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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Turismo: Blá, blá, blá...
Essas reuniões, esses congressos, esses seminários, que continuam sendo realizados constantemente para discutir, sugerir e descobrir meios e condições para incrementar o turismo em cidades do Pará, só dão nisso: os palestrantes falam, falam..., planejam, planejam..., prometem, prometem...; os participantes ouvem, ouvem..., anotam, anotam..., aplaudem, aplaudem...; todos se abraçam, se beijam, comem e bebem muito fartamente, mas pouco ou nada se torna realidade nas formas discutidas e aprovadas nesses eventos que, na minha opinião, mesmo assim, são válidos.

Sinceramente, eu acho que, se não forem reduzidos os preços de passagens aéreas e de hospedagens, não ocorrerão melhores resultados nesse setor que é muito importante para a geração de renda e emprego.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

INCENTIVO AO TURISMO LGBT É RETIRADO DO PLANO NACIONAL DE TURISMO
No portal Brasil247, do PT
“O governo publicou ontem (15), em edição do "Diário Oficial da União", o decreto que aprovou o Plano Nacional de Turismo 2018-2022. O novo texto retira o incentivo ao turismo LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros). No plano original, as estratégias previam "sensibilizar o setor para a inclusão das pessoas idosas e do público LGBT no turismo". Agora, elas se restringem ao público idoso.
No mês passado, o presidente Jair Bolsonaro disse que o Brasil "não pode ser o País do turismo gay", em abril deste ano, durante um café da manhã com jornalistas, no Palácio do Planalto.

Os turistas LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) representam 10% dos viajantes no mundo e movimentam 15% do faturamento do setor, segundo dados do plano original.
Segundo o G1, o Ministério do Turismo afirmou que o Plano Nacional de Turismo tem o objetivo de “estimular o desenvolvimento do turismo para que seja acessível a todos” e alcançar as metas estabelecidas.
Conforme a pasta, as metas são gerar 2 milhões de empregos; incluir 40 milhões de brasileiros no mercado doméstico de viagens; e promover aumento dos atuais 6,6 milhões para 12 milhões o número de turistas internacionais. "Vale ressaltar que o incentivo ao turismo responsável, também expresso no PNT, trata o setor de forma ampla", afirmou a pasta.”

terça-feira, 30 de abril de 2019

domingo, 27 de janeiro de 2019

Mais caro ou mais barato ir pra Santarém?

Recebi esta oferta de uma agência de turismo: 6 dias em Fortaleza, na Semana Santa, viajando pela TAM (Ida e Volta) e hospedado em hotel 4 estrelas na Avenida Beira Mar, com café da manhã. Preço: 10 parcelas de 270 reais.

Alguém pode me informar quanto eu pagarei se eu optar ir, na Semana Santa, passar 6 dias em Santarém, partindo de Belém, com passagem aérea ida e volta e hospedagem em um bom hotel?

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Turistas em Santarém

Constantemente chegam em Santarém, grandes e belíssimos navios que ficam ancorados em Alter do Chão - lá fora, bem longe da beira. Os turistas desembarcam e, imediatamente, pegam um ônibus, dão uma voltinha pela cidade, compram umas lembrancinhas - camisetas, bonés, cuias pintadas - e, logo, logo, retornam aos luxuosos transatlânticos e seguem viagem rumo a Manaus. Ora bolas, cadê os milhares de dólares que alguns dizem que essa gente “de fora” injeta na economia local? É papo furado. Deixam apenas algumas “merrecas”, esta é a verdade.

Tomara que os responsáveis pelas atividades do setor de turismo do novo governo estadual, em parceria com a Prefeitura local, adotem medidas capazes de fazer com que esses visitantes permaneçam pelo menos por um dia na Pérola do Tapajós.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Santarém esquecida

Todos os dias os jornais de Belém publicam anúncios das principais agências de turismo, oferecendo atraentes pacotes promocionais de viagens durante as festas - Natal e Réveillon - de final deste ano, para Manaus, Fortaleza, São Luiz, Natal, Salvador e pequenas cidades paraenses como, por exemplo, Vigia, Cametá, Salinas e Soure. Mas, sobre a minha Santarém nada é divulgado. Enquanto isto não acontece, eu, através deste blog, vou colaborando, gratuitamente, com este modesto reclame: 
"Visite Santarém! Conheça as suas belas praias, igarapés, os dois grandes rios - Tapajós e Amazonas, a flora, a fauna, a culinária e um povo hospitaleiro, criativo, alegre e trabalhador." 
 
