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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Tu acha que dá?”, perguntou Bolsonaro. “Dá!”, respondeu Onyx

Quando Onyx Lorenzoni, ministro-chefe da Casa Civil, ungiu Davi Alcolumbre, ainda em novembro, como o nome para derrotar Renan Calheiros no Senado, até Jair Bolsonaro ficou desconfiado:
“Tu acha que dá?”, perguntou. “Dá!”, respondeu.

Para convencer o presidente, o hoje ministro da Casa Civil comparou a situação com a própria campanha presidencial – na qual Bolsonaro era, inicialmente, desacreditado por todos.
“Conversei antes com vários senadores. Como o adversário era muito esperto, eles temiam por o peito na água muito cedo. Quando falei com Davi, ele se mostrou disposto e ainda tinha a particularidade de ser o único membro remanescente da Mesa Diretora”, revela Onyx.

O ministro conta, com exclusividade a O Antagonista, que escolheu o colega de legenda por duas características principais: “É um mestre nas relações, transita em todos os grupos. E tem uma capacidade de trabalho imensa, é incansável. Ele trabalha 20 horas, visitou 19 estados.”

Onyx avaliou ainda o peso político da nova composição do Senado, com 46 novos integrantes, que, logicamente, defenderiam um candidato anti-Renan. “Tínhamos de saída uns 30 votos”, lembra.
“O simbolismo que Renan carrega é o da velha política e nós sabíamos que ele faria do Senado um bastião de resistência, em parceria com o PT, contra as mudanças que o País precisa.”

Onyx avalia que a derrota de Renan Calheiros marca o fim de um ciclo. “A perspectiva agora é muito melhor. Sabemos que vai ser difícil, mas teremos um Senado em sintonia com a sociedade. Quem está na vida pública tem a obrigação de ouvir as ruas.”

Instantes depois de confirmada a eleição de Davi como novo presidente do Senado, Onyx Lorenzoni usou as redes sociais para publicar uma mensagem celebrando o triunfo do aliado. Onyx foi critiado por Renan Calheiros e seus aliados por articular em prol do companheiro de partido.

No texto, Lorenzoni citou um versículo bíblico que narra a história de Davi e Golias. Ao fim, citou o slogan de campanha do presidente Jair Bolsonaro.
"'Davi respondeu: — Você vem contra mim com espada, lança e dardo. Mas eu vou contra você em nome do Senhor Todo-Poderoso, que você desafiou.' 1Samuel 17:45 BRASIL acima de tudo , DEUS acima de todos ! Viva o BRASIL", escreveu.
Conheça Davi Alcolumbre, eleito presidente do Senado

Eleito presidente do Senado ontem (2), Davi Alcolumbre (DEM-AP), 41, integra desde 2003 o pelotão de congressistas do chamado "baixo clero", aqueles que têm nenhuma ou pouquíssima projeção nacional.

Vereador em Macapá de 2001 a 2002, deputado federal de 2003 a 2014 e senador desde então, ele quase nunca participou de movimentações políticas de relevo.

Disputou ainda a prefeitura de Macapá, em 2012, e o governo do Amapá, em 2018, mas foi derrotado.

O maior feito político de sua carreira até então foi ter derrotado o candidato do ex-presidente José Sarney (MDB) em 2014 (Gilvam Borges, do MDB), tendo sido eleito senador.

Nos últimos meses, porém, Alcolumbre foi escolhido pelo articulador político do governo, Onyx Lorenzoni, como nome para tentar barrar a volta do até então favorito Renan Calheiros (MDB-AL), que já presidiu o Senado por quatro vezes. A mulher de Onyx foi assessora parlamentar de Alcolumbre.

O senador declara ser comerciante como profissão, e ter curso superior incompleto de ciências econômicas. À Justiça Eleitoral, declarou patrimônio de R$ 770 mil.

Apesar de ser do DEM, ex-PFL, um dos principais clássicos da direita brasileira, Alcolumbre tem alianças no Amapá com a esquerda. Em sua fracassada candidatura ao governo do estado, no ano passado (ele ficou em terceiro), o senador teve o apoio do senador Randolfe Rodrigues (AP), que tem origem no PT, passando pelo PSOL, estando atualmente na Rede Sustentabilidade, partido de Marina Silva.
Randolfe foi, ao lado de políticos do PSL de Bolsonaro, um dos articuladores da candidatura de Alcolumbre ao comando do Senado. Neste sábado, após a vitória do colega de bancada, Randolfe fez discurso exaltando a parceria entre os dois e dizendo que o senador do DEM representa a mudança que as ruas exigem atualmente do Congresso.

