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quarta-feira, 5 de junho de 2019

Planos de Saúde: Regra para portabilidade já está em vigor

Já está em vigor a nova regra de portabilidade para usuários de planos de saúde empresariais "levarem" a carência do contrato. A mudança foi aprovada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em dezembro de 2018 e teve 180 dias de prazo para que as operadoras se adaptassem à medida.
As novas regras permitem que os beneficiários mudem o tipo de contrato do plano ou operadora sem ter que esperar um prazo específico para ter acesso a determinado procedimento, o que pode variar de 24 horas (em casos de urgência) a 24 meses (para doenças preexistentes).
"Os planos empresariais representam quase 70% do mercado e dispõem da mesma cobertura assistencial dos demais. Com as novas regras, oferecemos mais possibilidade ao consumidor e estimulamos uma salutar concorrência no setor", disse o diretor-geral da ANS, Rogério Scarabel, quando a medida foi aprovada.
A expectativa da agência reguladora e do setor de saúde suplementar é que essa mudança tenha efeito sobre a concorrência no setor, já que facilita a mudança de operadora, sem a perda do tempo de carência cumprido na empresa de origem.

A decisão pode ser uma "mão na roda" para beneficiários de planos que foram demitidos ou que se aposentaram. Atualmente, quando um empregado deixa a empresa, precisa cumprir novos períodos de carência ao mudar de convênio. A portabilidade permite que o usuário do plano empresarial escolha outro sem prazos de carência, que pode ser exercida em 60 dias, a contar da data de extinção do vínculo com a operadora.
A norma aprovada retira a exigência da chamada "janela" (prazo para exercer a troca) e deixa de cobrar a compatibilidade de cobertura entre planos para o exercício da portabilidade. Neste caso, o consumidor deve cumprir carência apenas para as coberturas não contratadas no plano de origem.
Agora, a portabilidade poderá ser requerida pelos beneficiários a qualquer tempo, desde que haja o cumprimento do prazo mínimo de permanência exigido no plano de origem. Antes, havia um período limitado a quatro meses no ano para o exercício da migração, contados a partir da data de aniversário do contrato.
"A portabilidade de carências passa a ser um direito efetivo de todo consumidor de planos de saúde", afirmou Scarabel, sobre a extensão do benefício aos clientes de planos empresariais. "Os planos empresariais representam quase 70% do mercado e dispõem da mesma cobertura assistencial dos demais planos", informou Scarabel. O guia pode ser acessado no site www.ans.gov.br.

Planos coletivos devem ficar 17% mais caros
Os planos de saúde coletivos, que representam quase 70% da carteira do país, devem ficar 17% mais caros, em média, este ano. O percentual consta no Relatório Tendências Globais dos Custos de Saúde 2019, divulgado pela Aon, corretora global de seguros e avaliação de riscos. O aumento previsto no levantamento é quase quatro vezes superior à inflação acumulada dos últimos 12 meses, de 4,58%, segundo o IBGE.
A Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), que representa as principais empresas privadas de assistência à saúde no Brasil, admite que a taxa projetada pela Aon está dentro das expectativas da entidade, o que não quer dizer que o plano realmente vá subir 17%.
De acordo com o economista-chefe da Abramge, Marcos Novaes, assim como a Aon, outras duas empresas globais fazem anualmente esse trabalho de consultoria para grandes companhias e chegaram a esse mesmo percentual médio, de 16% a 17%, o que reforça a credibilidade do estudo.
Além do volume e da frequência de utilização, entram no cálculo do custo médico-hospitalar a elevação dos preços dos procedimentos, a incorporação de tecnologias e mudanças, como a obrigatoriedade de fornecimento de determinado medicamento. "Não é interesse das operadoras aplicar um reajuste elevado. Pelo contrário", finaliza Novaes.
Senado aprova projeto que antecipa feriados para segunda-feira

Se depender de um projeto aprovado no Senado ontem, 4, os brasileiros podem ter mais feriados prolongados. A Comissão de Educação, Cultura e Esporte da Casa aprovou uma proposta que antecipa para segunda-feira os feriados que caírem nos demais dias da semana, com exceção dos que ocorrem nos sábados e domingos e de algumas datas especiais.
O texto segue diretamente para a Câmara e, se confirmado pelos deputados, entra em vigor três meses após virar lei.

Pela proposta, pelo menos três feriados seriam antecipados para segunda: Tiradentes (21 de abril), Finados (2 de novembro) e Proclamação da República (15 de novembro).

