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domingo, 30 de junho de 2019

Por favor, anotem
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Naquela mesa estão faltando eles...

 
O famoso "Senadinho Everaldo Martins", do Clube do Remo, outrora muito concorrido, com presenças diárias de dezenas de "senadores", conversando, bebericando, discutindo e planejando soluções para os problemas remistas, notadamente dos setores de futebol e náutica, hoje está com quase todas as suas cadeiras vazias, exceto aos sábados e domingos, quando aparecem alguns de seus integrantes, para lamentar o fracasso do time de futebol remista, que está seriamente ameaçado de ser rebaixado para a série D.  

Lembro com muita saudade de queridos companheiros "senadores" que já se foram, entre eles, Dirceu Pinto Marques (o nosso eterno presidente), Holderley, Esperante, Luiz Bastos, Jurandir Bonifácio, Nevasca, Sidney, Tavernard Neves e tantos outros.

Foto 1: Eu e Dirceu
Foto 2: Em uma das nossas reuniões, eu e os saudosos senadores Tavernard Neves, Luiz Bastos, Esperante e Dirceu.

Grata lembrança

Eu, na década de 70, em uma festa no Centro Recreativo, na boa companhia de Augusto e Cecília Simões, Wilson, Miriam e Ligia Fona.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Gente querida

Otávio e Ademir Pereira  (pai e filho), Odilson Matos,  Edinaldo Mota e Ray Brito.

Só pra lembrar...


Clonando Pensamento
De Lais Luso, blogueira:
"Em nossa vida, sempre temos que fazer um ajuste aqui, outro ali... Na verdade somos um relógio que de vez em quando precisamos ajustar os ponteiros. Só assim seremos mais felizes, pois com o passar dos anos vamos acumulando não só coisas materiais, tranqueiras inúteis, como também acumulamos sentimentos que vão nos destruindo, são mágoas, ingratidões, decepções,  são dores que nos desestabilizam muito. É um atraso, um desperdício de saúde  que fazemos a nós mesmos. Viramos acumuladores de infelicidade.
 Por vezes não comandamos nossos vidas e sentimentos. Muitos são motivos para queixas, é bom mudarmos quando notamos que  as coisas não estão indo bem."

Emoções edificadas


Depois de quase dois anos sem lançamentos, a incorporadora Emoções, do cantor Roberto Carlos, prepara-se para apresentar novos empreendimentos. Serão dois prédios residenciais em São Paulo, com valor total de vendas estimado em R$ 320 milhões. De quebra, a empresa deverá entregar um edifício de luxo em Goiânia, que já está com 80% das obras realizadas.
Trump diz que Bolsonaro é muito querido
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse na sexta-feira que seu colega brasileiro Jair Bolsonaro, com quem ele se reunia pela primeira vez, é "muito querido pelo povo brasileiro", em uma troca de elogios mútuos. "Ele é um homem especial" muito bem, é muito querido para o povo brasileiro ", disse Trump sorrindo no início de uma reunião com Bolsonaro em Osaka (Japão), no âmbito da cúpula dos países do G20.
Por sua vez, o brasileiro, apelidado de" Trump Tropical " se declarou" admirador de sua outra parte americana. "Sou um grande admirador dele há muito tempo, mesmo antes de sua eleição, apoio o Trump, apoio os Estados Unidos, apoio sua reeleição", afirmou o Bolsonaro.
Dia do Orgulho LGBT
Hoje, 28 de junho é o Dia do Orgulho LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersex), data celebrada e lembrada mundialmente, que marca um episódio ocorrido em Nova Iorque, em 1969. Naquele dia, as pessoas que frequentavam o bar Stonewall Inn, até hoje um local de frequência de gays, lésbicas e trans, reagiram a uma série de batidas policiais que eram realizadas ali com frequência.

O levante contra a perseguição da polícia às pessoas LGBTI durou mais duas noites e, no ano seguinte, resultou na organização na 1° parada do orgulho LGBT, realizada no dia 1° de julho de 1970, para lembrar o episódio. Hoje, as Paradas do Orgulho LGBT acontecem em quase todos os países do mundo e em muitas cidades do Brasil ao longo do ano. Infelizmente, a perseguição, discriminação e as violências contra pessoas por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero – real ou percebida – não acabou

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Brasil não veio ao G-20 para ser advertido, diz Bolsonaro sobre crítica de Merkel

OSAKA, JAPÃO - O presidente Jair Bolsonaro reagiu duramente a declarações da chanceler da Alemanha , Angela Merkel , sobre o desmatamento na Amazônia e críticas a ele, ao desembarcar em Osaka, Japão, para participar da cúpula do G-20 .  Bolsonaro exigiu "respeito" ao Brasil e disse  que não veio à reunião para ser "advertido" por outros países.

 Já o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno , considerou “muita coincidência” o questionamento feito pela chanceler alemã sobre a evolução do desmatamento na Amazônia.

Questionada por deputados ambientalistas sobre a política ambiental do governo brasileiro, Merkel disse na quarta-feira no Parlamento alemão que pretendia ter uma “conversa clara” com Bolsonaro sobre o assunto quando se encontrassem na cúpula do G-20.

— Como vocês, vejo com grande preocupação as ações do presidente brasileiro [em relação ao desmatamento] e, se a questão se apresentar, aproveitarei a oportunidade no G-20 para ter uma discussão clara com ele — afirmou a chanceler na ocasião.

Para Heleno, isso faz parte de uma estratégia para fazer o Brasil preservar a Amazônia, a fim de que a região seja depois explorada por estrangeiros. O general destacou que  Bolsonaro  “não vai aceitar determinadas reprimendas ao Brasil” e considerou “totalmente injustas as críticas à politica de meio ambiente do Brasil”.

— Esses países que criticam? Vão procurar sua turma — afirmou.

Depois de 25 horas de viagem, Bolsonaro chegou ao hotel em Osaka mostrando irritação com indagações dos jornalistas e interrompeu a entrevista após alguns minutos.

O presidente foi incisivo quando questionado sobre as afirmações de Merkel. Ele disse que viu a declaração “'sem problema nenhum”', mas acrescentou:

— Nós temos exemplos para dar para a Alemanha sobre meio ambiente. A indústria deles continua sendo fóssil, utilizando carvão e a nossa não. Então eles têm muito o que aprender conosco.
Esta imagem é muito antiga. Mostra a Igreja Matriz e o Cine Guanabara que, depois de ser demolido, no terreno foi construído o Cinema Olimpia.

terça-feira, 25 de junho de 2019

Penitenciária Federal recebe presos do Comando Vermelho vindos do Pará

A Penitenciária Federal em Brasília recebeu presos da segunda maior facção criminosa do país, o Comando Vermelho. Inicialmente 30 desembarcaram na capital, transferidos das cadeias do Pará, mas 20 acabaram sendo distribuídos às outras unidades do sistema de segurança máxima do País e 10 ficam no Distrito Federal. As transferências começaram na sexta-feira (21/6) e terminaram nesta segunda (24/6).
Os faccionados da organização criminosa originária do Rio de Janeiro se somam aos presos rivais do Primeiro Comando da Capital (PCC) e da Família do Norte (FDN). Eles estavam presos em cadeias do estado paraense, mas foram transferidos para presídios federais depois da descoberta de um plano de fuga em massa de pelo menos 400 detentos do Complexo de Americano, em Santa Izabel do Pará.
A fuga estava prevista para sábado (22/6) e os presos já tinham feito um túnel de oito metros de profundidade e 40m de comprimento, segundo o Governo do Pará.  Na página do Executivo local, o governo disse que a ação teria repercussões "semelhante ao que ocorreu no Ceará, em janeiro último, quando 23 presos ligados ao Comando Vermelho fugiram da Cadeia Pública de Pacoti."
Pelas regras do sistema penitenciário federal, durante os 20 primeiros dias eles ficam em fase de inclusão, ou seja, em isolamento total. Esse procedimento acontece com todos os internos que chegam as cadeias do sistema federal. 



