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segunda-feira, 1 de julho de 2019

Para reflexão
O protesto verdadeiramente benéfico deve ser feito no momento do voto e não na rua. A corrupção política é uma consequência do voto em candidato "ficha suja". Nas eleições do próxim ano vote contra a falta de ética e a roubalheira na gestão pública. O nosso voto é a arma da mudança!

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Manifestantes fazem novo protesto em Belém contra cortes na educação
A caminhada foi realizada ontem (30) e reuniu professores, estudantes, entidades de classe e a população em geral. Teve início às 17 horas, na Praça da República, de onde saiu em direção ao Mercado de São Brás, tomando as avenidas Nazaré e Magalhães Barata.
De acordo com os organismos de segurança pública, a manifestação ocorreu de forma pacífica.

Entre os participantes do movimento estava o presidente do PCdoB no Pará e da Impresa Oficial do Estado (IOEPA), Jorge Panzera. Para ele, as manifestações refletem um nível cada vez maior de insatisfação de boa parte da população com as medidas que vem sendo adotadas pelo atual governo. "Acho que o que vemos aqui traz uma lição de que, especialmente a juventude, mas não só ela - também os professores, os técnicos da área da educação e a população em geral - não está satisfeita com os rumos que o país vem tomando. Esse é um governo totalmente perdido, que não pensa o Brasil como um todo e não tem um projeto para o país. E a tradição do povo brasileiro em situações assim é ir pra rua e mostrar o que precisa ser transformado no país. O que vemos é um povo organizado, mobilizado, que busca saídas para essa crise criada pelo governo. E isso só vai acontecer se construírmos um caminho que una o Brasil, una os trabalhadores, una a juventude."
A exemplo das manifestações do último dia 15, os jovens mais uma vez foram a maioria entre os participantes da marcha. "A juventude que se fez presente aqui está preocupada com o amanhã, pois está vendo que esse governo não oferece futuro para o Brasil. Por isso mais uma vez ela voltou às ruas", complementou Panzera.
MEC alerta que unidades de ensino público não podem fazer movimentos políticos

Em nota divulgada na tarde de ontem (30) de protestos contra o contingenciamento de recursos para o ensino público, o Ministério da Educação (MEC) esclareceu que nenhuma instituição pública de ensino tem prerrogativa legal para incentivar movimentos político-partidários e promover a participação de alunos em manifestações.

O documento divulgado pela Assessoria de Comunicação do MEC afirma que professores, servidores, funcionários, alunos, pais e responsáveis não são autorizados a divulgar e estimular protestos durante o horário escolar. “Caso a população identifique a promoção de eventos desse cunho, basta fazer a denúncia pela ouvidoria do MEC por meio do sistema e-Ouv“, orientou o MEC.

A nota ainda ressalta que os servidores públicos têm a obrigatoriedade de cumprir a carga horária de trabalho, conforme os regimes jurídicos federais e estaduais, e podem ter o ponto cortado em caso de falta injustificada. “Ou seja, os servidores não podem deixar de desempenhar suas atividades nas instituições de ensino para participarem desses movimentos”, diz a assessoria do ministério.

Por fim, o MEC destaca também que a saída de estudantes, menores de idade, no período letivo precisa de permissão prévia de pais e/ou responsáveis e que estes devem estar de acordo com a atividade a ser realizada fora do ambiente escolar. (Com informações da Assessoria de Comunicação Social)

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Atos defendem

reformas
Milhares de manifestantes foram ontem às ruas de cidades brasileiras em apoio ao presidente Jair Bolsonaro e em defesa de temas como a reforma da Previdência e o pacote anticrime do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. As mobilizações mais significativas foram registradas em São Paulo e no Rio. A pauta dos atos foi marcada também por ataques ao Congresso, personificados no presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e ao Supremo Tribunal Federal (STF). O atos foram classificados por Bolsonaro como espontâneos e como um “recado àqueles que teimam, com velhas práticas, não deixar que este povo se liberte”.
Manifestação é recado para os que teimam por velhas práticas, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, no Rio de Janeiro, que a população está indo às ruas neste domingo (26) para defender o futuro do país. “Hoje, por coincidência, é um dia em que o povo está indo às ruas não para defender o presidente, um político ou quem quer que seja. Ele está indo para defender o futuro desta nação, uma manifestação espontânea com uma pauta definida, com respeito às leis e às instituições, mas com firme propósito de dar um recado àqueles que teimam, por velhas práticas, não deixar que esse povo se liberte”, afirmou, durante culto na Igreja Batista Atitude, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