 

sábado, 8 de setembro de 2018

Façam suas reservas: Hotel nas Maldivas terá quarto no fundo do oceano


Depois do restaurante submerso Ithaa, que está em seu 13º ano de funcionamento, o hotel Conrad Maldives Rangali Island inaugura em novembro uma acomodação no fundo do mar. A "vila" com capacidade para até nove hóspedes tem quarto, banheiro e sala de estar a uma profundidade de 5 metros abaixo do nível do mar.

O cômodo submerso é coberto por um domo de acrílico curvo que permite uma vista em 180 graus do fundo do Ocenao Índico. Foram gastos US$ 15 milhões para sua construção, que contou com participação de uma empresa neozelandesa de tecnologia para aquários.

Batizada de Muraka, que significa "coral" em dhivehi, a língua local das Maldivas, a "vila" tem ainda uma área acima da água com quarto, banheiro, salas de estar e jantar, cozinha, academia, deques de observação e piscina.

O valor da diária na Muraka ainda não foi divulgado. Nos outros tipos de acomodações do hotel, custam a partir de US$ 1 mil.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Turismo: Blá, blá, blá...


Essas reuniões, esses congressos, esses seminários, que continuam sendo realizados constantemente para discutir, sugerir e descobrir meios e condições para incrementar o turismo em cidades do Pará, só dão nisso: os palestrantes falam, falam..., prometem, prometem...; os participantes ouvem, ouvem..., anotam, anotam..., aplaudem, aplaudem...; todos se abraçam, se beijam, comem e bebem muito, mas pouco ou nada se torna realidade nas formas aprovadas nesses eventos que, na minha opinião, mesmo assim, são válidos.

Na minha modesta opinião, se não forem reduzidos os preços de passagens aéreas, não ocorrerão melhores resultados nesse setor que é muito importante para a geração de renda e emprego.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Bois Caprichoso e Garantido serão vistos por mais de 100 mil pessoas



São esperadas mais de 100 mil pessoas para a 53ª edição do Festival Folclórico de Parintins, que começa nesta sexta (29/6) o e vai até o domingo (1º), na cidade de Parintins, no Amazonas. Em 2018, o Governo do Amazonas vai investir mais de R$ 20 milhões diretamente no evento, sendo R$ 3,5 milhões no trabalho de manutenção e reforma do Bumbódromo, que esse ano festeja 30 anos de sua construção. Além disso, mais R$ 20 milhões serão destinados para a recuperação do sistema viário do município, perfazendo quase 40 quilômetros de obras.

De acordo com o presidente da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Orsine Junior, o governador Amazonino Mendes, na sua política pública de incentivo ao turismo e aos grandes eventos do esta

do, retorna a Parintins com um investimento merecido ao Festival Folclórico. Foi no primeiro governo de Amazonino Mendes (1987-1990) que as obras do Bumbódromo de Parintins tiveram início.

No total de investimentos diretos no Festival Folclórico, R$ 3,8 milhões serão destinados para a parte operacional e logística do festival, como sonorização, iluminação e segurança do Bumbódromo, nos dias 29 e 30 de junho e 1º de julho. Os bois-bumbás Caprichoso e Garantido receberão, cada um, montante de R$ 2,5 milhões do Governo do Estado para a produção do Boi de Arena.

Entre as novidades desse ano, de acordo com Orsine Junior, está o incremento das festividades que acontecem em paralelo ao Festival de Parintins, como a famosa Festa dos Visitantes, que este ano volta com força total. “Todo esse investimento significa um maior fluxo de turistas e geração de emprego e renda na cidade. Trata-se de um investimento alto, mas com um retorno alto também. Isso deve gerar um montante de aproximadamente R$ 70 milhões diretamente na economia de Parintins”, destaca Orsine Junior.

Segundo dados da Secretaria Municipal de Turismo de Parintins, o fluxo de turistas na cidade deve aumentar esse ano. Com mais de um mês antes do início do festival, a rede hoteleira da cidade já está com 70% de ocupação. Além disso, mais de 60% dos ingressos para as três noites do festival já foram comercializados.

“O Governo do Estado retorna com a pujança do festival e brinda o aniversário de 30 anos do Bumbódromo com esse investimento. Trata-se de uma festa importantíssima para o nosso turismo, um dos cartões postais do Amazonas. O povo de Parintins está muito feliz com essa retomada”, observa o presidente da Amazonastur.

As forças de segurança para o evento já estão atuando na cidade há mais de 20 dias e, desta vez, com um plano de inteligência para as operações. Na última segunda-feira (25), a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas apresentou dados da Operação Parintins 2018. São mais de 840 servidores atuando para garantir a tranquilidade do público que vai curtir a disputa entre os bois Garantido e Caprichoso.

