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quinta-feira, 25 de abril de 2019

Em Portugal, Moro recusa a debater com ex-ministro preso por corrupção

Ontem, o ministro Sérgio Moro (Justiça) enfureceu jornalistas portugueses, em geral simpáticos ao Partido Socialista (e ao PT), ignorando em Lisboa o ataque de um político decadente, José Sócrates (PS), ex-primeiro-ministro e amigo de Lula, tão enrolado quanto o presidiário petista. Sócrates não é flor que se cheire. Como Lula, é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro (“branqueamento de capitais”, por lá), além de fraude fiscal. Moro recusou o bate-boca: “Não debato com criminosos”. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Como Lula, o envolvimento com corrupção levou Sócrates à cadeia. Prisão preventiva por dez meses. Aguarda julgamento desde 2015.

Como Lula, Sócrates também é investigado na Operação Marquês, em Portugal. Ambos respondem por tráfico de influência em diferentes processos.

Como Lula, o ex-primeiro-ministro socialista se diz “perseguido” pelos procuradores, juízes etc. Como Lula, não reconhece que roubou.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Ex-presidente do Peru comete suicídio para evitar ser preso por caso Odebrecht

Alan García, ex-presidente do Peru, cometeu suicídio na manhã desta quarta-feira, 17, com um tiro na cabeça quando policiais chegaram em sua residência, na capital do país, para prendê-lo por conexões com uma investigação sobre suborno no caso relacionado à construtora brasileira Odebrecht, informou seu advogado. Ele chegou a ser levado para um hospital onde passou por cirurgia, mas não resistiu e morreu

quarta-feira, 6 de março de 2019


Uma cidade de mais de R$ 75 bi será inaugurada em NY. Façam suas compras...

Depois de seis anos de obras e de mais de US$ 20 bilhões (R$ 75,4 bilhões) investidos, o Hudson Yards finalmente terá a primeira parte significativa inaugurada em Nova York no próximo dia 15. Descrito como uma cidade dentro da Big Apple, o mega-empreendimento imobiliário foi idealizado pelo bilionário americano Stephen Ross, conhecido como “The King” (“O Rei”) por lá em razão das obras faraônicas que tem no currículo e também das amizades poderosas, como aquela que mantém há anos com o presidente Donald Trump.
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No caso do Hudson Yards, que fica em um terreno de 110 mil metros quadrados, serão mais de 5 mil apartamentos com preços unitários a partir de US$ 2 milhões (R$ 7,5 milhões), o equivalente a quase 1,2 milhão de metros quadrados construídos de área comercial, além de restaurantes, hotéis, teatros e até uma escola. Um arranha-céu já tinha sido aberto para uso no local em 2016, mas servia desde então basicamente como showroom do que estava por vir.


quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Prato do dia

O prato do dia, especialmente nos programas de TV recheados de humor e nos talk-shows, é trecho do livro Full Disclosure, da atriz pornô Stormy Daniels, onde ela compara o órgão genital do presidente Donald Trump ao jogo Mário Kart, considerando-o menor do que a média, “mas não absurdamente pequeno”. E garante que tem “uma cabeça enorme, como a de um cogumelo”. No talk show de Jimmy Fallon, mais gozações: “É nova derrota para os republicanos. Monica Lewinsky nunca se queixou do tamanho do seu democrata”.
(No blog do Giba Um)

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

É GITINHO!


Na sua guerra judicial contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a atriz pornô Stormy Daniels disparou um ataque sem precedentes. Em seu livro de memórias, a ser lançado em 2 de outubro, a ex-parceira sexual de Trump afirma não ser ele talhado para o posto que ocupa. Mas vai além: descreve sua relação sexual com o magnata e diz ter ele um “pênis incomum”.

No livro, ela conta ser o pênis do presidente “menor do que a média”. Mas, “não assustadoramente pequeno”, acrescenta.
“Ele sabe que tem um pênis incomum. Tem uma imensa cabeça de cogumelo”, escreveu. “Eu me deitei lá, incomodada por estar transando com um cara com uns pelos púbicos de Abominável Homem das Neves e com um pau que parecia o personagem cogumelo do Mario Kart…”

sábado, 14 de julho de 2018

Real Madrid não quer o menino Ney


O Real Madrid divulgou uma nota na tarde de ontem negando intenção em negociar o passe de Neymar. Confira:

“Diante das constantes informações que vinculam o jogador Neymar Jr. do PSG com nosso clube, o Real Madrid quer deixar claro que não tem prevista nenhuma oferta pelo jogador.
A relação entre os clubes é extraordinária, de forma que, se em algum momento o Real Madrid planejar contratar um jogador do PSG, a primeira coisa que faria seria se dirigir ao clube.”

terça-feira, 10 de julho de 2018

Graças a Deus

Mais duas pessoas foram resgatadas da caverna na província de Chiang Rai, na Tailândia, na manhã desta terça-feira (10). Ao todo, dez pessoas já foram retiradas pelas equipes de resgate desde domingo.

Segundo as autoridades locais, o objetivo da missão desta terça é resgatar todos os últimos meninos do time de futebol —com idade entre 11 e 16 anos— e o treinador, de 25 anos. Outros oito garotos já foram retirados com segurança da gruta nos últimos dois dias.

