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sábado, 4 de maio de 2019

Saúdo com um afetuoso abraço, os meus novos confrades da Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS), empossados ontem em sessão solene presidida por Anselmo Colares e a presença de muitos académicos, conforme se vê na foto.

sábado, 27 de abril de 2019

Recebi, agradeço e transmito o meu abraço aos meus novos confrades e confreira da ALAS.

domingo, 24 de março de 2019

0ntem (23), recebi uma informação dando conta de que o meu amigo Laurimar Leal está bastante debilitado, deprimido e precisa de ajuda, principalmente assistência médica.

Não faz muito tempo, sugeri aqui uma campanha para custear o tratamento de sua visão, mas,  infelizmente,  após ser examinado por um oftalmologista, ficou comprovado que é impossível fazê-lo voltar a enxergar. O Andrei Malheiros e o Sérgio Campos se comprometeram, e certamente o farão, ainda, de verificar como realmente ele está vivendo, contando apenas  com um pequeno valor que lhe é pago pela Prefeitura de Santarém, insuficiente para o seu sustento. Depois disto, deverá ser iniciado um movimento para arrecadar dinheiro que será destinado para que Laurimar viva melhor, inclusive reforma da modesta casa onde ele mora. Pensou-se até mesmo convencê-lo a morar em um asilo, o que ele já admite aceitar, desde que não fique desamparada sua cuidadora, Dicita.

Rogo aos meus prezados confrades da Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS), da qual o Laurimar é membro efetivo, que se juntem ao Andrei e ao Sérgio para planejarem, conjuntamente, e adotarem providências urgentes para que o nosso querido artista possa ser assistido e viver dignamente. Em julho, ele completará 80 anos de idade.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Ao Ray Brito, com saudade
Quando morre um de seus membros, a Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS), realiza Sessão da Saudade para prestar-lhes homenagem póstuma, com a presença de seus familiares. Ontem 22), o homenageado foi o cantor Ray Brito, falecido em dezembro do ano passado. Francisco Edson de Oliveira foi o mestre de cerimónia e Odilson Matos falou em nome da Academia, proferindo um belo e emocionante pronunciamento, relembrando e enaltecendo fatos marcantes da vida de Ray. Outros académicos se expressaram sobre o saudoso confrade e suas falas foram transmitidas aos presentes através do sistema datashow. Como não pude estar presente, escrevi, e o meu querido confrade e amigo Odilson Matos, gentilmente, fez a leitura desta minha mensagem:

“O Ray Brito iniciou sua carreira artística nos programas de auditório que eu, Edinaldo Mota e Osmar Simões apresentávamos na Casa Cristo Rei, na década de 70. Ele sempre se destacou como um excelente cantor, e assim continuou nas apresentações que fez em shows por este Brasil afora até ao último dia de sua existência.

Os seus familiares e certamente as pessoas que, como eu, tiveram a felicidade de conhecê-lo e conviver com ele, sentem muito a falta de Ray Brito, pelo exemplo que deixou de fidelidade aos amigos, de humildade, de simplicidade, de dignidade e determinação em tudo que fez.

Como diz a canção: “dor tão sentida e a saudade dele está batendo em nós”.  Somente o tempo será capaz de ir, pouco a pouco, transformando a grande dor da sua ausência em doce e suave saudade.

Nós, acadêmicos, não somos imortais. Imortal é o que legamos, é o que deixamos. Nós morremos. Ficam nossas obras.

Nossas vidas murcham e fenecem. Permanecem, em grande parte, os frutos daquilo que semeamos. E Ray Brito, durante o velório e sepultamento de seu corpo recebeu merecidamente muitas homenagens do povo desta Santarém que o admirava e amava.

Quem teve, como Ray Brito,uma vida digna, amando intensamente Santarém e o seu povo, seus familiares e amigos, viverá eternamente em nossa memória, em nossos corações.

Ray, onde quer que você esteja, receba o meu abraço, com muita saudade, pode crer.”

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Ontem, 21 membros (foto) da Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS) escolheram, por meio de eleição,  novos membros para o dito silogeu. Oito candidatos concorreram às vagas e foram eleitos:

Membros efetivos:
-A cadeira de número 12, patrono Gabriel Rodrigues dos Santos, será ocupada pelo poeta e músico Celson Pantoja Lima.
Antes, o ocupante era o acadêmico Gumercindo Rebelo.
-Para a cadeira de número 17, cujo patrono é João Alves Pereira Fona, foi eleita a poetisa Maria do Socorro Carvalho Lima.
Antes a cadeira era ocupada por Elias Lopes do Rosário.

