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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019
Uma pena...
A criação do Estado do Tapajós foi-se antes de ter sido, morreu antes de nascer, murchou sem desabrochar. Já tinha até hino, composto por Vicente Malheiros da Fonseca:
"Azul é a cor das tuas águas
Tapajós meu lindo rio
E o Xingu, que beleza sem par,
Dois irmãos que me fazem feliz.
Do Amazonas varonil
Ao Trombetas faz vibrar
Nossa luta que busca a vitória
Faz livre teu povo que a história bem diz.
Estribilho
Tapajós – torrão da paz
És o Estado que sonhei
Na Amazônia colossal
No Brasil que sempre amei.
Nossos rios têm lindas praias
E eu mergulho o coração
Solto forte a minha voz
Pra te exaltar meu Tapajós.
Teu hino é mais que poesia
Tantas águas de emoção
A bandeira tremula no céu
Tapajós, eu te quero tão bem.
O Brasil de norte a sul
Reconhece a nossa voz
Conquistada ao longo da história
Tua gente, tua glória, faz coro também"
A criação do Estado do Tapajós foi-se antes de ter sido, morreu antes de nascer, murchou sem desabrochar. Já tinha até hino, composto por Vicente Malheiros da Fonseca:
"Azul é a cor das tuas águas
Tapajós meu lindo rio
E o Xingu, que beleza sem par,
Dois irmãos que me fazem feliz.
Do Amazonas varonil
Ao Trombetas faz vibrar
Nossa luta que busca a vitória
Faz livre teu povo que a história bem diz.
Estribilho
Tapajós – torrão da paz
És o Estado que sonhei
Na Amazônia colossal
No Brasil que sempre amei.
Nossos rios têm lindas praias
E eu mergulho o coração
Solto forte a minha voz
Pra te exaltar meu Tapajós.
Teu hino é mais que poesia
Tantas águas de emoção
A bandeira tremula no céu
Tapajós, eu te quero tão bem.
O Brasil de norte a sul
Reconhece a nossa voz
Conquistada ao longo da história
Tua gente, tua glória, faz coro também"
terça-feira, 3 de dezembro de 2019
É hoje!
Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1992, este dia tem como objetivo a sensibilização da comunidade para os desafios enfrentados por pessoas com deficiência física.
Uma das áreas fundamentais é a acessibilidade disponível aos deficientes físicos. Criar bons acessos para pessoas com deficiência é tratá-las com a dignidade que eles merecem, incluindo-os na vida social.
Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1992, este dia tem como objetivo a sensibilização da comunidade para os desafios enfrentados por pessoas com deficiência física.
Uma das áreas fundamentais é a acessibilidade disponível aos deficientes físicos. Criar bons acessos para pessoas com deficiência é tratá-las com a dignidade que eles merecem, incluindo-os na vida social.
Moleza
Parlamentares brasileiros têm ritmo próprio de “trabalho”, mas neste dezembro o ócio na Câmara dos Deputados alcançou a outro patamar. Serão apenas 9 dias trabalhados oficialmente, incluindo esta segunda-feira (2), quando menos de 10% dos deputados compareceram. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, convocou sessão para esta e a próxima segunda (9), terças (3 e 10) e quartas (4 e 11). Haverá ainda três dias para a Comissão de Orçamento. Depois, somente em 2020. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O problema é que, para além do orçamento, estão pendentes de votação na Câmara e no Senado inúmeras MPs e projetos importantes.
O ritmo dos senadores é o mesmo. Em vez de trabalhar, o presidente Alcolumbre preferiu visitar a terra da Disney com dois colegas.
Judiciário e carreiras jurídicas têm 60 dias de “recesso”. Incluindo feriados e a reunião dos Brics, serão 83 dias de folga oficial em 2019.
A PEC da Reforma Administrativa não anda porque Judiciário e carreiras jurídicas não abrem mão da regalia de dois meses de férias.
Parlamentares brasileiros têm ritmo próprio de “trabalho”, mas neste dezembro o ócio na Câmara dos Deputados alcançou a outro patamar. Serão apenas 9 dias trabalhados oficialmente, incluindo esta segunda-feira (2), quando menos de 10% dos deputados compareceram. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, convocou sessão para esta e a próxima segunda (9), terças (3 e 10) e quartas (4 e 11). Haverá ainda três dias para a Comissão de Orçamento. Depois, somente em 2020. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O problema é que, para além do orçamento, estão pendentes de votação na Câmara e no Senado inúmeras MPs e projetos importantes.
