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Que saudades daqueles pacus assados na brasa, enrolados na folha da bananeira... das ventrechas de pirarucu, das manhãs ensoladas no mercado velho, quando eu ia segurar a cesta para o papai e tomar mingau de banana. Peixe comprado na beira da canoa, com o Flexa, Pelicano, Taro, Darito (que vendia também laranja doce do Arapixuna), do velho Pixica e outras lambranças mais... as bolas de sernambim (que ficaram bicudas quando pegavam sol... )
ResponderExcluirOlá, Ércio: on line não vale, eu quero é ao vivo... ah ah ah! De qualquer forma, obrigado pela lembrança. Um abraço,
ResponderExcluirISMAELINO VALENTE
O comentário das 08:18 é do José Wilson Malheiros, profundo conhecedor dos fatos, das pessoas, enfim, de tudo que diz respeito ao passado da terra mocoronga.
ResponderExcluiramigo ercio, muito obrigada pelos peixes que me deste de presente. adorei!! devo dizer que também gosto de todos os que presenteaste aos outros amigos. um grande abraço de regina, diretamente de floripa
ResponderExcluirCaro Ércio
ResponderExcluirFaltou o charutinho frito que é uma delicia na Praia do maracanã, principalmente regado a um bom e delicioso caldo de tucunaré, com cheiro verde, cebola, cruento e pimenta à gosto... É mole meu!!! É pra qualquer, Ismaelino, e Zé Wilson ficarem com água na boca. Ou tô errado!
Amigo Colares
Colares,meu amigão:
ResponderExcluirEsta sua receita é 10. Na praia Ponta de Pedras já degustei, muitas vezes, essa delícia que é o charutinho. Melhor do que isso só a garapa do Cacheado. Saudações azulinas (Remo e São Francisco, meus amores)
É verdade meu querido, como a garapa do mestre Cacheado não existe. Ele agora tá dando ( com todo respeito) uma de empresário do ramo cultural, onde promove e revela novos talentos ( lembra do "Domingo após a missa"), pois é, Cacheado volta a dar uma de Ércio e Edinaldo.
ResponderExcluirSaudações Remistas e Franciscanas, dois valentes de guerra e eleitos do meu coração.
Estamos te esperando no Espaço Cultural da Garapeira, pra tomar todas!!!!