Tá feia a coisa

Entre São Paulo e Rio de Janeiro, nos últimos tempos, fecharam suas portas quase 100 motéis, vítimas da crise e da concorrência. No Rio, nesses dias, fechou de vez o famoso Motel Vip’s na Avenida Niemyer.

Grata lembrança

Na minha meninice, em Belterra, com a minha saudosa prima Florisbela (Bela), mãe da Arlice, que gentilmente me enviou esta foto que guardarei com carinho.
Maria Betânia Duarte Conrado é elegante, bonita, inteligente, enfim, uma mulher moderna em sua essência. E, certamente, receberá muitas manifestações de carinho pelo transcurso do seu aniversário, hoje (25). Parabéns, minha queridíssima amiga.

Imperdível!


segunda-feira, 24 de junho de 2019

Parabéns, Fátima Gonçalves!

Hoje (24) está minha dileta amiga troca de idade.

Soltem logo o cara e acabem com esta novela vergonhosa. E VIVA A IMPUNIDADE!

A defesa do ex-presidente Lula chega a um julgamento decisivo no STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (25) em momento político favorável por causa da revelação de conversas de autoridades da Lava Jato feita pelo site The Intercept Brasil.

A Segunda Turma da corte vai julgar se as ações penais contra o ex-presidente devem ser anuladas a partir da interpretação de que o ex-juiz Sergio Moro, que condenou o petista, não teve a imparcialidade necessária para comandar os casos.

domingo, 23 de junho de 2019

Amigo(a), desejo-lhe um domingo feliz, e não esqueça disto:
Se você acredita que é capaz, ignore a opinião dos outros e siga em frente. Mantenha o foco no seu objetivo, centralize a força para lutar e utilize a fé para vencer.

sábado, 22 de junho de 2019

Parabéns, Santarém!



Hoje (22), completas 358 anos, sempre teimando em desafiar o tempo e continuar cada vez mais bela, hospitaleira e apaixonante. O orgulho que sinto de ser um dos teus filhos é resultante da tua coragem, da tua fibra, não deixando que os teus cabelos brancos tenham a força de matar as tuas esperanças e os teus sonhos de algum  dia seres capaz de proporcionar uma vida melhor para os que habitam o teu solo.

Te parabenizo minha querida Pérola do Tapajós, minha amada amante, almejando que o teu futuro e do teu povo seja abençoado por Deus e pela tua padroeira, Nossa Senhora da Conceição.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

A quem interessar...
É preciso gostar de Santarém,  falar bem de suas belezas e do seu povo, festejar seus 358 anos, sem pedir ou  precisar de votos. É assim que eu sempre fiz e continuo fazendo.
Dilma e Gleisi fizeram viagem secreta à Rússia antes de ataque hacker
Procuradas dias atrás, a ex-presidente Dilma e Gleisi Hoffmann, presidente do PT, não deram sinal de vida. É que estavam bem longe, em Moscou, enquanto circulavam informações não confirmadas de suposto conluio petista com os russos para roubar as mensagens do ex-juiz Sérgio Moro no Telegram. Não contavam com a indiscrição do Partido Comunista russo, que divulgou foto de reunião com as duas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Na foto do PC russo, Dilma e Gleisi exibem as melhores expressões de crentes comunistas dos anos 1960 em busca de “socorro socialista”.
Indagada, a assessoria do PT não explica quais os motivos da viagem de Gleisi e Dilma e nem mesmo compartilha a agenda da dupla.
Com a arrogância de sempre, a deputada Gleisi, ré na Lava Jato por corrupção, também não explicou sua viagem com Dilma a Moscou.
Além de Gleisi e Dilma, o PT também enviou o secretário-geral do partido e sua “secretária de relações exteriores”.
Impopularidade do STF
Por Bruno Boghossian - Folha de SP

 A última edição da pesquisa Barômetro das Américas mostrou que 38% dos brasileiros acham que o presidente pode fechar o STF caso o país enfrente dificuldades. O sentimento não é majoritário, mas sua escalada chama a atenção. Nos últimos dez anos, esse percentual nunca ultrapassou a casa dos 15%.

Não é de hoje que a popularidade do Supremo está no fundo do poço. Ainda assim, é espantoso que tanta gente apoie a solução radical de passar a chave na porta do tribunal e mandar os ministros para casa.

Exposta a desgastes, a corte conquistou o desapreço de eleitores de esquerda (35%), de centro (25%) e, principalmente, de direita (52%). O ambiente pode se tornar ainda mais desfavorável, já que o STF permanece rachado em discussões criminais, assumiu protagonismo em pautas políticas e enfrenta o antagonismo do presidente da República e aliados.

A divisão do tribunal em processos relacionados à Lava Jato e em julgamentos de corrupção é a causa mais visível dessa insatisfação. Não é coincidência que pedidos de fechamento do Supremo estivessem presentes nas manifestações de apoio ao ex-juiz Sergio Moro e ao governo Jair Bolsonaro, no fim de maio.

A corte continua tomando decisões nessa seara que desagradam às massas, mas também se mostra vulnerável ao mau humor das ruas. Um sinal disso é a hesitação do tribunal em enfrentar casos como a prisão após condenação em segunda instância e outros julgamentos que poderiam afetar o ex-presidente Lula.

Mais um ingrediente amargo dessa receita é a imagem de que o STF age contra o governo. Nos últimos meses, o tribunal barrou a decisão de Bolsonaro de extinguir conselhos federais e suspendeu a privatização de uma subsidiária da Petrobras. Na próxima semana, a corte também pode derrubar o decreto que ampliou o acesso a armas no país.

No papel de contrapeso, o Supremo deve continuar sob pressão. É natural que a corte seja sensível à opinião pública. Resta saber se ficará intimidada com gritos autoritários.
Bela história
O santareno Celson Vaughan e sua esposa estão em Manaus para participar da 3a edicao do encontro dos descendentes dos confederados que residem na capital amazonense..Celson far a abertura do evento e, na ocasião, mostrará aos presentes, uma boneca (foto) cuja história é a seguinte, contada por Celson:
“A boneca foi trazida dos Estados Unidos em 1865 pelo grupo de americanos que se instalaram em STM. A sra Hardieth Vaughan filha do casal James e Elizabeth Vaughan foi quem trouxe a boneca e prometeu as suas sobrinhas Leila e Elvira, que uma delas fosse mae de uma menina esta seria a herdeira. Elvira ganhou sua filha Arlete passou ser a dona. Passaram os anos Arlete casou e sua filha herdou. Alfa casou teve 2 filhos um morreu entao ficaria pra sua primeira neta Habib casou mas ainda nao tem filhos. Fonte livro Meus momentos na linha do tempo: autora Arlete.”