O ritmo dos senadores é o mesmo. Em vez de trabalhar, o presidente Alcolumbre preferiu visitar a terra da Disney com dois colegas.
Judiciário e carreiras jurídicas têm 60 dias de “recesso”. Incluindo feriados e a reunião dos Brics, serão 83 dias de folga oficial em 2019.
A PEC da Reforma Administrativa não anda porque Judiciário e carreiras jurídicas não abrem mão da regalia de dois meses de férias.
Quem te viu, quem te vê...
Pelo menos até aos anos 70, aos domingos, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, era celebrada a missa das 8 horas. Casais com seus filhos aprontavam-se com as melhores roupas, os melhores calçados, e se dirigiam ao belíssimo templo católico. A missa era solene, cantada, o coro afinado, entoando os bonitos cantos gregorianos e o celebrante com paramentos requintados. Os altares (fotos) eram de uma beleza exuberante. O Crucifixo doado por Von Marthius ficava em um altar lateral. Recentemente visitei a referida igreja e constatei que, em seu interior, foram feitas diversas modificações estruturais e, na opinião de várias pessoas com as quais conversei, o desagrado foi muito grande por parte dos católicos da cidade.
Pelo menos até aos anos 70, aos domingos, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, era celebrada a missa das 8 horas. Casais com seus filhos aprontavam-se com as melhores roupas, os melhores calçados, e se dirigiam ao belíssimo templo católico. A missa era solene, cantada, o coro afinado, entoando os bonitos cantos gregorianos e o celebrante com paramentos requintados. Os altares (fotos) eram de uma beleza exuberante. O Crucifixo doado por Von Marthius ficava em um altar lateral. Recentemente visitei a referida igreja e constatei que, em seu interior, foram feitas diversas modificações estruturais e, na opinião de várias pessoas com as quais conversei, o desagrado foi muito grande por parte dos católicos da cidade.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2019
Nuvens sinistras de Porto Alegre a Alter do Chão
Por Marcelo Leite, jornalista - Folha de SP
Com os exemplos na Praça dos Três Poderes, não espanta que a Polícia do Pará arme operação contra quem defende a floresta
O que a decisão do TRF-4 sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Porto Alegre, tem a ver com a prisão de quatro rapazes brigadistas de incêndio em Alter do Chão (PA), a 3.000 km de distância?
Tudo. São sintomas congruentes de uma metástase que corrói as instituições no Brasil. E o tumor primário está no Planalto.
Nem é o caso de entrar no mérito da decisão do tribunal gaúcho, se Lula tem culpa ou não no caso do tríplex. Os juízes fizeram pouco caso do Supremo Tribunal Federal (STF), e só isso já foi demais.
Verdade que os integrantes do STF não têm contribuído para dar solidez institucional à Corte Suprema do país. Seus ministros agem como se fossem 11 plenários estanques, cada um se valendo de decisões monocráticas e pedidos de vista, para avançar ou parar os processos em que depositam interesse, com desprezo pelo colegiado.
A história recente ensina que não faltam magistrados dispostos a alijar Lula das eleições ou a livrar milicianos da cadeia, custe o que custar. Para eles, e para milhões de desavisados que os apoiam ou votaram em Jair Bolsonaro, os fins justificam os meios. Vale até ameaçar com envio de cabos e soldados para tentar fazer com que se agachem.
Com os péssimos exemplos exibidos na Praça dos Três Poderes, não espanta que a Polícia Civil do Pará arme uma operação tão frágil quanto a Fogo no Sairé contra ONGs de Alter do Chão. Deu pena ver um dos lugares mais lindos do Brasil transformado em palco provisório dessa interminável tragicomédia.
Nem Ministério Público nem Polícia Federal têm indícios de que os brigadistas que se arriscaram ao lado de bombeiros para combater queimadas iniciaram os incêndios. Para encarcerar militantes ambientais e dar verossimilhança à fantasia presidencial de que são eles os inimigos da floresta, intrépidos agentes paraenses forçaram a interpretação de trechos de conversas grampeadas e contaram de início com a conivência de um juiz.