Apesar das chuvas na região, a condição da caverna não mudou, segundo a equipe de resgate. Ao menos 19 mergulhadores participam da operação.

Atualização às 8h54
Os 12 meninos e treinador foram resgatados e passam bem, diz Marinha local.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Blanco, inventor do 'drible canguru', é eleito governador

O Movimento da Regeneração Nacional (Morena), partido criado pelo presidente eleito do México, Andrés Manuel López Obrador, venceu eleições cruciais no Congresso e nos Estados, segundo pesquisa de boca de urna. A mais simbólica foi no Estado de Morelos, vizinho da capital, onde Cuauhtémoc Blanco, ex-meia da seleção, conseguiu se eleger governador. O ex-jogador teria pouco mais da metade dos votos, de acordo com o instituto Mitofsky.

Blanco iniciou a carreira no clube América. Na Copa de 1998, em jogo contra a Coreia do Sul, Blanco consagrou o “drible canguru”, lance que consistia em prender a bola entre as pernas e erguê-la com um pulo para driblar os jogadores adversários.

Pela seleção do México, Blanco também participou das Copas de 2002 e 2010 e foi campeão pela seleção mexicana em 1999, na Copa das Confederações. Ele já governou a capital do Estado, Cuernavaca, e deixou o poder em meio a vários escândalos. A candidatura dele ao governo esteve ameaçada pela Justiça.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Encontro histórico

Com um aperto de mãos em frente a bandeiras dos EUA e da Coreia do Norte, Donald Trump e Kim Jong-un marcaram o início da cúpula histórica sobre a desnuclearização da Península Coreana, no primeiro encontro já realizado entre líderes dos dois países. Ao final da reunião, Trump e Kim se sentaram em frente a jornalistas e assinaram um documento de cooperação.

Por volta das 2h30 (em Brasília), os presidentes assinaram o acordo que, segundo eles, representa uma "cooperação entre os dois países". O que se sabe até o momento é que o documento assinado pelos dois líderes inclui os seguintes pontos:

- Reafirmando a Declaração de Panmunjon, de 27 de abril de 2018, a Coreia do Norte se compromete a trabalhar para a "completa desnuclearização da península";

- EUA e Coreia do Norte se comprometem a recuperar restos mortais de prisioneiros de guerra, começando pela imediata repatriação daqueles já identificados;

- Ambos os países irão "construir um duradouro e estável regime de paz" na Península Coreana;

- Os dois líderes também se comprometeram a estabelecer novas relações entre os EUA e a Coreia do Norte, de acordo com o desejo de paz e prosperidade da população dos dois países;

- Os EUA se comprometeram a dar "garantias de segurança" à Coreia do Norte;

- O Secretário de Estado americano, Mike Pompeo, deverá se reunir "na data mais próxima possível" com um alto funcionário norte-coreano para continuar o diálogo bilateral sobre a desnuclearização.

Trump declarou que "os dois lados ficarão impressionados com o resultado da cúpula". Já o líder norte-coreano afirmou que "o mundo verá uma grande mudança". Com o discurso de deixar o passado para trás, o republicano ainda afirmou que "com certeza" irá convidar Kim para visitar a Casa Branca.

O presidente americano reconheceu Kim como um "negociador muito inteligente e valioso", que negocia em favor de seu povo e ama o seu País. Questionado pelos repórteres sobre o que mais o surpreendeu durante a cúpula, Trump disse que o líder norte-coreano tem uma "grande personalidade" e é "muito inteligente. Uma grande combinação". Para finalizar, ele ainda declarou que os líderes tiveram um ótimo dia e "ambos aprenderam muito sobre o outro e sobre os nossos países".

Kim estava à vontade perante as câmeras e disse que ele e o presidente americano superaram "velhos preconceitos e práticas" para estarem frente a frente em Cingapura. O ditador se mostrou otimista na reunião entre as duas delegações: "Eu acredito que esse é um bom prelúdio para a paz", afirmou. Trump respondeu: "Eu também".

Pouco antes, o presidente americano disse que era uma "honra" participar da discussão e previu que teria um "relacionamento fantástico" com Kim, integrante de uma dinastia que há sete décadas controla o país mais fechado do mundo. Ao convencer Trump a participar da cúpula, ele conseguiu o que seu pai e seu avô buscaram sem sucesso: legitimar a Coreia do Norte no cenário internacional e negociar em pé de igualdade com a nação mais poderosa do mundo.

A cúpula começou às 9h04 de terça-feira (22h04 de segunda-feira em Brasília). Todo o protocolo foi coreografado para mostrar uma situação de equilíbrio entre os dois lados. Trump e Kim entraram ao mesmo tempo no local, onde apertaram as mãos diante de fotógrafos e cinegrafistas. Ao fundo, havia seis bandeiras dos EUA e seis bandeiras da Coreia do Norte, intercaladas.

Quando ambos caminhavam lado a lado depois dos cumprimentos, as câmeras da emissora americana CNN captaram o tradutor de Kim transmitir a Trump o sentimento do norte-coreano em relação ao ineditismo do encontro: "Muita gente vai pensar que esse é um filme de ficção científica". Os dois líderes apareceram na sacada do hotel por alguns segundos ao fim da reunião privada. À distância, repórteres perguntaram três vezes a Kim se ele estava comprometido com a desnuclearização, mas não tiveram resposta.

