se referia ao crédito direcionado, que engloba justamente os empréstimos concedidos pelo BNDES, rural e imobiliário). “A vida ficará um pouco mais difícil para quem vivia à sombra do governo”, afirmou.

CLT
O ministro afirmou que o governo de Jair Bolsonaro vai “inovar e abandonar a legislação fascista” da CLT, em referência à criação da carteira de trabalho verde e amarela, uma das promessas de campanha. Segundo ele, o objetivo é absorver pessoas que hoje estão no mercado informal de trabalho e “libertar” os trabalhadores do sistema de repartição da Previdência, pelo qual os ativos contribuem e bancam o pagamento de benefícios de aposentados.

Tesourada em cargos
O Ministério da Economia será a pasta com o maior número de cortes em cargos comissionados, 3,1 mil. Segundo o secretário-adjunto de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Gleisson Rubin, serão cortados 600 DAS (funções comissionadas para quem não é servidor de carreira) e Função Comissionada do Pode Executivo (FCPEX) e mais 2.500 funções gratificadas de menor valor. As mudanças na estrutura vão exigir um decreto que ainda não está pronto e que tem mais de 158 páginas.

Corte de gastos
Guedes disse que o primeiro diagnóstico de sua equipe é que é necessário controlar a expansão dos gastos públicos, que chamou de “mal maior”. “Não precisa cortar dramaticamente, sangrar, é não deixar crescer no ritmo que crescia”, disse. Ele defendeu o teto de gastos, que limita o crescimento da despesa pública, mas disse que é necessário fazer as reformas para que ele se sustente. “O teto sem parede de sustentação cai. Temos de aprofundar as reformas, que são as paredes.”
(Fonte: Estadão)

Equipe econômica vai propor aposentadoria aos 65 anos na reforma da PrevidênciaEquipe econômica vai propor aposentadoria aos 65 anos na reforma da Previdência

A proposta de reforma da Previdência que os técnicos da equipe econômica vão apresentar ao presidente Jair Bolsonaro prevê idade mínima para aposentadoria de 65 anos para homens. Para as mulheres, no entanto, há mais de uma alternativa. Ela pode ser igual, ou ficar em 63 anos. No INSS, onde não há idade mínima, ela começaria aos 53 anos (mulheres) e 55 anos (homens), subindo gradativamente. No setor público, onde as idades mínimas são de 60 anos (homens) e 55 anos (mulheres), elas começariam subindo de forma mais rápida, para 62 e 57 anos, respectivamente, logo na largada.

A proposta também prevê a cobrança de um pedágio, em relação ao tempo que falta para a aposentadoria do trabalhador, que pode variar entre 20% e 30%. Se ficar em 30%, por exemplo, o trabalhador que ainda precisa de dez anos para requerer o benefício teria de trabalhar por mais 3 anos, além de cumprir a idade mínima.

Mudança em pensão e BPC
Também haverá mudança nas regras para acúmulo de benefícios. Quem recebe duas remunerações, por exemplo, teria direito de ficar com uma delas integralmente (de maior valor), até 40% da outra. Quem ganha até dois salários mínimos não seria afetado. A partir do piso, haveria uma escadinha, como por exemplo, entre dois e três salários, 90%; entre três e quatro, 80%, assim sucessivamente.

Além disso, estão no radar as regras de pensões. O valor deverá cair para 50%, mais 10% por dependente. O argumento é que o Brasil é um dos poucos países do mundo em que a pensão é integral. As mudanças previstas não afetam quem já se aposentou ou recebe pensão.
A proposta ainda mexe com o Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago aos 65 anos a idosos e deficientes da baixa renda. Com essa idade, o beneficiário receberia 50% ou 60% do salário mínimo (o percentual ainda está sendo definido). O valor integral só será pago quando a pessoa chegar aos 68 anos.