Dirigindo-se aos cerca de 4 mil fiéis que lotam a Igreja, Bolsonaro disse que, pela primeira vez na história do Brasil, há um presidente eleito que está cumprindo o que prometeu durante a campanha. “As palavras na política nem sempre representam a prática. Nós estamos casando a palavra com a prática, [e] os problemas se avolumam. Se fosse só eu a sofrer, eu até diria que vale a pena, mas quem está ao meu lado, parente ou não, também sofre. Nós estamos mudando o paradigma, mudando a forma de se apresentar junto a vocês, 208 milhões de pessoas às quais eu devo [ser] obediente, devo lealdade, devo o norte que tem que ser dado para o futuro do nosso Brasil.”
Bolsonaro lembrou-se do momento em que levou uma facada no abdômen durante a campanha presidencial e, dirigindo-se ao pastor Josué Valandro Júnior, líder da Igreja, afirmou que não há um dia em que não agradece a Deus por ter sobrevivido. “Se os senhores estão aqui é porque acreditam em Deus. Juntos e somente com a força de vocês nós poderemos governar.”
O presidente agradeceu a confiança e a consideração que muitos tiveram por ele, afirmando ainda que a responsabilidade de conduzir o país é muito grande. “Essa missão Deus me deu e juntamente com vocês, no espírito fraterno, nós chegaremos a um porto seguro. Meus irmãos da Igreja Atitude, brasileiros de todos os rincões dessa nação maravilhosa, vamos juntos, tendo Deus no coração, colocar o Brasil no local de destaque que ele merece. Meu muito obrigado a todos”, concluiu.

Antes de passar a palavra a Bolsonaro, o pastor Valandro Júnior agradeceu a presença do presidente. “Quando alguém é eleito presidente da República, ele não é presidente apenas de quem votou nele. Ele passa a ser presidente de toda uma nação. É presidente dos que votaram e daqueles que nem sabem que houve eleição, porque vivem em um cantão do Brasil aonde a informação nem chegou”, disse.
Valandro Junior chamou o presidente e a primeira-dama ao palco para fazer a oração e os dois, de joelhos, ouviram o pastor. “Uma oração pela sua vida, pelos seus ministros por aqueles que estão em Brasília no Congresso Nacional e tenham uma proteção para esta nação para que seja uma nação melhor onde não haja divisão por raça, por sexo, por ideias”, destacou Valandro Junior.
Foto: O presidente da República, Jair Bolsonaro, assiste ao culto na Igreja Batista Atitude,acompanhado da esposa, Michelle Bolsonaro e o pastor Josué Valandro.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Rola na internet


Protestos e paralisações contra cortes na educação ocorrem em todos os estados e no DF

Ontem (15) foi dia de protestos contra os cortes na educação, milhares de pessoas saíram às ruas em ao menos 172 cidades, em manifestações que o presidente Jair Bolsonaro afirmou serem feitas por imbecis e "idiotas úteis" usados como "massa de manobra".

Os atos ocuparam ruas e avenidas de todas as capitais e do Distrito Federal, além de outras cerca de 145 cidades. Foram realizados inclusive em pequenos municípios, como Felipe Guerra (RN), de 5.734 habitantes, e na terra indígena Alto Rio Negro, na fronteira entre Amazonas e Colômbia.

Participaram manifestantes convocados por sindicatos contrários à reforma da Previdência, pauta original dos atos, e estudantes e professores de escolas e universidades públicas e privadas.

Havia políticos e militantes de partidos de esquerda, integrantes de centrais de trabalhadores e alguns carregando bandeiras com a mensagem "Lula Livre". Mas milhares de manifestantes, de crianças a idosos, não tinham ligação com siglas, em uma participação espontânea que remeteu aos protestos de 2013.

Na capital paulista, o ato se estendeu por dois quilômetros da avenida Paulista, entre a rua Augusta e a avenida Brigadeiro Luiz Antônio, e depois seguiu para a Assembleia Legislativa. Atrás do Masp, ônibus fretados paravam com estudantes de rosto pintado vindos de cidades do entorno.

A falta de vinculação de parte dos manifestantes a organizações e partidos era visível em cartazes, muitos em papel sulfite.



Diversos deles faziam referência à liberação de armas promovida pela gestão Bolsonaro ("menos armas e mais educação") e a declaração do ministro da Educação, Abraham Weintraub, que, em um primeiro momento, atribuiu cortes nas universidades a uma suposta "balbúrdia" dentro delas, com sem-terra e "gente pelada" nos campi.

Os cortes atingem 30% das despesas discricionárias das universidades, que bancam despesas de custeio, como luz e água, e gastos com empresas terceirizadas de segurança e limpeza, por exemplo.