Sócios Honorários
Pela primeira vez em sua história, a ALAS escolheu sócios honorários. São eles:
Jefferson Paiva de Sousa
Antônio Lisboa Paixão (Marreta)
Adson Wender de Jesus Souza

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Perdas na ALAS

No corrente ano, cujo fim está próximo, foi de muita tristeza na Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS), da qual sou membro. Morreram três dos nossos estimados confrades: Gumercindo Rebelo, Elias do Rosário e Ray Brito. Eles eram apaixonados, louvaram muito em pinturas, versos e canções as belezas naturais de sua terra natal - Santarém -, principalmente as águas dos rios Tapajós e Amazonas.

sábado, 8 de setembro de 2018

Força, amigão!

Infelizmente, me informaram que não é satisfatório o estado de saúde do Elias (Lili) do Rosário, meu prezado amigo e confrade da Academia de Letras e Artes de Santarém (Alas).
Foto: Anselmo, Ednaldo e Neucivaldo, por ocasião da visita que fizeram recentemente ao benquisto confrade da Alas.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Eleição na ALAS

Hoje (15), às 19h, em uma das salas do museu João Fona, os membros da Academia de Letras e Artes de Santarém estarão reunidos para escolher os novos dirigentes da entidade. Provavelmente, apenas uma chapa concorrerá, composta pelos acadêmicos Anselmo Colares para presidente e Sidney Canto, vice-presidente.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

ALAS com novos integrantes

Maria Lídia
Dia 24, às 20h, no Centro Recreativo, a Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS) realizará sessão solene para empossar seus quatro novos membros, nominados abaixo:
- MARIA LÍDIA AIRES DE MENDONÇA - intérprete, arranjadora e produtora cultural com mais de 30 anos de carreira. Ocupará a cadeira de número 31, cujo patrono é Raimundo Fona.
- RAIMUNDO BRITO (Ray Brito)-  cantor, ocupará a cadeira de número 33, que tem como patrono o poeta Rui Paranatinga Barata. 
- JOÃO BERNARDO MOTA SANTANA - professor, ocupará a cadeira de número 26, cujo patrono é o poeta Manuel Rebouças de Albuquerque). 
- ANTÔNIA TEREZINHA DOS SANTOS AMORIM - historiadora, foi eleita para ocupar a cadeira  de número 05, que tem como patrono o fotógrafo Apolônio Alves Pereira Fona.

 No evento, será prestada homenagem póstuma à Raimunda Rodrigues Frazão (Dica Frazão), que era integrante da referida entidade cultural.

Convidados pelos dirigentes da ALAS, eu e Edinaldo Mota atuaremos como mestres de cerimônia da solenidade e, também, apresentaremos as atrações do "Momento Cultural" (músicas e poesias) que terá a participação de membros da Academia, dentre eles, Odilson Matos, Sebastião Tapajós, Ivone Picanço, Antônio Von, Moacir Santos e Djalma do Cavaco. Só pra lembrar: Edinaldo e eu, somos membros efetivos da Academia de Letras e Artes de Santarém.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Nicolino Campos: "No obelisco da IMORTALIDADE, cum laude", diz Gumercindo

Na Sessão da Saudade, promovida pela Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS), para homenagear os seus saudosos membros, Nicolino Campos e Éfren Galvão, o acadêmico José Gumercindo Rebelo (foto acima), Arquiteto, Professor, Desenhista e Pintor, Ocupante da Cadeira Nº12 do notável Gabriel Rodrigues dos Santos, proferiu um belo discurso sobre a vida de Nicolino Campos. Abaixo, trechos do pronunciamento:
Nicolino Campos
"Suas raízes nascem nos Campos de Arapixuna, de cujo esteio, o Capitão Sylvio Solano Correa Campos, do Exército Brasileiro, levava com afinco mas com dificuldade os filhos nascidos na capital, sem o amparo da esposa Nicolina Castriciana de Castro Campos, então falecida, até que com os benefícios do Pós-Guerra, volta à Santarém trazendo a prole gerada em Belém.