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Alguém sabe me informar se foi divulgada pela Prefeitura de Santarém alguma programação para o aniversário da cidade?

Sem diploma

Um leitor do meu blog mandou-me mensagem com esta indagação: Ercio, és advogado ou economista.
Respondo: Não sou diplomado em curso superior. Meu grau de escolaridade é a primeira série do antigo curso ginasial, concluído no Ginásio (hoje, Colégio) Dom Amando.

No blog do Giba Um
Mãos leves
Quem não gosta de Joaquim Levy, ex-presidente do BNDES, está lembrando que ele não se mexeu quando petistas do banco recusaram acesso ao Ministério do Meio Ambiente a contratos com ONGs ambientalistas. Dos R$ 25 milhões recebidos para projetos ambientais, ONGs sobe suspeita gastaram R$ 14 milhões em “consultoria” e salários para eles próprios. E mais de R$ 800 milhões de um total de R$ 1,5 bilhão doados ao Brasil por meio do Fundo Amazônia, acabaram nos bolsos dos ongueiros.

É o Brasil!
Na semana passada, a Justiça Federal do DF autorizou que a funcionária pública Fabiola Inês Guedes de Castro Saldanha exerça suas funções em Paris, para onde se mudou há dois anos em razão da transferência do marido diplomata para lá. Fabiola é procurador da Fazenda Nacional, representa do Estado em processos de natureza fiscal. De acordo com decisão da justiça, Fabiola vai exercer essas funções “através do regime de teletrabalho no exterior”. Chose de loque!

E nós, brasileiros e brasileiras, pagamos a conta

Nesses dias, Rodrigo Maia, presidente da Câmara, em evento em São Paulo, criticou gastos absurdos da Casa que ele preside. Só deixou de lado a sangria de R$ 200 milhões na manutenção da TV Câmara, que tem 38 servidores concursados e outros 227 terceirizados (não fariam falta se fossem dispensados). E falou que a média salarial lá é de R$ 30 mil mensais. Também na média, motoristas ganham em torno de R$ 12 mil
Confira 10 frases ditas por Sérgio Moro na audiência da CCJ do Senado, hoje (18)

Eu saio’
“Estou absolutamente convicto das minhas ações como juiz. Se minhas comunicações com quem quer que seja sejam divulgadas, essa correção vai ser observada. Que o site apresente tudo para a sociedade ver se houve alguma incorreção. Se houve irregularidade de minha parte, eu saio. Mas não houve. Eu sempre agi na lei, de maneira imparcial”, admitindo que pode deixar o cargo caso seja provada conduta ilegal nos diálogos.

Fantasia
“É uma fantasia. Não sei se vou querer, não sei se Bolsonaro me oferecerá, não está no radar”, sobre ser indicado ao STF pelo presidente Jair Bolsonaro, que já confirmou a intenção de convidar o ministro para a vaga em 2020.

'Escândalo do século'
“Se ele diz que tem o maior escândalo do século, divulga tudo, pega o material e entrega para as autoridades”, disse sobre o jornalista Glenn Greenwald, responsável pelo site The Intercept.

‘Grupo criminoso’
“A minha percepção é que não se trata de uma invasão de amadores, mas de um grupo criminoso que visa prejudicar as investigações, as condenações pretéritas e as instituições de uma forma geral”, sobre a suposta invasão hacker de seu celular e dos celulares de procuradores.

Sem medo
“Não estou com medo, não. Dizem: ‘Ah, tem muito mais coisa’. Divulguem tudo de uma vez. Daí, a gente analisa, o Senado analisa, as pessoas analisam”, sobre ameaças de novas mensagens a serem divulgadas pelo site The Intercept.

Conluio
“Qual é o conluio? Qual é a convergência? O que havia no fundo era muita divergência. Agora, também houve parcial convergência, não quer dizer que eu, absolvendo alguém, tenha conluio com advogado e que, condenado alguém, tenha conluio com o Ministério Público”.

‘In Fux we trust’
“Posso ter mandado mensagem dizendo que confio em ministro, qual é o problema de ter mandado uma mensagem assim?”, sobre a suposta mensagem em que diz “in Fux we trust” (em Fux nós confiamos), em relação ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux.

Memória
"Querem que eu lembre de mensagens que mandei há dois anos?", disse, voltando a afirmar que as mensagens vazadas podem ter sido parcial ou totalmente adulteradas.

Fernando Henrique Cardoso
“O caso não era meu, nunca passou pelas minhas mãos”, sobre uma suposta denúncia que seria feita contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, objeto de uma suposta conversa entre o ex-juiz e Dallagnol.

Projeto
“Espero que toda essa confusão não impacte em relação a esse projeto”, em relação à tramitação do projeto anticrime enviado ao Congresso pela pasta comandada por Moro.
Outro escândalo da Odebrecht
Por José Nêumanne - Estadão
Protagonista de um caso de corrupção que lesou contribuinte brasileiro, empreiteira baiana é beneficiada por decisão de juiz de repassar a contribuinte parte de sua dívida. Foto: Andre Penner/AP

O juiz da 1.ª  Vara de Falência de São Paulo, João de Oliveira Rodrigues Filho, resolveu proteger os acionistas da Odebrecht ao impedir que BNDEs a Caixa e o BB executem as garantias do endividamento da empreiteira corrupta. Ela está sendo beneficiada no processo de recuperação judicial recordista da História do Brasil – R$ que chega a 100 bilhões – após se ter envolvido no petrolão, maior escândalo de corrupção da História, e a Justiça transferiu a conta para o bolso do contribuinte, que já foi espoliado. É uma ignomínia.
“Pensei que saindo da magistratura e vindo assumir essa posição de ministro, esses ataques ao trabalho de juiz, enfrentado a corrupção com a aplicação imparcial da lei teriam acabado, mas pelo jeito, me enganei”,
(de Sérgio Moro, ontem no Senado)

Com rabo preso, Renan questiona Moro na CCJ


Alguns dos senadores que inquiriram Sergio Moro, ontem, no Senado, são citados ou respondem a processos sobre  esquema de corrupção. É o caso dde Renan Calheiros (MDB-AL), alvo de uma dezena de investigações que começaram com a Operação Lava Jato. E o STF não conclui julgamento, esperando, talvez, que os processos prescrevam. Confiram a lista:
Inquérito 3993 no STF – Corrupção e lavagem de dinheiro
Inquérito 4171 no STF – Corrupção e lavagem de dinheiro
Inquérito 4202  no STF – Peculato e lavagem de dinheiro
Inquérito 4213 no STF – Corrupção e lavagem de dinheiro
Inquérito 4215  no STF – Corrupção e lavagem de dinheiro
Inquérito 4267  no STF – Não informado
Inquérito 4326  no STF – Lavagem de dinheiro e quadrilha
Inquérito 4426  no STF – Não informado
Inquérito 4437 no STF (enviado à Justiça Federal no Distrito Federal) – Não informado
Inquérito 4464 no STF – Não informado
Inquérito 4389 no STF – Não informado
Inquérito 4492 no STF – Corrupção

Em Santarém tem...