O magistrado estadual paraense, de uma família de madeireiros, manteve a prisão preventiva dos quatro de Alter. Eles permaneceriam enjaulados por pelo menos mais dez dias, prazo para que a Polícia Civil conclua o inquérito, mas o governador do Pará destituiu o delegado, e o juiz libertou os presos no dia seguinte.
Mesmo depois da soltura, o presidente da República e seu filho 03 ainda tuitavam sobre a operação, como se a mera prisão constituísse prova de culpa e corroborasse a tese bolsonarista de que as ONGs puseram fogo na Amazônia. Uma deputada federal do mesmo bando corroborou a tese numa reunião da ONU em Berlim.
Não será surpresa se a investigação der em nada, tantas são as indicações de que não passa de manobra diversionista. Dará em nada também para os agentes públicos que a orquestraram e os que propagaram a fraude.
Neste país, juízes, mandatários, promotores e policiais fazem o que bem entendem. Não temem nem os controles da Constituição ou pelos próprios pares, em geral coniventes com os abusos, por corporativismo, ideologia ou falta de coragem.
Enquanto isso, seguem livres os grileiros, madeireiros e fazendeiros que organizaram o Dia do Fogo, em agosto, por meio de um grupo de mensagens documentadas, na região de Novo Progresso (que não se perca pelo nome). No mesmo estado do Pará, campeão do desmatamento, só o jornalista que denunciou a organização criminosa terminou ameaçado.
A nuvem sombria do arbítrio, da truculência e da desfaçatez se estende de Porto Alegre a Brasília e Alter do Chão e ameaça cobrir todo o país. Ninguém precisa mais de peneira para tapar o sol, pois a cegueira voluntária de milhões os faz crer que a Aliança pelo Brasil-BBB –bala, boi e Bíblia– salvará todos que sobreviverem à barbárie.
Acordem. Abram os olhos. Hoje são os meninos de Alter, mas amanhã serão seus filhos e irmãos em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília –ou Curitiba e Porto Alegre. Até quando continuaremos todos agachados?
Por Marcelo Leite, jornalista - Folha de SP
Com os exemplos na Praça dos Três Poderes, não espanta que a Polícia do Pará arme operação contra quem defende a floresta
O que a decisão do TRF-4 sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Porto Alegre, tem a ver com a prisão de quatro rapazes brigadistas de incêndio em Alter do Chão (PA), a 3.000 km de distância?
Tudo. São sintomas congruentes de uma metástase que corrói as instituições no Brasil. E o tumor primário está no Planalto.
Nem é o caso de entrar no mérito da decisão do tribunal gaúcho, se Lula tem culpa ou não no caso do tríplex. Os juízes fizeram pouco caso do Supremo Tribunal Federal (STF), e só isso já foi demais.
Verdade que os integrantes do STF não têm contribuído para dar solidez institucional à Corte Suprema do país. Seus ministros agem como se fossem 11 plenários estanques, cada um se valendo de decisões monocráticas e pedidos de vista, para avançar ou parar os processos em que depositam interesse, com desprezo pelo colegiado.
A história recente ensina que não faltam magistrados dispostos a alijar Lula das eleições ou a livrar milicianos da cadeia, custe o que custar. Para eles, e para milhões de desavisados que os apoiam ou votaram em Jair Bolsonaro, os fins justificam os meios. Vale até ameaçar com envio de cabos e soldados para tentar fazer com que se agachem.
Com os péssimos exemplos exibidos na Praça dos Três Poderes, não espanta que a Polícia Civil do Pará arme uma operação tão frágil quanto a Fogo no Sairé contra ONGs de Alter do Chão. Deu pena ver um dos lugares mais lindos do Brasil transformado em palco provisório dessa interminável tragicomédia.
Nem Ministério Público nem Polícia Federal têm indícios de que os brigadistas que se arriscaram ao lado de bombeiros para combater queimadas iniciaram os incêndios. Para encarcerar militantes ambientais e dar verossimilhança à fantasia presidencial de que são eles os inimigos da floresta, intrépidos agentes paraenses forçaram a interpretação de trechos de conversas grampeadas e contaram de início com a conivência de um juiz.