A Polícia Militar (PM) tem servidores realizando patrulhamento a pé, de motocicleta, de bicicleta, além do patrulhamento de trânsito. Já a Polícia Civil encaminhou 68 policiais para atuar no reforço do atendimento. As equipes realizam operações e incursões pelos bairros, além de revista na unidade prisional.

Cento e vinte homens do Corpo de Bombeiros vão atuar durante o festival em ações de salvamento em altura, serviço de prevenção urbana e o monitoramento durante as apresentações dos bois-bumbás. Além disso, os servidores vão atuar na integração da operação com a montagem de uma base local no bumbódromo.

“Nós estamos recebendo solicitações de várias entidades e jornalistas de todas as partes do mundo, como Holanda, México, Canadá e EUA, interessadas em promover o festival. O governador Amazonino Mendes conseguiu em pouco tempo colocar o Festival de Parintins novamente no patamar internacional”, finaliza Orsine Junior.

domingo, 17 de junho de 2018

Metrô de Moscou, dos mais antigos do mundo, é um espetáculo subterrâneo

 
Numa cidade que espanta pelos engarrafamentos infinitos entupindo suas ruas e avenidas, a beleza às vezes se esconde debaixo da terra.
O metrô de Moscou, um dos maiores e mais antigos do planeta, não é só o meio mais rápido de atravessar o caos moscovita. É também o mais deslumbrante deles sem dúvida.
Essa rede subterrânea que transporta 9 milhões de pessoas num dia qualquer e, nas próximas semanas, deve se tornar a salvação dos torcedores rumo aos estádios da Copa do Mundo na capital russa ganhou o -propício- apelido de palácio do povo quando abriu as primeiras estações, em 1935.
Seus lustres de cristal, colunas e pisos de mármore, mosaicos de cerâmica, esculturas de bronze e detalhes de aço e ouro dão respaldo à fama.
O delírio de construir esses templos de luxo, glamour e riqueza escondidos debaixo da terra partiu da cabeça de Josef Stálin, o mais sanguinário dos líderes soviéticos, que comandou o país por mais de três décadas, dos anos 1920 aos 1950.
“Foi absurdo construir isso tudo nos subsolos da cidade”, diz o historiador Nikolai Molok, um estudioso da arquitetura de Moscou. “O paraíso ali foi parar no lugar do inferno.”Stálin, uma das maiores forças políticas por trás das formas que dominam o skyline e o subsolo da metrópole russa, impôs mesmo o inferno aos que discordavam de sua noção do paraíso, mandando milhões à morte nos campos soviéticos de trabalho forçado.
Mas o avesso de seus gulags estava bem debaixo dos pés do povo. As estações do metrô de Moscou, que celebram coisas mais abstratas, como o futurismo e a eletricidade, e versões heroicas de gente de carne e osso, como os camponeses, músicos e operários, resumem a sua filosofia política.

“O metrô foi um dos maiores acontecimentos da União Soviética”, diz Molok. “Foi uma questão política. Stálin queria mostrar o poder do comunismo e do modo de vida socialista, por isso mandou retomar o estilo triunfante dos romanos, da era imperial russa e das conquistas napoleônicas.”
Nesse ponto, toda essa arquitetura subterrânea stalinista trouxe de volta os excessos barrocos dos palácios dos czares, numa improvável manobra estética para celebrar as glórias de seu proletariado.
Também improvável é a outra inspiração por trás de seus arroubos de grandeza. Stálin via os arranha-céus que então pareciam brotar da terra em Nova York, a meca do capitalismo, como sinal da pujança que ele pensava poder atingir com o socialismo soviético.
Enquanto o metrô remete aos interiores da aristocracia, as Sete Irmãs, como são chamadas as sete grandes torres que espetam os céus de Moscou erguidas na era do ditador, têm como matriz o Empire State Building nova-iorquino.
Foi a grande antítese da austeridade estética do construtivismo surgido na Revolução Russa de 1917, anos antes de Stálin assumir o poder. A visão de mundo do ditador soterrou, em nome do luxo desmedido, a vanguarda de formas geométricas e poucas cores pensada como a primeira bandeira visual do socialismo.
“O metrô se tornou um verdadeiro palácio”, diz Tatiana Ponka, historiadora da Universidade Russa da Amizade dos Povos, em Moscou. “Era para que milhões de soviéticos que passassem por ali ganhassem conhecimento da cultura e sentissem orgulho do país.”
Mas esses sentimentos mudaram com o tempo. Mesmo não morrendo de amores pelo passado soviético, as novas gerações de russos sentem nostalgia por uma épofuturo ainda parecia glorioso.
E o melhor exemplo desse sonho futurista é a Maiakovskaia. Quando foi inaugurada em 1938, essa estação moscovita 33 metros abaixo da rua era a mais profunda de todas as redes de metrô do planeta.
Seus arcos de aço inoxidável em estilo art déco também são um aceno ao fato de sua estrutura ser toda metálica, outra inovação para aquela época.

