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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019


Encolhimento
Dados recentes do BC: 2.040 agências bancárias foram fechadas de 2013 até outubro passado e cerca de 58% são concentradas nas maiores instituições – Banco do Brasil, Caixa, Bradesco, Itau-Unibanco. O Brasil tem hoje cerca de 21 mil agências bancárias com esse movimento das instituições mais de 300 cidades acabaram ficando sem agência bancária.
“Galeria de Amigos”: EMANOEL e NEUBA FIGUEIRA
Este casal é uma receita, um exemplo de simplicidade, dignidade e muito amor.

Gente fina é outra coisa...
Vânia e Verinha tiveram a gentileza de agradecer a postagem que fiz ontem aqui, considerando-as Gente que Brilha. Apenas faço justiça, minhas queridíssimas amigas, reconhecendo e enaltecendo os méritos de pessoas especiais como vocês.
Carência
Como se sabe, carisma é uma qualidade excepcional possuída por um indivíduo e por ele instrumentalizada para conquistar e assumir uma liderança - política, por exemplo. Desafio quem possa apontar na atual conjuntura política santarena uma pessoa que tenha esse perfil, que seja carismática. Suponho que dificilmente encontrarão. Do passado, cito três: os saudosos Everaldo Martins, Ubaldo Corrêa e Elias Pinto.
Uma leitora do meu blog, identificando-se apenas com as iniciais - N.S.P - do seu nome, enviou-me esta valiosa colaboração, narrando um fato histórico. Confiram:

“A Escola Carequinha, da saudosa professora Teresinha Corrêa, começou a funcionar em 1962 com o nome de Escola Primária Anexa ao Colégio Dom Amando, primeiramente no prédio do Colégio Rodrigues dos Santos (rua Siqueira Campos), posteriormente em um casarão alugado na rua Floriano Peixoto e, atualmente, na avenida Rui Barbosa, em prédio próprio, com o nome de Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental Carequinha.

Consta, em seus registros escolares que, em seu primeiro ano de funcionamento, foram matriculadas 248 crianças dos sexos masculino e feminino nos cursos maternal e primário. Dessa turma pioneira, menciono, abaixo, 40 nomes de alunos(as) que, decorridos 57 anos, se tornaram excelentes profissionais (médicos, engenheiros, dentistas, economistas,  etc.) Alguns já morreram. Quase todos eles e elas realizaram um sonho: participaram da dança do famoso Boi Estrelinha, grande atração nas festas juninas promovidas pela escola:

Francisco Lorena Chaves
Paulo Roberto Ayers de Matos
José Benedito Nogueira de Oliveira
José Judibal Cabral
Hoiana Miranda
Luiz Aurélio Rocha
Jocôndio Gonçalves
Otacílio do Amaral Filho

Neile Mara Macedo
Roberto da Cunha Simões
Jorge Serique
Lagette Cavallero
Maria da Graça Carvalho Nobre
Ivanilson Malheiros Monteiro
Rosângela Carvalho da Silva
Jandira Amaral
Antônio Adil Colares
Ademir Macedo Pereira
Vera Ilma Soares Pereira
Edinelson Neves
José Agostinho da Fonseca Neto
Ney Imbiriba
Sandra Lúcia Macedo
Waldemar Penna Filho
João David Mileo Câmara
Rui Imbiriba Corrêa
Ana Júlia Simões Hamad
Luiz Geraldo Lisboa
Eva Lobato Gentil
Antônio Djalma Vasconcelos
Petronilio Nogueira de Oliveira
Jorge Camilo Cavallero
José Humberto Frazão Merabet
Paulo Iida
Maria de Nazaré Imbiriba Corrêa
João de Mendonça Alho
Celeste de Sousa Chaves
Elba de Melo Cacela Alves
Graça Maria Carvalho Nobre
Sávio Macedo

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Comunicação era assim...
Na época (décadas de 60, 70) em que eu apresentava programas de rádio em Santarém, não existiam, ainda, computador, telefone celular, internet e redes sociais (WhatsApp, Facebook, Instagram, etc.) Para manterem contato comigo, os meus ouvintes utilizavam-se apenas de “cartinhas” que eram entregues na recepção da Rádio Rural, contendo seus pedidos de músicas, felicitações de aniversários, etc. Com satisfação, eu utilizava grande parte do horário dos meus  programas para atender, prazerosamente, as variadas solicitações, principalmente de quem residia em localidades do interior do município.
É triste, causa indignação, vermos pessoas nas redes sociais, elogiando, querendo chegança, querendo agradar os adversários políticos de ontem, tudo em nome do interesse pessoal.
Espera-se que o carnaval deste ano, em Santarém, fuja da mesmice, seja diferente, seja melhor do que os anteriores. Que o poder público municipal e o seu povo sejam capazes de, unidos, promover e valorizar muito bem a tradição e o prestígio de sua cultura, de suas artes, de suas festas populares.