O magistrado estadual paraense, de uma família de madeireiros, manteve a prisão preventiva dos quatro de Alter. Eles permaneceriam enjaulados por pelo menos mais dez dias, prazo para que a Polícia Civil conclua o inquérito, mas o governador do Pará destituiu o delegado, e o juiz libertou os presos no dia seguinte.
Mesmo depois da soltura, o presidente da República e seu filho 03 ainda tuitavam sobre a operação, como se a mera prisão constituísse prova de culpa e corroborasse a tese bolsonarista de que as ONGs puseram fogo na Amazônia. Uma deputada federal do mesmo bando corroborou a tese numa reunião da ONU em Berlim.
Não será surpresa se a investigação der em nada, tantas são as indicações de que não passa de manobra diversionista. Dará em nada também para os agentes públicos que a orquestraram e os que propagaram a fraude.
Neste país, juízes, mandatários, promotores e policiais fazem o que bem entendem. Não temem nem os controles da Constituição ou pelos próprios pares, em geral coniventes com os abusos, por corporativismo, ideologia ou falta de coragem.
Enquanto isso, seguem livres os grileiros, madeireiros e fazendeiros que organizaram o Dia do Fogo, em agosto, por meio de um grupo de mensagens documentadas, na região de Novo Progresso (que não se perca pelo nome). No mesmo estado do Pará, campeão do desmatamento, só o jornalista que denunciou a organização criminosa terminou ameaçado.
A nuvem sombria do arbítrio, da truculência e da desfaçatez se estende de Porto Alegre a Brasília e Alter do Chão e ameaça cobrir todo o país. Ninguém precisa mais de peneira para tapar o sol, pois a cegueira voluntária de milhões os faz crer que a Aliança pelo Brasil-BBB –bala, boi e Bíblia– salvará todos que sobreviverem à barbárie.
Acordem. Abram os olhos. Hoje são os meninos de Alter, mas amanhã serão seus filhos e irmãos em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília –ou Curitiba e Porto Alegre. Até quando continuaremos todos agachados?
Vale a pena ler
O infame editorial
A democracia brasileira não merece isso
Por Fábio Wajngarten (secretário de comunicação do Governo Bolsonaro), na Folha de SP
A liberdade de expressão e a liberdade de imprensa são sólidos pilares da democracia em qualquer lugar do mundo, e especialmente no Brasil e seu recente processo político.
Delas não podemos nos afastar e jamais o presidente da República Jair Bolsonaro e seu estafe mais próximo se afastaram desse primado, que norteia as relações do seu governo com a mídia em geral.
Dito isso --para que não usem esse artigo como sintoma de qualquer censura à imprensa--, quero escrever neste espaço para repudiar, com toda a ênfase, o infame, injusto e leviano editorialda Folha de S.Paulo publicado em 29 de novembro, no seu site online, e republicado no dia seguinte na edição impressa do veículo.
Os termos, o linguajar do editorial, seu conteúdo são desrespeitosos não só com a figura institucional do presidente da República como um libelo, um indisfarçável panfleto, desprovido de seriedade e consistência!
Com o editorial, a Folha de S.Paulo se junta àqueles derrotados nas urnas em outubro passado, aos que tentaram matar o então candidato Jair Bolsonaro, para pregar o desrespeito, a mentira e a tentativa frustrada de desmoralizá-lo no cargo mais graduado da República.
Não conseguirão!
O presidente Jair Bolsonaro tem uma legitimidade que a Folha de S.Paulo e outros veículos da mesma estirpe, torpes e levianos, não têm e jamais terão: o respaldo da maioria dos brasileiros que o elegeu com um pouco mais de 57 milhões de votos, 55% dos votos válidos.
Em São Paulo, sede do jornal e de quem lhe empresta o nome, e maior colégio eleitoral do país, o percentual de votos alcançou a marca dos 67%!
Isso é democracia, isso é respeitar o resultado das urnas e a livre e expressa vontade do povo brasileiro. O que a Folha de S.Paulonão faz, quando opta por um editorial que na verdade é um libelo contra a democracia ao desrespeitar a figura presidencial.
A fúria editorial do grupo jornalístico contra o presidente Jair Bolsonaro não é de hoje e nem começou com sua assunção à Presidência da República.
Já na campanha eleitoral o jornal paulista buscou denegrir sua imagem, ridicularizar suas propostas e plano de governo. Como não conseguiram no período eleitoral, tentam agora com ele na Presidência da República.