Vale a pena ler: Cadeias e demagogia 

Por Drauzio Varela/Folha de SP
O sistema prisional talvez seja a área da administração em que os políticos mais falam e fazem besteiras.

Frases como "lugar de bandido é na cadeia", "tem que acabar com benefícios que encurtam penas", "vamos reduzir a maioridade penal" e, principalmente, "preso precisa trabalhar para pagar os custos da prisão" soam como música aos ouvidos da sociedade acuada pela violência.

É compreensível que a maioria esteja de acordo com essas propostas. Dos que se candidatam para governar os estados e o país, entretanto, esperaríamos mais responsabilidade para não criar expectativas fantasiosas e evitar políticas inexequíveis num campo tão sensível.

Antes que os "idiotas da internet" tirem conclusões apressadas, deixo claro que não gosto nem sou defensor de bandidos, que também quero ver preso o assaltante que rouba e mata e que, em caso de conflito violento entre bandidos e policiais ou agentes penitenciários só não fico do lado dos agentes da lei se estes também forem criminosos.

Em 1989, quando comecei a atender doentes nas cadeias, havia no Brasil cerca de 90 mil presos. Hoje, temos ao redor de 800 mil, a terceira população carcerária do mundo. Não é verdade que prendemos pouco. O problema é que mandamos para trás das grades pequenos contraventores e deixamos em liberdade facínoras com dezenas de mortes nas costas.

Como nos últimos 30 anos encarceramos quase nove vezes mais, e as cidades brasileiras se tornaram muito mais perigosas, não é preciso ser criminalista com pós-graduação na Sorbonne para concluir: prender tira o ladrão da rua, mas não reduz a violência urbana.

A pior consequência do aprisionamento em massa é a superpopulação. Os que não aceitam o argumento de que a pena de um condenado deve ser a privação da liberdade, não a imposição de condições desumanas, precisam entender que o castigo das celas apinhadas tem consequências graves para quem está do lado de fora.

Quando trancamos 30 homens num xadrez com capacidade para receber menos da metade, como acontece nos Centros de Detenção Provisória de São Paulo e em quase todos os presídios do país, os agentes penitenciários perdem a condição de garantir a segurança no interior das celas.

Como o poder é um espaço arbitrário que jamais fica vazio, o crime organizado assume o controle e impõe suas leis.

Diante dessa realidade, uma autoridade vir a público para dizer que fará os presos trabalharem para compensar os gastos do Estado é piada de mau gosto. Primeiro, porque na construção das cadeias de hoje não foram projetados espaços para postos de trabalho; depois, porque é impossível trabalhar onde não existe emprego.

Desde o antigo Carandiru, ouço diretores de presídios reclamarem da falta de empresas dispostas a instalar oficinas nas dependências das cadeias, a despeito das vantagens financeiras e tributárias que o governo oferece. Quer dizer, negamos acesso ao trabalho e nos queixamos que os vagabundos consomem nosso dinheiro na ociosidade.

Embora tenha conhecido detentos que se vangloriaram de nunca ter trabalhado, eles são exceções. O que a sociedade não sabe é que os presos são os principais interessados em cumprir pena trabalhando: ajuda a passar as horas que se arrastam em dias intermináveis, permite cobrir os gastos pessoais, enviar dinheiro para a família e usufruir o benefício da lei que reduz um dia de condenação para cada três dias trabalhados.

A questão prisional é muito grave para ficar nas mãos de aprendizes de feiticeiro sem noção da complexidade do sistema penitenciário, que repetem platitudes com ares de grande sabedoria e põem em prática medidas simplistas sem ouvir os que estão em contato diário com os encarcerados nem os estudiosos do problema.

A era das facções que comandam o crime de dentro dos presídios, capazes de dar ordens para vandalizar cidades, disseminar a violência pelo país inteiro e estabelecer conexões internacionais, requer dirigentes com experiência em segurança pública, que conheçam as condições de funcionamento das cadeias brasileiras.

O combate ao crime organizado exige inteligência, entrosamento entre as polícias, centralização das informações num cadastro nacional, simplificação da burocracia e, acima de tudo, coragem do Judiciário para criar penas alternativas que reduzam a população carcerária. Palpites demagógicos de políticos despreparados são dispensáveis.