Alô prefeito Nelio Aguiar

Ontem, anonimamente, alguém fez este comentário:
“Ercio, adoro o teu blog e a tua página no Facebook. Por favor, escreve mais, divulga mais as coisas boas que estão sendo realizadas pelo atual governo municipal de Santarém. O prefeito Nélio está mudando para melhor a cara da cidade, em todos os bairros e o povo está gostando muito”.

Respondo: Eu nunca recebi quaisquer informações oriundas do setor de comunicação da Prefeitura. Aliás, nem sei quem é a pessoa responsável por isto. As notícias e os comentários que eu faço sobre o que acontece de bom ou de ruim em Santarém, são com base no que me dizem os meus amigos, olheiros e informantes voluntários, merecedores da minha total confiança. Também recebo muitas mensagens de meus leitores, entre eles adversários políticos do atual prefeito, que geralmente manifestam seu desagrado com o que não está sendo feito em benefício da população. Considero isto normal, afinal, inimigos não mandam flores.
E mando este recado ao prefeito Nélio Aguiar e aos seus secretários e assessores: o meu celular/Watsapp é (91) 98917-4477 e o meu endereço na internet é ercio.remista@hotmail.com - Disponham sempre, mandem notícias. Prometo que as lerei todas, porém, não abrirei mão do meu direito de decidir sobre o que será ou não divulgado. E mais: tudo é grátis!
Gente que brilha
As irmãs VÂNIA e VERINHA continuam administrando com sucesso o Sistema Tapajós de Comunicação (TV e  rádio FM). Herdaram de seu pai, meu dileto e saudoso amigo Joaquim Pereira, a nitidez moral das atitudes, o apego ao trabalho e o profundo amor por Santarém, sua querida terra natal.



Alter do Chão, mostrada nesta belíssima foto de Emi Okada Pereira, merece ser definida como diz a canção de Pixinguinha “és láctea estrela/és mãe da realeza/és tudo enfim que tem de belo/em todo o resplendor da Santa natureza’.


segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

É uma pena! Em se tratando de futebol, o de Santarém “nada do que foi será de novo/ do jeito que já foi um dia”. Agora, é estádio vazio, público desmotivado, clubes com atuações inexpressivas nas competições, causando insatisfação, vergonha e revolta aos seus fiéis torcedores. Exemplo disto: ontem, o São Raimundo empatou (1x1) com o Águia de Marabá, no jogo de estreia do Parazão 2019.
Recebo e-mail fuxicando que no calçadão da orla da avenida Tapajós e às proximidades do Museu João Fona, em Santarém, está rolando livremente muita venda e consumo de drogas. Cuidado, galera!

Aliás, diferentemente do que ocorre hoje, com as drogas destruindo vidas de homens e mulheres de todas as idades, a molecada de antigamente gostava mesmo era de empinar papagaios, de jogar peladas de futebol nas praias, nos quintais e nas ruas, rodar pião, jogo de botão e peteca. Os mais taludos curtiam festinhas, cinema, namoricos sem muita liberdade de sair sozinhos com os “brotinhos”, como eram chamadas as jovens bonitas.

Democracia não é só o direito de ser igual, mas também de ser diferente. É o caso dos gays, cujo número é expressivo em Santarém. Merecem respeito e ser aceitos como realmente são.
Leitor(a):
Um sorriso, um abraço, uma palavra afetuosa, um elogio sincero, têm o poder de mudar uma vida, de fazer alguém feliz.
Faça isso é seja feliz, também.
Leitorado

De Dilson Nogueira, bairro Pedreira/Belém:
“Pode até não ser verdade, mas este boato está correndo solto e intensamente em Belém: um grupo empresarial de comunicação (TV, Rádio e Jornal), com vultuosas dívidas, está estudando propostas e não vai demorar muito, trocará de donos”.
Lava Jato acha que dinheiro do BNDES acabou no bolso de Lula

A lista dos financiamentos do BNDES no exterior, divulgada sexta-feira (18), dá sentido às relações promíscuas do ex-presidente Lula com a Odebrecht, que ele beneficiou com 80% das obras em ditaduras latino-americanas e africanas. Integrantes da Lava Jato acham que dinheiro do BNDES acabou no bolso de Lula. Emílio Odebrecht, controlador da empreiteira, confessou até mesmo que havia uma “conta corrente” de R$300 milhões para o ex-presidente presidiário gastar como quisesse. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A relação entre Lula e a empreiteira baiana foi baseada em corrupção, simples assim. A Odebrecht pagou e levou os melhores contratos.

A construção do Porto de Mariel (Cuba) foi financiada pelo banco público BNDES por R$ 2,7 bilhões. E construído pela Odebrecht.