Em conta que inclui salários de funcionários e professores, a gestão Bolsonaro afirma que o corte é de apenas 3,4%.

De forma geral, os protestos transcorreram de forma pacífica, mas, no Rio, houve tumulto por volta das 20h na hora da dispersão, com bombas e manifestantes fugindo correndo pelas vias paralelas que cortam a avenida Presidente Vargas, no centro.

Em Brasília, agentes da Força Nacional de Segurança se posicionaram em frente ao Ministério da Educação com escudos e capacetes, mas não houve conflito. Em São Paulo, o deputado estadual Mamãe Falei (DEM) discutiu com manifestantes quando o ato chegou à Assembleia Legislativa.

No final do dia, a UNE convocou um novo megaprotesto em todo o país para o próximo dia 30. "É o início do gosto amargo que o Bolsonaro vai sentir", disse a presidente da entidade, Marianna Dias.
Fotos: Protesto em Santarém

segunda-feira, 18 de março de 2019

Apoiadores da Lava Jato protestam contra decisão do STF

Movimentos de direita e apoiadores da Lava Jato protestaram ontem (17) em vários Estados contra decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que determinou a competência da Justiça Eleitoral para julgar processos da Lava Jato que envolvem crimes comuns ligados a crimes de caixa 2. Os atos são realizados no mesmo dia em que a operação completa 5 anos de atuação.

Em Brasília, algumas pessoas se manifestaram na Praça dos Três Poderes, em frente ao STF. Havia entre os manifestantes 1 caixão escrito “Lava Jato”, em crítica à medida do Supremo. Também foram exibidas faixas com os seguintes dizeres:
  • “STF, Quem matou a Lava Jato?”; 
  • “STF, puteiro do PT”;
  • “Contra STF corrupto”;
  • “Gilmar Mendes, impeachment”;
  • “Tenho vergonha do STF”;
  • “STF qual é o teu negócio, sabemos quem são os teus sócios”.

Os manifestantes também gritam: “Fora Marco Aurélio”; Fora STF; Fora “Lewandowski”.

domingo, 26 de agosto de 2018

Protestos nas ruas contra corrupção eram só hipocrisia. Líder nas pesquisa é corrupto condenado e não teremos Congresso renovado

Após anos de investigações, denúncias e condenações de políticos ladrões, na Operação Lava Jato, o Brasil dá sinais de que não passava de encanação toda aquela aparente indignação com a ladroagem. A 43 dias das eleições de 7 de outubro, o líder nas pesquisas está preso por corrupção, segura a lanterna das pesquisas o único candidato a presidente que nunca foi político e no Congresso serão 75% reeleitos. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A hipocrisia inclui a mentira reiterada diariamente, reproduza até pela “mídia golpista”, que trata um presidiário ficha suja como “candidato”.

Protagonistas da hipocrisia, a própria Justiça “cozinha” sem pressa, porque está sob holofotes, a definição da pretensa candidatura Lula.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Grupo inicia greve de fome por liberdade de Lula e é retirado do STF

Um grupo de seis pessoas começou na tarde de ontem, 31, uma greve de fome pela libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado em um processo da Operação Lava Jato e preso. O ato que marcou o início da greve durou 50 minutos e teve início às 16h, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde, segundo o PT, os militantes protocolaram um manifesto anunciando a medida.

Formando um cordão, a equipe de seguranças da Corte forçou a saída dos grevistas da entrada do tribunal com empurrões. Três deles caíram da escada que dá acesso ao Salão Branco do Supremo, área externa do prédio usada para a passagem dos ministros quando chegam às sessões plenárias. Por meio de uma nota em seu site, o PT diz que os manifestantes foram “empurrados e pisoteados”. A assessoria de imprensa do STF não respondeu sobre a retirada dos militantes.

Aderiram à greve de fome integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e da Central dos Movimentos Populares (CMP). De acordo com os coordenadores dos movimentos, os protestos vão ocorrer em Brasília, na frente da sede da Corte, e abrem uma série de atos que reivindicam a candidatura do petista, preso em Curitiba desde 7 de abril.

“A ideia é só sair no dia em que Lula for solto, porque Lula representa para nós a possibilidade de restabelecer a ordem democrática, a soberania nacional e a dignidade para o povo brasileiro”, afirmou Jaime Amorim, integrante do MST de Pernambuco.

De acordo com Frei Sérgio Antônio Görgen, um dos grevistas, quem decidirá o fim da manifestação são os ministros do Supremo. “Nós vamos voltar todos os dias. Temos um local onde vamos permanecer, mas ainda estamos definindo qual será”, disse.