...o Mercadão 2000, ideal para a compra de peixes, frutas, verduras, farinha, tucupi, queijos, enfim, uma variedade de produtos alimentícios a preços que agradam a todos - ricos e pobres. Diariamente o movimento é intenso em todos os seus espaços.
Corpus Christi: Conemoracão é hoje (20)


A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo começou no século XIII, mais precisamente em 1269. A Igreja Católica viu a necessidade das pessoas sentirem a presença real de Cristo.
De acordo com a história, existia um sacerdote chamado Pedro de Praga que vivia angustiado por dúvidas sobre a presença de Cristo na Eucaristia. Decidiu então ir em peregrinação ao túmulo dos apóstolos Pedro e Paulo em Roma, para pedir o dom da fé.
Ao passar por Bolsena, na Itália, enquanto celebrava a Santa Missa, foi novamente acometido pela dúvida. Na hora da Consagração veio-lhe a resposta em forma de milagre: a hóstia branca transformou-se em carne viva.
O Papa Urbano IV pediu para que os objetos fossem levados para Oviedo em uma grande procissão, e foi nesse momento que a festa de Corpus Christi foi decretada.
A celebração de Corpus Christi é marcada por procissões em diversos estados brasileiros. A procissão é feita nas ruas, onde as pessoas podem testemunhar e adorar a representação do Corpo e Sangue de Cristo.
Existem diversas cidades com procissões tradicionais com as ruas enfeitadas com  tapetes de serragem colorida.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Em meio a embates com PT, Moro diz que vazamento busca inocentar corruptos

Nesta quarta-feira (19), em sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o ministro Sergio Moro (Justiça) negou ter participado de conluio com Ministério Público Federal na Operação Lava Jato. Moro foi à Casa prestar esclarecimentos sobre o vazamento de mensagensque indicam troca de colaborações do ex-juiz com o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa.
A sessão teve diversos embates com senadores da oposição, que questionaram a conduta e as decisões de Moro na Lava Jato
Moro disse ser alvo de um ataque hacker que mira as instituições e que tem como objetivo anular condenações por corrupção. Até aqui, ele tem insistido no discurso de tachar a invasão de celulares como um movimento contra a Lava Jato e em desqualificar o site The Intercept Brasil, que divulgou os diálogos. "O que posso assegurar é que, na condução dos trabalhos de juiz no âmbito da Operação Lava Jato, sempre agi conforme a lei", disse.
O ministro também informou que entregou seu celular para análise da Polícia Federal, negou que tenha atuado politicamente na Lava Jato e afirmou ser comum que o juiz converse com as partes do processo. "É normal no Brasil esses contatos entre juiz, advogado e Ministério Público ou policiais. O que tem que ser avaliado é o conteúdo destes contatos", afirmou ao responder o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).
Disse ainda que não guarda o arquivo das conversas e que não lembra do que escreveu há três anos, mas que pode ter dito algumas coisas. O senador Otto Alencar (PSD-BA) fez uma provocação: "Não exijam muito da memória do ministro. Ele tem péssima memória."
Moro também afirmou que deixou de usar o Telegram, de onde as mensagens foram extraídas, em 2017, quando houve notícias de ataques hackers nas eleições dos Estados Unidos e ele começou a desconfiar da segurança do aplicativo, que tem origem russa.
Segundo o Intercept, as conversas, enviadas à reportagem por fonte anônima, aconteceram entre 2015 e 2018.

terça-feira, 18 de junho de 2019

Amigos(as), a Noca, benquista tacacazeira santarena, está hospitalizada para tratamento de um AVC. Precisa de ajuda, de doação, por exemplo, de fraldas geriátricas, tamanho XG, e de dinheiro para pagar suas acompanhantes.
Quem quiser colaborar, peça informações de como fazer, pelo celular 93991919898.
Na foto, eu e ela.

Covardia em não abrir caixa preta foi o que derrubou Levy do BNDES

O ex-presidente do BNDES, Joaquim Levy foi convertido em “donzela maculada”, após sua demissão. O presidente da Câmara disse até que sua saída do governo “foi de uma covardia sem precedentes”, mas nem Rodrigo Maia se lembra da covardia do próprio Levy de não abrir a caixa preta do BNDES, um dos maiores instrumentos de corrupção dos governos do PT, tampouco de enfrentar a corporação aparelhada e muito bem paga: chegam a receber salários de R$100 mil mensais. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Levy nem se mexeu quando os petistas do BNDES recusaram acesso ao Ministério do Meio Ambiente a contratos com ONGs ambientalistas.

Dos R$25 milhões recebidos para projetos ambientais, ONGs picaretas gastaram R$14 milhões em “consultoria” e salários para eles próprios.

Mais de R$800 milhões de um total de R$1,5 bilhão doados ao Brasil por meio do Fundo Amazônia, acabaram nos bolsos dos ongueiros.
Aos itaitubenses
Eu lembro que Itaituba era assim na década de 50, como mostram as fotos tiradas pelo meu pai Vidal, um dos filhos da querida cidade. Só existiam a rua da frente e umas três mais. Passei muitas férias escolares hospedado no casarão dos Bemerguy, desfrutando do carinho de tios, tias e da vovó Chiquinha.



‘Moro é um homem símbolo e quer mudar seu País’, afirma Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro aproveitou a cerimônia de assinatura da medida provisória que trata da venda e utilização de bens apreendidos de traficantes para elogiar o ministro da Justiça, Sérgio Moro. “Um homem símbolo e que quer mudar seu País”, afirmou o presidente ao se referir a Moro – o ex-juiz aparece em diálogos que teriam sido trocados entre ele e procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato. Publicadas pelo site The Intercept Brasil, as conversas sugerem interferência de Moro nas investigações quando ainda era juiz federal em Curitiba.

O presidente lembrou que Moro abriu mão de 22 anos de magistratura para compor o seu governo, para seguir sua vontade de “combater o crime organizado, a lavagem de dinheiro e a corrupção”. “Não é qualquer pessoa que faz isso pela sua pátria”, afirmou Bolsonaro. Em seguida, completou: “É motivo de honra, satisfação, orgulho, não só para mim, mas todos os brasileiros de bem, tê-lo nessa função em que se encontra.”
O presidente destacou o decreto das armas e disse que “quem quer desarmar o povo é quem quer o poder absoluto”. “Quero que o povo também tenha direito de legítima defesa.”

Bolsonaro disse que, com a MP assinada nesta segunda, Moro terá condições e mais recursos para combater o crime. O presidente lembrou ainda do processo de formação do seu ministério e disse que teve liberdade de escolher seus ministros, que falam entre si e conversam com os parlamentares. “Da maneira como está montada os ministérios, todos temos a ganhar. Em especial um dos ministérios mais importantes, o da Justiça.”

“Nós queremos o melhor do Brasil. Juntos, nós temos como mudar o destino do Brasil. Não podemos ter problemas entre nós. Uma palavrinha minha esquisita aqui e de vocês (parlamentares) lá, a gente releva e toca o barco. O Brasil está acima de todos nós. O interesse é o Brasil acima de tudo”, disse o presidente.
Ao final de sua fala, Bolsonaro afirmou que o ministro Moro “está fazendo mais um gol de bicicleta aqui hoje e do meio do campo”.