“O metrô foi um dos maiores acontecimentos da União Soviética”, diz Molok. “Foi uma questão política. Stálin queria mostrar o poder do comunismo e do modo de vida socialista, por isso mandou retomar o estilo triunfante dos romanos, da era imperial russa e das conquistas napoleônicas.”
Nesse ponto, toda essa arquitetura subterrânea stalinista trouxe de volta os excessos barrocos dos palácios dos czares, numa improvável manobra estética para celebrar as glórias de seu proletariado.
Também improvável é a outra inspiração por trás de seus arroubos de grandeza. Stálin via os arranha-céus que então pareciam brotar da terra em Nova York, a meca do capitalismo, como sinal da pujança que ele pensava poder atingir com o socialismo soviético.
Enquanto o metrô remete aos interiores da aristocracia, as Sete Irmãs, como são chamadas as sete grandes torres que espetam os céus de Moscou erguidas na era do ditador, têm como matriz o Empire State Building nova-iorquino.
Foi a grande antítese da austeridade estética do construtivismo surgido na Revolução Russa de 1917, anos antes de Stálin assumir o poder. A visão de mundo do ditador soterrou, em nome do luxo desmedido, a vanguarda de formas geométricas e poucas cores pensada como a primeira bandeira visual do socialismo.
“O metrô se tornou um verdadeiro palácio”, diz Tatiana Ponka, historiadora da Universidade Russa da Amizade dos Povos, em Moscou. “Era para que milhões de soviéticos que passassem por ali ganhassem conhecimento da cultura e sentissem orgulho do país.”
Mas esses sentimentos mudaram com o tempo. Mesmo não morrendo de amores pelo passado soviético, as novas gerações de russos sentem nostalgia por uma épofuturo ainda parecia glorioso.
E o melhor exemplo desse sonho futurista é a Maiakovskaia. Quando foi inaugurada em 1938, essa estação moscovita 33 metros abaixo da rua era a mais profunda de todas as redes de metrô do planeta.
Seus arcos de aço inoxidável em estilo art déco também são um aceno ao fato de sua estrutura ser toda metálica, outra inovação para aquela época.Quem olha para cima ainda vê 34 mosaicos de cerâmica celebrando os feitos tecnológicos dos soviéticos, com dirigíveis, aviões de guerra e seus paraquedistas em pleno voo.
O tema bélico depois faria mais sentido do que nunca. Durante a Segunda Guerra, Stálin usou a estação de bunker e fez um famoso discurso ali enquanto os nazistas bombardeavam Moscou de cima.
No fim do conflito, o ditador celebrou a vitória dos soviéticos sobre os alemães no desenho da Komsomolskaia, a mais movimentada das estações da cidade, toda em estilo barroco com lustres gigantes.
“Foi a apoteose do estilo imperial de Stálin”, diz Ponka, a historiadora. “Ela tem toda a pompa e a grandiosidade do classicismo, juntando elementos que glorificariam a vitória.”
O mesmo arquiteto, Alexei Dushkin, um dos heróis da estética soviética, desenhou todas essas estações e fez ainda a parada Novoslobodskaia, outra das mais impressionantes do metrô moscovita, com vitrais coloridos que lembram janelas de uma catedral gótica.
Juntas no centro de Moscou, essas estações ilustram a grandiosidade de um projeto ferroviário que atravessou décadas. Mas o metrô moscovita, hoje o sétimo maior do mundo em extensão, com 365 km de trilhos e 212 paradas, ainda não cobre toda a crescente malha urbana da capital da Rússia.
Nos últimos anos, também em preparação para a Copa, a rede vem passando por um ambicioso processo de expansão, prevendo abrir uma centena de estações até 2020, um aumento de 200 km de trilhos que deve fazer o metrô moscovita ultrapassar o tamanho dos de Londres e Nova York.
Os números impressionariam Stálin, mas a estética das novas paradas deixaria a desejar. Sem lustres, mosaicos e colunas de mármore, elas têm pisos de concreto e elementos metálicos, mais próximas da estética corporativa do que do luxo dos palácios, embotambém sejam para o povo. (Folhapress)

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Navio do cruzeiro mais longo do mundo vai atracar em Santarém

No dia 2 de novembro de 2019, o navio suíço Viking Ocean Cruises, com cerca de 930 passageiros, deve aportar em Santarém, no Oeste do Pará. O município está entre as 113 cidades no roteiro do cruzeiro mais longo do mundo: será uma viagem de 245 dias, e 59 países visitados.