Menino irrequieto, ainda em Belém, é levado pelo pai até um Seminário Católico donde se evade por não se adequar à vida do claustro. Lá na capital, mesmo com suas rebeldias, consegue avançar nos estudos chegando a frequentar o tradicional Colégio Paes de Carvalho. É com esse fundamento educacional da Escola Pública que aqui se destaca dentre os jovens da época. Morava com o avô Silvino Campos vendo Rio Tapajós, lá do prédio onde hoje congregam os Padres Verbitas, no Bairro da Aldeia. Gostava de visitar seus parentes, principalmente sua Tia Solange (irmã de seu pai Sylvio) então casada com Manelito Correa e por isso muito querido entre eles. Naquele bairro da aldeia conheceu e casou-se com Juracy, filha amada da família Cavalcante, proveniente do município de Breves.

Naquela década de 50 floresciam as manifestações dos partidos políticos e suas disputas acirradas, principalmente, entre a turma da UDN, tendo como um dos líderes o General Alexandre Zacarias de Assunção e de outro lado o PSD, do General Magalhães Barata de maneira a congregar os jovens a ascender cargos públicos. Esse desejo culminou com sua candidatura à Câmara Municipal de Santarém que juntamente com Alberto Diniz, Paulo Lisboa, Isaias Serique, José Rufino Araújo, José Almeida, Clementino Santana, dentre outros, saíram vitoriosos e cumpriram dignamente seus mandatos, pré-inaugurando a era do avião a jato, sem a ostentação dos LAVA-JATO e PETROLÕES que hoje corroem as verbas públicas deixando um rastro maldito de políticos de mente ratuína. Ombreados com nobres ideais políticos, o Grupo de amigos Vereadores, com a liderança de Nicolino, buscou Ubaldo Campos Correa, seu primo, (filho de sua Tia Solange), e formaram uma frente político-partidária de sobeja amplitude e o elegeram Prefeito.

Paralelamente aos ideais democráticos de participação partidária na vida da cidade, corria-lhe nas veias a vontade de ver nos jovens o acesso ao conhecimento, aquela utopia que queria ver transformada em autêntico saber para os mocorongos e tirasse o jovem do marasmo e dos ofícios improdutivos em algo novo, retumbante. Eis que ingressa na vida do estudante do Ginásio Dom Amando. Vigoroso, rebelde, inquieto, irrequieto, ansioso por abreviar a amargura da gente Tupaiu sedenta do saber.

O aluno, Vicente Fonseca, hoje desembargador na Capital do Estado do Pará, mas Juiz desde o Acre, recorda a festa de formatura, em 1966, ao lado da ilustre personalidade e exalça o mestre em sua elegia:

1) “...as aulas do Professor Nicolino Campos tinham uma disciplina mais flexível. Ele sempre foi muito bem humorado e competente.”

2) “Ele era um professor muito querido pelos discípulos, mesmo depois de muitos anos que passamos pelos bancos escolares. Um verdadeiro amigo, que se orgulhava com o sucesso de seus pupilos.” Insisto, pois, em dizer que desde os primórdios da civilização humana, todos temos um ministério a transformar-se em Missão a qualquer momento. Basta que entendamos a necessidade do outro em realizar-se completamente. Observem como o evangelista Lucas faz referência e reverência ao seu mestre Jesus de Nazaré: “E a sua fama divulgou-se por toda a região. Ele ensinava nas sinagogas e era aclamado por todos.”

Foi dessa forma que Nicolino de Castro Campos, por inúmeros anos, naquele educandário da Congregação de Santa Cruz, formou a juventude santarena transmitindo-lhe o conhecimento universal através da Língua Portuguesa, valendo-se de suas mãos incansáveis em gestos eletrizantes e de sua língua certeira e afiada para engendrar o caráter, a moral e a cidadania a todo aluno da cidade e, principalmente os egressos dos municípios sob influência da Pérola do Tapajós, cantando sonoramente sua ALMA MATER.

Bem coube a ele ocupar a Cad.Nº26, do Patrono Manuel Rebouças de Albuquerque desta Academia, tão árduos foram os seus dias de sobrevivência no celibato a bom construir o imaginário com a juventude carente de nossa Tapajônia que tanto valorizou em seu hábito secular dizendo sermões e muito mais através de cânticos das pastorinhas e de suas romanceiras composições.

Muitos versos que, legitimamente, são seus, acredito hajam sido forjados nos poemas do Padre Manuel, como se dele houvesse sido leal discípulo.