“Qualquer coisa que acontecer com qualquer um de nós tem responsáveis com nome e sobrenome: ministra Cármen Lúcia, ministro Edson Fachin, ministro Luiz Fux, ministro Luís Roberto Barroso, ministra Rosa Weber e ministro Alexandre de Moraes”, afirmou Görgen. Os seis ministros citados por ele votaram pela rejeição do pedido de habeas corpus impetrado pela defesa de Lula, em 5 de abril, o que abriu caminho para a prisão do petista.

Depois de retirar os manifestantes, a equipe de seguranças do Supremo isolou a área de acesso ao prédio principal da Corte. A Polícia Militar auxiliou no isolamento. Do lado de fora, cerca de 40 pessoas carregando cartazes pró-Lula protestavam, aos gritos de “Judiciário golpista”, “canalhas”, e “injusta condenação (de Lula)”.

terça-feira, 31 de julho de 2018

Protesto é na hora do voto

Ontem, em frente ao Ver-o-Peso, vi uns desocupados portando cartazes “FORA OS CORRUPTOS”, “FICHA SUJA, NÃO!”.
Um repórter de uma rádio aproximou-se de mim e indagou: “0 que o senhor acha disso? Respondi: “Acho que o protesto verdadeiramente benéfico deve ser feito no momento do voto, na urna eletrônica, não na rua, por gente paga para agir assim.”

terça-feira, 29 de maio de 2018

São eles, sempre eles, os petistas bagunceiros

O governo apura se três movimentos políticos - "Intervenção militar já", "Fora Temer" e "Lula livre" - se infiltraram na paralisação dos caminhoneiros. Eles estariam alimentando os focos que ainda querem manter os bloqueios, mesmo após ter boa parte de suas reivindicações atendidas ou ao menos encaminhadas. Essa é uma leitura feita nas reuniões do gabinete de crise montado pelo Palácio do Planalto.

Por que os protestos continuam? Entenda a paralisação dos caminhoneiros

Depois de negarem dois conjuntos de benesses oferecidos pelo governo de Michel Temer, os caminhoneiros chegam ao nono dia de protesto nas rodovias do país. A paralisação desencadeou uma crise de desabastecimento de combustíveis.

Nesta segunda-feira, o presidente Michel Temer disse que a crise deve acabar logo, "se Deus quiser". Mais cedo, o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) disse que as negociações se esgotaram. O governo agora pressiona a Polícia Federal para que faça prisões. Leia abaixo perguntas e respostas sobre o movimento.

Qual o motivo da manifestação?
O motivo é o custo do diesel. Hoje, ele remonta a valores de 2008, quando o petróleo explodiu. Desde 2016, a política de preços da Petrobras é repassar as flutuações nas cotações internacionais às refinarias, o que significa que a alta do dólar impactou o custo do frete, incomodando o setor de transporte.
No domingo (27), o presidente Michel Temer anunciou que o reajuste passará a ser feito mensalmente (e não diariamente). Visando atender as reivindicações dos manifestantes, Temer congelou o preço do diesel por 60 dias, valor esse com desconto de R$ 0,46 nas refinarias. O governo também se comprometeu a fazer que este valor chega às bombas dos postos.

O que o governo ofereceu para eles no último acordo?
  1. Desconto de R$ 0,46 centavos no preços do diesel (redução corresponde a soma dos valores do PIS/Cofins e da Cide)
  2. O preço do óleo diesel, já com o desconto, será válido por 60 dias. Depois período, os reajustes serão mensais e não mais diários
  3. Isenção da cobrança do eixo suspenso em todo o país via medida provisória
  4. Caminhoneiros autônomos terão 30%, pelo menos, dos fretes da Conab, a Companhia Nacional de Abastecimento (medida estabelecida também via medida provisória)
  5. Estabelecimento da tabela mínima de frete, conforme a lei 121 (também via medida provisória)
Por que os caminhoneiros ainda não estão satisfeitos? 