No ano que vem, por exemplo, o feriado de Tiradentes cai em uma terça-feira e seria adiantado para o dia anterior. Nesse caso, estabelecimentos comerciais e repartições públicas ficariam fechados.

Estão fora da regra estabelecido pelo projeto os feriados de 1º de janeiro (Confraternização Universal), Carnaval, Sexta-Feira Santa, 1º de maio (Dia do Trabalho), Corpus Christi, 7 de setembro (Dia da Independência), 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida) e 25 de dezembro (Natal).

Feriados estaduais e municipais também não foram enquadrados pelo texto aprovado na comissão.

O projeto foi apresentado pelo senador Dário Berger (MDB-SC) com a justificativa de evitar a redução do número de dias úteis no meio da semana, o que é popularmente conhecido como “enforcamento” quando as datas ocorrem entre terça e sexta-feira.

Além disso, a intenção é dar regularidade para o funcionamento do comércio e não interromper a continuidade dos dias letivos.

O texto teve apoio de associações empresariais, de acordo com o relator do projeto na comissão, Jorginho Mello (PL-SC).

“Há uma demanda e também acho que é vantajoso porque não quebra a semana, a pessoa pode se preparar para uma viagem. Então ganham o comércio, a prestação de serviços e as pessoas”, comentou.

Ele acredita que os Estados e municípios copiarão o conteúdo do projeto nos feriados locais.
INSS: Saiba quem pode ser chamado no novo “pente fino”

Os segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que recebem benefícios por incapacidade voltaram a ficar na mira do governo federal com a aprovação, pelo Senado, do Projeto de Lei de Conversão 11, instituído durante a análise da media provisória 871.
Para começar a valer, a lei ainda precisa ser sancionada pelo presidente, mas a intenção do governo é começar o mais rápido possível. A meta é economizar R$ 9,8 bilhões neste ano.

Segundo o projeto, deverão ser convocados para a perícia médica os segurados que recebem benefício por incapacidade e que não passam por revisão há mais de seis meses.

Com isso, aposentados por invalidez há mais de 15 anos e que têm entre 55 e 59 anos podem ser convocados. Eles haviam se livrado do pente-fino de Michel Temer. Também podem ser chamados segurados mais novos, que já tenham passado por revisão.

O pente-fino do governo já está valendo desde meados de janeiro, pois as medidas provisórias têm força de lei. No entanto, não houve convocações até agora. O motivo é que a MP estabelece um bônus aos servidores, que precisa estar no Orçamento deste ano.

Para o advogado Roberto de Carvalho Santos, os segurados podem ir se preparando. Segundo ele, é necessário buscar documentos que comprovem a incapacidade para o trabalho, como laudos médicos recentes e exames.

No caso do pente-fino nos outros benefícios, a dica é pedir ao INSS a cópia do processo administrativo para entender como foi a concessão. Ele lembra, no entanto, que ainda deve haver regulamentação. “Vai haver normativa indicando quais benefícios prioritariamente serão revisados”, afirma.

Revisões | Confira quem pode ser convocado

O governo federal vai passar um pente-fino em auxílios, aposentadorias e pensões do INSS
A revisão será feita nos benefícios por incapacidade, com a convocação dos segurados para perícia, e nos demais benefícios

Projeto de lei aprovado pelo Senado diz que:

Os benefícios por incapacidade que não passam por perícia há mais de seis meses e que não têm data final para terminar passarão por revisão
Os processos de concessão de benefícios que apresentem indícios de irregularidade e representem gastos indevidos ao governo passarão por revisão
Outros benefícios que sejam previdenciários, assistenciais, trabalhistas ou tributários também serão revistos
Quem está na mira do governo federal

Benefícios por incapacidade
Segurados que não passam por revisão há mais de seis meses

Quem recebe auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez e não passa por perícia há mais de seis meses pode ser chamado
Mesmo quem já fez parte do pente-fino anterior, do governo Temer, também poderá ser convocado novamente pelo INSS
Aposentados por invalidez com idade a partir de 55 anos

No pente-fino de Michel Temer, aposentados por invalidez a partir dos 55 anos e com 15 anos de benefício por incapacidade ficaram de fora
No entanto, a lei aprovada pelo Senado permite que esses segurados sejam chamados para uma perícia de revisão
Quem recebe auxílio-doença judicial