Valor arrecadado com bens do tráfico serão usados em política pública
A Medida Provisória assinada hoje pelo presidente dota a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), de instrumentos legais para dar maior eficiência e racionalidade na gestão de bens apreendidos ou confiscados como produtos de crimes relacionados ao tráfico de drogas.

Os valores arrecadados com a venda dos bens já poderão ser utilizados em políticas públicas antes mesmo do fim do processo judicial. Os Estados também receberão os recursos de forma mais célere para execução de suas políticas públicas.

Por fim, haverá mais agilidade na alienação de bens com significativa redução dos gastos para a União e os Estados com manutenção de espaços para guarda desses bens, gerando economias que permitirão investir em outras necessidades.
Gratas lembranças



De 1975 até 1979, gerenciei a agência do BASA em Oriximiná (fotos). Além do pouco espaço, em época de cheia do Rio Trombetas, a água invadia o salão principal da agência, além de dificultar o acesso dos clientes porque, a Rua da Frente, da cidade, ficava totalmente alagada, sendo necessário a colocação de passarelas feitas com tábuas. Na parte de cima da agência era onde eu morava com a minha família.
Instalei e gerenciei as agências de Rurópolis Presidente Medici e Porto Trombetas. Puro pioneirismo.
Também fui gerente das agências de Santarém e Belém Centro (foto), esta a principal e maior do Banco da Amazónia.
‘Objetivo claro de libertar Lula e destruir Moro’, diz Carlos Lima sobre ação de hacker
Ex-integrante da Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima acredita que os ataques desferidos às autoridades da operação, após o vazamento de conversas entre procuradores da República e o ex-juiz Sérgio Moro – atual ministro da Justiça e Segurança Pública -,  sejam parte de “uma campanha orquestrada”, com “objetivo claro de libertar Lula“. O ex-presidente está preso em Curitiba desde abril de 2018, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

Aposentado em março do cargo de procurador regional da República, Carlos Lima foi membro da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba de 2014 – quando foi deflagrada a primeira fase da operação – até 2018. Em entrevista ao Estadão, o ex-decano do grupo e agora advogado e consultor para área de compliance, fala em “crise artificial” gerada pelas conversas de Telegram divulgadas pelo site The Intecept, aponta “foco exclusivo em libertar Lula e destruir Sérgio Moro” e diz não ver “juridicamente a menor possibilidade” de nulidade dos processos da 13.ª Vara Federal, em Curitiba. Moro, o ex-titular da Lava Jato, não reconhece a autenticidade das mensagens e desafiou a divulgação completa do material.

“As organizações criminosas que enfrentamos na Lava Jato são poderosas, e, acuadas como ratos, era natural que reagissem.”

LEIA A ENTREVISTA:

Estadão: O senhor foi alvo dos hackers também?

Carlos Fernando dos Santos Lima: Eu saí da Lava Jato em setembro de 2018 e por decisão pessoal de ter um período de afastamento ético de qualquer informação interna de seis meses antes de minha aposentadoria, deletei todos os grupos de trabalho no Telegram e desinstalei o aplicativo naquele momento. Aparentemente não fui atacado.

Estadão: O nome do sr. apareceu em novas publicações do site The Intercept supostamente conversando com o ex-juiz Sérgio Moro. O sr. reconhece os diálogos e uma suposta combinação sobre como reagir aos ataques feitos pelo ex-presidente Lula após depoimento?

Carlos Lima: Como me manifestei, desconheço completamente as mensagens citadas, supostamente obtidas por meio reconhecidamente criminoso. O “órgão jornalístico” volta-se contra mim, aparentemente incomodado pelas críticas que tenho feito ao péssimo exemplo de “jornalismo” que produz. Creio que o “órgão jornalístico” deve uma explicação de como teve acesso a esse material de origem criminosa, e quais foram as medidas que tomou para ter certeza de sua veracidade, integridade e ausência de manipulação. A liberdade de imprensa não cobre qualquer participação de jornalistas no crime de violação de sigilo de comunicações.

Estadão:  Quando soube da invasão dos aparelhos dos colegas da forca-tarefa? Ficou surpreso?

Carlos Lima: Soube quando estava em viagem por Portugal com mãe e irmãos. Na segunda metade de maio, possivelmente. Não fiquei surpreso. Fiquei surpreso que tenha demorado tanto. As organizações criminosas que enfrentamos na Lava Jato são poderosas, e, acuadas como ratos, era natural que reagissem.

Estadão:  Há riscos para a Lava Jato, para imagem da operação?

Carlos Lima: A Lava Jato provou que a política brasileira se financia com o crime. Usa da corrupção para financiar campanhas eleitorais milionárias, para controlar estruturas partidárias e para os bolsos próprios, naturalmente. Nada disso mudou. As provas continuam aí para que todos vejam. A crise é artificial, uma farsa, mas uma mentira repetida mil vezes pode se tornar uma verdade nas mentes dos brasileiros. Estamos enfrentando um tipo de campanha muito bem orquestrada.

Estadão:  E para os processos, há riscos de nulidade?

Carlos Lima: Não há juridicamente a menor possibilidade, pois não se pode considerar que notícias de um órgão de imprensa vinculado ideologicamente com os interesses de condenados, seja considerada prova de qualquer coisa, salvo da vontade de libertar Lula. Cadê os arquivos? Como foram recebidos? Houve manipulação? É possível fazer perícia? Qual é a participação da Intercept no crime? Não fosse só esses poréns, tudo é ainda originário de um crime contra a própria Justiça, pelo que não há qualquer viabilidade de ter efeitos jurídicos.

Estadão:  A quem interessa o hackeamento de autoridades da Lava Jato?

Carlos Lima: A resposta está nos diálogos que foram revelados. Com tantas autoridades atacadas, interessante notar o foco exclusivo em libertar Lula e destruir Sérgio Moro.

Estadão:  O sr. vê autoria ou mando único entre quem hackeou e a divulgação desse material?

Carlos Lima: O ataque foi centralizado, altamente sofisticado, com um custo que ultrapassa em muito a capacidade financeira e tecnológica de meros hackers amadores em porões na casa da mamãe, como romanticamente são descritos. O hackeamento e a divulgação obedeceram comando único, dotado de um orçamento milionário e possivelmente com recursos tecnológicos de fora do País.

Estadão:  O material pode ser usado em processos, como fez a defesa de Lula agora?

Carlos Lima: O material, como já disse, não tem valor. Prova por notícia? Se a moda pega, basta produzir um material apócrifo e entregar a um jornalista preguiçoso ou leniente e, voilà, algum (ministro do Supremo) Gilmar Mendes irá dar crédito.

Estadão:  Pode ser caracterizado como uma tentativa de obstrução a Lava Jato?

Carlos Lima: É claro que sim. Houve diversos crimes e a Polícia Federal deve descobrir o culpado.

Estadão:  Sobre o conteúdo, mesmo que o material foi obtido ilegalmente, houve relação ilegal entre o juiz da Lava Jato e a acusação?

Carlos Lima: Essa é uma discussão sem sentido. A relação entre juiz e procuradores, juiz e delegados, juiz e advogados se dá diuturnamente. Questões procedimentais, exposição de pontos de vista e explicação de futuros pedidos são comuns. Somos todos conhecidos, não amigos, de mais de 20 anos. Não há nada de irregular nas conversas. Essa é a prática judiciária. Observo, novamente, que não se pode atestar que essas conversas não tenham sido editadas, motivo pelo qual nada disso significa qualquer coisa relevante.