As mudanças devem atingir também os trabalhadores rurais, cuja idade mínima subiria de 60 anos (homens) para 65 anos. O benefício seria enquadrado em assistência, de forma que esse grupo não seria obrigado a contribuir para o regime, mas seria necessário comprovar experiência no campo. Para evitar fraudes, o governo pretende apertar o sistema de controle de informações.
Segundo interlocutores, o texto que está sendo elaborado nasceu de todas as propostas encaminhadas por especialistas ao novo governo. As linhas gerais devem ser apresentadas ao presidente hoje, em reunião ministerial.
A ideia é aproveitar a tramitação da proposta do governo Michel Temer para ganhar tempo no Congresso, fazendo uma emenda aglutinativa. No entanto, o plano não é copiar a reforma, que joga tudo na Constituição, como pensão, regra de cálculo e idade mínima.
Fonte: O Globo

Sem jatinho

Olinda Bolsonaro, a mãe do presidente, após participar da solenidade do filho Jair Bolsonaro, retornou a São Paulo ontem à tarde em voo comercial da TAM. Foi tietada carinhosamente por passageiros.

Conheça a estrutura organizacional do governo Bolsonaro

Quem sabe faz a hora



Por William Waack, no Estadão 
Momentos decisivos na história são raros e o Brasil acabou de entrar num deles. A eleição de Bolsonaro foi só a preparação para o que vem agora: um País que, se quiser sair da mediocridade e estagnação, terá de confrontar a si mesmo. 
O novo presidente prometeu libertar o Brasil de amarras que levaram gerações para serem confeccionadas. E que podem ser resumidas numa constatação preocupante: a sociedade brasileira falhou na tentativa de construir um Estado de bem-estar social nos moldes de países europeus. Nossa geração de riquezas não comporta um Estado de bem-estar social com o qual sonhamos. 
Criamos um marco regulatório e legal que é um verdadeiro compendio de aspirações sociais, e que atribui ao Estado distribuir e garantir essas benesses e direitos codificados em leis. Esse papel garantiu a explosão de custos do setor público que financiamos através de aumentos de impostos nos últimos 30 anos (agora no nível do insuportável) e endividamento (beirando também o insuportável). Tudo junto mais a baixa produtividade são o famoso “custo Brasil”, que torna o País pouco competitivo. 
O principal desafio de curto prazo é conhecido: lidar com as contas públicas, o que significa reformar a Previdência. Os principais obstáculos políticos são bem conhecidos também. Bolsonaro tomou posse graças a uma onda transformadora de amplo alcance e raízes profundas (ainda que em parte disfarçadas pelo repúdio ao petismo). O “mandato” conferido por esse fenômeno político para “defender a liberdade”, “acabar com corrupção e privilégios” e “fazer o Brasil crescer” é amplo para funcionar como inspiração, mas precisa ganhar contornos práticos e diretos imediatamente.  
A combinação dos dois discursos de Bolsonaro no dia da posse é elucidativa. Ele reconhece que precisa do Congresso para governar e preferiu não esbravejar com o Legislativo – ao contrário, confia em velhas mãos (leia-se Rodrigo Maia como presidente da Câmara). Mas continua tratando de galvanizar o eleitorado como forma de manter a “temperatura” política necessária para, eventualmente, lidar numa posição de força com os senhores legisladores. Não parece que haverá em breve qualquer grande separação entre “palanque” e “governo”. 
Ocorre que há sempre um limite para o nível de ebulição e efervescência políticas e o capital acumulado em termos de votos na recente eleição é erodido pelo tempo, que não é o cronológico. É o tempo da consagrada expressão alemã do “momentum”, a rápida conjunção de fatores estruturais e circunstanciais que abrem às vezes oportunidades únicas para alcançar objetivos amplos e difíceis. 
Claro, seria muito mais elegante e refinado reescrever a Constituição (quem sabe tornando-a liberal) ou realizar uma ampla reforma política (a mãe de todas as reformas), mas isso significaria perder o ritmo e se deixar sufocar pelo peso monstruoso da crise fiscal, que já está paralisando serviços essenciais de saúde e segurança em vários Estados. O Brasil não é um país com mentalidade predominantemente liberal. Ao contrário: aqui a burocracia é encarada por muitos como proteção e não como obstáculo. O lucro é visto como pecado, e se alguém ficou rico é porque alguém ficou pobre. 
O “ponto de equilíbrio” entre mudança e “status quo” no qual nos encontramos é o da instabilidade política, insegurança jurídica, estagnação econômica e mediocridade generalizada. Momento decisivo é empurrar o País para fora disso aí. Oportunidades desse tipo não se apresentam muitas vezes. E que ironia da História: cabe agora a um outro conjunto de forças políticas entoar o velho refrão – “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Helder convoca a Força Nacional e afdota medidas contra criminalidade

Durante a reunião (foto) com os integrantes de segurança pública, na manhã desta quarta-feira (2), o governador do Pará, Helder Barbalho, afirmou que vai garantir mais 400 agentes da segurança nas ruas de Belém no combate ao crime.