A cúpula começou com um encontro de 48 minutos dos dois líderes, do qual participaram apenas tradutores. Diante de jornalistas, antes do início das conversas, Trump declarou que ele e Kim teriam uma "grande discussão" e a reunião seria um "tremendo sucesso". Em seguida, o norte-coreano falou com desenvoltura para quem governa um país no qual não existe imprensa livre. "Os velhos preconceitos e práticas foram obstáculos no nosso caminho, mas nós superamos todos e estamos aqui hoje." Ao seu lado, Trump respondeu: "É verdade".
 
Almoço de negócios e passeio pelo hotel
Após a reunião, os presidentes participaram de um almoço de negócios. Para o cardápio foram preparados pratos que combinam sabores asiáticos e do Ocidente. A Casa Branca divulgou que no menu foram servidos coquetéis de camarão acompanhados de salada de abacate, kerabu de manga verde com mel de lima, polvo fresco e pepino recheado. Os pratos principais foram: costeletas de boi ao molho de vinho tinto, com batatas gratinadas e brócolis ao vapor; carne de porco crocante com molho agridoce e arroz frito com molho picante e bacalhau na brasa com soja e verduras asiáticas.

Como sobremesa, Trump e Kim foram servidos com tortas de ganache de chocolate amargo; sorvete de baunilha com calda de cereja e torta tropézienne, uma sobremesa francesa com massa de brioche recheada com creme.

Depois de 3h30 de reuniões, os líderes deixaram a sala onde almoçaram juntos e passearam até outra área do hotel Capella, onde se separaram para se reunir com suas respectivas delegações e avaliar os progressos da cúpula.

O presidente americano disse que sua reunião com o líder da Coreia do Norte foi "melhor do que o esperado" e ambos planejaram assinar em breve um documento, sobre o qual não deu detalhes. "A reunião foi realmente fantástica. Ocorreram muitos avanços. O máximo! Melhor do que se poderia esperar", disse Trump em uma rápida declaração para a imprensa durante seu passeio com Kim.

Desnuclearização
A dinastia Kim dedicou os últimos 26 anos à construção de um arsenal nuclear na Coreia do Norte com capacidade de atingir seus vizinhos e o território dos EUA. Seu desmantelamento, como exigido por Donald Trump, pode demorar até uma década, em um complexo processo que exigirá concessões mútuas e a manutenção de confiança a cada passo, afirmam especialistas.

Nenhum país que tenha chegado ao estágio da Coreia do Norte concordou até hoje em abrir mão de seu programa nuclear. Signatário do mais ambicioso acordo do tipo, abandonado por Trump, o Irã não desenvolveu ogivas nucleares. Os serviços de inteligência dos EUA estimam que Kim Jong-un tenha entre 30 e 60 a seu dispor. A Líbia possuía um programa rudimentar quando aceitou seu desmantelamento, em 2003, o que foi feito no espaço de quatro meses.

O "modelo líbio" chegou a ser mencionado pelo chefe do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton, como um roteiro a ser seguido no caso norte-coreano. A declaração despertou a ira de Pyongyang e levou Trump a abandonar a ideia. O presidente, então, passou a falar em um "processo" que se desenrolaria em etapas.

Professor da Universidade de Stanford, Siegfried Hecker visitou a Coreia do Norte sete vezes e foi o último cientista americano a inspecionar as instalações nucleares do país, em 2010. Em um estudo divulgado há pouco mais de dez dias, ele e dois colegas de Stanford estimaram que a total desnuclearização poderia levar dez anos. O mandato de Trump termina em dois anos – ou seis, se ele for reeleito.

Os cientistas previram três etapas, com distintos horizontes de tempo: "interrupção", que ocorreria em menos de um ano, "redução", de dois a cinco anos, e "eliminação", que seria implementada no espaço de seis a dez anos. No estudo, eles ressaltam que os prazos podem ser encurtados ou alongados dependendo do ritmo das negociações.

Os passos iniciais seriam obviamente os mais fáceis e envolveriam a suspensão de testes nucleares, de lançamentos de mísseis de longo alcance, da produção de plutônio e urânio enriquecido e da exportação de armas, materiais e tecnologia nuclear. Em sua mensagem de ano-novo, Kim declarou que o país havia concluído o desenvolvimento de seu programa nuclear. No dia 22 de abril, ele anunciou a suspensão de todos os testes.

A etapa seguinte seria mais desafiadora e envolveria a declaração do número de ogivas nucleares e o início de sua redução. As centenas de mísseis e foguetes teriam de ser declarados, desmontados e monitorados. As instalações que produzem plutônio e urânio enriquecido também teriam de ser reconhecidas e algumas delas, desabilitadas.

Nos últimos quatro anos, haveria a destruição de ogivas e mísseis e o desmantelamento de toda a estrutura de produção de combustível nuclear. Por razões de segurança, os professores de Stanford são contra o envio de bombas ao exterior e defendem que todas sejam desmontadas pelos mesmos engenheiros que as criaram.

