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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Greve dos Bancários: Apenas BASA e BANPARÁ não aceitaram proposta da Fenaban

Bancários da rede privada, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal decidiram acabar com a greve após 26 dias de paralisação. Seguem de braços cruzados, os bancários do Banco do Estado do Pará (Banpará) e Banco da Amazônia. Estes dois últimos permenecem fechados para atendimento do público. Os demais abrem normalmente a partir de hoje em todo o Estado. Para o grupo da rede privada foi aceita a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) com reajuste de 8% (aumento real de 1,32%) no salário, reajuste de 8,5% no piso da categoria e compensação dos dias parados até o dia 15 de dezembro, com uma hora acrescida nos serviços.

Caixa Econômica e Banco do Brasil também adicionaram pontos específicos na proposta. Já os servidores do Banco do Estado do Pará (Banpará) e Banco da Amazônia rejeitaram as propostas e seguem com a greve. As deliberações foram tomadas ontem à noite, durante cinco assembleias ocorridas na sede do Sindicato dos Bancários do Pará, no bairro do Reduto, em Belém. As assembleias avaliaram as propostas em separado.

Além do aumento salarial nacional, o Banco do Brasil também concedeu pagamento do vale-cultura e prometeu a contratação de mais três mil funcionários, participação nos lucros do banco com a menor parcela de R$ 5.800 pagas semestralmente. Já na Caixa, se conquistaram reajuste de vale-alimentação e piso, além de um adicional de 4% de participação nos lucros, extensão no benefício de plano de saúde e pagamento de 50% da hora extra comparada com a normal.

No Banco da Amazônia, cerca de 400 servidores rejeitaram o acordo. "O banco não resolveu a situação dos quadros de nível superior, melhorias no plano de saúde, pagamento de parcelas dos empregados nos lucros bancários. Resolvemos bater em um ponto chamado lateralidade, em que um funcionário responsável por uma equipe sai, outro ocupa o seu lugar, mas não ganha adicional por isso", explicou o diretor financeiro do sindicato, Sérgio Trindade. A última mesa de negociação do Banpará não houve acordo. "As propostas não agradaram a categoria", afirmou a presidente da Associação dos Funcionários do Banpará e integrante da comissão de greve, Kátia Furtado.  

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