A viagem começa em agosto de 2019 em Londres, e vai até maio de 2020 em Portugal. Santarém é a única do estado do Pará que receberá o navio. Ao chegar no município o cruzeiro estará no seu 63º dia de viagem. (Fonte: G1Santarém)

Digo eu:
Constantemente chegam, na cidade de Santarém, grandes navios estrangeiros que ficam ancorados por poucas horas em Alter do Chão - lá fora, bem longe da beira do cais da Vila. Os turistas desembarcam, compram umas besteirinhas, umas lembrancinhas - camiseta, chapéu e cuia pintada - e pegam um ônibus, dão uma voltinha pela cidade e, logo, logo, retornam aos luxuosos transatlânticos e seguem viagem rumo a Manaus. Na Pérola do Tapajós deixam apenas algumas ´merrecas` e não milhares de dólares como costumam dizer os responsáveis pelas atividades do setor de turismo em nossa região e que se mostram incapazes de fazer com que esses ricaços visitantes permaneçam pelo menos por um dia em Santarém. É, ou não é?

sexta-feira, 23 de março de 2018

Belém ganha nova companhia aérea e mais uma rota internacional

Após o anúncio de que Belém terá mais um voo de frequência internacional, com partida de Val-de-Cans com destino a Buenos Aires, na Argentina, veio mais uma boa notícia: a colombiana Avianca também vai voar no espaço aéreo paraense, com a frequência Belém-Brasília (DF) e Belém-Guarulos (SP).

A Gol deverá iniciar as operações em junho e a Avianca em julho. As novas rotas se somam aos outros voos diretos internacionais já ofertados partindo da capital paraense: Belém-Lisboa (Portugal), realizado pela TAP; Belém-Miami (EUA), feito pela Latam; Belém-Caiena (Guiana Francesa) e Belém-Fort Lauderdale (EUA), operados pela Azul; Belém-Paramaribo (Suriname), já realizado pela GOL; e ainda voos Surinam Airways, que também faz rota para Caiena e Paramaribo.

De acordo com o secretário de Estado do Pará, Adenauer Góes, “o principal é cumprir o planejamento elaborado para alcançar as metas propostas”.

Para o superintendente da Infraero em Belém, Fábio Rodrigues, é preciso confiança na infraestrutura para que se possa fazer um planejamento e implantação desse porte funcionar. “Para que o turismo possa acontecer a maior autoridade aqui e razão de ser é o passageiro”, pontua. Ele destaca, ainda a posição geográfica privilegiada de Belém “para que haja uma ligação do Brasil com o mundo”. (OrmNews)

sábado, 20 de janeiro de 2018

Alter do Chão em alta

Colunistas do jornal Folha de São Paulo, incluíram Alter do Chão na lista dos lugares ideais para os turistas aproveitarem os feriadões de 2018.
Com foto da aprazível vila, diz a reportagem:
ALTER DO CHÃO (PA)
"Para esquecer mesmo do trabalho, o melhor antídoto é essa paisagem linda no Pará. A receita mais zen para fugir da rotina"

domingo, 3 de dezembro de 2017

No Ver-o-Peso, o pecado da gula é para excomungar

Ver-o-Peso
Por Heitor e Silvia Reali - No Estadão
Anime-se para uma festa! Vem comigo a Belém, Pará, onde a festança nasce junto com o dia, quando o sol e os barcos tocam a névoa sobre as águas ambarinas do rio Guajará. Rio que encosta no mercado Ver-o-Peso, coração e palco desta festa. Vamos agorinha mesmo ver a chegada dos coloridos barcos com porões grávidos de frutas e peixes. Assim que atracam no ancoradouro, começa o bailado vaivém dos carregadores transportando cestos de frutas, peixes, açaí, e braçadas de folhas de maniva (mandioca). Depois me conta se já viu coisa igual no mundo. Impossível!Tão importante para os paraenses quanto a Torre Eiffel para os franceses, o Mercado Ver-o-Peso, tem estrutura de ferro trazida da Inglaterra e foi inaugurado em 1901. Sua influência é tão grande na vida do belenense que só fecha num único dia ao ano – o consagrado a Virgem de Nazaré.
Ver-o-Peso 
Ver-o-Peso
Só lá para sentir os exóticos aromas das frutas regionais que incensam o ar: umari, fruto que só cresce no Pará; pupunha, encontrada nas cores vermelho, verde e laranja; piquiá, fruto carnudo de polpa cor de gema cozida de sabor e aroma inconfundível; ingá, bacuri, cutite cutitiribá de nome tão sonoro que faz a gente até querer dançar; e o rei dos sabores e aromas – o cupuaçu. Embora não seja uma fruta, são as amêndoas da semente, não poderia de reverenciar aqui a castanha-do-Pará.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Leitorado