Após o anúncio do presidente, a Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros) chegou a afirmar que a situação estava resolvida e que os manifestantes poderiam voltar para casa. Mas não foi isso que aconteceu. Na Régis Bittencourt, inclusive, mais pessoas se juntaram aos protestos. 
A redução de R$ 0,46 no preço do diesel ainda gera muita insatisfação entre os caminhoneiros que estão nos protestos. Eles também pedem 90 dias de congelamento no valor do diesel.  
Outras reivindicações iniciais atendidas pelo governo foram a suspensão do pagamento de pedágio dos eixos suspensos (quando o caminhão está vazio) e o preço mínimo para o frete. 
A reportagem da Folha conversou com caminhoneiros em protestos de diferentes regiões do país. Em Porto Alegre,  Alexandre Bastos de Araujo, 46,  disse  que a proposta oferecida por Temer "é uma conta injusta, quem vai pagar é a sociedade e ele vai colocar a sociedade contra nós”, diz. Para o motorista, as medidas colocarão a sociedade contra os manifestantes.
Em São Paulo, na Anhanguera, João Paulo "Coco Seco" disse que "a greve não vai parar, só vai aumentar. R$ 0,46 não resolve nada". Proprietário de seis caminhões, Fábio Correia, 31, disse que precisa diminuir pelo menos R$ 1 do valor do óleo.  
Nos protestos, muitos manifestantes pedem intervenção militar e o fim do governo Temer. 

Quem lidera o movimento?

Não há uma linha direta entre os caminhoneiros autônomos e seus "representantes". O governo Temer tem feito negociações ciente de que as entidades não representam a totalidade da categoria, o que aumenta a imprevisibilidade dos protestos. 
O primeiro acordo, feito na quinta-feira (24), foi assinado pela Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Confederação Nacional do Transporte (CNT), Federação dos Caminhoneiros Autônomos de Cargas em Geral do Estado de São Paulo (Fetrabens) e outros sindicatos. 
A Abcam, que abandonou a primeira reunião, disse que o "o assunto está resolvido" após o anúncio do presidente no domingo. O presidente da entidade, José da Fonseca Lopes, afirmou nesta segunda-feira (28) que o protesto "não é mais de caminhoneiro, mas de quem quer derrubar o governo". 

Quem são os caminhoneiros bloqueando as estradas?

Quem protesta e faz bloqueios são caminhoneiros autônomos, que representam cerca de 40% da categoria. As transportadoras (donas dos veículos fretados, em oposição aos autônomos) não aderiram oficialmente ao movimento, mas deixaram de fazer entregas, alegando preocupações com segurança.

Há empresas apoiando o movimento?

Muitos caminhoneiros se organizam de forma autônoma, via grupos de WhatsApp, mas o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que a área de inteligência do governo identificou indícios de participação do setor empresarial, que, se comprovada, vai exigir ação da Polícia Federal.

Por que o envolvimento de empresas seria problemático?

Enquanto o direito de greve é legítimo, garantido por lei, o locaute (pressão exercida por empresários para negociar com trabalhadores ou com o governo) é ilícito e pode ser considerado crime. 
Esse é o ponto que será explorado pelo governo. O presidente Temer tem pressionado a Polícia Federal para acelerar as investigações e prender suspeitos de dar suporte ilegal ao movimento.

Com quem negociar agora?


E agora, quem poderá nos defender? O governo tentou atender as revindicações dos caminhoneiros, mas os manifestantes não arredam o pé das estradas mesmo com as entidades do setor pedindo o fim do movimento. O presidente da Associação Brasileira de Caminhoneiros dá a sua versão: parte do grupo quer mesmo é derrubar o governo. Possíveis prisões de líderes podem acontecer na tentativa de encerrar os protestos. Já os militares, que tem autorização para liberar as vias bloqueadas, temem o desgaste com a operação. E a direita se divide, parte oportunista, à favor da paralisação, parte querendo o restabelecimento da ordem no Brasil.
Fonte: BR18

domingo, 27 de maio de 2018

Vem mais onda por aí...

Petroleiros decidem parar quarta-feira
Os petroleiros, que haviam aprovado um indicativo de greve mas não fixado a data, agora prometem parar na quarta-feira (30) por 72 horas. Mas a FUP, federação que une os sindicatos do setor e é ligada à CUT, já organiza outra paralisação, desta vez por tempo indeterminado.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Acordo suspende paralisação dos caminhoneiros

Ontem (24) à noite, Governo e representantes de caminhoneiros chegaram a um acordo e a paralisação será suspensa por 15 dias. Em troca, a Petrobras mantém a redução de 10% no valor do diesel nas refinarias por 30 dias enquanto o governo costura formas de reduzir os preços. A Petrobras mantém o compromisso de custear esse desconto, estimado em R$ 350 milhões, nos primeiros 15 dias. Os próximos 15 dias serão patrocinados pela União.

O governo também prometeu uma previsibilidade mensal nos preços do diesel até o final do ano sem mexer na política de preços da Petrobras e irá subsidiar a diferença do preço em relação aos valores estipulados pela estatal a cada mês. “Nos momentos em que o preço do diesel na refinaria cair e ficar abaixo do fixado, a Petrobras passa a ter um crédito que vai reduzindo o custo do Tesouro”, disse o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.

