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domingo, 12 de março de 2017

Empresa interrompe patrocínio ao Boa Esporte após contratação de Bruno

Goleiro Bruno acerta por 2 anos com o Boa Esporte e volta ao futebol 
Bruno e dirigentes do Boa Esporte 
A empresa de suplementos alimentares Nutrends decidiu interromper o patrocínio ao Boa Esporte após o anúncio da contratação do goleiro Bruno por parte do clube mineiro. A decisão foi tomada pela direção da empresa na noite deste sábado (11). A empresa informou que a ruptura acontece "em respeito aos nossos consumidores, clientes e a ética da empresa".

Desde o anúncio da contratação do goleiro, as páginas dos patrocinadores dos clubes têm sido tomadas por comentários críticos e xingamentos.

"Quando vocês vão se posicionar sobre patrocinar um time que tem assassino? É esse o valor da empresa?", "Patrocinando assassino. Que ridículo!", são algumas das mensagens recebidas pelo perfil da Nutrends, que tomou a decisão durante reunião extraordinária de seus diretores para discutir o impacto da contratação de Bruno sobre a marca.

Sexta-feira, a empresa já havia dito que tinha sido pega de surpresa pela contratação do jogador.

Além da Nutrends, o Boa Esporte também conta com o apoio do grupo "Góis e Silva", de propriedade de Rafael Gois, que foi candidato a prefeito de São Gonçalo de Sapucaí, em Minas Gerais, em 2016, mas teve a candidatura indeferida, e é considerado um dos políticos mais ricos do país; e da fornecedora de material esportivo Kanxa. Ambas as empresas também têm recebido xingamentos nas redes sociais.

Ex-goleiro de Atlético-MG e Flamengo, Bruno estava preso desde 2010, acusado de envolvimento no assassinato de Eliza Samudio. Ele foi condenado em 2013 a 22 anos e 3 meses de prisão, em regime fechado, por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver contra a ex-amante, além de sequestro e cárcere privado do filho que ele teve com Eliza.

O jogador recorreu da decisão, mas não teve recurso julgado. Ele estava preso por decisão de primeira instância há quase 7 anos. Na decisão tomada no dia 21 de fevereiro e publicada no dia 26 pelo Supremo, o ministro Marco Aurélio Mello julgou não haver sustentação jurídica para manutenção do encarceramento. Bruno responderá ao processo em liberdade.


Ministro do STF rejeita recurso da mãe de Eliza Samudio contra soltura do goleiro Bruno

Autor da decisão que libertou o goleiro Bruno Fernandes, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou o recurso em que Sônia de Fátima Moura, mãe de Eliza Samudio, buscava reverter a soltura de Bruno, condenado na primeira instância a 22 anos e três meses em regime fechado pela morte de Eliza.

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