O fator humano é outro desafio. A Coreia do Norte tem milhares de cientistas dedicados a seu programa nuclear e seu conhecimento não pode ser destruído ou despachado a outro país. Hecker e seus colegas propõem que eles sejam redirecionados a atividades nucleares civis, como produção de energia, e ao desenvolvimento espacial. Em sua opinião, Kim não abrirá mão desses dois elementos, por razões técnicas e simbólicas.

"A abordagem sugerida tem como base nossa convicção de que a Coreia do Norte não abrirá mão de suas armas e de seu programa enquanto sua segurança não estiver garantida. Esta não poderá ser obtida apenas com uma promessa americana ou um acordo no papel. Ela vai requerer um período substancial de coexistência e interdependência", escreveram os cientistas.

"Tudo isso vai demorar anos", disse Sue Mi Terry, especialista em Península Coreana do Center for Strategic & Internacional Studies (CSIS). Analista da região na CIA de 2001 a 2008, ela observou que o longo período dará chances para Pyongyang burlar seus compromissos. Sue lembrou que EUA e Coreia do Norte fecharam um acordo em 1994 e, até 2002, os americanos acreditavam que ele estava funcionando. "Eles podem comprar tempo e esperar que o governo Trump acabe", afirmou Sue, que estima um período de cinco anos para a desnuclearização. Para amenizar esse risco, será necessário um regime de verificação, que só funcionará se houver concordância da Coreia do Norte. Ainda assim, há a possibilidade de Pyongyang manter atividades clandestinas, especialmente o enriquecimento de urânio, ressaltou Michael Green, que integrou o Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca de 2001 a 2005. "É muito mais difícil de detectar (o enriquecimento de urânio), pois não são necessárias torres de resfriamento", disse. "É possível fazer isso em cavernas, girando centrífugas."

terça-feira, 15 de maio de 2018

LÁ E CÁ


Para quem gosta de comparações: nos Estados Unidos, nenhum advogado trabalha para criminoso que não explique a origem licita do dinheiro de seus honorários. Lá, advogado que aceita receber pagamento de seus serviços com recursos obtidos ilegalmente, torna-se cúmplice de ilícito praticado. No Brasil, advogados não querem saber a origem de seus honorários.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Frescuras da realeza

Todos os olhares estão voltados para Londres. No dia 19 de maio, o príncipe Harry vai se casar com Meghan Markle e o dress code dos noivos, padrinhos e convidados é um dos quesitos que serão mais observados. Confira, abaixo, protocolos que devem ser seguidos na ocasião – já que ir a uma cerimônia dessas envolve muito mais questões do que simplesmente escolher um belo vestido. Afinal, ninguém quer cometer uma gafe com a rainha. Tome nota!

É obrigatório o uso de chapéus na igreja
Se visto de cima, um casamento real é forrado de chapéus, como pede a tradição. A forma apropriada de uma convidada se vestir para a ocasião implica cobrir os ombros e os cabelos – é aí que o chapéu entra. O acessório é um símbolo de status – quanto mais elaborado o modelo, maior a classificação social.

O buquê de Meghan
Desde o casamento da rainha Victoria com o príncipe Albert, em 1840, é tradição que noivas façam seus buquês com a flor muguet, símbolo de sorte. Victoria passou a plantá-la em seu jardim depois de sua cerimônia e desde então todas as noivas da família real britânica – incluindo a rainha Elizabeth II, Diana e Kate – as usam em seus buquês.

O vestido de noiva de Meghan Markle deverá ser criado por um estilista britânico
Outra tradição que começou com a rainha Victoria é a de encomendar o vestido com um estilista britânico, para prestigiar um talento local e impulsionar a economia do país. Na época, Victoria usou vestido branco de renda para dar atenção aos fabricantes de tecidos artesanais que estavam arruinados depois da Revolução Industrial. A tática funcionou e o artesanato voltou a ser valorizado por lá. Entre as noivas reais que seguiram o exemplo estão a rainha Elizabeth II, que vestiu Norman Hartnell, a princesa Diana, que usou Elizabeth Emanuel, e Kate Middleton, que apostou em Alexander McQueen.

Príncipe Harry deverá usar traje militar
Assim como sua mulher, o príncipe Albert também era um impulsionador de tendências. Foi ele o primeiro a vestir, em 1840, um uniforme militar. Desde então noivos da família real passaram a seguir o exemplo e Harry deverá fazer o mesmo. Os príncipes Phillip e Charles usaram uniformes de comandantes navais, enquanto o príncipe William, de coronel da guarda irlandesa. Lembrando que Harry passou dez anos de sua vida no exército, incluindo duas temporadas no Afeganistão, onde assumiu o posto de capitão, é de se esperar que ele não fuja à regra.

Esmaltes? Só tons de nude
Esmaltes de tons fortes ou com brilhos deverão ser descartados por Meghan Markle para o grande dia. É regra que, em eventos oficiais, mulheres da família real estejam com as unhas pintadas com esmaltes de tons neutros.

Saltos plataforma estão proibidos
A rainha Elizabeth II detesta saltos plataforma, então, em um protocolo não oficial, nenhum convidado do casamento tem permissão para usá-los no casamento.

sábado, 14 de abril de 2018

TENSÃO: EUA, França e Inglaterra atacam Síria

Estados Unidos, França e Inglaterra lançaram ontem, 13, ataques contra instalações do regime de Bashar Assad na Síria, em retaliação ao ataque químico contra civisregistrado há oito dias nas imediações de Damasco. A ofensiva traz o risco de confronto direto entre os americanos e forças da Rússia e do Irã que apoiam o regime de Bashar Assad na guerra civil que já deixou pelo menos 400 mil pessoas mortas desde o seu início, há sete anos.