De Leonardo Vasques - bairro Campina/Belém
"Li em um blog: "Entre os 24 projetos que serão examinados hoje pela Comissão de Constituição e Justiça da Alepa, presidida pelo deputado Raimundo Santos, estão o projeto de lei nº 206/2017, que declara de Utilidade Pública para o Estado do Pará a ABRAJET/PA – Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo - Seção Pará, e o projeto de lei nº 221/2017, que declara de Utilidade Pública para o Estado do Pará a ABAV/PA – Associação Brasileira de Agências de Viagem – Seção Pará. São projetos de incentivo ao turismo no Estado do Pará".
Senhores deputados, incentivar o turismo é lutar para que os preços das passagens aéreas sejam reduzidos. Façam isto! Deixem de embromação! Atendam as necessidades e apelos da população paraense".

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Turismo: Belém conserva cenário que encantou escritor Mário de Andrade há 90 anos

Por Fernando Granato - Folha de SP
A mesma foz do Amazonas que impressionou o escritor Mário de Andrade (1893-1945) em sua visita de reconhecimento do Brasil, em 1927, encanta o turista que chega a Belém de barco hoje.

"A foz do Amazonas é uma dessas grandezas tão grandiosas que ultrapassam as percepções fisiológicas do homem", disse o modernista, em seu "O Turista Aprendiz", livro que resultou daquela viagem de 90 anos atrás.

O escritor chegou a Belém "antes da chuva", como observou em seu diário, "e o calor era tanto que vinha dos mercados um cheiro de carne seca". Instalou-se no Grande Hotel, hoje demolido, e naquela primeira noite foi assistir ao filme "Não Percas Tempo", num cinema localizado na mesma rua. "Um filme horrível", como registrou.

O curioso é que o cinema que recebeu o escritor, o Olympia, permanece em funcionamento e é o mais antigo do Brasil a ainda projetar filmes. Inaugurado em 1912, em julho deste ano exibiu o documentário "Do Outro Lado do Atlântico". Segundo o projecionista Gideão Araújo, hoje a casa não recebe mais que cem espectadores por sessão, e a sua maior bilheteria foi nos anos 1990 com "Titanic".

"Esse filme foi o responsável por manter o cinema aberto no momento de maior crise", lembrou Araújo. Sobre a passagem de Mário de Andrade pelo cinema, o funcionário não tinha conhecimento.

Já no mercado Ver-o-Peso, que deslumbrou o escritor, as lembranças anotadas pelo modernista podem ser constatadas até hoje. Construído para receber as mercadorias que os ribeirinhos traziam para abastecer a capital, o entreposto é o ponto mais efervescente da cidade.

Na parte coberta, montada em ferro pré-moldado trazido da Europa, funciona o mercado de peixes. Ali, nas primeiras horas do dia, homens trazem uma infinidade de douradas, filhotes, tambaquis e tucunarés. Xisto Brito, 78 anos, 63 deles vividos dentro do Ver-o-Peso, conta que antes havia ainda mais fartura de peixe. "Hoje recebo cerca de 300 quilos por dia e vendo rapidamente tudo", diz.

Ao lado, ficam os balcões dedicados às frutas. Açaí, cajá, cupuaçu e toda uma gama de espécies que deixaram o escritor perplexo. "Provamos tanta coisa, que embora fosse apenas provar, ficamos empanturrados", anotou.

ERVAS MILAGROSAS
Um pouco mais adiante, entretanto, está a parte mais curiosa do mercado: a que comercializa ervas, folhas e tudo que se pode imaginar de plantas medicinais amazônicas. A pessoa chega e diz a doença. Diabetes, hipertensão, gastrite. E logo surge uma espécie milagrosa. Algumas delas até para dores abstratas, como as do amor.

Quem explica é Sandra Maria Melo, 59, a "Tieta", filha de índia karipuna que trabalha ali há mais de 40 anos. "Temos a chora-nos-meus -pés, a agarradinho, a pega-e-não-me-larga, e a corre-atrás. Todas elas ervas próprias para o amor", diz.

Nas trilhas de Mário de Andrade por Belém não pode faltar uma visita ao Theatro da Paz, de 1878, inspirado no Scala, de Milão. Com a plateia dividida de acordo com as classes sociais, o térreo é dedicado aos abastados, e os andares superiores deixados para a plebe. Essa divisão ainda é mantida, com preços de ingresso que variam de acordo com a localização, e o camarote destinado ao imperador hoje é de uso exclusivo do governador do Estado.