Como soubemos Nicolino jamais foi padre, no entanto, em seu ingresso à esta Academia de Letras e Artes de Santarém, veio justo agasalhar-se no dossel do Padre Manuel.

Eis alguns legados de NICOLINO DE CASTRO CAMPOS:

1 – Família e amigos a grande fortaleza e ancoradouro para manter a unidade ante a diversidade;

2 – Persistência nos ideais como bandeira de luta;

3 – Manutenção do conhecimento para transpor as barreiras do mau humor e da mediocridade.

Nesta Sessão da Saudade, permanece a saudade que a Língua Portuguesa te fez propalador e teus feitos depositamos no obelisco da IMORTALIDADE, cum laude."

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

ALAS homenageia Éfren Galvão e Nicolino Campos

Hoje, às 18h, no auditório do Centro de Informações Ambientais (CIAM), na Rua Adriano Pimentel, próximo ao Centro Cultural João Fona, em Santarém, a Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS) realiza Sessão da Saudade para homenagear os ex-acadêmicos Nicolino de Castro Campos e Éfrem de Jesus Neves Galvão. 
Nicolino de Castro Campos - nasceu no dia 7 de maio de 1928, em Belém-PA e faleceu em 29 de abril de 2015, aos 87 anos de idade. Em 1974, formou-se em filosofia pela Universidade Federal do Pará. Foi professor em Belém e em diversos estabelecimentos de ensino em Santarém, ministrando aulas de Latim, Português, Francês, História, Literatura brasileira e portuguesa. Iniciou carreira política em 1958, sendo eleito vereador à Câmara Municipal de Santarém e em 1956 foi eleito o deputado estadual mais votado no Oeste do Pará. Foi diretor do Colégio Álvaro Adolfo da Silveira, em 1964. Foi supervisor do jornal O Baixo Amazonas e diretor do Jornal de Santarém. Foi articulista do jornal O Impacto e membro do Conselho Consultivo da Rádio Rural de Santarém.

Nicolino escreveu um livro denominado "Era uma vez...um sonho". Trata-se de um romance de ficção que conta em prosa a beleza e a pujança da natureza, o homem como gostaria que todos fôssemos, respeitadores da natureza e leais uns com os outros, e a fé em Deus. No convite para o lançamento desta sua obra, a família de Ninito (era assim que Nicolino era chamado por sua mãe) fez constar uma bela mensagem, um autêntico e verdadeiro perfil desse valoroso, admirado e querido "mocorongo", que transcrevo aqui: "Grita para a vida, Ninito! - touro indomável - professor, servidor público, político, escritor, jornalista, poeta, pai, amigo e conselheiro. No coração do Ninito, aflora o talento, a inteligência, com sensibilidade, sua essência, exaltando a grandeza, contemplando a perfeição da Mãe Natureza".

No dia 28 de dezembro de 2004, Nicolino de Castro Campos tomou posse como membro vitalício da Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS), como titular da cadeira número 26, que tem como patrono o poeta Padre Manuel Rebouças de Albuquerque.
Éfrem de Jesus Neves Galvão, nasceu no dia 27 de fevereiro de 1935, em Santarém e faleceu aos 81 anos de idade, no dia 09 de agosto de 2015. Em outubro de 2004, Éfrem Galvão ao lado de mais nove personalidades, foi nomeado por decreto municipal, formando a comissão de notáveis da cultura santarena, para a fundação e instalação da Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS). 

Profundo conhecedor da realidade do caboclo ribeirinho do oeste do Pará, do contexto político, econômico e folclórico da região e significativa visão global, produziu até 2004 seis obras, três delas estão reunidas em Amazônia: lenda e romance (2001, ICBS), contendo O Jacaré e os Milagres, A Cobra Grande e os Pecados, A Canguçu e o Eldorado. É também autor de Romanceiro Mocorongo ou a quase História de Santarém com texto parte em verso e parte em prosa; além de A Descendência de Maria Chibé (2002), e participação na coletânea de contos de autores regionais Mosaico Amazônico (2002). Publicou ainda o livro de contos intitulado Vagas Lembranças de Quase Nada (2003). Em 2005 concluiu o livro, que recebeu o título de Foi Assim…, um livro de contos/crônicas. Em 2007, publicou O Velho Caduco e a Onça Corrupta, de mesma forma literária. 