O embaixador russo nos Estados Unidos, Anatoly Antonov, afirmou, por meio de comunicado, que o ataque americano contra bases sírias “não ficará sem consequências”.

Em pronunciamento à nação na noite de sexta-feira, 13, Trump afirmou que os bombardeios estavam em andamento naquele momento. Segundo ele, os EUA e seus aliados estão preparados para uma resposta “contínua” até que o regime da Síria interrompa o uso de armas químicas.

O presidente americano disse ainda que os “ataques precisos” eram “resultado direto” da incapacidade da Rússia de impedir que Assad continuasse a usar armas químicas contra a população de seu país. Em 2013, durante o governo Barack Obama, os EUA recuaram da intenção de retaliar o ditador depois de Moscou assumir o compromisso de retirar do país todos os tipos de armas químicas. Naquela época, um ataque com gás deixou cerca de 1.400 pessoas em Ghouta, o mesmo subúrbio de Damasco em que pelo menos 49 sírios padeceram há pouco mais de uma semana.
Fonte: Estadão

terça-feira, 10 de abril de 2018

Fortuna pré-realeza: as milionárias contas bancárias de Meghan e Kate

Antes de fazer as malas rumo aos castelos da realeza britânica, Kate Middleton, esposa do príncipe William, e Meghan Markle, noiva de príncipe Harry, ambas com 36 anos, já ostentavam contas bancárias de dar inveja.

Segundo levantamento do jornal The Sun, a fortuna de Kate fora do casamento está orçada em 7,3 milhões de libras (cerca de 36 milhões de reais), valor que vem de sua parte na empresa Party Pieces. O negócio familiar vende artigos de festas, desde balões e elementos decorativos até o buffet, e começou como um bico despretensioso da mãe de Kate há 30 anos. Hoje, líder de mercado no Reino Unido, a empresa é avaliada em 36,2 milhões de libras (cerca de 180 milhões de reais).

Já Meghan construiu sua fortuna, estimada em 3,7 milhões de libras (18 milhões de reais), como atriz, especialmente por interpretar Rachel Zane na série Suits, papel que lhe rendia 37.000 libras (185.000 reais) por episódio. Antes de decolar na TV, a futura esposa de Harry trabalhava com caligrafia artística.

Apesar do pé-de-meia feito, ambas as “princesas” pisaram em terreno bem mais próspero na realeza britânica. A fortuna de príncipe William está avaliada em quase 30 milhões de libras (150 milhões de reais). A Forbes estima que todos os bens da rainha, entre eles os castelos da família, estão orçados em 415 milhões de libras (mais de 2,2 bilhões de reais).

domingo, 18 de março de 2018

Belo exemplo: Portugal investe em alternativas para cuidar da população idosa

Mais da metade dos portugueses afirma que o envelhecimento está entre os maiores problema do país.

A conclusão veio de pesquisa com 25 mil portugueses de 17 a 71 anos feita pela Universidade Católica Lisbon School of Business and Economics. Diante de 50 temas listados por pesquisadores, os participantes citaram os 15 que mais os preocupavam —o sistema de Justiça aparece em segundo, com 54,3%.

O temor é justificado: quinto país mais envelhecido do mundo e oitavo com menor índice de fecundidade, Portugal tem multiplicado seu índice de envelhecimento —o número de pessoas com mais de 65 anos para cada grupo de 100 pessoas abaixo de 15.

Em 1960, havia 27,3 idosos para cada 100 jovens. Em 2011, no último censo, havia 127,8. Dos 10,3 milhões de portugueses, 20% têm mais de 65 anos, segundo o Instituto Nacional de Estatística (no Brasil, em 2010, eram 7,4%).

As projeções do INE indicam que o processo de envelhecimento só vai se estabilizar em 2049, resultado da baixa natalidade somada à emigração da população.

O quadro é mais agudo em Lisboa, onde as pessoas acima de 65 são 25% da população. Na capital, parceria da Câmara Municipal (Prefeitura) com a Santa Casa de Misericórdia prevê o investimento de €140 milhões (R$ 565 milhões) em quatro anos em projetos dentro da Estratégia Nacional para o Envelhecimento Ativo e Saudável.

“A internação não deve ser mais a primeira resposta ao desafio do envelhecimento. É preciso adaptar os horários ao ciclo de vida, evitar que as pessoas estejam muito tempo sozinhas”, diz o advogado Sérgio Cintra, 45, gestor da ação social da Santa Casa.

“Esse projeto só funciona como um conjunto de iniciativas, não existe uma fórmula mágica.” Incluir os idosos entre os grupos que desfilam pela avenida da Liberdade na noite de Santo Antônio, por exemplo, é tão eficaz quanto medidas mais caras e complexas, afirma Cintra.
Fases

O programa articula três eixos (vida ativa, vida autônoma e vida apoiada) e prevê de um fórum para o treinamento de 6.000 cuidadores a reforma de casas e calçadas.