Drauzio Varella

Médico cancerologista, autor de “Estação Carandiru”.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

O Dia de Iemanjá é comemorado hoje (2)

Iemanjá, também conhecida como "Rainha do Mar" é um orixá africano feminino, e faz parte da religião do candomblé e de outras religiões afro-brasileiras.

É considerada padroeira dos pescadores, jangadeiros e marinheiros.

Igualmente, protetora dos lares, das crianças, gestantes e invocada na hora do parto e por todos que desejam ser felizes no casamento.

O Dia de Iemanjá é a maior festa em honra a este orixá, quando milhares de pessoas se vestem de branco e vão às praias depositar oferendas, como espelhos, joias, comidas, perfumes e outros objetos.

Indignada, falou a verdade
Ontem, dezenas de pessoas, em uma sala da Receita Federal em Belém, esperavam a vez para serem atendidas. Uma senhora bem idosa, em cadeira de rodas, disse alto e bom som: “Fazem duas horas que estou aqui, porque recebi uma intimação para apresentar comprovante de uma despesa médica cujo valor de 500 reais constou da minha declaração do Imposto de Renda do ano passado. Enquanto isto, os grandes sonegadores, ricaços e impunes, certamente estão nas praias ou no exterior, gozando a vida. O pobre é que é fud..., mesmo. Não tem jeito!”
Clonando Pensamento
“O velho Dias Toffoli socorreu o novo Renan Calheiros resgatando o voto clandestino no Senado. É a certeza de um desastre.”
(Do site O Antagonista)

É a certeza de um desastre.
Quem sabe o restante da letra do hino do Breguelhege?

“Lá vem, lá vem ele
Trazendo a vitória na mão
Tem rapazes, tem meninos, tem mulher
Vai ver quem é, é o Breguelhegue!”
Clonando Pensamento

"As mães de nossos dias, as mães modernas, por razões de todos sabidas, já não embalam os berços de seus filhinhos entoando as expressivas e amoráveis cantigas de ninar de outrora! (...) Quanta voz doce, meiga e bonita de mãe brasileira ninou os seus filhinhos com esses ingênuos acalantos!?"
(Wilson Dias da Fonseca – maestro Isoca, no seu livro “Meu Baú Mocorongo – volume 3)

Murucututu
Lá de cima do telhado,
Vem buscar este menino
Que não dorme sossegado.

Murucututu
Lá de cima do telhado,
Vem buscar este menino
Que ainda está acordado.

Murucututu
Lá de cima do telhado,
Vem buscar este menino
Que não quer dormir

Renan Calheiros chamou Tasso para 'porrada'. E não foi em um puteiro, foi no plenário do Senado da República do Brasil

Um dos momentos mais tensos na tumultuada sessão de eleição do presidente do Senado, ontem, 1º, foi uma agressão verbal do senador Renan Calheiros (MDB-AL) ao senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).

Foi assim: Renan passou por Tasso no corredor do plenário e disparou: "O responsável por isso é você, coronel, cangaceiro". Em seguida, o diálogo ficou ainda mais agressivo. Tasso, que estava sentado, rebateu: "Você vai para a cadeia". Ao que Renan emendou: "Seu merda, venha para a porrada".
Toffoli anula voto aberto e determina votação secreta na eleição do Senado

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, decidiu anular decisão do plenário do Senado pelo voto aberto na eleição para a presidência da Casa e determinou que a votação seja secreta.

"Declaro a nulidade do processo de votação da questão de ordem submetida ao plenário pelo senador da República Davi Alcolumbre, a respeito da forma de votação para os cargos da Mesa Diretora. Comunique-se, com urgência, por meio expedito, o senador da República José Maranhão, que, conforme anunciado publicamente, presidirá os trabalhos na sessão marcada para amanhã (sábado)", diz a decisão.

Segundo Toffoli, é preciso respeitar o artigo 60 do regimento do Senado, que determina votação secreta.

Aliados do senador Renan Calheiros (MDB-AL) entraram à 0h deste sábado (2) com pedido no STF para reverter a votação desta sexta-feira (1º) em que, por 50 votos a 2, decidiu-se que a eleição para presidente do Senado se daria por voto aberto. O pedido é assinado pelo Solidariedade e pelo MDB.

Segundo Toffoli, o plenário do Senado "operou verdadeira metamorfose casuística" no próprio regimento.  "Ainda que tenha ocorrido por maioria, a superação da norma em questão, por acordo, demanda deliberação nominal da unanimidade do plenário, o que não ocorreu naquela reunião meramente preparatória", diz trecho de sua decisão.