O rol de matérias "jornalísticas" é imenso. Registro aqui apenas a tentativa permanente de tentar mostrar, com a ajuda do partido do candidato derrotado no segundo turno, o uso indevido de zaps na campanha eleitoral, o que o Tribunal Superior Eleitoral já refutou. Mesmo assim, insistem.
As manchetes diárias do jornal sobre a economia do país --sempre com o foco negativo-- também evidenciam a má-fé, a leviandade e o autoritarismo editorial do jornal contra o governo Bolsonaro.
Não se pode falar bem do que está dando certo e nem dos fundamentos macroeconômicos que demonstram o acerto da condução da política econômica, além da maior reforma da Previdência jamais realizada neste país.
No seu afã de prejudicá-lo, as matérias fantasiam estórias, dão respaldo a mentiras e tentam impor ao leitor sua visão caolha, retrógrada e pessimista com a situação política, econômica e social do Brasil.
Isso, definitivamente, não é jornalismo. É leviandade e autoritarismo.
Os frequentes editoriais da Folha de S.Paulo não correspondem à visão majoritária dos brasileiros e da opinião pública, que não são seu quintal expansionista de estórias nebulosas, de visões autoritárias e mentirosas.
Tal comportamento reiterado descredencia a Folha de S.Paulo como fonte de informação séria para a sociedade em geral, quanto mais como meio a ser considerado no processo de tomada de decisões políticas e econômicas.
A imprensa exerce uma função pública essencial. Por isso, ela deve ter compromisso com a verdade. Um veículo desta natureza não tem o direito de atuar como a Folha de S.Paulo atua. Não pode assacar contra a figura do presidente da República e de seus familiares de maneira perversa, contínua, persecutória e irresponsável.
No fundo, o que editorial do jornal faz é defender uma conspiração pela saída do presidente da República, num golpe contra as instituições e, principalmente, contra a vontade da maioria dos brasileiros.
A democracia brasileira e a liberdade de imprensa não merecem isso.
===
Releia o editorial "Fantasia de Imperador"
Jair Bolsonaro não entende nem nunca entenderá os limites que a República impõe ao exercício da Presidência. Trata-se de uma personalidade que combina leviandade e autoritarismo.
Será preciso então que as regras do Estado democrático de Direito lhe sejam impingidas de fora para dentro, como os limites que se dão a uma criança. Porque ele não se contém, terá de ser contido —pelas instituições da República, pelo sistema de freios e contrapesos que, até agora, tem funcionado na jovem democracia brasileira.
O presidente da República, Jair Bolsonaro, durante solenidade no Palácio do Planalto - Pedro Ladeira-25.nov.19/Folhapress
O Palácio do Planalto não é uma extensão da casa na Barra da Tijuca que o presidente mantém no Rio de Janeiro. Nem os seus vizinhos na praça dos Três Poderes são os daquele condomínio.
A sua caneta não pode tudo. Ela não impede que seus filhos sejam investigados por deslavada confusão entre o que é público e o que é privado. Não transforma o filho, arauto da ditadura, em embaixador nos Estados Unidos.
Sua caneta não tem o dom de transmitir aos cidadãos os caprichos da sua vontade e de seus desejos primitivos. O império dos sentidos não preside a vida republicana.
Quando a Constituição afirma que a legalidade, a impessoalidade e a moralidade governam a administração pública, não se trata de palavras lançadas ao vento numa “live” de rede social.
A Carta equivale a uma ordem do general à sua tropa. Quem não cumpre deve ser punido. Descumpri-la é, por exemplo, afastar o fiscal que lhe aplicou uma multa. Retaliar a imprensa crítica por meio de medidas provisórias.
Ou consignar em ato de ofício da Presidência a discriminação a um meio de comunicação, como na licitação que tirou a Folha das compras de serviços do governo federal publicada na última quinta (28).
Igualmente, incitar um boicote contra anunciantes deste jornal, como sugeriu Bolsonaro nesta sexta-feira (29), escancara abuso de poder político.
A questão não é pecuniária, mas de princípios. O governo planeja cancelar dezenas de assinaturas de uma publicação com 327.959 delas, segundo os últimos dados auditados. Anunciam na Folha cerca de 5.000 empresas, e o jornal terá terminado o ano de 2019 com quase todos os setores da economia representados em suas plataformas.