O governo também se comprometeu a zerar a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) para o diesel até o fim do ano e negociará com os estados buscando o fim da cobrança de pedágio para caminhões que trafegam vazios, com eixo suspenso. “Chegou a hora de olhar para as pessoas que estão sem alimentos ou medicamentos. O Brasil é um país rodoviário. A família brasileira depende do transporte rodoviário. Celebramos esse acordo, correspondendo a essas solicitações, dizendo humildemente aos caminhoneiros que precisamos de vocês”, disse o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.

Negociações
Para cumprir a proposta de previsibilidade mensal nos preços do diesel até o final do ano, o governo precisará negociar com o Congresso em relação ao projeto aprovado ontem na Câmara que zera o PIS/Cofins para o diesel. A ideia que foi apresentada hoje é que o tributo não fosse zerado, mas usado para compensar a Petrobras em tempos de alta no valor do barril do petróleo e manter os preços estáveis.

Quanto ao ICMS, que já tem projeto para sua alteração tramitando no Senado, o governo também precisaria negociar com os governadores, pois se trata de um imposto estadual. Segundo o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, a discussão será sobre alterar o cálculo desse imposto, que varia de acordo com o preço do combustível. Ou seja, se o diesel aumenta, o ICMS também aumenta.

“PIS/Cofins e Cide é um valor fixo por litro. Como um dos problemas é a previsibilidade em função da política de preços, vamos conversar com os governos estaduais para discutir uma sistemática de cálculo do ICMS semelhante ao PIS/Cofins, ou seja, com uma base fixa”, disse Guardia.

O ministro da Fazenda explicou que mesmo que o governo ajude na previsibilidade mensal dos preços, eles ainda poderão variar para cima ou para baixo. Os novos preços serão calculados mês a mês segundo o mercado. “Nós não estamos dizendo que não haverá aumento de preço. Vamos reajustar o preço nos termos da política, calcular um novo preço médio, fixo, que ficará pelos próximos 30 dias. Se ao final de 30 dias a política determinar que haverá queda ou aumento de preço, haverá. Vai depender do custo dessa política e a disponibilidade orçamentária ao longo do tempo para gente ir calibrando”.

Sem unanimidade
A decisão de suspender a paralisação, porém, não é unânime. Das onze entidades do setor de transporte, em sua maioria caminhoneiros, que participaram do encontro, uma delas, a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), que representa 700 mil caminhoneiros, recusou a proposta. O presidente da associação, José Fonseca Lopes, deixou a reunião no meio da tarde e disse que continuará parado. “Todo mundo acatou a posição que pediram, mas eu não. [...] vim resolver o problema do PIS, do Cofins e da Cide, que tá embutido no preço do combustível”, disse Lopes.

Os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Carlos Marun (Secretaria de Governo), Valter Casimiro (Transportes), além do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, se sentaram à mesa com representantes dos caminhoneiros decididos a ter um respiro na paralisação, que afeta distribuição de produtos em todo o país. Os ministros entendem que o governo e a Petrobras têm mostrado iniciativa suficiente.

Os representantes dos caminhoneiros pedem o fim da carga tributária sobre o óleo diesel. Eles contam com a aprovação, no Senado, da isenção da cobrança do PIS/Pasep e da Cofins incidente sobre o diesel até o fim do ano. A matéria foi aprovada ontem pela Câmara e segue agora para o Senado. Caso seja aprovava, a isenção desses impostos precisará ser sancionada pelo presidente da República.

sábado, 19 de maio de 2018

O fim do acampamento pró-Lula

O acampamento pró-Lula nas imediações da Polícia Federal, em Curitiba, onde o ex-presidente está preso, não resistiu. Apenas 41 dias depois da prisão de Lula, o ‘convescote’ petista será desfeito, para alívio dos vizinhos e do prefeito Rafael Greca, que se insurgiu contra o grupo, que hoje não soma mais de 500 pessoas, pelos inconvenientes causados à cidade.

Segundo reportagem publicada pelo jornal Gazeta do Povo, do Paraná, os organizadores afirmam que o grupo deverá se abrigar em casas alugadas e outros espaços que ofereçam melhores condições e infraestrutura, para se proteger contra o frio que costuma atingir Curitiba nesta época do ano. “O acampamento vai ser desfeito, mas a vigília continua, com atividades, atos políticos e recebendo quem vem visitar o Lula”, disse Pedro Carrano, do Vigília Lula Livre.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Sem dinheiro, eles voltam logo

A greve dos servidores do Detran irá continuar. Os trabalhadores decidiram pela permanência da greve, que está prestes a completar um mês, em assembleia geral realizada na manhã desta quinta-feira (10), na sede da instituição, na avenida Augusto Montenegro.

