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sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Santarém da saudade..
Eram nestas praias, próximas ao antigo trapiche e em frente ao Museu João Fona, que eram jogadas peladas de futebol durante o dia inteiro e até ao anoitecer. Crianças, jovens e adultos formavam os seus times escolhendo jogadores através do par ou impar. Cada partida era disputava com a contagem de 5 gols. O time vencedor continuava em campo para enfrentar o "time da grade", ou seja, do pessoal que ainda não tinha sido incluido em algum time já formado. Às vezes, ocorriam desentendimentos e aconteciam as brigas, as porradas, mas os briguentos eram logo separados pela turma do "deixa disto" e a bola voltava a rolar.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Santarém da saudade
Lembram que, nos anos 60, era em frente à igreja de São Sebastião que aconteciam as concentrações de estudantes dos colégios de Santarém para os desfiles de 7 de setembro? Salvo engano, o percurso determinado para cada participante do evento, iniciava em frente à agência do Basa, ia pela avenida Adriano Pimentel e rua João Pessoa, terminando lá pras bandas da Praça da Matriz.
Posteriormente, mas não lembro a partir de quando, os desfiles da Semana da Pátria passaram a ser realizados na avenida Barão do Rio Branco.

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Santarém da saudade...
Neste belo casarão, nos anos 50, residia o prefeito Aderbal (Babá) Corrêa e, posteriormente, funcionou a Casa de Saúde São Sebastião. Foi demolido já faz um bom tempo.
Foto: Pinçada da página de Sidney Canto, no Facebook.

sábado, 28 de setembro de 2019

Saudade...

Duas saudosas personalidades de destaque dos setores jurídico e empresarial de Santarém: NESTOR ORLANDO MILÉO e JOÃO VIEIRA CARDOSO.
Curiosidade santarena
A atual Praça Rodrigues dos Santos, em Santarém, é a campeã de mudança de nome. Já foi chamada de Largo da Igreja Velha, Largo do Cruzeiro, Largo do Pelourinho, Largo das Amendoeiras, Largo da Imperatriz, Largo do Teatro, Praça da Usina, Praça das Missões, Praça do Congresso e Praça do Mercado.
Embora com diversas denominações, o poder público não cuida bem deste centenário logradouro localizado no centro da cidade.
Fotos: A citada Praça em 1962,

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Santarém da saudade

Dentre as tantas outras nostalgias da vida santarena, estão as catraias. Eu lembro dos remadores "Galo", "Beni", "Maia" e tantos outros. A forqueta rangendo em cada faia, na disputa do embarque e desembarque de passageiros de navios ancorados nas águas do rio Tapajós em frente à Praça da Matriz e ao Castelo (ao fundo da imagem).

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Gostosa brincadeira
Eu morava bem pertinho, na Vila Farias, e vi muitas vezes esta brincadeira da molecada, pulando “de flecha”, “de pé” ou dando salto mortal, de cima do calçadão em frente ao prédio da antiga Prefeitura (hoje Museu João Fona), quando o rio estava cheio. Na minha meninice dava os meus pulinhos e saltinhos da beira do Caisinho, do velho trapiche e do toldo de embarcações paradas ou navegando. Era bom demais...

Santarém da saudade

Não esqueço que, na minha juventude, era muito movimentado, agradável e divertido o arraial da festa de Nossa Senhora da Conceição, em Santarém. Os “brotinhos” passeavam ao redor da praça da Matriz e a rapaziada em pé, à beira da calçada, dirigia galanteios e gracejos, tentando pegar na mão das jovens que lhes despertavam interesse. Na próxima volta já era fácil perceber pelo sorriso ou cara emburrada da pretendida, se haveria ou não alguma chance para namoro ou algo mais, ou se o resultado era um esculacho do tipo “Te enxerga, enxerido”!