Prestes a completar cem anos, este jornal tem de lidar, mais uma vez, com um presidente fantasiado de imperador. Encara a tarefa com um misto de lamento e otimismo.
Lamento pelo amesquinhamento dos valores da República que esse ocupante circunstancial da Presidência patrocina. Otimismo pela convicção de que o futuro do Brasil é maior do que a figura que neste momento o governa.
A democracia brasileira não merece isso
Por Fábio Wajngarten (secretário de comunicação do Governo Bolsonaro), na Folha de SP
A liberdade de expressão e a liberdade de imprensa são sólidos pilares da democracia em qualquer lugar do mundo, e especialmente no Brasil e seu recente processo político.
Delas não podemos nos afastar e jamais o presidente da República Jair Bolsonaro e seu estafe mais próximo se afastaram desse primado, que norteia as relações do seu governo com a mídia em geral.
Dito isso --para que não usem esse artigo como sintoma de qualquer censura à imprensa--, quero escrever neste espaço para repudiar, com toda a ênfase, o infame, injusto e leviano editorialda Folha de S.Paulo publicado em 29 de novembro, no seu site online, e republicado no dia seguinte na edição impressa do veículo.
Os termos, o linguajar do editorial, seu conteúdo são desrespeitosos não só com a figura institucional do presidente da República como um libelo, um indisfarçável panfleto, desprovido de seriedade e consistência!
Com o editorial, a Folha de S.Paulo se junta àqueles derrotados nas urnas em outubro passado, aos que tentaram matar o então candidato Jair Bolsonaro, para pregar o desrespeito, a mentira e a tentativa frustrada de desmoralizá-lo no cargo mais graduado da República.
Não conseguirão!
O presidente Jair Bolsonaro tem uma legitimidade que a Folha de S.Paulo e outros veículos da mesma estirpe, torpes e levianos, não têm e jamais terão: o respaldo da maioria dos brasileiros que o elegeu com um pouco mais de 57 milhões de votos, 55% dos votos válidos.
Em São Paulo, sede do jornal e de quem lhe empresta o nome, e maior colégio eleitoral do país, o percentual de votos alcançou a marca dos 67%!
Isso é democracia, isso é respeitar o resultado das urnas e a livre e expressa vontade do povo brasileiro. O que a Folha de S.Paulonão faz, quando opta por um editorial que na verdade é um libelo contra a democracia ao desrespeitar a figura presidencial.
A fúria editorial do grupo jornalístico contra o presidente Jair Bolsonaro não é de hoje e nem começou com sua assunção à Presidência da República.
Já na campanha eleitoral o jornal paulista buscou denegrir sua imagem, ridicularizar suas propostas e plano de governo. Como não conseguiram no período eleitoral, tentam agora com ele na Presidência da República.
O rol de matérias "jornalísticas" é imenso. Registro aqui apenas a tentativa permanente de tentar mostrar, com a ajuda do partido do candidato derrotado no segundo turno, o uso indevido de zaps na campanha eleitoral, o que o Tribunal Superior Eleitoral já refutou. Mesmo assim, insistem.
As manchetes diárias do jornal sobre a economia do país --sempre com o foco negativo-- também evidenciam a má-fé, a leviandade e o autoritarismo editorial do jornal contra o governo Bolsonaro.
Não se pode falar bem do que está dando certo e nem dos fundamentos macroeconômicos que demonstram o acerto da condução da política econômica, além da maior reforma da Previdência jamais realizada neste país.
No seu afã de prejudicá-lo, as matérias fantasiam estórias, dão respaldo a mentiras e tentam impor ao leitor sua visão caolha, retrógrada e pessimista com a situação política, econômica e social do Brasil.
Isso, definitivamente, não é jornalismo. É leviandade e autoritarismo.
Os frequentes editoriais da Folha de S.Paulo não correspondem à visão majoritária dos brasileiros e da opinião pública, que não são seu quintal expansionista de estórias nebulosas, de visões autoritárias e mentirosas.
Tal comportamento reiterado descredencia a Folha de S.Paulo como fonte de informação séria para a sociedade em geral, quanto mais como meio a ser considerado no processo de tomada de decisões políticas e econômicas.