Está prevista também a construção ou readequação de 21 centros que se tornarão os Espaços InterAge, onde infraestrutura e recursos serão compartilhados por jovens, crianças e idosos, num misto de asilo, biblioteca e creche.

O primeiro está em obras num antigo prédio residencial que quase foi à leilão, no bairro do Campolide e abre as portas no final deste ano.

Também neste ano, 30 mil idosos em situação de risco passarão a ser monitorados 24 horas a partir de um centro gerenciado pela Câmara, Santa Casa, Segurança Social, Administração Regional de Saúde e Polícia. Seus agentes terão a chave da casa dos cadastrados —providência crucial numa cidade que tem ao menos 85 mil idosos vivendo sós ou com outros idosos.

“Não são as pessoas que têm de se adaptar, mas as cidades. A primeira grande preocupação deve ser assegurar o envelhecimento ativo”, disse à Folha o presidente da Câmara Municipal (prefeito) Fernando Medina, 45.

“A segunda grande questão é aumentar a autonomia dos idosos, em conforto e segurança. E a terceira, oferecer mais respostas com elevados graus de autonomia – inclusive com a institucionalização, quando necessária. Não é favor nem ajudinha.”

Em certos casos, porém, uma ajudinha pode mudar a vida das pessoas.

Alcântara, bairro próximo da ponte 25 de Abril, tem quase 10% de sua população composta por idosos que vivem sozinhos.

As ruas estreitas e íngremes em alguns locais impedem a circulação de ônibus convencionais. Há três anos, apoiada por um supermercado local, a freguesia [administração regional] criou o Azulinho.

O micro-ônibus, adaptado para receber idosos, tem 17 lugares e faz um percurso sinuoso pelo bairro, garantindo o acesso dos moradores a mercado, posto de saúde e correios.

Hoje, mais de 2.000 pessoas usam o Azulinho —são na maioria viúvas, que transformam o percurso num programa diário, nem sempre vinculado a compromissos.

“É um boa maneira de combater a solidão”, diz o administrador da região, Davide Amado, 38. A manutenção do Azulinho custa € 25 mil (cerca de R$ 101 mil) anuais, pagos pela freguesia.
Heterodoxia

As cidades pequenas também testam suas receitas. Pouco mais de 200 km ao norte de Lisboa, no povoado de Gafanha do Carmo, freguesia do Concelho de Ílhavo, com 1.500 habitantes, um centro comunitário colocou pessoas com mais de 80 anos nas redes sociais, no YouTube e em programas de TV.

O prédio espaçoso com orçamento de € 370 mil (cerca de R$ 1,49 milhão) para 2018, que provém principalmente da Segurança Social, não surpreende. Nas redes sociais, porém, o centro tem 37 mil seguidores e 200 vídeos protagonizados por alguns de seus 35 moradores.

O mais visto, um clipe do hit “Wrecking Ball”, da cantora Miley Cyrus, apresenta vovôs e vovós maquiados e com camisetas brancas dublando a canção e lambendo o punho de bengalas. Teve 244 mil visualizações. O mais recente é uma paródia da brasileira Jojo Toddynho em “Que Tiro foi Esse”, no qual o tiro dá lugar a flatulência.

Por trás das iniciativas estão um animador cultural e uma gerontóloga. Ângelo Valente, 34, e Sofia Nunes começaram adotando um gato, que só durou seis meses, mas revelou-se um facilitador de afetos —e uma demonstração de que era possível subverter as rígidas regras empregadas em instituições semelhantes.

No próximo dia 12 de maio, eles vão reunir personalidades para refletir a velhice em 2068. A lista de participantes inclui o músico Pedro Abrunhosa, o ex-premiê de centro-direita Pedro Santana Lopes, a blogueira Mariana Cabral, o jogador de futebol aposentado Nuno Gomes e a líder do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, entre outros.

Quem recebe os visitantes na porta do centro é Vadio, cão que vivia na rua e foi adotado após acompanhar um passeio dos idosos e que hoje compartilha o espaço com Viana, um labrador que abandonou a função de cão-guia.

O primeiro vídeo já tem cinco anos: a paródia de “Ai, se eu te pego”, de Michel Teló, já com o DNA irreverente.

Valente admite que certas gravações causaram controvérsia, mas questiona: “A polêmica tem a ver com a idade das pessoas. Mas qual a idade limite para fazer humor?”.

Sofia diz que o centro não é projeto de comunicação e que a dupla só quer o lema da instituição: Multiplicar a felicidade, dividindo-a.

Mas também reconhece que nem todos aderem a tanta alegria: “Há pessoas que não conseguem se integrar, que não ficam felizes. No limite, sugerimos que busquem outra instituição. Mas tentamos tudo antes”.

Valente e Nunes escalaram um trio para receber a reportagem: João Fernando Lopes Oliveira, um escriturário que sofreu um AVC e, aos 62, é o morador mais jovem do Centro; Ermelinda Caçador, 90, e Hilda Ferreira Marques, 84, que vive fora, mas diariamente participa das brincadeiras.

Oliveira, que carrega uma pasta cheia de escritos, oferece os papeis aos visitantes e assina as cópias como se fossem documentos oficiais.

Ermelinda é a moradora mais popular do centro desde que a estrela dos vídeos, Alfredo Miranda, morreu há um ano. Todos dizem gostar muito do local.