O encontro faz parte da ação de intensificação da segurança pública e ocorreu no Portal da Amazônia. Agentes estiveram presentes e puderam conhecer mais da infraestrutura a ser usada na operação.

Helder convoca hoje a Força Nacional e deslancha operação contra a violência no Pará.

Na ocasião, Helder afirmou que não vai mais tolerar crimes que marcaram o Estado nos últimos anos, a exemplo da matança que aconteceu no final da tarde da última terça-feira (1), quando cinco pessoas foram executadas no bairro da Cabanagem.

"Não é possível que continuemos a conviver com esta cultura do temor de carro prata, preto, milícia, tráfico e o Estado não agir em favor da sociedade e agir com pulso forte, pulso firme", disse o governador eleito.

Questionado sobre quais medidas o Estado irá tomar em resposta à chacina, Helder rebateu: "[O episódio da chacina] não é uma afronta ao governo que está começando, é uma afronta ao Estado. É a absoluta certeza de que a ausência do Poder Público permite que se estabeleça o poder paralelo. Independente de quem é o governante. E eu não permitirei de maneira alguma! A "ausência" não é palavra que convive no meu vocabulário na condição de governador do Estado".
(Fonte: Diário do Pará)

E mais (no site Roma News):
Os bairros do Guamá, Terra Firme, Bengui, Cabanagem e o município de Marituba, que juntos acumulam os maiores índices de criminalidade da Região Metropolitana de Belém (RMB), de acordo com os dados da Secretaria de Segurança Pública (Segup), são o alvo prioritário da repressão ao crime nos primeiros dias do governo Helder Barbalho (MDB).

Em reunião na manhã de hoje (2), com a cúpula da segurança pública, o governador anunciou a Operação Gênesis, em que a Polícia Militar vai ocupar estes bairros, considerados mais violentos, a partir de hoje. Além desses bairros, a operação se estenderá para outros locais no segundo momento da operação.

O PODER DO AMOR, O AMOR NO PODER, O AMOR É LINDO...!

 Helder e Daniele
Bolsonaro e Michelle
“Eu não vou negar que você é meu doce mel
Meu pedacinho de céu
Eu não vou negar
Você é minha doce amada
Minha alegria
Meu conto de fada
Minha fantasia
A paz que eu preciso pra sobreviver (e governar)”.

Clonando Pensamento

De leitor de um jornal paulista, sobre o discurso proferido pela esposa do presidente Jair Bolsonaro, ontem, no parlatório do Palácio do Planalto em que se dirigiu ao público por meio da Libras, que é a sigla de Língua Brasileira de Sinais:

“Foi uma atitude esplendorosa, pra nenhum esquerdista, petista, psolista, comunista, botar defeito. Foi lindo e emocionante. A primeira-dama Michelle Bolsonaro brilhou, esbanjou elegância, beleza, carisma e inteligência. Tornou-se a queridinha do Brasil.”
E, é bom saber:
Michelle é autodidata em Libras e, na campanha eleitoral do marido, declarou: “Eu tenho um tio surdo e foi ele quem plantou essa sementinha na minha vida. Me despertou amor pelas Libras, fui estudar e aprendi sozinha, e esse amor só foi aumentando". Em seu discurso no parlatório, disse: “Eu gostaria de modo muito especial de dirigir-me à comunidade surda, pessoas com deficiência e a todos aqueles que se sentem esquecidos. Vocês serão valorizados e terão seus direitos respeitados. Tenho esse chamado no meu coração e desejo contribuir na promoção do ser humano",

A Libras consiste em um conjunto de formas gestuais utilizada por deficientes auditivos para a comunicação entre eles e outras pessoas, sejam elas surdas ou ouvintes.

Ela tem origem na linguagem de sinais francesa e é um dos conjuntos de sinais existentes no mundo inteiro. Cada país tem a sua própria estrutura de linguagem, que pode variar também de região conforme a cultura local e das expressões e regionalismos da linguagem comum.
Para determinar o seu significado, os sinais possuem alguns parâmetros para a sua formação, como a localização das mãos em relação ao corpo, a expressão facial, a movimentação que se faz ou não na hora de produzir o sinal.