Éfren era membro vitalício da ALAS, como titular da cadeira número 33, que tem como patrono o poeta e escritor Rui Paranatinga Barata.

Como membro da ALAS, embora ausente, presto, por intermédio deste registro, a minha homenagem a esses dois saudosos confrades e amigos diletos. 
Santarém/ano 2003: Eu e Nicolino em um evento social

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

ALAS homenageia Éfren e Nicolino

Dia 24 do mês corrente, às 17h30, no auditório do CIAM, próximo ao Centro Cultural João Fona, a Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS) realizará "Sessão da Saudade" em homenagem aos ex-acadêmicos ÉFREM DE JESUS NEVES GALVÃO e NICOLINO CASTRO CAMPOS.

domingo, 21 de setembro de 2014

Manifestação da ALAS em defesa da cultura santarena

Por Ednaldo Rodrigues - presidente da Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS)
Na condição de membro ativo do movimento cultural de Santarém há mais de 30 anos e com a responsabilidade de atual Presidente da Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS) venho me juntar a todos para manifestar o posicionamento da ALAS contra o descaso, contra a dilapidação do Patrimônio Histórico e Cultural, contra o desrespeito e a indiferença da gestão pública nas instâncias Estadual e Municipal aos segmentos culturais e a cultura TAPAJÔNICA.

São momentos como esses, quando os nossos prédios antigos são propositalmente destruídos, é que as nossas autoridades revelam a dimensão da hipocrisia com que a cultura local e regional são tratadas. São os mesmos indivíduos que durante as campanhas eleitorais defendem a cultura para tornar os seus discursos políticos mais simpáticos, no entanto, depois de eleitos o assunto sequer entra em pauta.

Hoje, a cultura santarena está diante de um dos maiores ostracismos de sua história. Vejamos nós: o Patrimônio Histórico e Arquitetônico está virando pó todos os dias; a Feira da Cultura Popular que é um projeto de valorização do homem e da mulher do interior sumiu do calendário da Secretaria Municipal de Cultura; o Festival de Música foi esquecido há muito tempo; a Semana da Poesia deixou de ser realizado porque não rende voto aos grupos políticos que estão no poder.

Tem mais: há pouco tempo o Instituto Maestro Wilson Fonseca teve que denunciar a Prefeitura de Santarém, em Rede Nacional, para readmitir os professores demitidos em massa. Antigamente apenas as pessoas ricas tinham acesso a música popular/erudita, mas nos últimos anos a Escola da Música Maestro Wilson Fonseca tem realizado o sonho impossível de tantos jovens da periferia de nossa cidade; a Filarmônica Municipal Professor José Agostinho com mais de 45 anos de existência não tem uma sede própria e nem mesmo um local digno para realizar os ensaios de seus músicos; o Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós (IHGTap) ainda não recebeu o espaço alugado e reformado pela prefeitura, que está sendo pago com o dinheiro do contribuinte há mais de 18 meses; a Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS) com 10 anos de fundação não tem uma sede própria para abrigar os associados dela, mesmo que tenha sido criada por uma Lei Municipal (Lei 17.847 de 18 de junho de 2004). Nos últimos dois anos a diretoria da ALAS não conseguiu sequer ser recebida pelo prefeito da cidade, mesmo que tenha protocolado sete pedidos de audiência. Diante de tanto desrespeito e falta de sensibilidade para com os integrantes da ALAS, pessoas que por meio de suas trajetórias, dedicaram grande parte de suas vidas, de forma abnegada, para construir o conceito positivo da cultura que ostentamos hoje, no ultimo dia 30 de agosto de 2014, recebi aval dos associados da ALAS, na Assembleia Geral da entidade para procurar o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil – Subseção de Santarém e pedir a intervenção desses dois órgãos para que a Prefeitura instale e mobilie a nossa Academia. Além disso, a assembleia também aprovou a emissão de um documento solicitando informações sobre a não realização dos eventos culturais, de pertencimento da população, tais como: Feira da Cultura Popular, Festival de Música e Semana da Poesia, entre outros. Todas as providências já foram tomadas por nós e estamos aguardando a manifestação do Ministério Público e da OAB.

Ora, se o cuidado e o respeito para com a cultura, tão propalados pelas autoridades em seus discursos políticos, ocasião em que estão pleiteando os cargos públicos, se realmente fossem verdadeiros, a ALAS não precisaria ir ao Ministério Público e a OAB para fazer valer os seus direitos.