Estadão:  Quando o juiz questiona andamento das operações da investigação, questiona método de interrogatório do Ministério Público Federal ou combina recebimento de denúncia-crime, não há desiquilíbrio entre as partes?

Carlos Lima: Como disse, a questão está sendo tratada com certo farisianismo. Informar estado de investigações é necessário para explicar pedidos cautelares. O juiz reclamar das partes e de suas decisões acontece direto, inclusive em audiência. Quantas vezes fui conversar com juízes sobre liminares e eles disseram simplesmente: “nem gaste saliva, Doutor, a decisão liminar sai ainda hoje”. Isso acontece com a defesa também. Ou será que os três parlamentares do PT estavam de graça na PF antes mesmo da liminar do desembargador ( do TRF-4 Rogério) Favreto sair? Não reconheço validade a nenhuma conversa, e mesmo assim não vejo nada especial nelas.

Estadão:  Houve conluio entre a força-tarefa e o juiz Moro no caso das supostas conversas sobre escutas de Lula e Dilma Rousseff, sobre a informação de transferência de imóveis dos filhos de Lula?

Carlos Lima: Me parece que houve a comunicação ao Ministério Público de supostos crimes que o juiz teve conhecimento.

Estadão:  Como recebeu a reação ao conteúdo, como os pedidos de afastamento de Moro e do coordenador da força-tarefa Deltan Dallagnol encampado pela OAB, ministros do Supremo e advogados acusando relação indevida nos diálogos?

Carlos Lima: Com incredulidade. Considero que há muitos garantistas de fachada, que se valem de supostas conversas criminosamente obtidas para valerem seus interesses. Gostaria de saber como reagiria Gilmar Mendes se aparecesse uma conversa apócrifa em seu nome. Será que pensaria da mesma maneira? Aliás, no passado ele foi flagrado conversando com um investigado que estava sofrendo medidas cautelares. Qual foi a explicação? No passado Gilmar visitou na calada da noite o presidente Michel Temer, que era objeto de denúncia da Procuradoria-Geral da República. Alguma explicação?

Tudo é cercado de muita e muita hipocrisia. Tudo é dirigido para soltar Lula. Será que o triplex não existiu? Que não houve corrupção na Petrobrás? Que o Brasil é o país das maravilhas e todos nós devemos ser governados, bestializados, por uma cleptocracia?

Estadão:  É o mais duro ataque sofrido pela Lava Jato nesse cinco anos?

Carlos Lima: É um ataque covarde e criminoso, perpetrado por uma organização criminosa que, valendo-se de um jornalista ideologicamente comprometido e leniente, pois até agora não explicou como isso tudo veio parar em suas mãos, nem como procurou aferir a veracidade, autenticidade e integralidade das conversas, consegue criar esse falso drama com conversas pinçadas segundo o objetivo claro de libertar Lula. É um ataque grave, e o Estado não pode permitir que tenha sucesso, pois se tornaria em um precedente para novos ataques e novas notícias apócrifas surgirem. A Lava Jato acostumou-se a ataques mentirosos, mas a sordidez deste ultrapassou qualquer limite.

Bolsonaro veta bagagem gratuita

Saiba quem comandará BNDES

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Tristeza
Morre Helcio Amaral
Foi hoje, em Santarém, aos 79 anos. Éramos bons amigos desde os tempos de estudantes no Colégio Dom Amando. Na pessoa de sua esposa, professora Rosinete, apresento minhas condolências a todos os seus familiares.
Não sei se ainda ė assim...
Nas décadas de 70, 80 e 90, em Santarém, eram realizados muitos Cursilhos de Cristandade e Encontros de Casais com Cristo, com a presença de pessoas de todas as camadas sociais. Nas fotos enviadas por uma leitora do meu blog, aparece muita gente conhecida, participante de dois desses eventos religiosos. Quem, por acaso, reconhecer alguém, cite o nome.




Resistência de Levy em cumprir ordens do governo irritou Guedes

Na Folha de SP
Antes mesmo de o presidente Jair Bolsonaro fazer críticas e ameaçar demitir o então presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), Joaquim Levy, a atuação do gestor no banco de fomento já vinha gerando irritação no ministro da Economia, Paulo Guedes.
Membros da área econômica afirmaram à Folha que Levy tinha dificuldade de atender algumas das principais determinações do governo na administração do banco.
Neste domingo, após Bolsonaro afirmar estar “por aqui” com o executivo e dizer que ele estava “com a cabeça a prêmio”, Levy pediu demissão do comando do banco.

Eram três as principais reclamações de Guedes, que também criaram atrito entre os secretários da pasta.
A avaliação é de que Levy não deu andamento a uma criteriosa revisão das grandes operações feitas pelo BNDES nos últimos anos, principalmente as efetuadas durante a gestão petista. Essa era uma das principais bandeiras de campanha de Bolsonaro e sua equipe.
Segundo relatos, o ex-ministro da Fazenda de Dilma Rousseff (PT) também não empenhou velocidade suficiente na venda de ativos em poder do banco.
Um dos efeitos foi a resistência de Levy em devolver recursos do BNDES ao Tesouro no ritmo desejado pelo ministro da Economia.
Guedes já disse que espera receber R$ 126 bilhões do BNDES neste ano, mas Levy não se comprometeu com a cifra. Os recursos são tratados como necessários para ajudar no ajuste fiscal do governo.
O ministro da Economia indicou insatisfação com o trabalho de Levy à frente do BNDES em entrevista a Gerson Camarotti, do G1, neste sábado (15).
“O grande problema é que Levy não resolveu o passado nem encaminhou solução para o futuro”, afirmou Guedes.
Entre os nomes cotados para a substituição no comando do BNDES estão os secretários especiais do ministério da Economia Carlos da Costa (Produtividade, Emprego e Competitividade) e Salim Mattar (Desestatização e Desinvestimento).
Nome de confiança de Guedes, a presidente da Susep (Superintendência de Seguros Privados), Solange Vieira, também está entre as possibilidades.
Auxiliares do ministro acreditam ser mais difícil que algum ocupante de secretarias especias da pasta assuma a função. O remanejamento geraria um trabalho duplo, já que um cargo importante do governo seria desocupado se isso fosse feito.
A interlocutores, Carlos da Costa, que já foi diretor do BNDES, tem argumentado que não teria o perfil para assumir o posto neste momento e que está focado nos projetos de investimento e produtividade do governo.
A avaliação na pasta é de que Salim Mattar se encaixaria bem na função, mas poderia resistir em aceitar o convite porque tem interesse em seguir tocando o plano de privatizações do governo federal.

Tô nem aí...

Aos 30 anos, já começava a minha calvície que, consumada, nunca me causou constrangimento ou desgosto, afinal, "é dos carecas que elas gostam mais". kkk...

Respeito quem é do Garantido, mas...


domingo, 16 de junho de 2019

Joaquim Levy se demite da presidência do BNDES

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, entregou seu pedido de desligamento do cargo ao ministro da Economia, Paulo Guedes, conforme informou em nota distribuída à imprensa na manhã deste domingo, 16.