A imprensa exerce uma função pública essencial. Por isso, ela deve ter compromisso com a verdade. Um veículo desta natureza não tem o direito de atuar como a Folha de S.Paulo atua. Não pode assacar contra a figura do presidente da República e de seus familiares de maneira perversa, contínua, persecutória e irresponsável.
No fundo, o que editorial do jornal faz é defender uma conspiração pela saída do presidente da República, num golpe contra as instituições e, principalmente, contra a vontade da maioria dos brasileiros.
A democracia brasileira e a liberdade de imprensa não merecem isso.
===
Releia o editorial "Fantasia de Imperador"
Jair Bolsonaro não entende nem nunca entenderá os limites que a República impõe ao exercício da Presidência. Trata-se de uma personalidade que combina leviandade e autoritarismo.
Será preciso então que as regras do Estado democrático de Direito lhe sejam impingidas de fora para dentro, como os limites que se dão a uma criança. Porque ele não se contém, terá de ser contido —pelas instituições da República, pelo sistema de freios e contrapesos que, até agora, tem funcionado na jovem democracia brasileira.
O presidente da República, Jair Bolsonaro, durante solenidade no Palácio do Planalto - Pedro Ladeira-25.nov.19/Folhapress
O Palácio do Planalto não é uma extensão da casa na Barra da Tijuca que o presidente mantém no Rio de Janeiro. Nem os seus vizinhos na praça dos Três Poderes são os daquele condomínio.
A sua caneta não pode tudo. Ela não impede que seus filhos sejam investigados por deslavada confusão entre o que é público e o que é privado. Não transforma o filho, arauto da ditadura, em embaixador nos Estados Unidos.
Sua caneta não tem o dom de transmitir aos cidadãos os caprichos da sua vontade e de seus desejos primitivos. O império dos sentidos não preside a vida republicana.
Quando a Constituição afirma que a legalidade, a impessoalidade e a moralidade governam a administração pública, não se trata de palavras lançadas ao vento numa “live” de rede social.
A Carta equivale a uma ordem do general à sua tropa. Quem não cumpre deve ser punido. Descumpri-la é, por exemplo, afastar o fiscal que lhe aplicou uma multa. Retaliar a imprensa crítica por meio de medidas provisórias.
Ou consignar em ato de ofício da Presidência a discriminação a um meio de comunicação, como na licitação que tirou a Folha das compras de serviços do governo federal publicada na última quinta (28).
Igualmente, incitar um boicote contra anunciantes deste jornal, como sugeriu Bolsonaro nesta sexta-feira (29), escancara abuso de poder político.
A questão não é pecuniária, mas de princípios. O governo planeja cancelar dezenas de assinaturas de uma publicação com 327.959 delas, segundo os últimos dados auditados. Anunciam na Folha cerca de 5.000 empresas, e o jornal terá terminado o ano de 2019 com quase todos os setores da economia representados em suas plataformas.
Prestes a completar cem anos, este jornal tem de lidar, mais uma vez, com um presidente fantasiado de imperador. Encara a tarefa com um misto de lamento e otimismo.
Lamento pelo amesquinhamento dos valores da República que esse ocupante circunstancial da Presidência patrocina. Otimismo pela convicção de que o futuro do Brasil é maior do que a figura que neste momento o governa.
domingo, 1 de dezembro de 2019
Tristeza: Morre AUGUSTO PASCOAL SIMÕES
Foi ontem, em Belém. Seu corpo será velado partir de 9h30 deste domingo na Capela Mortuária da Igreja dos Capuchinhos e sepultado amanhã (2).
Augusto era funcionário aposentado do Banco do Brasil e por muito tempo trabalhou na agência de Santarém.
À sua viúva Cecília e demais familiares, transmito meus pêsames.
Foi ontem, em Belém. Seu corpo será velado partir de 9h30 deste domingo na Capela Mortuária da Igreja dos Capuchinhos e sepultado amanhã (2).
Augusto era funcionário aposentado do Banco do Brasil e por muito tempo trabalhou na agência de Santarém.
À sua viúva Cecília e demais familiares, transmito meus pêsames.
Leia a resposta de Leonardo DiCaprio a Bolsonaro sobre queimada na Amazônia
Ator afirmou que, "embora dignas de apoio", as ONGs que têm sido "visadas" pelo governo não receberam doações.