Em 1970, aconteceu este fato jocoso: um “fresco” (assim era chamado o homossexual), pessoa modesta e pouco “letrada”, estava tranqüilamente em um dos cantos da praça, tentando arranjar um parceiro, quando, de repente, o encarou um conceituado médico da cidade, que já havia tomado umas e outras, e lhe disse: “Boa noite, pederasta!” – Pensando que se tratava de um elogio à sua pessoa, pois ignorava o significado da palavra, respondeu: “Quem sou eu, doutor? Pederasta é o senhor, o seu pai, os seus filhos...”.
Bons tempos aqueles!

sábado, 14 de setembro de 2019

Clonando Pensamento De José Wilson Malheiros, em uma de suas belas crônicas:

"Onde andarão os artistas e bandidos dos filmes preto e branco do velho oeste, que na minha infância eu assistia no Cinema Olimpia, do Raul Loureiro, em Santarém? Durango Kid, Gene Autry, Roy Rogers, Rocky Lane, Buck Jones, John Wayne, Rex Allen, Tex Ritter, Hopalong Cassidy, eram bons de briga e de tiro. Tinham os cavalos mais bonitos e sempre acabavam conquistando a mocinha. Mas às vezes iam embora, cantando e a deixavam chorando... Ah, o Cine Olímpia.O Reginaldo (“Seu Grilo”) tomava conta da “geral”, mais na frente, perto da tela, e ao preço de meio ingresso. Mas, quando ficava escuro, na hora de começar o filme, a gente pulava pras cadeiras bem mais confortáveis."

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Patriotismo
Santarém/07.09.1979: Ilce Pereira Lopes e Adna Monteiro, desfilando pelo Colégio Santa Clara no Dia da Pátria.
Foto enviada pela Ilce.

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Tocar na banda, era motivo de orgulho

Naquele tempo -1964- a banda marcial do Colégio Dom Amando era uma grande atração nos desfiles de 7 de setembro, em Santarém. A foto mostra uma das suas apresentações  tendo como seus integrantes, entre outros, Nelson de Melo Alves, Miguel Augusto Fonseca Campos, Antonio Anselmo Oliveira, Pedro Imbiriba, Bianor (Tubarão) e seu irmão Paulo.

domingo, 8 de setembro de 2019

Trajes "comportados"
Mantendo-se fiel ao costume da época,  este grupo de jovens santarenas traja discretos maiôs para usufruir de um banho gostoso na água límpida do exuberante rio Tapajós à beira da praia Salvação, isto em 1969, conforme mostra esta foto que o jornalista Jorge Serique guarda com muito zelo em seu arquivo. As belezuras são: Nazaré Pereira, Geni Gentil, Vera e Regina Silva; Darenice, Selma, Ivelis e Corina Coimbra.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Santarém da saudade
Alô Kátia Lemos, tai a foto que você pediu: o famoso bloco carnavalesco Breguelhegue, animando as tardes de domingo nas ruas de Santarém.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Você tentou manusear este tipo de calculadora japonesa? Sabe quem a usava em Santarém?
O nome da calculadora ė Soroban, que até hoje ainda é usada nas escolas japonesas, mesmo com a popularização das calculadores eletrônicas. Ela se originou a partir do Suapan(ábaco chinês), que foi importado para o Japão por volta do ano de 1600.

A Soroban foi a primeira calculadora no Japão e desde muito tempo tem desempenhado um papel importante no desenvolvimento cultural e educacional no país. O uso deste instrumento para cálculos matemáticos  é um dos principais responsáveis em desenvolver a agilidade mental e o raciocínio lógico.
Vale a pena ver de novo
Esta foto já postei aqui e uma leitora a copiou e, ontem, enviou mensagem pedindo que a mesma fosse mostrada novamente. Atendo com prazer, repetindo, também, o que escrevi sobre ela:
Nos anos 50, a direção do Ginásio Dom Amando promovia a cerimônia da primeira comunhão de seus alunos católicos,  em uma missa rezada em uma das igrejas da cidade de Santarém.
A foto, tirada pelo meu pai Vidal,  mostra a garotada trajando a farda de gala do colégio, na escadaria da Igreja Matriz, após receber pela primeira vez a hóstia sagrada. Só identifiquei os dois padres, frei Floriano e frei Rodolfo.