Em geral, quando o auxílio-doença é concedido na agência da Previdência, é obrigatório informar uma data final para o benefício
Na Justiça, não há essa obrigação e o juiz pode conceder o auxílio por tempo indeterminado
Esses segurados estão na mira do novo pente-fino
Quem deve ficar de fora

Aposentados por invalidez com mais de 60 anos

Quem recebe aposentadoria por invalidez e já tem mais de 60 anos não precisa passar por perícia
Esses segurados estão protegidos pelo Estatuto do Idoso
Beneficiário de auxílio-doença concedido pelo INSS

Como, no INSS, há um prazo final para o auxílio, o segurado deverá ficar fora da revisão
Quem tem indicação de reabilitação, que é quando o perito determina que o profissional pode trabalhar, mas deve exercer função diferente da que o deixou doente, também deve se livrar
O que fazer

Ao ser chamado, atenda à convocação do INSS
Leve laudos médicos e exames atualizados que mostrem haver incapacidade para o trabalho
Quem teve concessão judicial deve levar também ao perito do INSS uma cópia do processo
É preciso comprovar que o segurado não consegue voltar ao mercado, se esse for o caso

Pente-fino nos demais benefícios

Segurados cujo benefício está perto de completar dez anos de concessão

Por lei, o INSS pode revisar os benefícios em um prazo de até dez anos após a concessão
Agora, com o pente-fino, haverá uma força-tarefa para analisar os processos de liberação dos benefícios
A mira do governo se volta para os que já têm algum indício de irregularidade apontado por órgãos como o TCU (Tribunal de Contas da União) e a CGU (Controladoria-Geral da União)
Como os benefícios perto de fazer dez anos podem perder a validade para ser revistos, a força-tarefa deve se voltar para eles
Benefícios pagos a quem morreu

Há um número grande de benefícios pagos pelo INSS a segurados que já estariam mortos
Esse pagamento ocorre porque há falhas dos cartórios na hora de comunicar a morte do beneficiário
Outro problema é que, em alguns casos, por desconhecer a lei, a família acredita que possa continuar recebendo a renda em nome do morto
Isso é proibido e será combatido pelo instituto
O que fazer
O primeiro passo é pedir a cópia do seu processo administrativo ao INSS
Com o documento em mãos, o segurado pode saber o que foi analisado pelo servidor do instituto na hora da concessão
Isso pode ajudar a identificar que tipos de documentos serão necessários em caso de defesa
Tenha em mãos os documentos da aposentadoria para, se for chamado, apresentá-los ao instituto

Como pedir o processo administrativo

A solicitação é feita pela internet, no site meu.inss.gov.br, ou pela Central 135
É preciso ir até a agência indicada para buscar a cópia do documento

Prazos e convocações ainda serão definidos
Os representantes do governo ainda vão definir as regras para a convocação dos segurados
Por lei, eles devem ser comunicados de forma oficial (por carta, por exemplo)
Deverá ser dado um prazo de 30 dias para a defesa do segurado
Em geral, o INSS não corta o benefício imediatamente; primeiro, há uma suspensão, o corte só ocorre no fim do processo de defesa

Fontes: PLV (Projeto de Lei de Conversão) 11, de 2019, medida provisória 871 e advogado Roberto de Carvalho Santos, do Ieprev (Instituto de Estudos Previdenciários)

terça-feira, 4 de junho de 2019

Ibope: 73% são contra a flexibilização do porte de armas e 26% são a favor

Uma pesquisa do Ibope realizada em março, após o primeiro decreto do presidente Jair Bolsonaro que flexibilizou a posse de armas, diz que 73% dos entrevistados são contrários à flexibilização de porte para cidadãos comuns e 26% são favoráveis. 1% não souberam ou não responderam. O direito ao porte é a autorização para transportar a arma fora de casa.
Os entrevistados também foram questionados sobre a posse de armas: 61% são contrários a mais facilidade para possuir arma em casa; 37% são favoráveis e 2% não souberam ou não responderam.

Assunção, Barata, não!”

Na década de 50, no Estado do Pará a luta política era travada entre o PSD (do general Magalhães Barata) e a Coligação Democrática Paraense (do marechal Alexandre Zacarias de Assunção). Na eleição para governador, com estes citados líderes partidários como candidatos, ocorreram várias passeatas, principalmente nas pequenas e grandes cidades paraenses. Em Santarém, como mostra a foto, de forma ordeira, homens, mulheres e crianças se  manifestavam, em concorridas caminhadas, apoiando e pedindo votos para Zacarias de Assunção, o vencedor do pleito eleitoral. Quem comandava a Ala Feminina do partido eram as senhoras Almira Gonçalves e a belterrense Mundoca Feitosa.
Na foto, caminhada na Rua João Pessoa, entre as travessas 15 de novembro e Francisco Corrêa. À direita, o Bar Mascote e a praia onde ė hoje a Praça do Pescador.