Por isso, vamos nos integrar ainda mais ao movimento cultural de Santarém e da região. Juntos vamos defender a arquitetura, a música, a literatura/poesia, o teatro, a dança, o artesanato, a escultura e todas as manifestações culturais do futuro Estado do Tapajós.

sábado, 9 de agosto de 2014

ALAS - Convocação

ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA – CONVOCAÇÃO 

O presidente da ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE SANTARÉM - ALAS, no uso de suas atribuições legais, em conformidade com a letra “b”, Artigo 31 do Estatuto social da ALAS, CONVOCA os Associados Efetivos, no pleno exercício de seus direitos estatutários, para uma reunião de ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA a realizar-se no dia 30 de agosto de 2014, sábado, no mini auditório da Câmara Municipal de Santarém, (sito Avenida Dr. Anysio Chaves, 853, Aeroporto Velho), em 1ª convocação às 15h e em 2ª convocação às 15h30 para deliberar sobre os seguintes assuntos:
a) Posse de novos membros da ALAS;
b) Parcerias junto a outras entidades;
c) Aprovação de um evento cultural da ALAS;
d) Finalização do livro dos 10 anos da ALAS;;
e) Eleger uma comissão para atualizar o Estatuto Social e o regimento interno da ALAS;
f) Novas estratégias de reuniões;
g) O que ocorrer.
Santarém – Tapajós – Brasil, 28 de julho de 2014.
MANOEL EDNALDO RODRIGUES-Presidente 
Contato:- Celular: (93) 9133-3550 - ednaldorodrigues@hotmail.com

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

JOÃO FONA - Santarém emudeceu ‏

Por José Gumercindo Rebelo, membro da Academia de Letras e Artes de Santarém
O dia 25 de fevereiro não pode passar despercebido. Após 50 anos da morte do artista mais completo que Santarém pariu, JOÃO BATISTA ALVES PEREIRA - JOÃO FONA, a cidade está muda e sem manifestações alusivas ao Violonista Excêntrico, Pintor Notabilíssimo e Exímio Professor de Música, para ser breve, em referência aos seus dotes artísticos ou aptidões inatas. Morreu apaixonado, após descer no Aeroporto de São Paulo, e alí reencontrar a família (mulher e filhos) havia muito separados.
 
Palmas para o Prefeito Ronan Liberal que dignificou-se em aprovar lei da Câmara Municipal que criava o Centro Cultural João Fona, em sua homenagem, cujo prédio da Intendência Imperial ainda carece de um Mecenas para restaurá-lo e revitalizá-lo.

Para os que o conheceram, ressoam, melodiosamente, as obras de Dilermando Reis que costumava interpretar logo que chegava à oficina ou durante as eternas serenatas debaixo de sereno ou contemplando o luar mocorongo.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Gumercindo Rebelo transmitiu cargo de presidente da ALAS


Ontem (31), ao transmitir o cargo de presidente da Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS), ao seu sucessor, Gumercindo Rebelo pronunciou um belo discurso, do qual destacamos, abaixo, alguns trechos:

"Nesta Academia de Letras e Artes de Santarém, vimos buscando a unidade dentre a diversidade de conhecimento entre nossos pares. Desde seu nascedouro em 2004, até os dias de hoje sentimos o quanto carece este silogeu avançar. Não obstante a existência de um espaço provisório, sob lei Municipal, que ora atende nossas necessidades mais urgentes de nos reunirmos mas, precisamos dar um passo a frente na busca incessante de um escritório permanente para o cumprimento de nossas ações. Senti  nestes dois anos à frente da ALAS a ansiedade das pessoas que nos procuravam e a decepção da incapacidade e impotência nas respostas às suas provocações.

Oxalá a Prefeitura de Santarém, através de sua Secretaria Municipal de Cultura, bem como o Governo do Estado, através da SECULT, ao menos no Salão do Livro, progridam no estímulo às artes que contemplem a divulgação das obras dos Patronos e membros desta Academia que ainda não tiveram a chance de ter seus trabalhos laureados ou postos à disposição da população local.

As estratégias de ampliar a área de influência não faltaram. Os presidentes que me antecederam difundiram nossa medalha Maior –PÉROLA DO TAPAJÓS, como também a Palma de Arte e Palma de Literatura, engalanando  peitos de grandes personalidades desta terra como justa homenagem de santarenidade mas, não foi bastante.