Guedes conversou com Levy no início da manhã. O diálogo foi cordial e “houve muita concordância”, segundo uma fonte.

Levy foi alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro neste sábado, 15, em função da nomeação do advogado Marcos Barbosa Pinto para o cargo de diretor de Mercado de Capitais do banco de fomento.

Levy nomeou Marcos Pinto para função no BNDES. Já estou por aqui com o Levy", disse o presidente neste sábado. "Falei para ele: (Levy) demite esse cara na segunda ou eu demito você (Levy) sem passar pelo Guedes (ministro da Economia)", afirmou ontem o presidente.

O presidente do BNDES, Joaquim Levy está com a cabeça a prêmio há algum tempo", continuou o presidente.

Barbosa Pinto trabalhou como assessor do BNDES durante o governo PT, de 2005 a 2007, o que irritou Bolsonaro. No entanto, o próprio Levy foi ministro da Fazenda de Dilma Rousseff.

Em nota, Levy declarou que sua expectativa é que o ministro da Economia aceite sua demissão. No comunicado, ele deseja a Guedes “sucesso nas reformas”.

Leia a íntegra da nota de Joaquim Levy:

Solicitei ao ministro da Economia Paulo Guedes meu desligamento do BNDES. Minha expectativa é que ele aceda.

Agradeço ao ministro o convite para servir ao País e desejo sucesso nas reformas.

Agradeço também, por oportuno, a lealdade, dedicação e determinação da minha diretoria. E, especialmente, agradeço aos inúmeros funcionários do BNDES, que têm colaborado com energia e seriedade para transformar o banco, possibilitando que ele responda plenamente aos novos desafios do financiamento do desenvolvimento, atendendo às muitas necessidades da nossa população e confirmando sua vocação e longa tradição de excelência e responsabilidade.
Bolsonaro não quer petista no seu governo
O presidente Jair Bolsonaro afirmou ontem, 16, que o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, está com a “cabeça a prêmio”. O presidente ameaçou demiti-lo amanhã caso ele não suspenda a nomeação do advogado Marcos Barbosa Pinto para o cargo de diretor de mercado de capitais do banco de fomento.

O Estado apurou que após as declarações, Pinto encaminhou carta de renúncia ao presidente do banco. “Levy nomeou Marcos Pinto para função no BNDES. Já estou por aqui com o Levy”, disse Bolsonaro, sem ser questionado, em conversa com jornalistas, ao sair do Palácio do Alvorada, em Brasília, antes de embarcar para Santa Maria (RS). “Falei para ele: ‘Demite esse cara na segunda ou eu demito você sem passar pelo Paulo Guedes (ministro da Economia)”, afirmou o presidente.
Em entrevista ao site G1, Guedes afirmou que está em “sintonia” com Bolsonaro neste caso. “Existe sintonia. Eu entendo a angústia do presidente. É algo natural ele se sentir agredido quando o presidente do BNDES coloca na diretoria do banco nomes ligados ao PT.”

Pinto foi chefe de gabinete de Demian Fiocca na presidência do BNDES (2006-2007). Fiocca era considerado, no governo federal, um homem de confiança de Guido Mantega, ministro da Fazenda nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. O próprio

Levy foi ministro da Fazenda de Dilma entre janeiro e dezembro de 2015, primeiro ano do segundo mandato da petista.

“Governo tem que ser assim: quando coloca gente suspeita em cargos importantes e essa pessoa, como Levy, já vem há algum tempo não sendo leal àquilo que foi combinado e àquilo que ele conhece a meu respeito, ele está com a cabeça a prêmio há algum tempo”, disse o presidente.

A assessoria do BNDES informou que Levy passou o dia na região serrana do Rio e vai se manifestar hoje. O Estado apurou que Gustavo Franco, ex-BC, e Salim Mattar, secretário de Guedes, são cotados para lugar de Levy.

Na carta de renúncia, Pinto escreveu que tem orgulho da carreira que construiu e pedia demissão “com pesar”. “Mas não quero continuar no cargo diante do descontentamento manifestado pelo presidente da República com minha nomeação.”

Na sexta, durante café da manhã com jornalistas, Bolsonaro demitiu o presidente dos Correios, general Juarez Cunha. A justificativa foi que ele se comportou como “sindicalista” ao ser contrário à privatização da estatal, avalizada pelo presidente.

O presidente do BNDES já enfrentava desgaste dentro da própria equipe econômica, como mostrou o Estado. Levy resistiu à devolução de R$ 100 bilhões do banco ao Tesouro, exigência da equipe econômica. A previsão era que o banco estatal pagasse R$ 26,6 bilhões em 2019, de acordo com cronograma definido durante o governo Temer – desde 2015, já foram devolvidos mais de R$ 300 bilhões. Mas Guedes quer mais. “Despedalar” o BNDES, como gosta de repetir o ministro, foi assunto na campanha e se tornou meta de governo.

A medida, que reduz o tamanho do banco, se encaixa no plano liberal de Guedes e contribui para baixar a dívida pública federal. Também cai muito bem na turma bolsonarista, que vê no BNDES um símbolo da era petista. Para esse grupo, o banco estatal que emprestou bilhões à Venezuela, a Cuba e a empreiteiras e precisa quitar o quanto antes sua conta com a União.

Para Bolsonaro, Levy fez pouco em relação a uma das primeiras promessas do presidente, que foi abrir a “caixa preta do BNDES”. O banco, sob sua gestão, se limitou à reedição de uma lista já conhecida de maiores devedores. Em março deste ano, a Câmara dos Deputados abriu a terceira CPI sobre o BNDES para investigar possíveis irregularidades em financiamentos do banco. A ideia é mostrar se foi mandado dinheiro para países de esquerda nos governos petistas.

Responsável pelo convite a Levy, que deixou o posto de diretor no Banco Mundial para assumir o comando do BNDES, Guedes costuma reforçar a interlocutores que o tem em boa conta. Bancou seu nome junto a Bolsonaro, que não gostou da ideia de ter um ministro “petista”. Os dois chegaram a discutir durante uma reunião na casa de Bolsonaro no Rio. O presidente eleito resistiu, mas, diante da posição firme de Guedes, aceitou.

O ministro elogia com frequência a formação técnica de Levy – ambos têm doutorado pela Universidade de Chicago. A pessoas próximas já disse que ele seria um bom nome para a presidência do Banco Mundial caso o Brasil tivesse o direito de indica. Preocupa o ministro, contudo, que Levy esteja influenciado pelas pressões do que chama de “burocracia do banco”.

A Associação dos Funcionários do BNDES divulgou nota na qual afirmou que “apesar de divergências sob alguns pontos da atual gestão”, reconhece que Levy “nunca apoiou ou defendeu fantasias e calúnias” de Bolsonaro sobre o banco. / fonte: Estadão
Grata lembrança
Atualmente, é facílimo fazer reportagens de eventos, entrevistas, etc. Basta utilizar o celular e a matéria vai ao ar, imediatamente, nas emissoras de rádio e televisão. No meu tempo de radialista, pelo menos até a década de 70, isto só era possivel através de telefone convencional ou com gravador, como mostram as fotos. São trabalhos que fiz para a Rádio Rural de Santarém, na sede da Liga Esportiva, entrevistando o então prefeito Everaldo Martins.