Fotos dos moradores —muitas com adereços como nariz de palhaço, chapéu e óculos escuros— decoram as paredes, no que Nunes e Valente dizem ser uma tentativa de aumentar a autoestima dos moradores, cujos netos costumam se entusiasmar com o sucesso dos avós.

“Eles ganharam um papel social que nunca tiveram”, diz a gerontóloga.

Diante da pergunta meio óbvia do repórter sobre o que é ser velho, João contra-ataca: “Não estou velho. Estou sênior. Velho tem sabedoria”.

Ermelinda complementa: “Se tiver juízo, tem…"
Fonte: Folha de SP

quarta-feira, 14 de março de 2018

Angela Merkel é reeleita para o 4º mandato

Nesta quarta-feira, os parlamentares da Alemanha reelegeram Angela Merkel como chanceler do país, que vai para seu quarto mandato. A votação terminou em 364 a 315, além de nove abstenções.

As eleições no país ocorreram em setembro, mas Merkel só conseguiu formar a coalizão este mês, após 5 meses de indefinição. Por fim, o partido social-democrata (SPD) aceitou participar do governo, mesmo com boa parte da base preferindo ser oposição. A Alemanha nunca havia passado tanto tempo sem governo após uma eleição parlamentar. Desde setembro, a chanceler tenta formar seu governo.

Inicialmente, as negociações com os liberais e o Partido Verde não foram adiante, por isso, Merkel recorreu ao SPD, que será coalizão do governo de Angela Merkel pela 3ª vez. As últimas foram em 2005-2009 e 2013-2017, sendo que em 2009-2013, o apoio foi do partido liberal.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Livro de memórias de Michelle Obama já tem título e data para sair.

Ao menos o aguardado livro de memórias de Michelle Obama já tem nome e data para sair: intitulada “Becoming”, a obra chegará às livrarias do hemisfério norte no dia 13 de novembro, conforme a própria anunciou no Twitter neste domingo. “Escrever ‘Becoming’ tem sido uma profunda experiência pessoal, eu falo de minhas raízes e sobre como uma garota do sul [dos Estados Unidos] encontrou sua própria voz” Michelle postou no microblog. Espero que minha jornada inspire outros leitores a encontrar a coragem para que se tornem quem querem ser. Mal posso esperar para compartilhar minha história”.

a ex-primeira-dama dos EUA e o marido, o ex-presidente Barack Obama, assinaram um acordo multimilionário e sem precedentes com a editora Penguin Random House na época para colocar no papel suas impressões dos oito anos em que moraram na Casa Branca. Cada um dos dois
embolsou um cheque de US$ 30 milhões (R$ 97 milhões) pelo trabalho, o equivalente ao dobro do que foi pago a Bill Clinton quando este deixou a presidência em 2001, até então a maior soma paga a um ex-presidente para fazer o mesmo. O livro de Barack segue sem data de lançamento definida.

O testemunho de Michelle é desde já um dos livros mais quentes do ano por vários motivos, sobretudo por conta da importância dela ter sido a primeira primeira-dama negra de seu país e dos vários altos e baixos que viveu ao longo dos oito anos que ocupou o cargo, principalmente de 2016 pra cá, quando ocorreu a mais polêmica corrida pela Casa Branca de todos os tempos. Sabe-se que ela nunca foi fã de Donald Trump, que venceu a disputa, e em várias ocasiões foi apontada como uma das únicas pessoas capazes de vencê-lo nas urnas em 2020, tema que certamente irá abordar em seu relato.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Uruguai tem queda nos crimes do narcotráfico após lei da maconha

Quatro anos depois de aprovada, a Lei da Maconha já produz alguns resultados positivos. O governo comemora a redução em 18% de crimes relacionados ao narcotráfico e o fim das filas nas farmácias, que sofreram com a falta de abastecimento durante o início da implementação do sistema, em julho.

Hoje, segundo a legislação, estão vigentes três formas de acesso à erva: cultivo individual de até seis plantas, clubes de cultivo (que podem ter de 15 a 45 membros) e venda em farmácias.

Em todos os casos, os usuários devem ser registrados, ter mais de 18 anos e possuir nacionalidade uruguaia ou residência permanente no país. Cultivadores particulares e clubes de cultivo são visitados regularmente para conferir se estão sendo respeitados os limites de produção.

Agora, está em curso o cultivo para a produção de remédios para a indústria farmacêutica.

Um dos principais desafios deste verão, temporada em que as praias uruguaias recebem milhares de turistas, é esclarecer que não é permitida a venda a estrangeiros.

Há uma campanha com publicidade nas ruas e controle de alguns clubes de cultivo que começaram a oferecer tours como fazem as adegas, cobrando até US$ 250 (R$ 800) a visita, mais a degustação da droga. Dois dos que praticavam esse tipo de "passeio" foram fechados.

A Folha percorreu algumas praias na região de Punta del Este. Apesar de ter testemunhado consumo ao ar livre (a posse para uso pessoal é permitida), não encontrou nenhum estrangeiro que tenha comprado legalmente. (Folha de SP)

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

O torturador do PT

Nicolás Maduro, eleito com propina arrecadada por Lula e pelo PT, torturou e violentou opositores.