Em janeiro, Toffoli já havia revertido entendimento anterior, do ministro Marco Aurélio, que determinara que a eleição fosse aberta.

Os aliados de Renan fizeram três pedidos: 1) que o Supremo garantisse o voto secreto, previsto no regimento da Casa; 2) que fosse anulado o processo de votação submetida ao plenário pelo senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), que resultou em maioria pelo voto aberto; e 3) que fosse reconhecido que candidatos à presidência do Senado não podem presidir as reuniões preparatórias, "por absoluta incompatibilidade, sob pena de ser declarado o seu impedimento". O terceiro pedido mirava Alcolumbre. ​

Depois de mais de cinco horas de manobras regimentais, bate-bocas e até o "roubo" da pasta de condução dos trabalhos, a eleição que escolheria o nome que comandará o Senado nos próximos dois anos foi adiada para as 11h deste sábado (2).

O pano de fundo da confusão foi a disputa entre dois grupos pela cadeira: o de Renan, alvo da Lava Jato e presidente do Senado por quatro mandatos, e o do ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (DEM), que tenta emplacar no cargo o até então inexpressivo Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Único remanescente na antiga Mesa Diretora do Senado, Alcolumbre foi o responsável por conduzir a sessão nesta sexta.

Para Toffoli, o fato de Alcolumbre presidir a sessão que alterou o regimento e ser candidato "além de afrontar norma regimental do Senado (art. 50, parágrafo único), a indicar manifesto conflito de interesses, está malferindo os princípios republicanos, da igualdade, da impessoalidade e moralidade".

"Penso que a submissão pelo presidente interino de questão de ordem versando a forma de votação da eleição da mesa diretora (secreta ou aberta) desrespeitou a decisão que proferi nesta suspensão de segurança", ressaltou o presidente do STF, em referência à decisão dele de janeiro a favor do voto secreto.

"Desse modo, embora a Constituição tenha sido silente sobre a publicidade da votação para formação da Mesa Diretora (art. 57, § 4o), o regimento interno do Senado Federal dispôs no sentido da eleição sob voto fechado. Algum questionamento pode haver no caso sobre o silêncio constitucional, se teria sido ele intencional, uma vez que, em diversos dispositivos, a Constituição previu de modo expresso o sigilo de votação", destacou o ministro do Supremo.

Sabidamente candidato, Alcolumbre não assumiu oficialmente essa condição e comandou manobras para tentar enterrar a candidatura de Renan.

Apesar de o regimento do Senado estabelecer que a eleição é secreta e que era preciso unanimidade para mudar essa previsão, ele exonerou o secretário-geral do Senado, Luiz Bandeira de Melo Filho, aliado de Renan, e colocou em votação proposta de votação aberta —aprovada por 50 dos 81 senadores, com 2 votos contra.

Hábil negociador de bastidores, Renan tem maior chance em votação secreta, já que muitos de seus apoiadores não querem se ver ligados a um senador alvo da Lava Jato e que, para muitos, representa a "velha política".

Ficou acordado que o senador José Maranhão (MDB-PB), o mais velho da Casa e aliado de Renan, deverá conduzir a sessão. Os anti-Renan tentarão manter a decisão de voto aberto.

Maranhão afirmou não concordar com a decisão de Alcolumbre de colocar em votação a possibilidade de voto aberto. "Ele [Alcolumbre] não poderia resolver uma questão dessa natureza, fundamental, numa questão de ordem [questionamentos sobre ritos da sessão]. Você não pode reformar o regimento numa questão de ordem", disse.

Alcolumbre afirmou, após o adiamento da sessão, que a população tem que se insurgir contra aqueles que não apoiarem a votação aberta.  ​
Fonte: Folha de SP
Rodrigo Maia é eleito presidente da Câmara pela terceira vez

Atual presidente da Câmara e um dos principais defensores da agenda de reformas, Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi reeleito, com 334 votos, em primeiro turno ontem (1º) e comandará a Casa por mais dois anos.

O segundo colocado foi Fábio Ramalho (MDB-MG), com 66 votos. O terceiro lugar ficou com o candidato da oposição, Marcelo Freixo (PSOL-RJ), com 50 apoios.

Em seguida vieram JHC (PSB-AL), com 30 votos, Marcel Van Hattem (Novo-RS), com 23 votos, Ricardo Barros (PP-PR), com 4 votos e General Petternelli (PSL-SP), com 2 votos.