(...) Agradeço a parceria de todos os membros desta Academia que não mediram esforços em se juntar a nós na difícil empreitada de dirigir sem recursos financeiros. Agradeço também aos nossos correspondentes Vicente Malheiros e Ércio Bemerguy pela constante divulgação das notícias da ALAS e agrande colaboração dos amigos da ALAS: Jairo Linhares e Célio Simões . Agradeço ao Maestro Tinho por prestigiar sempre os eventos da ALAS.  Vai um agradecimento especial aos companheiros Elias do Rosário, Laurimar dos Santos Leal, Odilson Matos e Aurenice Gabler, incansáveis nas ações que manteve a ALAS com o coração pulsando.

Considero a Nova Diretoria bastante alvissareira, pois encorpada de juventude demonstra vitalidade e suscita os melhores resultados que todos nós almejamos.  Que os novos diretores promovam a festa dos 10 anos da ALAS com grande GALA."

Abaixo, fotos tiradas durante a sessão solene de posse dos novos dirigentes da ALAS, na Câmara Municipal de Santarém.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

ALAS empossa novos dirigentes

  Edinaldo Rodrigues, o novo presidente
 
 Gumercindo Rebelo, encerra excelente gestão
No próximo dia 31, em cerimônia na Câmara de Vereadores de Santarém, às 17h, JOSÉ GUMERCINDO REBELO, ocupante da cadeira. Nº 12 - Patrono : Gabriel Rodrigues dos Santos, passará o cargo de presidente da Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS) para o acadêmico  MANOEL EDNALDO RODRIGUES, cadeira Nº 30 - Patrono: Paulo Rodrigues dos Santos.
Serão empossados, também:
               - Secretário-Geral: Anselmo Colares
- 1º secretário: Francisco Edson.
- 2º secretário: Oti Santos.
- Tesoureiro: Neucivaldo Moreira.
- Suplentes: Aurenice Gable, Ezelimar Lima e Laurimar Leal.

Durante o evento haverá grande homenagem ao 1º Centenário de nascimento do Patrono da Cad. Nº23 da ALAS, Laudelino Horácio da Silva.

Clique na imagem para aumentá-la

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

ALAS homenageia Laudelino Silva

A Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS) expediu convite a todos os seus membros para participarem, hoje (24), às 17h, em sua sala localizada no Centro Cultural João Fona, de uma homenagem que a entidade prestará ao saudoso Laudelino Horácio da Silva, patrono de uma das cadeiras da ALAS.
Mais aqui >Centenário de Laudelino Silva

domingo, 19 de janeiro de 2014

Renée Fona visita Santarém


Renée Fona está visitando sua terra natal – Santarém, de onde "partiu para Belém aos 12 anos de idade já dominando o canto lírico e piano, o que lhe proporcionou obter bolsa de estudos no Conservatório Carlos Gomes. Renée mora em São Paulo. É Profissional do Canto Lírico, professora de piano, compositora, poetisa e artista plástica. É funcionária pública de carreira e faz parte do Corpo de Canto Lírico do Teatro Municipal de São Paulo. – É filha de Apolônio Fona, pioneiro da fotografia em Santarém e grande pintor; sobrinha de João Fona, pintor, violonista, professor de violão, escultor e desenhista. Seu tio Raimundo Fona, maestro e professor de música, chegou a tocar todos os instrumentos (flauta, sax, clarinete, violino, violoncelo) componentes de uma banda da época e organizou grupos musicais para fazer a sonoplastia do Cinema Guanabara, existente na Praça da Matriz. Foi contemporâneo de José Agostinho da Fonseca. Outro tio de Renée, José Fona, extraordinário saxofonista, atuou na Banda Marcial do Exército, no Rio de Janeiro. Sua irmã Iris Fona é Cantora Lírica, folclorista e pianista."

Tudo isto quem conta é o também ilustre santarenoo, Gumercindo Rebelo, que convidou Renée para visitar o Museu João Fona, local onde se reúnem os membros da Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS). Aceito o convite, sexta-feira (17), Renée soltou sua voz maviosa para o deleite da platéia privilegiada, composta por acadêmicos da ALAS. Abaixo, fotos enviadas pelo Gumercindo, leitor e colaborador deste blog.
 
 Renée