Melhorou?

Ha exatamente um ano, fiz aqui a  postagem que transcrevo abaixo., e pergunto,: como está hoje a situação da estrada? Melhorou? Está em boas condições de trafegabilidade?
“Pego carona em uma reclamação feita pelo amigo Anderson Dezincourt, em sua página no Facebook, para lamentar, também , o estado vergonhoso da estrada Interpraias. E, pasmem: não se tem noticia de qualquer tomada de providências por parte da Prefeitura de Santarém, para reverter esta situação. Para quem não sabe, a Interpraias é bastante utilizada para o acesso à varias praias santarenas. Está quase totalmente intrafegável, está em péssimo estado, dizem, indignados, os condutores de veículos.”
Na década de 60, o meu saudoso amigo Alfonso Jimenez, ótimo fotógrafo, tirou esta foto (vide o carimbo no rodapé). Eu fazia, como repórter da Rádio Rural, a cobertura de um evento na sede da Liga Esportiva de Santarém, que era em uma sala nos fundos do Teatro Vitória. Na ocasião, discursava o médico Everaldo Martins.
O Senado aprovou ontem, 3, a medida provisória que determina um pente-fino nos benefícios do INSS e modifica regras para a concessão de aposentadoria rural, acabando com o papel de sindicatos no cadastro do trabalhador do campo, com o objetivo de coibir fraudes. Foram 55 votos a favor e 12 contrários. A matéria foi aprovada a poucas horas de acabar a sua vigência. Confira, ponto a ponto, o que foi aprovado:

Auxílio-reclusão
Passa a ser exigido tempo mínimo de contribuição de 24 meses para que benefício seja concedido. Antes não existe essa carência.

Comprovação de baixa renda leva em conta média dos últimos 12 salários (antes havia quem pagasse contribuição sobre salário menor um ou dois meses antes já na expectativa de ser preso, apenas para gerar o benefício).

Famílias de presos no regime semiaberto não podem mais pedir o benefício.

É vedado o acúmulo do auxílio-reclusão com outro benefício previdenciário.
Pensão por morte
Passa a ser exigida prova documental de união estável ou dependência econômica; antes, a Justiça concedia pensão com base em prova testemunhal apenas.

É vedada a inscrição de segurado e o recolhimento de contribuição após a sua morte, apenas para gerar o direito à pensão.

Fica estabelecido prazo de 180 dias para que menores de 16 anos peçam pensão com pagamento retroativo à data do óbito.

Quando há ação judicial de reconhecimento de paternidade ou condição de companheiro(a) ajuizada, a parte correspondente da pensão fica retida até o julgamento final. Antes, não havia desconto nos valores dos demais beneficiários, e quando a ação fosse julgada o INSS precisava desembolsar a mais para bancar o retroativo.
Aposentadoria rural
Cria-se um cadastro de segurados especiais para abastecer o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). A partir de 2023, o CNIS será a única forma de comprovar tempo de trabalho rural sem contribuição.

Para o período anterior a 2023, comprovação passa a ser feita pela autodeclaração do trabalhador rural homologada por entidades do Pronater, ligado ao Ministério da Agricultura, em substituição às declarações emitidas por sindicatos rurais. INSS poderá exigir documentos adicionais em caso de suspeita de irregularidade.

Por exemplo, se a pessoa trabalhar no campo de 2010 até 2025, ela precisará de 10 anos de homologações junto a entidades públicas e outros 5 anos pelo CNIS
Suspensão preventiva de fraude
Permite a suspensão de benefícios pagos com suspeita de irregularidades (com provas pré-constituídas) até que o beneficiário apresente defesa. Antes, o benefício era pago até que o trabalhador fosse localizado. Agora, o beneficiário será notificado para apresentar defesa em 30 dias (60 dias para o trabalhador rural, o agricultor familiar e o segurado especial) por meio eletrônico ou pessoalmente. Se não apresentar a defesa, o benefício será suspenso.
Pente-fino
Objetivo é revisar benefícios por incapacidade sem perícia há mais de seis meses e que não possuam data para acabar estipulada ou indicação de reabilitação profissional e também BPC (benefício de prestação continuada) sem avaliação pericial há mais de dois anos.