Com Maia, comporão a Mesa Diretora o 1º vice-presidente - Marcos Pereira (PRB-SP): 398 votos (eleito em primeiro turno); 2º vice-presidente - Luciano Bivar (PSL-PE): 198 votos (eleito em segundo turno); 1º secretária - Soraya Santos (PR-RJ): 315 votos (eleita em primeiro turno); 2º secretário - Mário Heringer (PDT-MG): 408 votos (eleito em primeiro turno); 3º secretário - Fábio Faria (PSD-RN): 416 votos (eleito em primeiro turno); 4º secretário - André Fufuca (PP-MA): 408 votos (eleito em primeiro turno). Os suplentes serão os deputados Rafael Motta (PSB-RN), Assis Carvalho (PT-PI), Geovania de Sá (PSDB-SC) e Isnaldo Bulhõres Jr. (MDB-AL).

Gente que brilha

Posses de Leonardo Tavares (presidente) e Célia Pinheiro (vice-presidente) ocorreram ontem no Tribunal de Justiça do Pará


Sessão no Senado Federal tem bate-boca e até ‘roubo’ de pasta de presidente

A senadora Kátia Abreu (PDT-TO) decidiu promover chicana na sessão que definirá o presidente do Senado a partir deste ano. Ela é da bancada de senadores que quer o voto secreto, em geral apoiadores do senador Renan Calheiros (MDB-AL). A dupla questiona a presidência do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), que já havia dito em outros dias que tinha intenção de se lançar candidato a presidente do Senado.

A confusão começou quando Renan Calheiros (MDB-AL), adversário de Alcolumbre e candidato do PT na Casa, questionou a competência do amapaense para presidir a sessão. “Senador Davi Alcolumbre, desculpa ter chamado de presidente, em que condição vossa excelência está presidindo esta sessão e a anterior, que empossou os senadores?”, provocou.

Alcolumbre ignorou os questionamentos de Renan e abriu uma votação para definir se a eleição se daria por voto aberto ou fechado. 50 dos 53 senadores optaram pelo voto aberto.

Os aliados de Renan não pararam de gritar: “Vossa excelência não é diferente de nós. Responda às perguntas”, choramingou Eduardo Braga (MDB-AM). “Você está usurpando o poder! Está usurpando o poder”, repetiu aos berros fora do microfone Humberto Costa (PT-PE).

A senadora Katia Abreu (PDT-TO) se levantou, invadiu a Mesa Diretora e afirmou aos berros: “O senhor é candidato, não pode presidir a sessão!”, exclamou antes de arrancar uma pasta de documentos de suas mãos. “Saí daí!”, ela disse, apontando os dedos ao colega. “Peço à senadora que me devolva a pasta. Essa pasta é da Mesa Diretora”, diz Alcolumbre.

“A hora é do mais velho, que é José Maranhão. Entrega a cadeira porque você é candidato e isso vai parar no Supremo, envergonhadamente. O senhor não tem assessor, não?”, continuou Katia Abreu.

“Não, você levou a pasta com as respostas”, devolveu Alcolumbre.

A cena teatral causou graça a alguns e tristeza a outros. Renan chegou a rir. Omar Aziz (PSD-AM) pediu para suspender a sessão. “Está parecendo grêmio estudantil”, lamentou.

Pouco antes, Renan protagonizou momento tenso. Exaltado, o alagoano lembrou um episódio da ditadura para reclamar das conduções dos trabalhos. “Canalha!, Canalha!”, vociferou contra os senadores da Mesa.

Ele fez um aparte ao discurso do senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) -que é favorável ao voto aberto- e citou o caso em que Tancredo Neves chamou de “canalha, canalha” o senador Auro de Moura Andrade, que, no golpe militar de abril de 1964, declarou vaga a Presidência da República.

Um burburinho no plenário gerou apreensão. Renan e Tasso Jereissati (PSDB-CE) se enfrentaram quando o tucano atacou: “Você vai para a cadeia”. Os dois tiveram de ser segurados pelos colegas.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Eu vi
Ontem à tarde, no teto de uma das lojas localizadas no primeiro piso do Boulevard Shopping, ocorreu uma grande infiltração de água, ocasionando grande confusão, porque os produtos expostos foram molhados e os funcionários se movimentavam para levá-los para fora do estabelecimento, como mostram as fotos tiradas por mim.