Na década de 50, nas praias localizadas na frente da cidade de Santarém, era permitido que famílias, pobres ou ricas, construíssem pequenos banheiros utilizados para troca de roupa antes e depois dos banhos. Tempo bom...
Amigos (as), disponham.
Para falar comigo atraves de telefone ou Watsapp, utilizem o número indicado na minha foto. O código DDD é 91.

sábado, 15 de junho de 2019

Bolsonaro vai recorrer

O presidente Jair Bolsonaro disse ontem (14) que vai recorrer da decisão que absolveu Adélio Bispo de Oliveira, autor do ataque a faca que sofreu durante a campanha eleitoral, em Juiz de Fora (MG), em setembro do ano passado. A Justiça Federal decidiu que o agressor sofre detranstorno delirante persistentee não pode ser punido criminalmente.
“Estou tomando as providências jurídicas do que posso fazer para recorrer. Normalmente o MP [Ministério Público] pode recorrer também, vou entrar em contato com o meu advogado”, afirmou Bolsonaro ao deixar o Palácio da Alvorada, no início da noite.
O juiz federal Bruno Savino, da 3ª Vara da Justiça Federal em Juiz de Fora, concluiu que Adélio inimputável por transtorno mental. Isso significa que, de acordo com as leis penais, ele não pode ser responsabilizado criminalmente por seus atos. O magistrado determinou que Adélio seja internado por tempo indeterminado.
Bolsonaro disse ainda que tem convicção de que Adélio foi contratado para assassiná-lo e que, se preciso, vai pagar para que seja feita uma nova avaliação psicológica no acusado. “Eu tenho a causa pessoal, eu tenho que me defender. E custa caro isso aí, um outro lado custa caro. Vou tomar providências”, ressaltou. “É um crime contra um candidato a presidente da República que atualmente tem mandato e devemos ir às últimas consequências."
Adélio seguirá internado na Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Campo Grande (MS), que possui espaço para tratamento de sua doença. De acordo com a denúncia feita pelo Ministério Público Federal, o acusado colocou em risco o regime democrático ao tentar interferir no resultado das eleições e planejou o ataque com antecedência de modo a excluir Bolsonaro da disputa.
A defesa de Adélio afirma que ele agiu sozinho e que o ataque foi apenas “fruto de uma mente atormentada e possivelmente desequilibrada” por conta de um problema mental.

Parabéns, Toninho!

Hoje (15) é o aniversário do meu dileto sobrinho Vidal Bemerguy (nome do avô, meu pai) que, com a esposa Maria Helena e os filhos Vítor e Maytê, formam uma bela e feliz família.
No blog do Giba Um
Enquanto Sérgio Moro aparece na capa de Veja e a chamada diz “Desmoronando”, o ministro domina a capa do jornal O Estado de S.Paulo, onde desafia os criminosos: “Publiquem o que quiserem. Agi dentro da legalidade. Não vou pedir desculpas por ter cumprido meu dever e ter aplicado a lei contra a corrupção e o crime organizado”. De quebra, a fala de Bolsonaro defendendo seu ministro. Resumo da ópera: Moro ainda sairá desse episódio por cima – e em alta. E guardará de recordação a capa de Veja.
Clonando Pensamento
“No Exército, a gente tem uma linguagem muito clara: se eu tiver de ir para a guerra, eu levo o Sérgio Moro e o Deltan Dallagnol”,
(de Hamilton Mourão, vice-presidente da
República, sobre conversas vazadas)

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Gente querida, OBRIGADO!
O sucesso da minha modesta participação no programa Cartas na Mesa, apresentado na Rádio Guarany FM, em Santarem, eu dedico para quem acreditou em mim e, também, para quem duvidou que eu pudesse alcançá-lo. É aquela velha questão... “os cães ladram e a caravana passa”. E eu penso como Braulio Bessa, aquele que se apresenta no Encontro com Fátima Bernardes: “cada pessoa que torce por você é indispensável para a construção do seu sucesso. Inclusive as que torcem contra!
É com muito prazer que registro o aniversário, hoje (14), da professora América Mota. Casada com o meu mano Edinaldo, o casal é uma receita, um exemplo de simpatia, dignidade e muito amor.
Parabéns, minha queridíssima amiga.

Bolsonaro em Belém

Na primeira visita como presidente ao Pará, Jair Bolsonaro participou do evento comemorativo ao aniversário de 108 Anos da Assembleia de Deus no Brasil. A solenidade cívico religiosa foi realizada na noite de ontem (13) e contou com uma multidão.

Bolsonaro discursou durante 12 minutos no evento. Foi tempo suficiente para que reiterasse apoio a Sergio Moro, defendesse novamente a presença de um ministro evangélico no STF (Supremo Tribunal Federal) e reproduzisse um episódio de sua campanha, quando foi flagrado, durante debate, com as palavras Deus, Família e Brasil escritas em uma mão.

Entre os presentes estavam o governador Helder Barbalho, o prefeito Zenaldo Coutinho e o deputado Marco Feliciano.

No templo lotado de fiéis -a capacidade é de cerca de 20 mil pessoas-, Bolsonaro afirmou que escolheu o melhor time de ministros possível, "elogiado até pela oposição." Neste momento, o público puxou o coro "Moro, Moro".

O presidente lembrou que Moro abriu mão de 22 anos de magistratura para poder assumir o cargo no Ministério da Justiça e mencionou a troca de mensagens entre Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol, reveladas pelo site The Intercept Brasil.

Bolsonaro reconheceu que acusações pairaram sobre o ministro, mas enfatizou que elas eram fruto de uma ação criminosa de hackers.

Diálogos exibidos pelo site mostram que ambos discutiam processos em andamento e comentavam pedidos feitos à Justiça pelo Ministério Público Federal enquanto integravam a força-tarefa da Lava Jato.

Muito aplaudido, Bolsonaro lembrou ainda a controvérsia gerada quando falou que estava na hora de o STF ter um ministro evangélico. "A reação foi a mesma", disse.  "O estado é laico, mas eu, nós todos, somos cristãos", afirmou. "Respeitamos a maioria. Respeitamos a minoria. Mas o Brasil é um país cristão."
Fonte: Diário do Pará

Se vivo estivesse, Edwaldo Campos de Souza, poeta, compositor e advogado,  conhecido em seu vasto círculo de amigos por "Pangaré", completaria hoje 70 anos. Faleceu em 2013.
Descanse em paz, meu dileto e inesquecível amigão que, na foto está ao meu lado.

quinta-feira, 13 de junho de 2019


Coincidências
Devem ser apenas coincidências: em maio, o hacker israelense Tal Prihar é preso em operação conjunta da Polícia Federal – FBI. A casa do hacker ficava em Brasília: era a antiga casa de José Dirceu. Em junho, o site The Intercept Brasil, do jornalista de esquerda Gleen Greenwald (amigo de Lula), aparece nas transcrições dos celulares de procuradores e juízes da Lava Jato e apenas uma hora depois, os advogados de Lula já falavam em soltura de seu cliente baseados em conversas interceptadas por um hacker. Mais: o marido de Greenwald (ou ao contrário), David Miranda (PSOL) assumiu a vaga de Jean Wyllys na Câmara e o ex-deputado circula pela Europa e ninguém sabem quem o sustenta