Análise de Benefícios com Indícios de Irregularidade: contará com o trabalho de técnicos e analistas do INSS; cada servidor receberá gratificação de R$ 57,50 por processo concluído. O orçamento do programa é de R$ 110 milhões; se prorrogado em 2020, o orçamento será de R$ 25 milhões.

Revisão de Benefícios por Incapacidade: contará com o trabalho de peritos médicos federais; a cada perícia realizada será paga uma gratificação no valor de R$ 61,72. O orçamento destinado ao programa neste ano é de R$ 123 milhões. Se prorrogado para 2020, o montante será de R$ 90 milhões.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Meu dileto amigo Carlos Vieira, agradeço seus cumprimentos, mas, o meu aniversário não é hoje. Será dia 5, quarta-feira.
Se quiser ser reeleito, o prefeito de Santarém ,Nélio Aguiar, tem que solucionar este e outros problemas que envolvem entidades do setor cultural.
Clique aqui >  http://m.diarioonline.com.br/noticias/para/noticia-599544-legado-de-isoca-pode-ser-despejado.html

Vale a pena ler

Damares acaba farra de idas e vindas de quase 400 ‘conselheiros’ ligados a ONGs
O governo espera fazer economia milionária com a decisão de frear a farra de viagens de conselhos ministeriais. Apenas no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos são gastos cerca de R$4 milhões em passagens, diárias e hospedagem de quase 400 conselheiros. Somente dois conselhos, Juventude e sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, torraram em 2018, sem piedade, R$984 mil com os passeios. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Só em 2018, o vai-e-vem custou exatos R$3.936.279,47 a presença de representantes de ONGs em 14 conselhos de direitos humanos e afins.

A ministra Damares Alves se assustou ao descobrir o custo espantoso com viagens de 396 conselheiros pendurados no seu ministério.
O conselho de Prevenção e Combate à Tortura está entre os que mais gastam, torturando o bolso dos brasileiros em idas e vindas: R$270 mil.

Com a tecnologia disponível, baixo custo, conselhos serão reunidos em videoconferência. O governo aposta em debandada de espertos.

Santarém da saudade




Ontem, mostrei estas fotos aos meus companheiros do Senadinho do Clube do Remo e, um deles, que há cinco anos mora em Santarém, ficou surpreso, dizendo “eu não acredito!” Mas é uma verdade incontestável: em 1953, onde hoje é a bela orla e a Avenida Tapajós, o cenário era este, mostrado nestas imagem feitas pelo fotógrafo Vidal Bemerguy, meu saudoso pai. A Casa Boa Esperança, da família Tuji, a Casa Vitória, dos Coimbra e o Castelo, não existem mais.

domingo, 2 de junho de 2019

Uma vergonha nacional

Editorial do Estadão
O Brasil tem índices alarmantes de evasão e abandono escolar. Em 2017, havia cerca de 10,3 milhões de jovens entre 15 e 17 anos de idade. Desse grupo, 1,5 milhão de jovens não se matricularam no início do ano letivo. E dos 8,8 milhões que fizeram a matrícula, 700 mil abandonaram a escola antes do final do ano letivo. Somado a outras vicissitudes, como as repetências, o resultado deixa muito a desejar: apenas 6,1 milhões de jovens - 59% do total - concluem o ensino médio na idade correspondente. Essa é a média nacional. Se o recorte for feito, por exemplo, entre jovens negros, residentes em áreas rurais do Nordeste e que a mãe é analfabeta, apenas 8% concluíram o ensino médio até os 18 anos.

Esses números não são o reflexo de um quadro momentâneo. Nos últimos 15 anos, não houve melhora no porcentual de jovens entre 15 e 17 anos que estão fora da escola. Apesar de ter crescido o número de jovens que chegam ao ensino médio, houve aumento da evasão e do abandono escolar. A não conclusão do ensino médio tem graves consequências para a vida de cada um dos jovens que abandonam a escola. Além de impor inúmeras limitações ao horizonte profissional, com a diminuição da empregabilidade e de renda, a interrupção prematura dos estudos coloca os adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, mais expostos, por exemplo, a problemas de saúde, à delinquência e ao crime.