E, por último, não se pode deixar de conhecer o Museu Goeldi, que guarda o maior acervo do mundo em espécies vegetais e animais da Amazônia, além de livros. "Biblioteca admiravelmente bem conservada pelo dr. Rodolfo de Siqueira Rodrigues, um desses heróis que não se sabe", observou o modernista.

Os encantos da cidade permanecem e dão ao viajante de hoje a mesma sensação que levou o escritor a dedicar uma cantiga a Belém, intitulada "Moda do Alegre Porto". Numa das estrofes, ele diz:
"Que porto alegre Belém do Pará! Vamos no mercado, tem mungunzá! Vamos na baía, tem barco veleiro! Vamos nas estradas que têm mangueiras! Vamos no terraço beber guaraná! Que alegre porto, Belém do Pará!"

REINO DO 'BREGA' Belém tem em seus arredores uma infinidade de praias de rio, algumas pouco conhecidas dos turistas de fora. Uma delas, Chapéu Virado, na Ilha de Mosqueiro, já foi visitada pelo escritor Mário de Andrade em 1927.

Naquela viagem de descobrimento, ele anotou: "Banho de água doce em quase pleno mar. Enxames de ilhas, cardumes de ilhotas que vão e vêm, desaparecem."

Nos dias de hoje, o turista encontra em Chapéu Virado resquícios do tempo em que o balneário era frequentado por barões da borracha, que lá construíram, no século 19, chalés de veraneio. Muitas dessas casas podem ser vistas na rua principal.

Ainda está por lá também a pequena capela do Sagrado Coração de Jesus, construída em 1909 por um devoto, em pagamento de promessa. Mário de Andrade a fotografou e colocou na legenda: "Igrejó de Chapéu Virado".
A partir de 1950, o santuário tornou-se local de saída do Círio de Nossa Senhora do Ó.

Já no fim da praia, está o Hotel do Farol, transformado em hospedaria em 1930 pelo empresário Zacharias Mártyres, que lá tinha uma casa de veraneio. A construção lembra a de um navio, com cantos arredondados para quebrar a força do vento e propiciar a vista para a baía.

Na orla, além dos casarões, pode ser visto hoje um desajeitado prédio de apartamentos, que destoa dos encantos do balneário. Encantos registrados na caderneta de Mário de Andrade, que apreciou tudo, especialmente a vegetação e o banho de rio. Na atualidade, reina por ali o "brega", ritmo tocado nas barraquinhas que ficam lotadas nos fins de semana com o povo que vem de Belém.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Trilhas e praias ainda intocadas no Pará

 
Algodoal: Lago das Princesas
Folha de SP
Alter do Chão já foi eleita pelo jornal 'The Guardian' a mais linda praia do mundo. Belém e Ilha de Marajó são sempre destacadas nos principais guias de viagem do Brasil e do exterior. Mas o Pará, que atrai mais de 1 milhão de turistas a cada ano, ainda tem muito a ser descoberto.

É o caso da Ilha do Algodoal, a 182 km da capital paraense. Pelo rio Marapanim, a travessia do porto de Marudá até a Ilha de Algodoal leva meia hora. O barco chega à vila de Algodoal, que tem cerca de mil habitantes e é a mais populosa das quatro que compõem a Área de Proteção Ambiental (APA) Algodoal-Maiandeua.

As ruas são de terra, e a charrete, o transporte oficial. A energia elétrica chegou apenas em 2005, mas hoje já pega internet.

"Algodoal é para curtir paisagens e praias de água doce ou salgada, a fauna e a flora amazônicas. Passear de canoa por igarapés, a pé por trilhas", resume o curitibano Luiz Antônio Coltro Júnior, biólogo do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará e hoje administrador da APA .

Uma das trilhas passa por mata, mangue e dunas, até chegar ao xodó dos locais, o lago da Princesa, de água escura e morna. Dele, outra trilha termina na Praia da Princesa, com quase 14 km de areia branca e o mar azul quebrando lá longe.

Dali, dá para voltar para a vila caminhando e parar na praia da Caixa D'Água, que tem bares e restaurantes com bons peixes.

Além da natureza, a ilha também é conhecida pela vida noturna, em que celebra o carimbó, ritmo tradicional paraense, e o reggae. É tudo muito tranquilo. Para andar descalço e se encantar com as águas, com o verde e contemplar alguns guarás, o pássaro laranja de cor viva que mora na ilha.