A decisão pela manutenção da greve deu-se mesmo após a Justiça determinar a ilegalidade do movimento, ordenando que os servidores retornassem as atividades sob pena de serem multados.

Opinião de um revoltado cidadão que está aguardando o término da greve para poder renovar sua Carteira de Habilitação: “Nos acordos que são feitos para a greve terminar, inclusive com a concordância da Justiça do Trabalho, o principal item é o pagamento dos dias parados. Se não recebessem seus salários integralmente, em poucos dias os grevistas voltariam ao trabalho. Outra coisa: a Justiça do Trabalho, nesta e em tantas outras greves já ocorridas, fica desmoralizada, não são obedecidas as suas decisões e nada acontece contra os infratores, no caso os tais Sindicatos”.

domingo, 29 de abril de 2018

Balas do atentado são de uso restrito do Exército, da PF e de policiais

Por Mauro Lopes, jornalista, no site petista Brasil 247
As armas que mataram Marielle e atiraram contra acampamento Marisa Letícia, ferindo duas pessoas, uma delas gravemente, o sindicalista Jeferson Lima de Menezes, são ambas pistolas 9 mm. Como se sabe disso? Porque foram encontrados cartuchos (cápsulas) deste tipo de arma tanto ao redor do carro onde estava Marielle no Rio como do lugar de onde partiram os disparos em Curitiba.

O fato é grave, é gravíssimo. Pois as pistolas de 9mm são armas de uso restrito no Brasil. Apenas o Exército e a Polícia Federal usam têm autorização para uso destas armas em serviço. Além deles, a partir de agosto de 2017, por decisão do Exército, PMs e policiais civis, entre outros agentes, passaram a ter o direito de adquiri-las para uso pessoal.

O Comando Exército lançou em 24 de agosto de 2017 quatro portarias (966, 967, 968 e 969) estabelecendo quem pode usar tais armas. Diz o texto do Comando Logístico da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército que divulgou a decisão: “O Comando do Exército Brasileiro assinou, no dia 08 de agosto de 2017, as Portarias 966, 967, 968 e 969, que autorizam a aquisição de até 2 (duas) armas de fogo de porte de uso restrito, no calibre 9mm, na indústria nacional, para uso particular por agentes operacionais da Agência Brasileira de Inteligência, policial rodoviário federal, policial ferroviário federal, policial civil, policial e bombeiro militar dos Estados e do Distrito Federal, agentes das polícias legislativas do Congresso Nacional, da Carreira de Auditoria da Receita Federal e Analistas Tributários diretamente envolvidos no combate e na repressão aos crimes de contrabando e descaminho.”

Em outras palavras: é conhecido e delimitado o universo de pessoas aptas a usarem as armas 9mm. E são todas elas policiais, militares ou agentes de segurança do Estado.

ESTÁ CLARO?
Marielle foi morta há 45 dias. O atentado contra o acampamento ocorreu há um dia, mas já há até vídeos com a imagem do autor dos disparos. Mas ninguém foi preso. E as autoridades do golpe e das forças de seguranças recusam-se a investigar e passam o tempo a lançar insinuações e acusações contra as vítimas e as forças de esquerda. Mas está claro de onde partiram os tiros que mataram Marielle no Rio e atingiram os que estão ao lado de Lula em Curitiba.

sábado, 28 de abril de 2018

Ataque a tiros em acampamento pró-Lula em Curitiba deixa dois feridos, diz PT

Duas pessoas ficaram feridas após um ataque a tiros contra o acampamento de apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Curitiba, na madrugada deste sábado (28).

Um dos feridos é Jeferson Lima de Menezes, 38, que levou um tiro no pescoço e está internado no Hospital do Trabalhador. Ele faz parte do sindicato dos motoboys do ABC paulista e atuava como segurança do acampamento no momento do ataque.

Os disparos acertaram também um banheiro químico, provocando estilhaços que feriram sem gravidade uma mulher no ombro. Ela foi atendida no hospital e liberada.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Paraná, as primeiras informações são de que uma pessoa a pé efetuou os disparos. No local, foram recolhidas cápsulas de pistola 9 mm. Os acampados dizem que o ataque ocorreu por volta de 4h da madrugada. Em protesto nesta manhã, os militantes fecharam a av. Mascarenha de Morais, no bairro Santa Cândida, mas a via já foi liberada.