Após ser relacionado a queimadas na floresta amazônica pelo presidente Jair Bolsonaro, na última quinta-feira (28/11), o ator Leonardo DiCaprio respondeu, ontem(30), por meio de um texto postado em sua conta no Instagram.
Na quinta-feira, em live na internet, Bolsonaro voltou a acusar uma ONG de produzir queimadas na Amazônia para produzir imagens do fogo consumindo a floresta, e acrescentou que o ator norte-americano teria doado US$ 500 mil para a entidade.
"Uma ONG contratou 70 mil por uma foto de queimadas. Então, o que o pessoal da ONG fez? O que é mais fácil? Tocar fogo, tira foto, filma, a ONG divulga, faz campanha contra o Brasil, entra em contato com Leonardo DiCaprio e ele doa 500 mil dólares para essa ONG. Uma parte foi para o pessoal que estava tacando fogo. Ô, Leonardo, você está colaborando com a queimada na Amazônia, assim não dá", afirmou o presidente.
Bolsonaro também citou a prisão de quatro brigadistas anti-incêndios no Pará, acusados de promover queimadas. Os quatro foram soltos na própria quinta-feira.
Resposta de Leonardo DiCaprio a Bolsonaro:
"Neste tempo de crise na Amazônia, eu apoio o povo do Brasil que trabalha para salvar seu partimônio natural e cultural. Eles são um maravilhoso, tocante e humilde exemplo do comprometimento e da paixão necessários para salvar o meio ambiente.
O futuro desses insubstituíveis ecossistemas está ameaçado e eu tenho orgulho de ficar do lado do grupos que os protegem. Porém, embora dignos de apoio, nós não financiamos as organizações visadas.
Eu permaneço comprometido em apoiar as comunidades indígenas brasileiras, governos locais, cientistas, educadores e o público em geral que está trabalhando incansavelmente para proteger a Amazônia pelo futuro de todos os brasileiros.
Leonardo DiCaprio
Ator e ambientalista"
Ator afirmou que, "embora dignas de apoio", as ONGs que têm sido "visadas" pelo governo não receberam doações.
Após ser relacionado a queimadas na floresta amazônica pelo presidente Jair Bolsonaro, na última quinta-feira (28/11), o ator Leonardo DiCaprio respondeu, ontem(30), por meio de um texto postado em sua conta no Instagram.
Na quinta-feira, em live na internet, Bolsonaro voltou a acusar uma ONG de produzir queimadas na Amazônia para produzir imagens do fogo consumindo a floresta, e acrescentou que o ator norte-americano teria doado US$ 500 mil para a entidade.
"Uma ONG contratou 70 mil por uma foto de queimadas. Então, o que o pessoal da ONG fez? O que é mais fácil? Tocar fogo, tira foto, filma, a ONG divulga, faz campanha contra o Brasil, entra em contato com Leonardo DiCaprio e ele doa 500 mil dólares para essa ONG. Uma parte foi para o pessoal que estava tacando fogo. Ô, Leonardo, você está colaborando com a queimada na Amazônia, assim não dá", afirmou o presidente.
Bolsonaro também citou a prisão de quatro brigadistas anti-incêndios no Pará, acusados de promover queimadas. Os quatro foram soltos na própria quinta-feira.
Resposta de Leonardo DiCaprio a Bolsonaro:
"Neste tempo de crise na Amazônia, eu apoio o povo do Brasil que trabalha para salvar seu partimônio natural e cultural. Eles são um maravilhoso, tocante e humilde exemplo do comprometimento e da paixão necessários para salvar o meio ambiente.
O futuro desses insubstituíveis ecossistemas está ameaçado e eu tenho orgulho de ficar do lado do grupos que os protegem. Porém, embora dignos de apoio, nós não financiamos as organizações visadas.
Eu permaneço comprometido em apoiar as comunidades indígenas brasileiras, governos locais, cientistas, educadores e o público em geral que está trabalhando incansavelmente para proteger a Amazônia pelo futuro de todos os brasileiros.
Leonardo DiCaprio
Ator e ambientalista"
Aviso fúnebre
O corpo de Raul Loureiro está sendo velado na Capela Mortuária da Igreja do Santíssimo, em Santarém. O sepultamento ocorrerá às 16h30 deste domingo.
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