Como parte da programação de posse dos novos dirigentes do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), foi realizada na manhã de ontem, 31, missa em Ação de Graças da gestão do biênio 2019/2021, celebrada na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, no bairro da Cidade Velha, em Belém.

Ao final, os novos dirigentes do TJE/PA, desembargador Leonardo de Noronha Tavares (presidente) e desembargadora Célia Regina de Lima Pinheiro (vice-presidente), que serão empossados hoje (31), receberam os cumprimentos dos mais de 300 convidados que assistiram à Santa Missa.



A Graça Maria e a Maria das Graças Nobre são irmãs gêmeas. Ontem, encontrei-me com uma delas e posamos para uma selfie, mas não sei com qual delas, se Graça Maria ou a Maria das Graças. Tô ficando velho, mesmo.
Amizade e gratidão
Após ser homenageada pelo Tribunal de Justiça do Pará, agraciada com o  Grão-Colar Mestre Presidencial, a desembargadora Albanira Bemerguy, ex- presidente da instituição, foi surpreendida com uma demonstração de carinho de quem trabalhou em seu gabinete, recebendo deles e delas, buquê de flores e muitos afetuosos abraços.

Merecidas e justas homenagens
Ontem (31), o Tribunal de Justiça do Pará rendeu homenagens a dez de seus ex-presidentes, concedendo-lhes o Grão-Colar Mestre Presidencial, comenda que integra a Ordem do Mérito Judiciário do Estado do Pará. A cerimônia de outorga da honraria foi conduzida pelo desembargador Ricardo Ferreira Nunes, presidente do TJPA, que ressaltou a sua importância e simbolismo.
“O Grão-Colar é destinado às pessoas que exerceram a Presidência do Tribunal, não importa se são de ontem, de hoje ou de amanhã. Ele simboliza as preocupações, as responsabilidades, a serenidade de um presidente. Considero justa esta homenagem, porque são pessoas que plantaram e plantarão as sementes para que nosso Tribunal continue a colher os bons frutos, que possibilitam uma melhor prestação jurisdicional à sociedade”.

Foram homenageados os desembargadores Manoel de Christo Alves Filho, presidente no biênio 1995-1997; José Alberto Soares Maia, presidente no biênio 1999/2001; Climeniè Bernadete de Araújo Pontes, presidente no biênio 2001-2003; Maria de Nazareth Brabo de Souza, presidente no biênio 2003/2005; Milton Augusto de Brito Nobre, presidente no biênio 2005-2007; Albanira Lobato Bemerguy, presidente no biênio 2007-2009; Rômulo José Ferreira Nunes, presidente no biênio 2009-2011; Raimunda do Carmo Gomes Noronha, presidente no biênio 2011-2013; Luzia Nadja Guimarães Nascimento, presidente no biênio 2013-2015; e Constantino Augusto Guerreiro, presidente no biênio 2015-2017 (foto 1)

Em nome dos homenageados, o desembargador Milton Nobre, atual decano da Corte, agradeceu a honraria, ressaltando a importância que cada gestor teve para a história do Judiciário.

Eu, minhas netas Giovanna, Maytê, Maya, Lívia, meu filho Ercio e minha nora Elane fomos parabenizar a desembargadora Albanira, minha esposa e uma das homenageadas. (foto 2)

Ontem, 21 membros (foto) da Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS) escolheram, por meio de eleição,  novos membros para o dito silogeu. Oito candidatos concorreram às vagas e foram eleitos:

Membros efetivos:
-A cadeira de número 12, patrono Gabriel Rodrigues dos Santos, será ocupada pelo poeta e músico Celson Pantoja Lima.
Antes, o ocupante era o acadêmico Gumercindo Rebelo.
-Para a cadeira de número 17, cujo patrono é João Alves Pereira Fona, foi eleita a poetisa Maria do Socorro Carvalho Lima.
Antes a cadeira era ocupada por Elias Lopes do Rosário.

Sócios Honorários
Pela primeira vez em sua história, a ALAS escolheu sócios honorários. São eles:
Jefferson Paiva de Sousa
Antônio Lisboa Paixão (Marreta)
Adson Wender de Jesus Souza
Bolsonaro afaga Renan Calheiros
Ontem, logo que terminou a reunião em que a bancada do MDB escolheu Renan Calheiros (AL) com candidato à presidência do Senado, o presidente Jair Bolsonaro ligou para parabenizá-lo e para pedir uma conversa na próxima semana. Renan é considerado favorito para vencer a eleição, que será disputada nesta sexta-feira.