Um inquérito foi aberto para investigar o caso. Ainda segundo a secretaria, peritos da Polícia Científica do Paraná, policiais militares e da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, estiveram no local.

Em reunião entre o presidente do PT do Paraná, Dr. Rosinha, e o diretor-geral da secretaria, o delegado responsável pelo DHPP e o delegado-geral da Polícia Civil, ficou acertado que o policiamento no acampamento será permanente.

Também foi acordado que a investigação sobre o caso será a mais rápida possível e que haverá segurança reforçada para o ato de Primeiro de Maio.

Nesta tarde, policiais começaram a ouvir testemunhas do ataque. Segundo Dr. Rosinha, a polícia irá analisar câmeras de segurança do entorno do acampamento e investigará carros que ameaçam o local.

“Tem carros que são os mesmos que passam e a mesma agressividade. É repetitivo. Dois, três dias seguidos, o mesmo carro”, disse.

Ele afirmou ainda que não há a possibilidade de mudar o acampamento ou desfazê-lo. “A possibilidade de acabar o acampamento é a liberdade do Lula. Lula livre, acaba o acampamento e a vigília.”

Segundo Regina Cruz, presidente da CUT no Paraná e coordenadora do acampamento, a segurança também será reforçada com câmeras.

REPÚDIO
Por meio de nota, integrantes da Vigília Lula Livre, que integra o acampamento em Curitiba, repudiaram o ataque e afirmaram que não serão intimidados.

“A sorte de não ter havido vítimas fatais não diminui o fato da tentativa de homicídio, motivada pelo ódio e provocação de quem não aceita que a vigília é pacífica, alcança três semanas e vai receber um Primeiro de Maio com presença massiva em Curitiba”, diz o texto.

A nota lembrou ainda um ataque com barras de ferro contra militantes do acampamento e pediu policiamento.

“No fundo, é uma crônica anunciada. Desde o dia quando houve a mudança de local de acampamento, cumprindo demanda judicial, integrantes do movimento social haviam sido atacados na região. Desde aquele momento, a coordenação da vigília já exigia policiamento e apoio de viaturas, como foi inclusive sinalizado nos acordos para mudança no local do acampamento.”

Em vídeo divulgado nas redes sociais, a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), afirmou que o ataque é parte de uma perseguição contra Lula e movimentos de esquerda, e criticou a Operação Lava Jato.

“A situação de violência e intolerância no país está muito grave. Nós não podemos aceitar isso”, disse.

Em nota, o partido lembrou o ataque a tiros contra a caravana de Lula pelo sul do país e o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) no Rio.

“O ataque é mais um episódio de violência política contra a democracia e acontece um mês depois de tiros terem atingido ônibus da caravana Lula Pelo Brasil no interior do Paraná. Até agora não foram presos os autores dos disparos feitos no mês passado e tampouco os de ontem. [...] O assassinato da vereadora Marielle Franco no Rio de Janeiro continua impune.”

Dr. Rosinha também pediu o fim da violência e criticou de maneira implícita o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

“Eu nunca vi, em 26 anos de vida pública, sempre fizemos disputa política e ideológica, mas nunca vi tamanha agressividade aqui no Paraná ou mesmo no Brasil. E o que me preocupa muito é o discurso fazendo apologia à violência de candidato a presidente da República e seus seguidores. Me nego a citar nomes", afirmou.

ACAMPAMENTO
O acampamento pró-Lula fica a cerca de um quilômetro da sede da Polícia Federal, onde o ex-presidente está preso desde o último dia 7. Tendas e barracas foram instaladas em um terreno alugado pela organização. Neste sábado, havia 83 pessoas acampadas.

Por ordem da Justiça do Paraná, que determinou multa diária de R$ 500 mil aos manifestantes, o acampamento deixou a frente da PF, onde estava instalado a princípio.

Tendas e barracas foram instaladas em um terreno alugado pela organização no último dia 17, depois que a Justiça do Paraná determinou que os manifestantes, antes acampados em frente à PF, deixassem o local sob pena de pagarem multa diária de R$ 500 mil.

JOSÉ DIRCEU
Condenado a 30 anos, nove meses e 11 dias de prisão, o ex-ministro José Dirceu pregou autodefesa ao comentar, na manhã deste sábado (28), ataques à bala ao acampamento de apoiadores do ex-presidente.

Em mensagens a petistas, o ex-ministro disse que os militantes devem se preparar para esta nova fase e, ao menos, se dedicar à autodefesa. ​“Vamos apanhar nas ruas de novo, nossa bandeira rasgada e nossos militantes agredidos? Vamos à luta, responder à altura. Sem violência, mas na luta e combate”, escreveu.