No Brasil, a Língua Brasileira de Sinais foi estabelecida como a língua oficial das pessoas surdas através da Lei nº 10.436/2002. A função do intérprete de Libras, profissão de Michelle Bolsonaro, também está regulamentada através da Lei nº 12.319/2010.

Para se comunicar utilizando a língua brasileira de sinais, além de conhecer os sinais, é preciso também conhecer as estruturas gramaticais para combinar as frases e estabelecer a comunicação de forma correta.

Leitorado

De Felicia Conte Melo, bairro Umarizal/Belém:
“Ontem (01), foi bastante observado e comentado este fato: na solenidade de posse na Alepa, atrás da mesa onde estava Hélder Barbalho e autoridades, posicionaram-se, descaradamente, homens e mulheres desempenhando papel de ‘papagaio de pirata’ para aparecerem nas fotos e na televisão. Só não conseguiram cumprimentos de Hélder, que os ignorou antes, durante e depois de ser empossado. Interesseiros(as), do cordão dos puxa-sacos. Ô gente ridícula, credo!”

O custo da prisão de Lula

 A “hospedagem” do petista Lula na Polícia Federal em Curitiba, custou ao contribuinte R$ 2,70 milhões desde a prisão em 7 de abril. A estimativa de custo diário de R$10 mil foi da própria PF. O custo médio dos presos no Brasil é de R$2,5 mil por mês.
A presença de Lula exige destacamento de agentes extras e sistema de segurança reforçado. Preso em Curitiba, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro o petista fica em sala individual, com TV e banheiro, incluindo água quente.

Lula, NÃO!

Dos ex-presidentes da República, apenas José Sarney (1985-1990) e o senador Fernando Collor, que sofreu impeachment em 1992, compareceram à posse de Bolsonaro.Tinham assento marcado, na primeira fileira. Não constavam, porém, lugares destinados a Dilma Rousseff,cassada em 2016, e a Fernando Henrique Cardoso, que governou o País de 1995 a 2002.
O cerimonial do Itamaraty informou que todos os ex-presidentes foram convidados para a posse, com exceção de Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso desde abril.

O Papa e a política

O papa Francisco afirmou ontem que "a política não é reservada apenas aos governantes" durante a primeira bênção do Angelus de 2019 no Vaticano.

"Nós não achamos que a política é reservada apenas para os governantes", afirmou o papa no primeiro dia do ano, que também celebra o 52º Dia Mundial da Paz.

"Somos todos responsáveis pela vida da cidade, pelo bem comum e a política é boa na medida em que cada u contribui com sua parte para o serviço da paz", acrescentou o pontífice argentio no balcão do Palácio do Vaticano que dá para a praça de São Pedro.


O tema escolhido este ano para a 52ª edição do Dia Mundial da Paz é "a boa política deve estar a serviço da paz".

Neste dia, promovido pelo Papa Paulo VI, o pontífice aproveita e oportunidade para enviar uma mensagem sobre a paz aos líderes mundiais.

O que quer Hélder Barbalho


Ontem (1), no seu discurso na Alepa, Helder Barbalho disse que o compromisso do seu governo será trabalhar com foco na geração de emprego e renda, justiça social e proporcionar uma vida melhor para todos os paraenses "e só seremos capazes de fazê-lo se tivermos a capacidade de harmonizar os pensamentos diferentes, mas acima de tudo compreender que apesar dos pensamentos diferentes, nossas origens e as nossas responsabilidades nos obrigam que possamos convergir em favor do estado do Pará", pontuou.

Disse, também: “A sociedade paraense espera de cada um de nós que sejamos capazes de fazer com que a vida das pessoas possa ser uma vida melhor. Que este estado tão rico e tão belo possa fazer com que sua beleza e riqueza representem qualidade de vida para nossa gente. Não é mais possível convivermos lamentavelmente com registros dramáticos em áreas essenciais para a vida das pessoas", destacou, citando entre esses registros o fato do Estado ocupar a penúltima colocação no ranking da qualidade da educação básica e que apenas 50% da população tem acesso à água nas torneiras, e que menos de 10% tem acesso ao saneamento básico.”
Foto: Hélder profere juramento