Um relatório da Human Rights Watch, antecipado pela Folha de S. Paulo, documenta “88 casos de violações de direitos humanos que teriam sido cometidas pelo governo da Venezuela contra manifestantes e opositores políticos, entre abril e setembro de 2017.

Foram entrevistadas 120 pessoas, que relataram abusos como espancamentos, tortura com choques elétricos, asfixia e agressão sexual, além de prisões arbitrárias.”
(Fonte: Site O Antagonista)

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

FORA, TRUMP!

Outdoor patrocinado por democrata pede impeachment de Trump na Times Square, em Nova York 
O rosto de Donald Trump brilha sobre a Times Square de minuto em minuto, mas não do jeito que o presidente gosta. Na praça mais famosa e movimentada de Nova York, telões fazem agora uma luminosíssima campanha a favor de seu impeachment.

Nos anúncios piscantes desde o início desta semana, tarjas vermelhas rasuram um retrato em preto e branco do republicano fazendo cara de mau, enquanto um contador mostra, em tempo real, quantos já aderiram a um abaixo-assinado pedindo a sua remoção da Casa Branca.

Quase 3 milhões de americanos endossam a campanha, cujo chamariz luminoso disputa espaço com outdoors de musicais da Broadway, de roupas criadas por Kourtney Kardashian (a irmã da Kim) e do filme "Meu Malvado Favorito 3".

"É assustador cada vez que vejo a cara dele", dizia Rose Aris, plantada diante do telão, indiferente à garoa gélida do outono. "Ele é destrutivo, precisa ir embora logo."

Tom Steyer, o democrata bilionário por trás dos anúncios, acredita tanto nisso que gastou US$ 20 milhões, quase R$ 65 milhões, para comprar os espaços publicitários na Times Square até o Réveillon, o momento triunfal de sua campanha, quando 1 milhão de pessoas devem se espremer ali para a contagem regressiva do final do ano.

Ele está mesmo contando com esse momento e com a vocação de vitrine para o mundo da metrópole, já que os nova-iorquinos que vivem nos arredores da praça nunca apoiaram Trump —nas últimas eleições, Hillary Clinton teve uma vantagem de 16 pontos sobre o rival por ali.

Mas Steyer, investidor que acumulou uma fortuna de US$ 1,6 bilhão, não perde nenhuma chance de listar os motivos que, na sua visão, embasariam o impeachment.

Ele afirma que Trump representa um "perigo real" e está levando os Estados Unidos para a "beira de uma terceira guerra mundial", além de "ameaçar a segurança nacional" ao não se posicionar sobre a Rússia e "mentir repetidas vezes" sobre seus elos com o país de Vladimir Putin.

Uma versão para a TV dessa campanha chegou a ir ao ar no intervalo do "Fox & Friends", noticiário matutino que o presidente nunca perde. Trump rebateu pelo Twitter, chamando o bilionário de "maluco e transtornado que não vence eleições" —Steyer estuda se candidatar a um assento no Senado pela Califórnia no ano que vem.

O grupo do democrata atualmente tenta recrutar até 500 mil jovens eleitores para votar contra os republicanos nas legislativas de 2018, aguardadas como uma espécie de referendo sobre o governo Trump.

"O pessoal está se dando conta de que ele não pode fazer as coisas por conta própria. Ele não é dono do país como é dono do 'business' dele", dizia Leonardo Faria, brasileiro há mais de duas décadas nos Estados Unidos, que filmava o anúncio na Times Square. "Não me surpreende um movimento desses."

Mesmo democratas, no entanto, acham remotas a chance de um impeachment, por mais desgaste que o presidente tenha sofrido em seu primeiro ano de mandato —mais de 60% dos americanos, segundo o instituto Gallup, desaprovam sua administração. Na história do país, processos de impeachment só foram abertos contra dois presidentes —Bill Clinton, em 1999, e Andrew Johnson, em 1865. Nenhum deles resultou na cassação dos mandatos.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Modelo de 19 anos vende a virgindade por quase R$ 10 milhões

Uma modelo norte-americana vendeu sua virgindade por 2,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 9,6 milhões). Giselle (foto), 19, fez a transação através de um site de leilões alemão e o ganhador foi um homem de negócios de Abu Dhabi.

“Eu nunca imaginei que o lance chegaria tão alto. É um sonho que se tornou realidade”, disse Giselle ao jornal Daily Mail. Ela declarou estar contente com o resultado e afirma que vai usar o dinheiro para pagar os custos da faculdade, comprar uma casa nova e viajar pelo mundo.

Ela foi muito criticada por sua escolha, porém ela se defende considerando que o que fez foi um ato de emancipação sexual. “Sou eu que decido se quero perder a virgindade com alguém que eu não amo”, falou.

“O fato de mulheres poderem fazer o que quiserem com seus corpos e terem a coragem de viver suas sexualidades livres de críticas é uma forma de emancipação”, defendeu.

Um funcionário de comunicação do site de leilões anunciou que a página “possui um vídeo onde meninas de todo o mundo falam sobre as razões para vender a virgindade”.

“Os altos lances no caso da Giselle mostram como a demanda por virgens é alta. Executivos do mundo inteiro fizeram apostas”, disse o funcionário. O segundo lance mais alto foi feito por um ator de Hollywood.