De acordo com o estudo Políticas públicas para redução do abandono e evasão escolar de jovens, de Ricardo Paes de Barros, professor do Insper, a conclusão do ensino médio gera um acréscimo salarial médio de R$ 35 mil ao longo da vida, em relação aos que concluíram apenas o ensino fundamental. Essa diferença é ainda maior nos centros urbanos.

Além do custo individual que cada jovem que não concluiu a formação acadêmica sofre diretamente, a evasão escolar produz efeitos negativos sobre toda a coletividade. As evidências mostram que trabalhadores mais qualificados são mais produtivos, atraem mais investimentos e demandam menos gastos públicos com saúde, combate ao crime e bem-estar social.

Utilizando critérios elaborados pelo California Dropout Research Project para avaliar o custo social da evasão escolar nos Estados Unidos, o professor Paes de Barros fez uma estimativa para o caso brasileiro. Os números impressionam. Para cada jovem que não conclui o ensino médio, o custo para o País é de R$ 95 mil ao ano. Desse total, R$ 49 mil correspondem à perda de salário e de produtividade; R$ 18 mil a despesas relacionadas ao crime e à violência (Justiça, sistema prisional e polícia); e R$ 28 mil a questões de saúde (gastos médicos e hospitalares, além da perda resultante de faltas no trabalho por problemas de saúde). Tendo em vista que o contingente de jovens de 15 a 17 anos fora da escola é de 1,5 milhão de pessoas, a perda total para o País chega a R$ 142,5 bilhões por ano.

Como o estudo destaca, a evasão escolar mostra que o aprendizado do aluno é uma questão mais ampla do que a discussão sobre a oferta de uma educação de qualidade. “Reconhecer a distinção entre oportunidades e resultados torna-se imprescindível. (...) O aprendizado (resultado desejado) não resulta de forma mecânica e diretamente apenas do acesso às oportunidades educacionais com a necessária qualidade; o aprendizado também depende do interesse e, portanto, do engajamento dos estudantes no aproveitamento das oportunidades que, por sua vez, não é determinado exclusivamente pela qualidade das oportunidades educacionais oferecidas”, diz o estudo.

O cumprimento efetivo do direito à educação envolve, portanto, avaliar o engajamento dos jovens no processo educativo, “seja porque aponta para a existência de uma oferta adequada e de qualidade dos serviços, seja porque aponta para o cumprimento dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado”. Segundo o Panorama Internacional de Avaliação dos Alunos (Pisa), os estudantes brasileiros faltam mais às aulas do que em 84% dos países avaliados. Há, como se vê, muito a fazer na educação, em várias frentes. Planejamento, competência e coordenação são requisitos para avançar.

Sonhei...


Espalhadas pela cidade de Santarém, outdoors anunciam: "O prefeito Nelio Aguiar autorizou, por mais 1 ano renovação do contrato de aluguel do imóvel onde funciona a Casa da Memória. Autorizou, também, aluguel de imóvel para servir de sede da Academia de Letras e Artes de Santarém. E mais: decidiu que o Instituto de Música Wilson Fonseca permanecerá instalado na Casa da Cultura João Santos”.
Que pena! Foi só um sonho. Eu acordei...
Parabéns ao Rodrigo, que hoje (2) muda de idade. É gente boa, filho da minha prima Beth Bemerguy.
Na foto, o aniversariante e seu pai, Américo, já falecido.

sábado, 1 de junho de 2019

Hoje (01) é o Dia Internacional da Imprensa


Tristeza: Morreu Eunice Sena

Foi na manhã de hoje a partida desta minha amiga e conterrânea belterrense. Na pessoa do seu irmão, Padre Edilberto, expresso minhas condolências aos demais familiares..
Leitorado
De Karla Lemos, santarena, residente em Fortaleza/CE:
“A família Fonseca deveria, por vontade unânime de seus membros, permitir que a casa dos seus pais, seja transformada em Memorial da vida e das obras do maestro Isoca, abrigando, também o acervo da Casa da Memória. Sou professora universitária, estou distante, mas amo a minha terra querida, de tanto talento, de tanta cultura.”

Festa azulina

O engenheira Arlindo Gonçalves, casado com a Roselis, filha da dona Marita Gentil, está trocando de idade hoje. Parabéns, amigão! E cantemos:
“Amigos azulinos somos nós
E em cada um de nós mora a esperança,
Essa pujança, nosso ideal,
E porque somos do Clube do Remo
Com amor dizemos que não tem igual”
Na foto, eu e o aniversariante.