"A natureza é um dos elementos que impulsionam o nosso turismo. E ainda temos destinos poucos explorados, com muito potencial, como Algodoal", afirma o secretário de Turismo, Adenauer Góes. O turismo é uma das cadeias produtivas a serem fortalecidas pelo Pará Sustentável. Desde 2012, o Estado segue o plano Ver-o-Pará, que trabalha junto aos municípios para qualificar profissionais, formar redes de prestadores de serviços, investir em infraestrutura e divulgar as potencialidades do Estado nas feiras do setor pelo Brasil e pelo mundo. Segundo o secretário, com o programa, a meta é aumentar o faturamento com turismo em 10% ao ano. 
 
ILHA DE MARAJÓ: Matas, rios, mangues e igarapés fazem da Ilha de Marajó uma das principais atrações turísticas do Estado; o búfalo é outro destaque da ilha, que é banhada pelo oceano Atlântico e pelo rio Amazonas

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Turismo: Cobrança de taxa de visitação

 
É um lugar lindíssimo. Ano passado estive lá. 
A partir de 21 de setembro, quem visitar Jericoacoara (CE) terá que pagar R$ 5 por dia. A taxa será usada pela prefeitura para a manutenção de serviços públicos como segurança e limpeza.

Em junho, o destino passou a receber voos comerciais da Azul. A Gol anunciou nesta segunda-feira (11) que também fará a rota saindo de São Paulo a partir de dezembro.

O boleto de cobrança da taxa pode ser gerado no site da prefeitura de Jijoca de Jericoacoara ou em cabines no estacionamento da vila, e apresentado no local de hospedagem. Crianças de até 12 anos, idosos, deficientes físicos e moradores não pagam. (Folha de SP)

Deste blog:
Não vai demorar muito para surgirem sugestões e propostas para que isso seja implantado também no Pará - Mosqueiro, Salinas, Alter do Chão, Soure, etc.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Foto de casamento em Alter do Chão é uma das mais bonitas do mundo

Uma foto de casamento que tem como cenário a praia de Alter do Chão, em Santarém, região do Baixo Amazonas, no Pará, foi selecionada com umas das 50 fotos mais bonitas de casamento do mundo no concurso Best of The Best Destination, da revista online Junebug Weddings.
Os protagonistas da foto são Mariana Ribeiro, 30 anos, e Otávio Correa, 33 anos, de Curitiba, e o registro foi feito pelos fotógrafos Flora e Nathan, da hrall Photography. Na imagem, o casal está em um barco sobre as águas negras do rio Arapiuns, antes da cerimônia.

O casamento de Mariana e Otávio ocorreu em uma ponta de areia deserta em pleno rio Arapiuns. Os noivos alugaram um barco de três andares para acomodar os cerca de 90 convidados. Cada um ganhou sua própria rede para dormir na embarcação.

De acordo com a jornalista Dani Braga, do blog “Enfim Sós”, da Folha de S. Paulo, Mariana cresceu no município de Santarém, cidade onde os pais dela residem até hoje. O destino era completamente novo para os familiares e amigos de Otávio, que não conheciam o cenário paradisíaco. 
Cerimônia ocorreu em uma ponta de areia na beira do rio Arapiuns. Foto: Thrall Photography
Para a cerimônia, a mãe do noivo confeccionou tapetes e almofadas para as pessoas sentarem na praia. Já a mãe da noiva fez as redes e a decoração do barco.

O vestido de Mariana foi 100% feito à mão por uma cooperativa de rendeiras de Pernambuco e finalizado por uma estilista de Curitiba.

Felizes com a premiação, os fotógrafos, especializados em “destination wedding“, fazem um apelo para quem pretende celebrar a união: “o Brasil é muito grande, casem no Brasil verdadeiro”.
 Foto do pôr do sol sobre o rio Arapiuns é considerada a preferida do casal
 (Fonte: Diário do Pará)

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Turismo: Bla, bla, bla...

Essas reuniões, esses congressos, esses seminários, que continuam sendo realizados constantemente para discutir, sugerir e descobrir meios e condições para incrementar o turismo em cidades do Pará, só dão nisso: os palestrantes falam, falam..., prometem, prometem...; os participantes ouvem, ouvem..., anotam, anotam..., aplaudem, aplaudem...; todos se abraçam, se beijam, comem e bebem muito, mas pouco ou nada se torna realidade nas formas aprovadas nesses eventos que, na minha opinião, mesmo assim, são válidos. Outra coisa, como diria o meu saudoso pai, "no meu fraco pensar", se não forem reduzidos os preços de passagens aéreas, é difícil serem gerados melhores resultados nesse setor que é muito importante para a geração de renda e emprego.