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Gente boa, tai!
Não se sabe quais os assuntos tratados,  mas seguramente foi ótima esta conversa entre estes amigos - Carlos Meschede, Donaldo e Joaquim Pereira, Pedro Nóvoa, Antonio Guerreiro Guimarães, Evandro Vasconcelos e Luizinho Leal. Dois deles,  infelizmente, já faleceram e são lembrados com muita saudade.
QUEM É A "MOÇA"?
Alguém fez música e cantou pra ela, assim:
"Eu quero me enrolar nos teus cabelos
Abraçar teu corpo inteiro
Morrer de amor
De amor me  perder..."

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Estes dois meninos/irmãos “mocorongos” tornaram-se escritores, musicos, poetas e magistrados da Justiça do Trabalho, sempre com muita competência e dignidade. Quem são eles?
A foto foi tirada por meu pai, Vidal, no estúdio montado na sala de visita da nossa residência na travessa 15 de novembro em Santarém.
Meu comentário no programa Cartas na Mesa, hoje (29), na Radio Guarany FM de Santarém:

"Um jovem de nome Bianor Rodrigues me enviou mensagem pedindo que eu fale alguma coisa  sobre a cidade de Belterra dos anos 50 e 60, pois está elaborando um trabalho escolar sobre isto. Atendo com prazer, lembrando que, naquela época, ou seja, nos anos
50 e 60, as viagens "por terra", no trecho Santarém/Belterra, eram feitas com duração de mais ou menos 5 horas, em caminhões do tipo pau-de-arara, um do Manoel Mota e outro do Manoel Rufino Silva, que trasportavam cargas e passageiros, com muitas paradas à beira da estrada de má qualidade, sem nenhum tiquinho de asfalto. Na época invernosa, a lama e a buraqueira provocavam muito atraso nas viagens, pois os veículos permaneciam por muito tempo atolados e o problema só era solucionado com a ajuda dos próprios passageiros - homens, mulheres e crianças - que empurravam os pesados caminhões.
Devido ao lamaçal, para subirem a Serra do Piquiatuba era preciso colocar nos pneus dos veículos, uma espécie de rede feita com correntes para evitar o atolamento.

Uma das paradas obrigatórias era no bar e lanchonete da dona Mariana, uma simpática cearense, na colônia Morada Nova, onde ela e o marido Mariano, serviam saboroso café quentinho, com pão, broa, tapioquinha e bolo de milho.

Naquela época, podia-se, também, fazer a viagem Belterra/Santarém e vice-versa, "por água", no barco/motor "Deoclécio", de propriedade do Raimundo Figueira, que tinha um estaleiro no bairro da Aldeia, aqui em Santarém.

Atualmente, tudo mudou pra melhor, graças a Deus. A estrada que liga Santarém à aprazivel e famosa Terra das Seringueiras, tambem conhecida como Bela Terra, é de excelente qualidade, asfaltada, e o transporte de pessoas e cargas é feito em ônibus confortáveis, além de outros meios alternativos como kombi, vans, etc. A duração é um pouco mais de uma hora.

Aproveito este embalo saudosista para transmitir aos atuais governantes, aos vereadores e ao povo de Belterra, este pedido: cuidem bem dessa minha  terra querida."

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Grata lembrança
O lendário programa de auditório E29 Show, apresentado na década de 70 por mim e Edinaldo Mota, na Casa Cristo Rei, era assistido por pessoas de todas as idades e  camadas sociais de Santarém. Por exemplo, a foto registra as presenças, na platéia, do poeta e escitor Emir Bemerguy e Wilson Fonseca (maestro Isoca).