E o ex-ministro Antonio Palocci revelou à Justiça espontaneamente, sem acordo de delação, o “pacto de sangue” entre Lula e a Odebrecht.

A propina era tão rotineira que Palocci contou fazer entregas de dinheiro vivo a Lula em caixas de celular e, claro, de uísque.

O primeiro da fila

Editorial do Estadão
O pedido de socorro financeiro feito pelo governo do Estado de Goiás para colocar em dia os salários dos funcionários e enfrentar o rombo de R$ 6 bilhões previsto para este ano é apenas o primeiro que o governo do presidente Jair Bolsonaro terá de examinar com alguma urgência. Seis outros governos estaduais sem condições de honrar seus compromissos já decretaram estado de calamidade financeira. 
Caso cumpra as exigências para a adesão ao programa federal de ajuda aos Estados, o governo goiano conseguirá um alívio financeiro imediato, mas terá de se comprometer a adotar medidas rigorosas para ajustar suas contas. Ao governo federal ficarão ônus, como o adiamento da entrada de recursos referentes ao pagamento da dívida com a União, que agravarão uma crise fiscal cujo enfrentamento exige decisões urgentes, como a apresentação de seus projetos de reformas estruturais, a começar pela da Previdência. 
Mas as dificuldades do governo federal continuarão a aumentar, pois outros governos estaduais em dificuldades financeiras já pediram ou acabarão pedindo o socorro da União, que se transformou numa espécie de recurso de última instância para os Estados quebrados. 
O governo de Goiás, no início da gestão anterior, encerrada em 31 de dezembro, conseguiu ajustar suas finanças por meio de um severo programa de controle e restrição de despesas. Mas, como demonstra o pedido de socorro feito pela gestão que assumiu no dia 1.º de janeiro, o ajuste feito no início foi destruído no fim do governo anterior, decerto por motivos eleiçoeiros. “Sem a ajuda federal, a dor é muito maior”, disse ao Estado a atual secretária da Fazenda de Goiás, Cristiane Alkmin. 
Até agora, apenas o governo do Estado do Rio de Janeiro aderiu formalmente ao Regime de Recuperação Fiscal. A adesão implica a suspensão temporária do pagamento das parcelas da dívida estadual com a União. Ela está condicionada à comprovação de dificuldades financeiras graves, expressas em dívida consolidada muito alta como proporção da receita corrente líquida, além de gastos excessivos com pessoal e juros, que, somados, superem 70% da receita. 
Mas a adesão impõe exigências. Entre elas estão a obrigação de não contratar funcionários nem conceder aumentos salariais, fixar teto para as despesas obrigatórias (entre as quais a folha de pessoal) e privatizar estatais. O Rio de Janeiro enfrenta dificuldades para cumpri-las integralmente. O Estado não conseguiu, por exemplo, privatizar a Cedae, sua companhia de saneamento básico. 
A falta de controle sobre despesas obrigatórias, entre as quais com pessoal ativo e inativo, somou-se à quebra da receita própria, sobretudo com ICMS, e das transferências federais decorrente da crise pela qual o País passou, para gerar um desequilíbrio, mais ou menos acentuado, nas contas da maioria dos Estados. O caso mais grave e mais conhecido é o do Rio de Janeiro, cuja área de segurança pública esteve sob intervenção federal até o fim do ano passado. Mas há outros com a situação fiscal muito ruim. O governo do Rio Grande do Sul já tem um pré-acordo firmado com o Tesouro Nacional que o desobriga de pagar a dívida com a União enquanto não resolve as pendências para privatizar seu banco, o Banrisul. O de Minas Gerais prepara-se para receber uma missão do Tesouro Nacional, para iniciar o processo de adesão ao regime de recuperação. A fila deve crescer. Na quinta-feira passada, o governo de Mato Grosso tornou-se o terceiro, neste ano, a decretar calamidade financeira; outros três haviam tomado essa medida no ano passado. 
Balanços da Secretaria do Tesouro Nacional mostraram que, em 2017, 14 das 27 unidades da Federação ultrapassaram o limite para os gastos com pessoal fixado pela LRF, de 60% da receita líquida. A situação pode ser ainda pior. O relatório do Tesouro baseia-se em informações dos governos estaduais, alguns dos quais escondem gastos com pessoal sob outras rubricas. 
Governadores que encerraram o mandato em 2018 podem ter utilizado manobras contábeis, como as “pedaladas fiscais”, destinadas a transferir pagamentos de sua responsabilidade para os sucessores.

domingo, 20 de janeiro de 2019

Disponha
À sua disposição, leitor(a), estão o meu celular/Watsapp (91) 98917-4477 e o meu endereço na internet ercio.remista@hotmail.com, para que você possa manifestar a sua opinião, suas críticas, as suas queixas, as suas sugestões ao conteúdo do meu blog 0 Mocorongo e desta página.

Hoje (20) é o Dia de São Sebastião